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  • há 8 horas
Os dois jovens suspeitos de envolvimento no caso de agressão contra um homem em situação de rua, em Belém, se apresentaram na Seccional de São Brás, na manhã desta terça-feira (14). Após as formalidades legais, eles foram liberados, mas continuam sendo investigados pela Polícia. Ambos não deram entrevistas aos jornalistas e, acompanhados de seus advogados, deixaram a seccional escondendo o rosto. O primeiro a se apresentar foi Antônio Coelho, apontado como o jovem que filmou toda a ação. O segundo foi Altemar Sarmento, investigado como sendo o rapaz que usou a arma de choque na vítima.

IMAGENS: CARMEM HELENA
REPORTAGEM: DILSON PIMENTEL

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Notícias
Transcrição
00:00Qual é a sua escolha de argumentação aqui na CETINA?
00:03Primeiro nós vamos ter que ter acesso ao procedimento investigatório
00:07e após a análise desse procedimento nós podemos manifestar de forma correta.
00:11Você já conversou com o seu cliente?
00:12Já conversei e aguardo essa posição.
00:15Qual foi a versão que ele começou com o seu cliente?
00:16O cliente possui uma natureza sigilosa,
00:20eu permito os advogados a aprofundarem aqui naturalmente qualquer tipo de informação.
00:25Segundo as primeiras informações, ele teria filmado tudo?
00:28O ministro que está sendo evitado dele?
00:30Só vou saber após, e isso é o que a gente tomou conhecimento através da mídia,
00:35mas nós precisamos saber formalmente o que consta
00:38e aí a gente se manifesta de forma técnica.
00:41Formalmente ele não foi intimado a comparecer a seccional?
00:44Não, não foi intimado, porém os advogados que estão aqui se colocando à disposição
00:48para agendar dia e horário, como é a autoridade policial,
00:52para que a gente possa apresentar de forma espontânea
00:55e não emprestar por qualquer esclarecimento que seja necessário.
00:59Ainda está no nível de investigação.
01:02A defesa não vai se precipitar.
01:04Agora tem um ponto muito importante a falar para todos vocês.
01:09Se a arma realmente fosse de grande letalidade,
01:13qualquer pessoa seria paralisada.
01:16Correto?
01:17Então, o que é que nós estamos apresentando?
01:20É uma versão verdadeira da parte da defesa.
01:22A arma era danificada,
01:24nós não somos a favor de qualquer tipo de crime,
01:27lamentamos pela situação
01:30e é o que temos a dizer.
01:31Agora tem mais uma coisa importante a ser esclarecida.
01:35Os vídeos são fracionados, várias frações.
01:39Quem tem que provar é a polícia.
01:40E outro detalhe mais importante,
01:42não foi feita a perícia,
01:44eu estou falando aqui em âmbito constitucional,
01:46não foi feita a perícia do vídeo.
01:50Portanto, ao ver da defesa,
01:53que ainda é um inquérito ainda,
01:54que ainda está em andamento,
01:56eu tenho que provar os direitos constitucionais dele.
01:59E tem mais um detalhe.
02:01Importante que as instituições,
02:03e a defesa também segue pelo mesmo caminho,
02:05que todos têm direito à dignidade humana,
02:08principalmente os mais desfavorecidos.
02:11Todavia nós temos os princípios constitucionais,
02:14do princípio da ampla defesa,
02:16do princípio da presunção de inocência,
02:18que não foi nós que estabelecemos e levam
02:21os direitos de todos nós, inclusive de vocês.
02:23O ato, ele foi o ato de uma grande acatombe,
02:27uma grande tragédia para a sociedade.
02:31Mas o senhor está me fazendo uma pergunta subjetiva
02:34que eu não posso responder para os senhores,
02:36se ele podia, se ele não podia,
02:38se era dele, se não era dele.
02:39Espera que eu estou conhecendo o processo.
02:41A arma, ela estava danificada,
02:44tanto que ele ficou em pé.
02:48Atenção
02:50Atenção
02:51Legenda por Sônia Ruberti
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