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O governo do presidente Lula prepara uma ampla reforma ministerial a partir de abril. Mesmo sem disputar eleições, ministros como Fernando Haddad e Ricardo Lewandowski já admitiram a saída. O Planalto aposta na promoção dos secretários-executivos para manter o ritmo da gestão.


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Transcrição
00:00Por isso, os governadores em fim de mandato, eles miram o Senado na eleição deste ano.
00:05Com 18 dos 20 chefes do Executivo Estadual sem direito à reeleição,
00:10a maioria busca permanência na vida pública através da Casa Alta no Congresso,
00:15que vai renovar dois terços das cadeiras.
00:17A legislação eleitoral impõe que os governadores que queiram concorrer a outro cargo
00:22devem deixar o atual posto até abril de 2026, portanto seis meses antes da votação.
00:30Entre os nomes que já articulam essa mudança estão
00:33Ibanez Rocha, do Distrito Federal, Cláudio Castro, do Rio de Janeiro,
00:37Antônio Denário, de Roraima, Hélder Barbalho, do Pará e Mauro Mendes, de Mato Grosso.
00:43Há ainda governadores que miram a presidência, mas ainda podem promover um ajuste aí, recalcular a rota.
00:49São os casos de Ronaldo Caiado, Estado de Goiás, Ratinho Júnior, do Paraná,
00:55Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul e também Romeu Zema, de Minas Gerais.
00:58Nas eleições serão disputadas 54 das 81 cadeiras do Senado Federal, duas por Estado.
01:07Dois terços do Senado serão renovados.
01:10Vou começar essa rodada com o Roberto Mota.
01:13Uma indicação que a gente já tratava aqui, né?
01:15Muitos governadores devem tentar uma vaga no Senado Federal.
01:20Eles largam na frente dos demais, Mota?
01:23Você acha que aqueles que receberam boas avaliações na gestão de seus estados
01:28certamente conseguirão largar na frente dos outros candidatos?
01:32Ou esse tipo de projeção é um pouco precipitada?
01:37Não, eu acho que é isso que nós vamos ver.
01:41Porque políticos bons são raros.
01:45E a atual safra de governadores do Centro-Oeste, Sudeste e do Sul é excepcional.
01:53Seria ótimo se eles permanecessem na vida pública como senadores.
02:00Porque o Brasil vive um momento de descrença geral às instituições.
02:05Hoje de manhã eu falava com um amigo, pessoa importante na nossa sociedade,
02:14e nós comentávamos justamente isso.
02:17A descrença das instituições.
02:20O brasileiro hoje não sabe mais onde ele coloca a sua esperança
02:25de segurança, de justiça, de verdade.
02:29Então esse é o momento ideal para que o Congresso Nacional,
02:33especialmente o Senado, mostre para a gente que ainda está vivo.
02:40Você, delegado Paulum, como é que estão as movimentações em Brasília
02:45quando se comenta que muito provavelmente o governador daquele estado
02:49tentará o Senado Federal?
02:51Quais são as impressões?
02:52O que se fala nos corredores em Brasília agora que ao recesso parlamentar
02:57isso deve acontecer por meio dos grupos de WhatsApp?
02:59Eu creio que ele já largou na frente.
03:04Ainda mais se fizeram um bom mandato, se tem apoio de prefeitos,
03:08se os prefeitos gostam dele ou não.
03:10A popularidade não significa que prefeitos são favoráveis ao determinado governador.
03:15O prefeito gosta do determinado governador quando ele solta dinheiro,
03:19principalmente cidades pequenas, com 10 mil habitantes, 15 mil habitantes,
03:24que dependem muito de emendas parlamentares e dependem muito do poder executivo do governador
03:29de ajudar financeiramente essas cidades, porque senão literalmente eles não conseguem
03:33sequer pagar os funcionários públicos.
03:36Então, o governador que está fazendo um bom mandato tem o apoio de boa parte dos prefeitos,
03:44tem apoio de deputados.
03:45É claro que ele vai sair na frente, já tem larga vantagem sobre os demais aí
03:49que se aventure num cargo como esse, que é um cargo dificílimo, não é fácil.
03:53Para você concorrer a um cargo de senador, primeiro você precisa da legenda.
03:56Não é qualquer um que consegue a legenda porque partido tem dono.
04:00Então, o partido dificilmente vai dar uma legenda assim aleatoriamente.
04:04Ele vai negociar, vai ver o que se pode ter de vantagem lá na frente.
04:08É assim que funciona.
04:10Não é tão simples assim, eu quero sair senador, eu vou lá e me inscrevo.
04:14Não é assim que funciona.
04:15Precisa de um partido, o partido precisa te dar a legenda,
04:17você tem que ser viável, eles fazem pesquisa, se você estiver bem,
04:21talvez, talvez eles te dão essa legenda para você concorrer.
04:25Mas é claro que o governador, bem pontuado, com o apoio da população,
04:29ele não vai ter dificuldade nenhuma de ter a legenda e já larga na frente,
04:33o que se não significa que vai ganhar.
