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O presidente Lula (PT) se reuniu fora da agenda oficial com ministros citados pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O encontro teria ocorrido no início de março, após a divulgação de conversas que apontam possível relação entre o empresário e magistrados. Segundo auxiliares do governo, Lula teria indicado que não pretende abandonar os ministros citados.
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NotíciasTranscrição
00:00O presidente Lula se encontrou recentemente fora da agenda oficial com ministros citados por Daniel Vorcaro para demonstrar apoio.
00:09A reunião, segundo fontes do Palácio do Planalto, ouvidas pelo portal Metrópolis, aconteceu no início de março,
00:17logo após ser revelada conversas e uma possível relação entre o dono do máster e os magistrados.
00:24Na conversa de acordo com auxiliares do presidente Lula, ele teria indicado aos ministros que não pretende abandoná-los,
00:32principalmente pela gratidão que tem ao judiciário, que atuou após as eleições para garantir a posse do petista
00:39e julgou Jair Bolsonaro e seus aliados pela alegado, a suposta tentativa de golpe de Estado.
00:46Chamar os nossos comentaristas, quem é que está preparado?
00:49Ao Luiz Felipe Dávila? Vamos chamar o Dávila então. Dávila, seja bem-vindo.
00:53Uma ótima noite a você. Notícia de abertura de os pingos nos dias.
00:57O governo saindo em defesa dos ministros que foram citados, implicados ou que estão conectados ao caso do banco máster.
01:07Já era esperado esse tipo de posicionamento, mas pode ter algum tipo de consequência, né?
01:11Caso a justiça entenda que eles têm algum tipo de culpa nessa relação com o Daniel Vorcaro.
01:19Boa noite, Caniato, Mota, Musa, Beraldi e a nossa querida audiência.
01:23Este é o retrato de uma república de pouca relação republicana.
01:31Quando a Constituição foi criada, era justamente para manter a autonomia e independência dos poderes.
01:39Não existe essa história de um ser fiel ao outro, apoiar o outro como uma forma de gratidão.
01:49Não, cada poder cumpre a sua função de acordo com a Constituição.
01:53Só que no Brasil, do populismo e também da arbitrariedade do Supremo Tribunal Federal,
02:02este mecanismo constitucional de respeito de autonomia e independência dos poderes inexiste.
02:08O que nós temos no Brasil hoje é um poder absolutista do Supremo Tribunal Federal
02:15que legisla, governa e interpreta a lei de acordo com o gosto, o paladar e as convicções de momento dos
02:27ministros.
02:28Isso mostra como bem definiu o grande jurista constitucional, Gonçalves Filho,
02:35disse uma frase muito importante, o Brasil vive uma juristocracia.
02:43Juristocracia é quando o poder judiciário se coloca acima de todos os outros e começa a governar e legislar.
02:53Este é o retrato perfeito do que se tornou o Brasil.
02:58Uma juristocracia que os outros poderes, os chefes dos outros poderes,
03:03como é o caso do presidente da República, tem que mostrar gratidão e fidelidade
03:10para os ministros do Supremo Tribunal Federal.
03:14Pois é, chama o Bruno Musa, o Bruno também está com a gente ao vivo, conectado.
03:18Bruno, seja bem-vindo, uma ótima noite a você.
03:21Em destaque, um encontro que ocorreu entre o presidente da República e esses magistrados.
03:28Não há o registro oficial, pelo menos isso aconteceu fora da agenda.
03:32E ele manifesta todo o apoio, a gratidão a esses ministros por supostamente garantir
03:40a posse de Lula naquela ocasião.
03:43Enfim, quais são as reflexões, os aspectos que lhe chamam a atenção dessa notícia,
03:49dessa relação muito próxima entre o chefe do Executivo e os representantes da Suprema Corte?
03:54Bem-vindo.
03:56Boa noite, Caniato, Dávila, Mota, Beraldo, todos que nos escutam.
04:00Vamos lá, mais um dia típico de Brasil.
04:04Quando nós voltamos um pouco na história recente ali, após Lava Jata, após a prisão do Lula,
04:09a forma como ele saiu, a forma como os processos foram cancelados,
04:13me parece compreensível a forma como agora esses poderes, eles se aproximam deles.
04:18E isso mostra uma completa anormalidade dentre a tal chamada democracia mais frágil brasileira.
04:28E, obviamente, fica claro que essa tal harmonia favorece a eles, mas não a nós,
04:34pessoas de bem, trabalhadores que queremos apenas um país minimamente sério,
04:38com leis estáveis para podermos tocar as nossas vidas.
04:42O que nós vemos aqui é uma aproximação em defesa do indefensável.
04:46Como podem não querer analisar e conhecer detalhes de uma CPI do NSS?
