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Com o petróleo batendo recordes, o impacto da guerra no Irã chega às gôndolas dos supermercados e aos postos de gasolina, onde o combustível já atinge valores alarmantes. Entenda como a tensão internacional gera inflação global e por que países como Rússia e China podem se beneficiar desse cenário caótico com os comentaristas Denise Campos de Toledo e Rodolfo Mariz.

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Transcrição
00:00Porque as operações dos Estados Unidos e Israel no Irã têm abalado a economia global e mudado o rumo dos
00:07investimentos.
00:08Denise Campos, de Toledo.
00:10A guerra do Oriente Médio, independentemente dos reflexos sobre preços de combustíveis, passagens aéreas, alimentos e outros produtos,
00:18com consequente impacto no ritmo esperado de corte dos juros básicos, alterou uma trajetória muito positiva
00:24que as bolsas de valores, especialmente dos países emergentes, vinham registrando, com destaque, para a Bovespa.
00:31As incertezas causadas por Trump na área econômica, com tarifaço, antes da guerra,
00:36levaram os investidores a buscarem alternativas para as aplicações em dólares.
00:41A Bolsa do Brasil foi das mais beneficiadas, registrando recordes sucessivos.
00:46O saldo muito positivo, que ainda acumula no ano, veio do período anterior ao início dos ataques contra o Irã.
00:52No primeiro trimestre, o Ibovespa subiu 16,4%.
00:56Mas em março, mês de maior volatilidade por conta do acirramento do conflito, teve queda de 0,70%.
01:03E só não foi pior, porque em vários dias, as ações da Petrobras e de outras empresas do setor subiram
01:09no embalo da disparada do petróleo, que não foi pequena.
01:12Foram variações acumuladas entre 50% e 60%, com o barril rodando neste período,
01:18acima dos 100 dólares, batendo recordes também.
01:21Além de todo o impacto inflacionário da guerra, teve um movimento de aversão ao risco
01:26de reposicionamento defensivo dos investidores.
01:30As indicações de uma possível pausa neste conflito provocaram, nos últimos dias, reações mais favoráveis.
01:37Mas será que os mercados retomariam o embalo registrado até fevereiro?
01:41Em relação à inflação, as projeções já subiram mesmo, até pela destruição de unidades de produção
01:47e refino de petróleo, de gás, portos e outras estruturas que não serão reativadas com muita rapidez,
01:54ainda que possa haver alguma acomodação dos preços.
01:57Mas já se prevê uma inflação mais alta em termos globais, incluindo o Brasil.
02:02Resta ver qual seria a reação dos mercados se houver uma maior confiança e uma futura pacificação de fato.
02:08Sem esquecer que no Brasil estamos em um ano eleitoral que também mexe muito com o humor do mercado.
02:15E a NASA divulgou as... não é a NASA? Vamos falar de outra coisa, é isso?
02:21Então tá bom. Vamos chamar o Rodolfo Maris para comentar a situação dos impactos econômicos, Rodolfão.
02:27Nelson, os impactos econômicos no mundo, né? São os piores possíveis.
02:32Ninguém esperava que essa guerra do Irã e de fato o esteito de Hormuz fosse repercutir tanto,
02:37principalmente quando se fala nas seções do petróleo, né?
02:40Eu já disse aqui, já dei uma pincelada, que você que tá em casa e que não tá entendendo como
02:46que isso vai repercutir,
02:47é só você ir no supermercado, sabe?
02:49Eu tenho o hábito de ir no supermercado toda semana com a minha família, com a minha esposa, com a
02:54minha filha,
02:54e de fato a gente vê um número exacerbado ali dos alimentos subindo nas gôndolas.
02:59E isso repercute em todo mundo.
03:01Quem tá sorrindo com isso, de fato, é a China e a Rússia.
03:05Por que a Rússia? Porque a Rússia detém os maiores barris de petróleo na atualidade.
03:09Então quanto mais precisa do petróleo, mais aumenta o valor dele e a Rússia tá brincando com isso.
03:14Já a China, a China pouco importa pra ela nesse momento se o Hormuz vai ser liberado agora ou não,
03:20porque o impacto da China é outro.
03:22O impacto da China não depende tanto dessas nuances hoje daquele petróleo,
03:26depende tão mais de outras relações comerciais.
03:28E o Brasil é, de fato, ali um parceiro comercial da China e essa parceria vai muito bem, obrigado.
03:35Repercute, Nelson, repercute.
03:37Agora vamos falar da gasolina, porque pagar R$ 9,50 no litro de gasolina é um absurdo.
03:43Mas por que sobe tanto na gôndola se há um acordo com a Petrobras?
03:48Ora, simplesmente porque os caminhões que precisam abastecer todo o território nacional
03:53com material e matéria-prima precisam do diesel.
03:56E o diesel ficando mais caro, é lógico que o produto final na mão do consumidor
04:00também vai ficar mais caro.
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