04:35Tivemos um exemplo aqui em São Paulo, na última eleição,
04:38que embora Rodrigo Garcia tivesse o apoio da imensa maioria dos prefeitos,
04:43e eu posso dizer que os prefeitos gostavam bastante dele,
04:46porque ele era mão aberta, ele despejava dinheiro nas cidades,
04:51mas mesmo assim não conseguiu a sua reeleição para o cargo do poder executivo do governo do estado de São Paulo.
05:00Agora, é evidentemente que o governador que resolva sair,
05:04vai sair já na frente dos demais candidatos.
05:06Pois é, você, Gani, eu acho que não vai ser uma eleição simples,
05:11para o Senado Federal, é um pleito que ganha uma cor especial,
05:16primeiro, por conta das muitas cobranças que a gente tem escutado.
05:20Ah, é preciso transformar esse Senado em um Senado mais conservador,
05:24com mais senadores liberais, é preciso promover muitas mudanças.
05:30E, além disso, dois terços serão renovados.
05:33Então, muitos nomes, possivelmente nomes conhecidos, irão para essa disputa.
05:38E os governadores, claro, acabam ganhando,
05:42porque imagina a visibilidade de ter comandado um estado,
05:45no caso de vários, por oito anos ou sete anos e meio.
05:48Enfim, quais são as perspectivas?
05:50Ganiato, eu arrisco dizer que esta eleição para o Senado Federal,
05:55ela vai ter os olhos da população mais voltados para ela
06:00do que a eleição para governador.
06:04Isso porque não é de hoje que as lideranças de direito,
06:08o próprio Valdemar Costa Neto, entre outros,
06:12têm dito que é uma eleição crucial, superimportante,
06:16fazer o maior número de senadores.
06:20Por quê?
06:20Porque, com mais senadores, você conseguiria ali pautar algumas medidas,
06:26alguns projetos, para fazer aquele bom enfrentamento ao poder judiciário,
06:31rebalanceando aí essa democracia brasileira.
06:34Então, esse discurso, ele não é de hoje.
06:38Ele vem sendo construído há muito tempo.
06:40Não à toa, a gente percebe muita gente no campo da direita
06:44e que nem tem muita chance, para falar a verdade,
06:47mas tentando se arriscar numa candidatura ao Senado.
06:52Agora, é claro que governadores saem na frente.
06:57Ficaram muito tempo aí, oito anos, na vitrine, com toda a exposição,
07:02o que também vai dar um ar mais sexy, vamos colocar assim,
07:09para essa eleição do Senado.
07:11Por quê?
07:11Porque você vai ter muitos ex-governadores disputando cargos ao Senado,
07:18o que torna uma eleição mais popular.
07:21Geralmente, a gente acha a eleição do Senado mais distante,
07:24menos popular, com figuras menos populares.
07:28Nesse caso, é diferente.
07:29Com mais governadores, essa eleição do Senado tende a ficar mais popular
07:35e também porque a pauta acaba sendo também mais popular,
07:40principalmente para o lado da direita.
07:42Se aquilo que muitos pregam, torcem e esperam acontecer,
07:46Mota, portanto, a renovação indicar uma presença muito maior
07:51de políticos de centro-direita, de direita, liberais e conservadores,
07:56você acredita que aquelas pautas que tantos falavam,
08:00é preciso, sei lá, em algum momento, discutir ou avançar com algum projeto
08:05que indique o impedimento de um magistrado, sei lá, coisas nessa linha,
08:10ou alterar as regras do funcionamento da Suprema Corte.
08:15Você acha que isso poderia acontecer?
08:18Muito se fala, mas quando chega na hora,
08:20as pessoas acabam esquecendo aquilo que prometeram.
08:26E caiu o Mota.
08:28Não, voltou agora.
08:29Mota, teve uma interrupção no seu sinal, você já voltou.
08:32Entendeu a pergunta, né?
08:34Entendi, fiquei até assustado com a interrupção.
08:37Então, eu vou responder com cuidado.
08:41Não, eu vou responder o que eu ia responder de qualquer jeito.
08:44Eu não acredito nessa possibilidade, Caniato.
08:47Eu lamento que a minha posição seja essa,
08:51mas eu tenho que refletir sobre o que aconteceu no Brasil nos últimos anos
08:58e o que a gente vê é a restrição cada vez maior da liberdade,
09:04é a vitória do populismo,
09:07de uma forma que eu nunca vi na minha vida,
09:10é uma decepção atrás da outra com pessoas que se elegeram
09:15prometendo ser as mais conservadoras ou liberais do planeta
09:21só para assumir depois das eleições.
09:25Ou aparecer só nas redes sociais fazendo um videozinho de lacração.
09:29O que a gente viu foi, no Congresso Nacional,
09:32a vitória de alguns dos piores projetos
09:36que já passaram por aquela casa.
09:39Eu vou citar só a tragédia da reforma tributária,
09:44essa palhaçada da isenção do imposto de renda,
09:47que não é isenção,
09:49é apenas um cumprimento parcial de uma obrigação do Estado
09:52e que vai aumentar brutalmente a carga tributária
09:56para muita gente que ainda não percebeu isso.
09:58As pessoas só vão perceber
10:00quando chegar na hora da declaração do imposto de renda do ano que vem.
10:05Aí já vai ser tarde demais.