04:53Como podem não querer detalhes da CPI do Banco Master num país normal?
04:57Como podem não querer investigar tamanhos indícios que já foram divulgados por toda a mídia?
05:02Com mensagens retiradas do próprio celular?
05:05Como podemos não nos indignar e queremos saber mais detalhes a respeito de uma ligação?
05:10No dia da prisão de Daniel Vorcaro, ao telefone do ministro.
05:15Como podemos não nos indignar com relação a isso?
05:18Como podemos, acima de tudo, não nos indignarmos com essa aproximação de um executivo ao judiciário,
05:25quando há indícios claros que, no mínimo, devemos entender a análise e nos aprofundarmos para conhecer esses detalhes?
05:34Portanto, fica claro, cada vez mais, que essa juristocracia determinada,
05:38é muito bem colocada pelo Dávila, quando faz sentido para eles, para os detentores do poder,
05:45não faz sentido para todos nós, que somos obrigados a financiar cada vez mais isso,
05:50essa obscenidade que se transformou Brasil e Brasília.
05:53Pois é, vamos ao Rio de Janeiro.
05:55O Roberto Mota também está com a gente.
05:57Mota, seja bem-vindo.
05:58Uma ótima noite a você, em destaque as conversas entre o presidente da República e os ministros citados,
06:05no caso do Banco Master, justamente após aquelas informações virem à tona,
06:11serem vazadas por alguns veículos de comunicação,
06:14e aí o presidente demonstrando todo o apreço e o agradecimento pela maneira como os ministros,
06:21e a Corte, como um todo, acabou se posicionando para garantir a posse,
06:26lembrando dos episódios no início da gestão Lula 13.
06:30Enfim, quais considerações, quais são suas impressões a partir dessa informação
06:35que foi destacada inicialmente pelo portal Metrópolis?
06:40Ah, esses episódios do início da gestão do atual governo,
06:45Caniato, alguma coisa me diz que eles ainda vão dar muito o que falar.
06:51Boa noite para você, boa noite aos meus colegas de bancada,
06:55boa noite à nossa querida audiência.
06:58Como é mesmo aquele slogan da esquerda?
07:02Ah, lembrei, ninguém solta a mão de ninguém.
07:06Nunca ele foi tão apropriado.
07:10A república deveria funcionar com um sistema de freios e contrapesos.
07:16É um sistema pelo qual os poderes se vigiam e se controlam,
07:22mas no Brasil esse sistema foi trocado por outro,
07:26por um sistema de apoios e conchavos,
07:31ou de ameaças e chantagem.
07:34E isso me lembra uma outra frase que ficou famosa na política brasileira.
07:41Se eu cair, vou cair atirando.
07:45Pois é, deixa eu chamar o Cristiano Beraldo.
07:47Beraldo está com a gente aqui no estúdio.
07:49Vamos colocar na geral esse estúdio bonito dos Pingos nos Is.
07:52Beraldo, seja bem-vindo.
07:53Uma ótima noite a você.
07:55Essa notícia ganhou as páginas de vários outros veículos
07:58após essa menção feita pelo Portal Metrópolis.
08:03Um agradecimento do presidente da república
08:06a um ministro em especial que integra a Suprema Corte
08:09e aí conectando situações que, em tese, não se relacionam.
08:15O episódio de Daniel Vorcaro com a atuação da corte
08:20no episódio da suposta tentativa de golpe
08:23e com a posse propriamente do presidente da república.
08:27Enfim, parece que tudo faz parte de um mesmo enredo.
08:30Mas, aos olhos de alguns, são três coisas separadas, né, Beraldo?
08:35Pois é, de alguns que veem as coisas como elas deveriam ser vistas.
08:38Mas o Brasil de hoje desafia a nossa visão.
08:42Caniato, boa noite a você.
08:43Ao Mota, ao Musa, ao Dávila.
08:45Boa noite à audiência que prestigia diariamente os Pingos nos Is.
08:48Olha, o que a gente constata é isso que está óbvio,
08:53estampado para que todos vejam,
08:55porque as declarações, as descobertas, as revelações
08:59demonstram que a relação entre os poderes no Brasil
09:02ela é pautada não pelo respeito mútuo, né,
09:07o equilíbrio entre os poderes a partir do respeito
09:11e do entendimento do papel que cada uma das instituições do país
09:17precisa desempenhar.
09:18Hoje, o equilíbrio entre os poderes se dá com base na amizade e no medo,
09:26no compadrio, na cumplicidade.
09:29Dizia o ex-ministro Joaquim Barbosa, né,
09:32o Brasil é o país do tapinha nas costas.
09:35E a gente vai percebendo que é isso mesmo.
09:38E esse tapinha nas costas, por mais cínico que ele seja,
09:43ele traduz essa dinâmica da vida real.
