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  • há 9 horas
O projeto Nocaute na Violência abre oficialmente a temporada 2026 no próximo dia 15 de abril, em um café da manhã no novo Hangs Burg, localizado na Cidade Velha, em Belém. O evento marcará o lançamento das atividades do ano e prestará homenagens à imprensa esportiva paraense.

Reportagem: Aila Beatriz Inete
Imagens: Ivan Duarte

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Transcrição
00:00Eu, Zezé do Boxe, carrego no coração uma imensa gratidão por todos que falem parte do Nocaute na Jaureta.
00:07Cada pessoa envolvida, cada apoio recebido, foi um golpe de coragem contra tudo aquilo
00:14que tenta se beneficiar a esperança.
00:19Oi!
00:22Fala com o agradecimento, mas isso que eu não entendo.
00:25Vocês não apenas divulgaram uma causa, deram voz, força e alcance a uma luta que precisa ser vista, ouvida e
00:36sentida.
00:37Sem vocês, nossa mensagem não teria atravessado tantas marcas, nem tocado tantas vidas.
00:46Essa conquista não é minha, é nossa.
00:50Enquanto a derrota, haverá união, verdade e coragem para continuar.
00:55A gente criou o projeto na violência para a gente combater a selvageria que ia acontecer na cidade de futebol,
01:01como até aconteceu de um maior morrer de Zip por um bato sanitário.
01:04E quando eu assisti aquilo, eu achei, poxa, isso na selvageria não pode acontecer.
01:08O esporte é vida, é implodão social, é integração, não violência.
01:13Foi criado o Nocaute na Violência, começamos a ficar pato atrás na parte da Campos.
01:17Eu estava na esperança, mas ele não vai poder ir viajar para o Brasil.
01:21Hoje está, não vai poder ir, estava programado para estar aqui.
01:25Atleta profissional, campeão brasileiro em frente do pedaço profissional.
01:29Então, isso foi uma coisa maravilhosa para a gente criar o Nocaute na Violência.
01:34E se não fosse a imprensa, não teria esse processo todo.
01:38A gente deve muito triste que vai ter essa homenagem hoje à imprensa,
01:42porque é o medo do jornalismo.
01:43Então, a gente aproveita e aproveita as homenagens a todos.
01:46Vamos começar agora, dia 30 de abril, em Tailândia.
01:50A gente segue para o Cumbu, o Cumbu, o pessoal daí já também conheceu o projeto.
01:56Depois a gente segue a Portel, a Tore, a Cachoeira do Orari.
02:02Vamos estar no Portal da Amazônia também, em setembro também,
02:05porque o pessoal de violência ficou na violência.
02:07E daí, por diante, a presença foi citada em Santa Catarina.
02:10Nós, como esse ano, está muito cheio de evento com a violência,
02:13eu vou deixar Santa Catarina para outra data.
02:16A gente se sente gratificado e, quando eu era mais novo, eu não pensava nisso.
02:20Quando a gente vai dar, atingindo mesmo a realidade avançada,
02:24a gente fica preocupado com esses jovens, com essas crianças.
02:28Então, quantos que perderam a vida aí para o crime, para as drogas,
02:33a gente procura orientar a toda a ponta.
02:36E daí, tudo, futuros campeões do mundo, futuros atragos olímpicos, futuros cidadãos.
02:41Eu acho que o reconhecimento da imprensa, principalmente no momento que nós estamos agora,
02:46com as verdades, pequeninos, eu acho que ele é sempre muito válido
02:49com o assunto, a questão de estar presente para estar junto dessa iniciativa.
02:54Não é fácil a gente trabalhar no esporte no Pará,
02:57porque a gente tem uma demanda muito grande do futebol
03:00e a gente, ao mesmo tempo, tem um esporte amador
03:03que ainda carece de organização, carece de calendário, carece de infraestrutura.
03:07Então, quando você encontra uma modalidade que se propõe a fazer uma iniciativa da inclusão
03:16para além da prática esportiva, acho que a gente precisa fazer esse esforço e abraçar esse projeto.
03:21Não é o caso do Nocaute na Violência.
03:23Nocaute na Violência é um projeto que não apenas em Belém, na periferia,
03:27mas no interior do Estado consegue levar a bandeira do esporte
03:31como uma ferramenta de inclusão social.
03:35E aí isso faz com que vários jovens que às vezes têm dificuldades
03:39para praticar a modalidade,
03:41em Cheque Souro, em Tailândia, em Hotel, em Cachoeira do Ararim,
03:45possam, pela primeira vez, por exemplo, mudar.
03:48E eu acho que uma coisa muito importante também é a questão da equidade de gênero.
03:51No Nocaute na Violência você também tem a oportunidade de meninas e mulheres de gênero.
03:58Então, meninas que amam boxe, praticam boxe,
04:01mas nunca tiveram a oportunidade de fazer uma doutora.
04:03Então, eu acho que são iniciativas como essa que a gente precisa valorizar.
04:08Futebol é fantástico.
04:10Quem me faz isso, a dor, arrasta um dos dois.
04:12Mas a transformação social, a formação de cidadão acontece no esporte amador
04:17e a gente precisa fazer isso.
04:21Futebol é fantástico.
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