10:07Então eu me pergunto, se um Congresso como esse,
10:10e eu sempre faço as devidas exceções
10:14àqueles parlamentares que são em pequeno número,
10:17mas que existem, que são conscientes,
10:19como o nosso delegado Palumbo aqui,
10:21que estão remando contra a maré,
10:23que tentam o que é possível.
10:25Mas infelizmente a grande maioria não pensa assim.
10:27A grande maioria está pensando nos resultados imediatos.
10:31Então se a gente não consegue
10:32tratar dessas coisas mais básicas,
10:35se a gente não consegue impedir que o governo toda hora
10:39invente uma regra nova,
10:41que depois ele mesmo burla,
10:43não, isso aqui não se enquadra na regra,
10:45isso aqui não se enquadra na regra.
10:47Se a gente não consegue impedir que um partido,
10:49um deputado de um partido micro,
10:52atravesse a rua
10:53e consiga através de uma decisão judicial
10:55o que não conseguiu através da política,
10:58se a gente não consegue impedir nada disso,
10:59que esperança que a gente pode ter
11:03de que o Senado vai representar
11:07algum tipo de mudança.
11:09Eu não acredito em milagres.
11:12Então eu acho que essa mudança virá algum dia,
11:15eu sempre digo isso para as pessoas
11:17que não têm esperança,
11:18não é uma questão de esperança,
11:20eu tenho certeza,
11:21olhando para a história do Brasil,
11:23que nós um dia vamos ver uma mudança,
11:25vamos ver muita coisa que está sendo feita agora,
11:27ser desfeita,
11:29vamos ver mais uma vez
11:30pessoas sendo indenizadas
11:33pelos abusos do Estado,
11:34porque isso é rotina no Brasil.
11:36Eu só não sei quando isso vai acontecer.
11:38E eu acho pouquíssimo provável
11:40que isso vá acontecer
11:42simplesmente como resultado das eleições,
11:45porque isso não tem a ver
11:48com o movimento eleitoral.
11:50Se trata de uma questão institucional,
11:54cultural e ideológica.
11:57Pois é, várias mensagens aqui,
11:59inclusive o Sérgio Luiz.
12:00Mota, sempre sensato,
12:02concordo plenamente com você,
12:03Sérgio Luiz.
12:05E aí a gente,
12:05na nossa enquete do dia,
12:07a pergunta que a gente faz
12:08à nossa audiência,
12:09a gente trata das eleições.
12:11Você que nos acompanha,
12:13acredita na união da direita
12:15para o pleito deste ano?
12:17Você acha que sim?
12:19Depende, depende do nome.
12:20Ah, só haverá uma união,
12:22sei lá,
12:22Tarcísio por o candidato.
12:24Ou você acha que não?
12:25A união da direita vai prevalecer,
12:27todos vão se unir em torno de um único nome,
12:29independentemente de quem for escolhido.
12:32Você acha que não?
12:33No final das contas,
12:34cada um vai lançar o seu candidato
12:35e vamos ver quem é que vai pontuar melhor
12:38para...
12:39aí sim aconteceu uma união no segundo turno.
12:42Conto com vocês,
12:43jovempan.com.br.
12:46Você, delegado Palumbo,
12:47acredita que aqueles que se candidatarem ao Senado
12:50e utilizarem esse discurso,
12:52ah, vamos promover muitas mudanças,
12:54é preciso fazer um ajuste aqui,
12:56ali no Poder Judiciário,
12:58tem que avançar com aqueles projetos
13:01de impedimento de algumas figuras.
13:03Você acha que quem adotar esse discurso
13:05será eleito e o Senado renovado
13:08poderá avançar com essas pautas?
13:12Olha, eu concordo com o Mota, né?
13:14Gostaria de não concordar com ele,
13:16mas ele está 100% certo.
13:18É exatamente isso.
13:19Agora, nas eleições,
13:20eles vão falar, falar, falar,
13:22só que não se pesquisa absolutamente nada.
13:25As pessoas cobram muito, né?
13:27Do Senado,
13:28cobram muito dos senadores.
13:29Aliás, a maioria das pessoas
13:31cobra dos deputados também.
13:32E o deputado nada pode fazer,
13:34por exemplo,
13:34para impeachment o ministro
13:36do Poder Judiciário.
13:39Não pode ser feito absolutamente nada
13:40por parte de um deputado,
13:42porque isso é uma atribuição constitucional
13:44do senador da República.
13:47Só que qual eleitor
13:48ou quais eleitores
13:49pesquisam esses candidatos
13:51para saber
13:51se ele tem um processo lá no STF,
13:54se ele tem um processo
13:55no Supremo Tribunal Federal,
13:57no Poder Judiciário?
13:58Não pesquisam.
13:59Então, a gente vai acontecer
14:01o que aconteceu em 2022,
14:04aonde falaram,
14:05nossa, agora a gente tem
14:06o maior congresso conservador da história.
14:08Mentira!
14:09Mentira!
14:10Eu vi policiais, deputados,
14:14votando o tempo todo
14:15com o governo,
14:17porque tinha interesses,
14:18tinha interesses próprios,
14:19que não condizem
14:20com os interesses da população.
14:22Eu repito isso,
14:23o calcanhar de aquilo
14:24de qualquer governo
14:25é a segurança pública e saúde.