09:46O presidente se sentindo na posição de receber o ministro que estava sob ataque,
09:53fora da agenda,
09:55para dizer, olha, eu não me esqueci o que você fez por mim,
09:58e fique tranquilo,
10:00que eu farei por você tudo o que for necessário
10:04para que você não se sinta desamparado.
10:07não há uma preocupação com o país,
10:10não há uma preocupação com a lei,
10:12não há uma preocupação com aquilo que efetivamente aconteceu,
10:17relações, digamos, incestuosas,
10:21em que parentes se relacionam com clientes,
10:26e aí os membros de determinadas cortes vão sendo ali levados
10:31num ambiente de confraternização e amizade,
10:36regado a uísque de mais de 100 mil reais a dose.
10:40E isso tudo que nós estamos descobrindo, né,
10:44tendo acesso agora a essas revelações,
10:47só confirmam o que a gente já sabia.
10:51O Brasil é o paraíso do promíscuo.
10:55O Brasil não tem mais nenhuma lembrança
10:58do que é ser um país moral,
11:00do que é ter uma gestão pública
11:03em quaisquer dos poderes
11:05que tenha pautado o interesse comum,
11:09a lei, a obrigação
11:11que cada um deve exercer
11:14conforme ocupa um cargo público.
11:17Pois é, deixa eu voltar com o Luiz Felipe Dávila,
11:20porque tem um aspecto dessa notícia
11:22que a gente precisa analisar,
11:24segundo a informação,
11:26ou seja, o jornalista acabou conversando
11:29com pessoas que fazem parte do dia a dia
11:31do Palácio do Planalto,
11:32ou que têm acesso ao gabinete presidencial
11:35e ao próprio presidente da República,
11:37e a informação é que o presidente
11:39teria prometido, ou indicado,
11:43ou sinalizado ao ministro em questão
11:45que não iria abandoná-lo.
11:48E muito em breve esse ministro
11:50assumirá a cadeira de presidente
11:52da Suprema Corte.
11:54Dávila, é preciso olhar para quais aspectos
11:57dessa promessa ou sinalização?
12:00É preciso tratar de independência dos poderes?
12:04Ou alguém pode falar,
12:06ah, mas os poderes não são harmônicos entre si?
12:09A separação dos poderes,
12:11isso é republicano,
12:12esse tipo de promessa?
12:13Enfim, a depender do lado do balcão
12:16que a pessoa estiver,
12:17pode achar isso normal.
12:19Outra pessoa pode dizer,
12:20não, isso não é normal,
12:22isso é incorreto,
12:23isso é legal,
12:24isso não deveria ter acontecido.
12:27Caniato,
12:28só existe uma visão para esse caso.
12:30Quem acredita na lei,
12:32nas instituições,
12:34na Constituição,
12:35encarar uma fala dessa,
12:37não só como anormal,
12:39mas como imoral.
12:41Imoral,
12:42porque não é uma questão de gosto pessoal,
12:46apoiar ou não apoiar,
12:48é a questão de respeitar a independência dos poderes.
12:52Não é um lugar de troca de favores.
12:56Não é porque o presidente se sentiu respeitado
13:01quando o ministro agiu contra o, entre aspas, golpistas
13:05e agora tem uma dívida a pagar.
13:08Isso é coisa de código de criminoso,
13:11de associação,
13:12não é código isso aí da República Federativa do Brasil,
13:16da Constituição.
13:18Isso não existe.
13:18Relação tem que ser sempre de respeito entre chefes de poderes.
13:23Mas não essa história,
13:24agora eu tenho uma dívida pessoal pelo que você fez
13:28e não vou abandoná-lo.
13:30Isso parece conversa de gangue,
13:32não de quem está no poder.
13:34E isso é muito importante frisar.
13:36Nós estamos aqui fazendo uma defesa
13:39das instituições,
13:41das leis,
13:43das normas,
13:44do critério de civilidade
13:46que precisa existir entre os poderes.
13:48mas não dessa história de subverdeciência
13:50que eu preciso pagar uma dívida do passado
13:52porque alguém fez uma coisa que eu gosto.
13:54Não é assim que funciona.
13:55Isso mostra, Canhato,
13:58como o respeito à Constituição,
14:00como o respeito às regras do jogo
14:01não valem mais no Brasil.
14:03O que vale é tudo relação pessoal.
14:05É como eu encaro a Constituição
14:08do meu ponto de vista,
14:10mas não o que está de acordo com a lei.
14:12É como eu encaro o poder
14:14daquilo que me interessa.
14:16E aqueles que criticam o poder
14:18são golpistas,
14:20são opositores,
14:22são confabuladores contra a democracia.
14:25Isso não existe.
14:26Não é assim que funciona a democracia.
