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A comentarista Denise Campos de Toledo analisou os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o mercado global de energia e afirmou que o setor petroleiro pode levar tempo para retomar a normalidade. A escalada do conflito tem provocado forte volatilidade nos preços do petróleo, afetando cadeias de produção, transporte e distribuição de energia no mundo.

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Transcrição
00:00Pois é, mas apesar disso, não se tem certeza de quanto tempo a guerra no Oriente Médio vai durar.
00:06O certo é que mesmo que essa previsão do Donald Trump se confirme e o conflito esteja prestes a terminar,
00:12os efeitos dele no mercado do petróleo vão demorar para serem contornados.
00:17A análise é de Denise Campos de Toledo.
00:20Parece e é repetitivo falar dos riscos relacionados à guerra no Oriente Médio.
00:26Mas, independentemente do fato de Trump ter conseguido melhorar a evolução dos mercados,
00:31inclusive com a queda nesta terça das cotações do petróleo, que antes tinham disparado,
00:36as ameaças para as economias dos vários países para o bolso dos consumidores prosseguem,
00:41sem esquecer os riscos geopolíticos.
00:43Fora a interrupção do transporte de petróleo e gás pelo Estreito de Hormuz,
00:47até com ameaças do Irã de colocar minas, o que atrasaria mais a retomada,
00:52no caso de um fim próximo da guerra, como sinalizou Trump,
00:55vários países estão parando a produção de petróleo e gás,
00:58o que também não será retomado de uma hora para outra.
01:01A retomada depois leva algum tempo.
01:03O custo do frete por navios e os valores dos seguros aumentaram muito.
01:08As passagens aéreas também ficaram mais caras,
01:11tem o querosene da aviação e tem a interrupção de muitos voos em várias áreas que podem ser atingidas.
01:17No Brasil, antes mesmo de qualquer decisão da Petrobras sobre o aumento dos preços dos combustíveis,
01:22os consumidores já sentiram a diferença nos postos, em várias localidades.
01:27Teve o repasse de parte da defasagem por refinarias privadas e tem a especulação,
01:32a tentativa de garantir mais ganhos aproveitando toda essa situação externa.
01:36O governo já pediu, inclusive, fiscalização sobre esses aumentos,
01:40embora os preços sejam determinados pelo mercado.
01:43Mas pode haver abuso.
01:45Algumas regiões do país, e principalmente o agro,
01:47já sentem mais dificuldades com o abastecimento.
01:51A própria Petrobras segurou a distribuição com cotas antes de definir o aumento,
01:56porque tem diminuído a oferta de combustíveis vindos de fora.
02:00Boa parte do diesel consumido aqui é importada, da gasolina menos.
02:05No embalo da alta dos combustíveis, sobe o frete,
02:08que pesa no transporte e no preço de outras mercadorias.
02:11Dependendo da duração do conflito, pode haver uma efetiva crise de petróleo.
02:15A situação já é a pior desde a invasão da Ucrânia pela Rússia.
02:19Aliás, a Rússia tem sido dos poucos beneficiados.
02:22Exporta petróleo e combustíveis por outras rotas.
02:25A demanda cresceu principalmente por parte dos países asiáticos,
02:29como a China, a Coreia do Sul, que compravam mais da região, incluindo o Irã.
02:34É esperar que tudo isso não bata com mais intensidade do mercado local,
02:38atrapalhando a esperada queda da inflação, imprescindível para o corte dos juros.
02:43Haveria reflexos até sobre a atividade.
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