14:27passaram-se três anos.
14:30O governo federal,
14:31quando manda um projeto
14:33para casa,
14:34para o Congresso Nacional,
14:35ainda manda com uma figura
14:37do faccionado privilegiado.
14:39Então, ele quer lá
14:41a supremacia das investigações,
14:44das polícias,
14:45controlar todas as polícias,
14:46como se a polícia federal,
14:48e eu respeito muito
14:49a polícia federal,
14:50fosse muito melhor
14:52do que a polícia civil
14:53e militar e penal.
14:54E não é.
14:55São formados por homens
14:56e mulheres capacitados
14:57que trabalham de acordo
14:58com os recursos
14:59que lhes são ofertados.
15:00A grande verdade
15:01é que a polícia federal
15:02sequer tem condição
15:03de tomar conta das fronteiras.
15:05Não tem condição
15:06nem para expedir passaporte,
15:07tiver uma greve lá e parar,
15:08vira um caos isso aqui
15:09na época de férias escolares.
15:12Essa que é a verdade.
15:13A culpa deles?
15:14Não, a culpa não é deles.
15:15A culpa é do governo.
15:17E como a da polícia civil
15:18e a da polícia militar
15:19são dos governadores.
15:21Agora, o moto está certo.
15:23Vai se falar muito.
15:24Chegar lá não vai fazer
15:25absolutamente nada.
15:27Vão ficar com medo.
15:29Vão se omitir.
15:30Ainda mais
15:30para o Senado Federal.
15:32É de oito em oito anos.
15:35Na cabeça do senador
15:36que se elege,
15:37ele fala assim,
15:38ah, o povo daqui a pouco
15:39ele esquece.
15:41É só a população pegar agora
15:43e entrar nas principais figuras
15:45do Senado Federal,
15:46dar uma olhada aí
15:47quais deles limitam
15:49os comentários
15:50nas redes sociais.
15:51eu não acho normal
15:53um político
15:54ficar limitando
15:54um comentário
15:55na rede social.
15:56Por que ele está limitando?
15:58Porque é aquele mesmo político
15:59que não pode
16:00ir num aeroporto,
16:02que não pode
16:03ir numa feira livre,
16:04que não pode
16:05andar tranquilamente
16:06numa estação
16:07de trem,
16:08numa rodoviária.
16:09Não pode.
16:09Aliás, eles nem vão
16:10nesses lugares.
16:11Vão em época
16:12de Copa do Mundo
16:13que vai de quatro em quatro anos
16:15lá para pedir voto
16:15ou então
16:16gasta três milhões
16:17de fundo partidário
16:18para fazer sua campanha
16:19e manda um monte de gente
16:20fazer esse trabalho
16:21no seu lugar.
16:22Pouquíssimos fazem isso.
16:23Então o moto está certo.
16:25Vai ser muito blá blá blá
16:26e pouquíssimos terão atitude.
16:29E quando a gente sabe
16:30que um senador
16:31tem atitude
16:31no voto,
16:33nos pronunciamentos
16:35que tem que condizer
16:36com aquele voto,
16:37quando ele vai
16:38aprovar ou não,
16:40votar ou não
16:41a favor de um projeto
16:42e nos requerimentos,
16:43pedidos de impeachment,
16:45outros tipos de pedido
16:46para abrir
16:47para abertura de CPI,
16:49não vão fazer isso.
16:50Os que fazem isso
16:51merecem palmas.
16:52Os que não fazem,
16:53na verdade,
16:54são uns grandes enganadores
16:56aí da população
16:57e vão fazer isso novamente
16:57nas próximas eleições.
17:00Uma rápida parada
17:01para você
17:01que nos acompanha
17:02pela rede Jovem Pan.
17:03Eu te espero
17:04na volta do break.
17:06Nós seguimos aqui
17:07com os nossos comentaristas.
17:08Só para fechar
17:09essa rodada de análises,
17:10você, Alan Gani,
17:12o que é preciso considerar
17:13sobre aqueles
17:15que defendem mudanças
17:17substanciais
17:18no Senado Federal
17:19e provavelmente
17:21vão se apegar
17:23a esse tipo de discurso.
17:24Isso vai fazer a diferença
17:26e a partir do momento
17:27em que essas pessoas
17:28forem eleitas,
17:29você acha que
17:30é possível avançar
17:32com questões
17:33tão sensíveis?
17:34Porque há uma relação
17:35entre congressistas
17:36e possibilidade
17:37de avaliação
17:39dos próprios ministros
17:40na Suprema Corte.
17:41Então, há quem diga
17:42esses projetos
17:44de impedimento
17:44não avançam
17:45porque muitos senadores
17:47têm rabo preso.
17:49Muitos falam isso.
17:51É verdade.
17:52Eu sigo o voto
17:53aliás,
17:54o voto é excepcional
17:55do relator Mota.
17:57Estou com ele aqui
17:58no nosso parlamento.
18:01Porque, veja,
18:02isso é uma máxima
18:05aqui do Brasil,
18:06o patrimonialismo.
18:07Então,
18:08a pessoa entra
18:09para a política
18:10para se apoderar
18:12do Estado,
18:14dos interesses
18:15do Estado
18:15para fins particulares.