14:28A democracia funciona nesse clima
14:30de pluralidade de ideias,
14:32diversidade de opiniões,
14:34críticas.
14:35E não nessa história
14:36de um dar a mão para o outro.
14:39Isto não está na Constituição
14:42e nem mesmo na ética democrática.
14:45Pois é, deixa eu voltar
14:46com o Bruno Musa,
14:47porque alguns aspectos aí
14:50precisam ser tratados.
14:51O Musa, nessa relação pouco republicana
14:54destacada na notícia,
14:56entre o presidente da república
14:57e o ministro da Suprema Corte,
14:59abre margem para uma série
15:01de ponderações, né?
15:03Ou hipóteses.
15:04Ou até reavaliações
15:07sobre coisas que já aconteceram, né?
15:09A gente poderia listar item por item,
15:12episódio por episódio,
15:14e as pessoas começam a se questionar.
15:15Bom, mas será que essa relação
15:17pouco republicana
15:18também teve interferência
15:21em análises feitas
15:23por esses representantes da justiça?
15:26É normal pessoas questionarem
15:28a partir de uma informação como aqui.
15:31Nós estamos destacando, não?
15:34Claro que é normal.
15:35É normal, é legítimo
15:37e deveria ser legítimo
15:38num país onde minimamente
15:41a gente deveria ter
15:42uma liberdade para isso,
15:44para discutir.
15:44Veja, as coisas estão
15:46cada vez mais transparentes
15:49e um tanto quanto óbvias.
15:51No mínimo, para discussão.
15:52Que país é esse que nós queremos avançar
15:54se a gente não pode
15:57transformar indícios,
15:59evidências,
16:00em discussões,
16:01em possibilidades de análises?
16:04Qual caminho nós queremos seguir
16:06como país?
16:07Hoje eu tive um almoço
16:07com um cliente fora de São Paulo,
16:09passamos a tarde ali
16:10e a gente discutia justamente isso,
16:12a respeito dos investimentos,
16:13mas como acoplar isso
16:14em meio a tudo isso
16:15que estamos vivendo?
16:16Qual é a previsibilidade
16:18que nós temos?
16:19Será que alguém pode mudar
16:20a regra no meio do jogo
16:21e transformar algo que é óbvio
16:22em simplesmente escondido
16:24mudando a regra?
16:24Como é que a gente traduz isso
16:26para o nosso dia a dia?
16:28Veja como parece
16:28apenas um tema político,
16:30mas interfere o dia a dia
16:31de alguém que tem
16:32um pequeno comércio,
16:33uma pequena indústria,
16:35um pequeno,
16:35qualquer tipo de empreendimento,
16:37prestador de serviço
16:38que representa hoje
16:39quase 70% do PIB brasileiro.
16:41Tudo isso impacta
16:42o nosso dia a dia
16:43muitas vezes
16:44sem que a maioria de nós
16:46percebamos tudo isso
16:47ou estejamos atentos
16:49ao que acontece,
16:49mesmo aqueles que não vivem
16:51ou não convivem
16:53com a política.
16:53Portanto, o debate
16:54se faz muito necessário.
16:56É claro e evidente
16:58essa relação
16:59que não deveria acontecer.
17:01Como assim nós achamos normal
17:03termos que noticiar
17:05que o chefe do executivo
17:07dizer que não abandonará ministros?
17:10Não abandonará em quê?
17:12Por que o ministro
17:13não deve ser abandonado?
17:15Por que ele seria abandonado?
17:17Abandonado do quê?
17:18Para ser jogado
17:19às covas do Leões
17:20com algo que poderia ser evidente
17:22como uma conversa
17:23que a gente viu
17:24vazada de um telefone celular
17:26que pode comprometer
17:28e inclusive mudar
17:30a trajetória dessas investigações?
17:32Como assim?
17:33Estamos diante de poderes
17:36que são financiados
17:37por todos nós
17:39dizendo ali
17:40descarado
17:42que se protegerão
17:43entre eles
17:44das evidências explícitas
17:46que estamos vendo
17:47em todas as mídias.
17:49Conversas, encontros,
17:50contratos
17:51tudo isso
17:52não deve ser analisado?
17:54Como assim
17:55nós não podemos
17:56normalizar
17:56o que está acontecendo
17:57no Brasil?
17:58As instituições
17:59não devem se proteger
18:01de obviedades
18:02e evidências
18:03que estão aparecendo.
18:04Elas devem
18:05respeitar
18:06a Constituição
18:07e servir
18:08à população.
18:09Mas no Brasil
18:10essa lógica
18:10foi invertida
18:11e nós nos tornamos
18:12completamente servos
18:14dessas pessoas.
18:16E se questionarmos
18:17a coisa pode ficar complexa.
18:19A coisa?
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