18:16Então, ela se apodera
18:17lá do Estado
18:19e ela quer resolver
18:20um objetivo pessoal dela,
18:22que é enriquecimento,
18:23quer poder.
18:24Então, aquilo que ela
18:25prometia durante a campanha
18:27é esquecido.
18:29Lógico,
18:29tem exceções.
18:30Palumbo é uma exceção.
18:32Van Hatten é outra exceção,
18:34entre outros.
18:35Mas a maioria
18:36não pensa dessa maneira.
18:38A maioria
18:38pensa nos interesses
18:41fisiológicos.
18:42E aí, como o Mota
18:43trouxe,
18:44com o agravante
18:45hoje,
18:46que é a selfie
18:47lá para a rede social,
18:49já pensando
18:50na próxima eleição.
18:51Porque, infelizmente,
18:53a gente também
18:53tem uma ideia
18:55de que
18:56lacrar na rede social
18:58vai resolver
18:59problemas
19:00no mundo real.
19:01Ainda,
19:02para resolver
19:02problemas
19:03no mundo real,
19:04Caniato,
19:05você precisa
19:05de medidas
19:06no mundo real
19:07e não é
19:07no mundo virtual.
19:09Então,
19:09comissões de trabalho,
19:11grupos organizados
19:12de parlamentares,
19:13criação
19:14de CPIs,
19:16enfim,
19:18fomento
19:19a think tanks,
19:20entre outras medidas.
19:21Agora,
19:22ficar só lá
19:23falando em rede social
19:25não adianta.
19:26não estou falando
19:27que aqui
19:27eu sou contra
19:28a rede social.
19:29A rede social
19:29tem também
19:30o seu valor,
19:31valor da opinião
19:32pública,
19:33de pressão popular
19:33e tudo mais.
19:34Mas você também
19:35precisa de medidas
19:37propositivas
19:38no mundo real.
19:39E muitos desses
19:40parlamentares
19:41ficam aí
19:41só lacrando
19:43e lutando
19:44pelos seus
19:44interesses pessoais.
19:46Vide
19:46as emendas,
19:48como cresceram
19:49as emendas.
19:50Aí sim,
19:50aí eles lutam
19:51para valer.
19:52Agora,
19:52em relação
19:53a outros temas
19:54mais sensíveis,
19:55aí todo mundo
19:56fica quietinho.
19:58Pois é,
19:59quero reforçar
20:00o convite
20:01para que você
20:01que acompanha
20:02a programação
20:03da Jovem Pan
20:04participe
20:04da enquete do dia.
20:05A gente trata
20:06da união
20:07da direita
20:08em torno
20:09de um nó
20:09para as eleições
20:10de 2026.
20:12Vote em
20:12jovempan.com.br.
20:16Deixa eu receber
20:16a rede Jovem Pan
20:17todos conectados
20:18aqui no programa
20:19Os Pingos nos Is.
20:20Tem mais uma informação.
20:21O governo
20:22do presidente Lula
20:23deve passar
20:24por uma
20:25reforma
20:26ministerial.
20:27Muitos dizem
20:27que muitos
20:28nomes devem sair
20:29a partir de abril
20:30com a saída
20:31provavelmente
20:32de quase metade
20:33dos ministros
20:34para a disputa
20:34das eleições.
20:36Para evitar
20:36a queda
20:37no ritmo
20:38de obras
20:38e projetos,
20:39o Palácio do Planalto
20:40aposta na promoção
20:41dos atuais secretários
20:43executivos,
20:44ou seja,
20:44aqueles que ficam
20:45abaixo dos ministros,
20:46o famoso número dois.
20:48Em geral,
20:49costumam ser técnicos.
20:50A expectativa
20:51é de que
20:52até 22 ministérios
20:53passem por mudanças,
20:55incluindo áreas estratégicas
20:56como fazenda,
20:57justiça,
20:58casa civil
20:58e relações institucionais.
21:00Entre os primeiros
21:01a deixar o cargo
21:02estão Fernando Haddad
21:03e Ricardo Lewandowski,
21:05que já admitiram saída,
21:07mas disseram,
21:09pelo menos nos bastidores,
21:10que não pretendem
21:11disputar o pleito.
21:13E aí eu faço a pergunta,
21:14bom,
21:15se não vão disputar,
21:16por que vão sair?
21:17Você é delegado
21:18Palumbo?
21:19Seria legal tirar
21:20essa dúvida.
21:21Vários devem sair
21:22dos ministérios,
21:23por uma razão óbvia,
21:24vão disputar o pleito.
21:26Agora,
21:26nesses dois exemplos
21:27da reportagem,
21:28Haddad e Lewandowski
21:30disseram que vão sair,
21:31vão deixar as pastas,
21:33mas não vão disputar
21:34pleito.
21:35Por quê?
21:36Eu acredito
21:37que o Haddad
21:38vai disputar sim,
21:39pelo menos deve disputar
21:41para o Senado,
21:42aqui pelo Estado
21:43de São Paulo,
21:44para governo
21:45ele não tem
21:45a mínima chance
21:46se o Tarcísio
21:47resolver
21:48ir a candidato
21:50à reeleição,
21:51se ele não se candidatar
21:51a presidente,
21:52o Haddad
21:53não tem a mínima condição
21:54de ganhar.
21:55Aliás,
21:55acho que não ganharia
21:56com nenhum candidato
21:57da direita,
21:58a não ser que o candidato
21:58da direita fosse muito ruim
21:59para ele ganhar
21:59uma eleição,
22:01porque o Estado
22:02de São Paulo,
22:03principalmente o interior
22:05do Estado de São Paulo,
22:06ele é eminentemente
22:07de direita.
22:08Eu posso falar isso
22:09porque eu ando
22:10pelos interiores aqui,
22:11pela região de Ribeirão Preto,
22:13presidente Prudente,
22:14eu vejo isso
22:15nas ruas.
22:16Agora,
22:16para o Senado Federal,
22:17ele é um forte concorrente,
22:18sim,
22:19a ganhar uma das cadeiras,
22:21haja vez que são duas,
22:23eu acredito
22:23que ele vá sair.
22:25Levando,
22:25talvez seja
22:26pela certa idade,
22:28já se aposentou
22:29no cargo
22:30de ministro
22:31do STF,
22:32talvez queira descansar,
22:34não acredito
22:34que ele vá sair
22:35para nenhuma disputa
22:37eleitoral,
22:38mas o Haddad,
22:39ele deve sair sim,
22:41Caniato.
22:41Pois é,
22:42o delegado Palumbo
22:43lembrou da gestão dele
22:45aqui na prefeitura,
22:46o Haddad foi prefeito
22:47de São Paulo,
22:48e pela primeira vez,
22:50quando ele foi disputar
22:50a reeleição,
22:51pela primeira vez,
22:53um candidato
22:54venceu no primeiro turno,
22:56ou seja,
22:56na disputa
22:57com o João Dória,
22:58o João Dória
22:58ganhou em primeiro turno,
23:00ou seja,
23:00foi uma clara evidência
23:02de que a população
23:03da capital paulista
23:04não aprovou
23:06a gestão
23:07de Fernando Haddad.
23:08você ganha
23:09o que a gente pode considerar
23:10em relação à saída
23:11dos ministros de Lula,
23:13muitos vão se candidatar,
23:15o governo fica desfigurado
23:17ou você acha que não?
23:18O número dois
23:18vai tocar as demandas
23:20da mesma forma?
23:21Acho que toca as demandas
23:22da mesma forma,
23:24agora,
23:24isso é muito sintomático,
23:26Caniato,
23:26o que eu vejo
23:27é que o PT
23:29está com falta de nomes,
23:31então,
23:32hoje,
23:32sobrevive
23:33em torno do nome
23:35do presidente Lula,
23:37esse sim,
23:37é um nome ainda
23:38muito forte,
23:40é um forte candidato
23:42presidenciável,
23:43mas não tem nomes,
23:44mesmo o Fernando Haddad,
23:46ele teria muita dificuldade
23:48para disputar
23:49o cargo a governador,
23:51ele teria chances
23:52no Senado Federal,
23:54aí sim,
23:54ele teria chances,
23:55mas tirando o Fernando Haddad,
23:56qual o outro nome
23:57competitivo
23:58do PT,
24:00talvez Camilo Santana,
24:02mas não tem mais
24:03como a gente observava
24:04no passado,
24:05tanto é verdade,
24:06basta a gente
24:08olhar o número
24:09de prefeituras
24:10que fez o PT,
24:11ou mesmo
24:13governadores
24:14hoje
24:15do PT,
24:16então,
24:16é bem diferente
24:17do que já foi
24:18lá no passado,
24:19então,
24:19isso é um grande problema
24:21para o partido,
24:22até porque
24:23o presidente Lula
24:24deve disputar
24:25a sua última eleição,
24:27então,
24:28como é que fica
24:29o PT
24:30no pós-Lula?
24:31esse é um grande problema,
24:33não há nomes
24:35competitivos
24:36na política.
24:38Você, Mota,
24:38o que é preciso
24:39considerar
24:40em relação
24:41a esse processo
24:43de escolha
24:44de nomes
24:44para disputa
24:45de cargos
24:46nas eleições,
24:47muitos vão deixar
24:48a cadeira
24:50de ministério,
24:51vai passar
24:52para o número 2,
24:53enfim,
24:54alguma alteração
24:55importante
24:55no governo,
24:56como é que
24:57o presidente da república
24:59tem que organizar
25:00a casa?
25:01Dá para piorar?
25:04Você tem dúvida,
25:06Caniato?
25:07Bom, primeiro,
25:08eu queria falar
25:08sobre essa história
25:09de candidatura,
25:10a gente não tem direito
25:12de desfazer
25:13os sonhos
25:13das pessoas,
25:15deixa o cidadão
25:15sonhar
25:16que ele vai ser eleito,
25:17gente,
25:18eu já tive essa experiência
25:19de você dizer
25:20para alguém,
25:21olha,
25:21não adianta,
25:22você não tem chance
25:22nenhuma,
25:23a pessoa fica muito chateada,
25:24deixa ele seguir
25:26o coração dele,
25:28agora,
25:28essa história
25:29de ministério,
25:29Caniato,
25:30dizem
25:30que ser ministro
25:32é muito bom,
25:34mesmo que seja
25:35por uns meses,
25:37mesmo que seja
25:37por algumas semanas,
25:39porque dá tempo
25:40de você fazer
25:41umas nomeações,
25:43quebrar o galho
25:43de uns amigos,
25:45fazer uma viagem
25:46ao exterior
25:46com uma pequena
25:47comitiva,
25:49afinal,
25:50essa é a função
25:50dos ministérios,
25:52criar oportunidades
25:53para os políticos
25:55aliados,
25:56ou será
25:57que ainda existe
25:58um único cidadão
26:00no Brasil
26:00de hoje
26:01que acha
26:02que os 39 ministérios
26:04foram criados
26:05para servir
26:06o povo.
26:07É bem isso mesmo.
26:10Agora,
26:11deixa eu só
26:12trazer a informação
26:13de que,
26:15muito provavelmente,
26:17delegado
26:17Palombo,
26:18aqueles
26:19ministros
26:20mais conhecidos,
26:21eles acabam
26:22ficando,
26:22talvez,
26:23numa espécie
26:23de um banco
26:24de reservas,
26:25esperando o aval
26:27do chefe
26:28do grupo,
26:28ali no caso,
26:29o presidente Lula.
26:31você mencionava
26:32a possibilidade
26:33de Fernando Haddad
26:34disputar
26:34Senado Federal
26:36ou Governo
26:37de São Paulo.
26:38Agora,
26:38não existe também
26:39a chance
26:39do próprio Lula
26:40não disputar
26:42a eleição presidencial?
26:43Há quem fale,
26:45um grupo menor,
26:46mas há quem diga,
26:46ah, mas talvez
26:47ele esteja cansado,
26:49talvez ele queira
26:50curtir
26:51a aposentadoria
26:52com a esposa.
26:54Quem seria
26:54o nome,
26:56quem seria
26:56o número dois
26:57do PT?
26:58O Gani levantou
26:58uma questão importante,
26:59né?
26:59O PT ou o Lula,
27:02ele procurou
27:03formar figuras
27:05que no futuro
27:06poderiam tocar
27:08o PT
27:09e disputar
27:11uma eleição presidencial?
27:13Haddad é essa figura,
27:14delegado Palombo?
27:16Não acredito que seja.
27:18Não acredito que seja.
27:20O Lula,
27:21ele não fez um sucessor,
27:22não teve interesse
27:23de fazer um sucessor
27:25diferente de Bolsonaro
27:27que elegeu
27:28governador,
27:29elegeu senador,
27:32deputados,
27:33um monte
27:33que ficaram
27:34usando o nome dele,
27:36a imagem dele
27:36o tempo todo,
27:38ou seja,
27:38com essa atitude
27:39do Bolsonaro,
27:40ele procurou aí
27:41fazer sucessores,
27:42isso é bem evidente.
27:43Agora,
27:44o PT não,
27:45o PT sempre foi
27:45do Lula,
27:47o PT e a esquerda
27:48sempre perdição ao Lula,
27:49não teria um nome agora
27:50para disputar
27:51o cargo
27:52no lugar dele,
27:52não vejo nenhum nome
27:53capaz de
27:55substituí-lo
27:56aí,
27:57mesmo porque
27:57os nomes aí
27:58que poderiam se citar,
28:00a rejeição é gigantesca,
28:01um cargo do executivo,
28:02o que conta
28:03muitas vezes
28:04é a rejeição,
28:05se a rejeição
28:05estiver lá em cima,
28:07ele não vai sair
28:07daquele patamar
28:08de porcentagem
28:09de 40%,
28:10e vai morrer
28:12com aquilo ali,
28:14agora o PT
28:14realmente não fez
28:15sucessores diferentes
28:16da direita,
28:17que a gente tem
28:18vários nomes aí
28:19com capacidade,
28:20com pedigree
28:21para disputar
28:22uma campanha eleitoral
28:23para o maior cargo
28:24do executivo do Brasil,
28:25que é o presidente
28:26da república,
28:26e levar,
28:27essa que é a verdade,
28:28então acho que
28:29para o Haddad,
28:30se ele está se afastando,
28:32muito provavelmente,
28:33ele vai concorrer
28:34ao Senado Federal,
28:36ou talvez
28:36ao governo
28:38do Estado de São Paulo,
28:38atendendo a um pedido
28:40do presidente Lula,
28:42pode ser que ele venha
28:43também ao governo
28:44do Estado de São Paulo,
28:45mas aí a gente tem
28:45outras figuras,
28:46tem o Alckmin,
28:47que não é petista,
28:49se tornou depois
28:50que se aliou ao Lula,
28:51mas a gente sabe
28:52que ele está mais
28:53ali para o centrão,
28:54que não é aquele
28:55petista raiz,
28:56não é aquele esquerdista
28:57raiz,
28:58agora diferente do Haddad,
28:59que já é,
29:00ali ele já tem
29:01os mesmos viés
29:02político ideológico,
29:03o Alckmin não,
29:04ele foi se transformando
29:05com o tempo,
29:05viu que era melhor
29:06ficar do lado do Lula,
29:06foi para o lado do Lula,
29:07e também é um forte
29:08candidato ao Senado
29:09e talvez ao governo
29:11do Estado de São Paulo,
29:12mas não acredito
29:13nessa possibilidade
29:14do Haddad deixar
29:15o Ministério
29:16e não concorrer
29:17a algum cargo,
29:18Caniato.
29:19Acaba sendo uma saída
29:20preventiva,
29:21nem ele sabe
29:22se vai disputar,
29:23mas pelo menos
29:23ele acaba saindo
29:24no prazo
29:25para disputar
29:26caso seja
29:27convocado pelo chefe,
29:29é isso,
29:30não é, Gani?
29:30Com certeza,
29:32agora eu vejo
29:33que se ele fosse
29:34disputar a eleição
29:36para governo,
29:37seria uma péssima ideia,
29:39né?
29:40Eu vejo que a reeleição
29:42do Tarcísio
29:43é praticamente garantida.
29:45Agora,
29:45é claro que tudo
29:46pode mudar,
29:47Caniato,
29:48se o Tarcísio de Freitas,
29:50as peças ainda estão
29:51movendo nesse tabuleiro
29:53político,
29:54sair para presidente,
29:55Flávio Bolsonaro,
29:56abandonar a candidatura.
29:58Aí,
29:59talvez,
30:00aumente a probabilidade
30:02de Fernando Haddad
30:03ser escalado
30:05e aceitar,
30:05né?
30:06Claro,
30:06disputar a eleição
30:08para o governo do Estado.
30:09Agora,
30:10eu vejo que ele tem
30:10muito mais chances
30:11no Senado Federal
30:13do que no governo
30:15do Estado.
30:16É engraçado isso,
30:18né?
30:18Por que você acha isso?
30:19Porque ele pegaria
30:20todo o eleitorado
30:21de esquerda?
30:22É,
30:23porque,
30:23bom,
30:23primeiro porque...
30:25E assim as pessoas
30:25votarão em dois nomes.
30:26É,
30:26são dois nomes,
30:27né?
30:27Então,
30:28geralmente,
30:29aqui em São Paulo,
30:30ganha um de direita
30:31e o outro de esquerda.
30:32Então,
30:32ele pegaria
30:33todo o eleitorado
30:34de esquerda.
30:34E aí,
30:35sim,
30:35no campo da esquerda,
30:37ele seria
30:38o candidato
30:39mais forte,
30:41né?
30:41E o outro,
30:42o outro cargo
30:45de senador ali
30:46estaria para a direita,
30:49né?
30:49Para o campo da direita.
30:50Então,
30:51acho muito improvável
30:52que ganhe dois
30:53de direita.
30:54Agora,
30:55na eleição
30:56para o governo
30:57do Estado,
30:58aí,
30:58porque a popularidade
31:00do Tarcísio
31:01está muito grande.
31:02está muito alta.
31:03Então,
31:04eu vejo que ele
31:04teria muita dificuldade,
31:06também é uma eleição
31:07mais popular,
31:07enfim,
31:08ele teria muita dificuldade
31:10de vencer
31:11o Tarcísio de Freitas.
31:12Arrisco até dizer
31:13que talvez o Tarcísio
31:15leve no primeiro turno,
31:17caso ele seja
31:18o candidato.
31:20Agora,
31:20no Senado,
31:20o Haddad acaba
31:21tendo mais chances.
31:22Pois é,
31:22mas pegando a eleição
31:23de 2018,
31:25que nós tivemos
31:26a renovação
31:27de dois terços
31:27do Senado,
31:29naquela ocasião,
31:29o Major Olímpio,
31:31do então PSL,
31:32foi eleito
31:33com 25%
31:34aqui em São Paulo,
31:35e em segundo lugar
31:36ficou Mara Gabrilli,
31:37do PSDB.
31:39PSDB
31:40se notabilizou
31:41em São Paulo
31:42por fazer o enfrentamento
31:43ao Partido dos Trabalhadores,
31:45ainda que seja
31:46um partido
31:46centro-esquerda,
31:50mas se colocava
31:51contra as pautas
31:53do PT,
31:53pelo menos
31:54se notabilizou
31:55por conta
31:55desse enfrentamento.
31:56E aí,
31:57em terceiro lugar,
31:58é Eduardo Suplicy,
31:59que tinha sido
31:59senador
32:00por muitos anos,
32:02sendo eleito
32:02pelo Partido
32:03dos Trabalhadores.
32:04Então,
32:04tem essa leitura.
32:05O segundo,
32:06a segunda opção
32:07das pessoas,
32:08muitas vezes,
32:09é alguém mais moderado.
32:10Até quem é de direita
32:12topa votar
32:13alguém de centro-direita
32:14ou até de centro
32:15para impedir
32:17que o candidato
32:18de esquerda
32:18acabe votando,
32:20acabe entrando
32:21no Senado Federal.
32:22Enfim,
32:23é esse cálculo
32:24que muitas vezes
32:25os partidos fazem,
32:27né, Mota?
32:27Vamos lançar
32:28esse candidato
32:28ao Senado,
32:29porque esse
32:30vai ser a segunda opção
32:32dos eleitores
32:33de São Paulo.
32:34Acho que em Santa Catarina
32:35isso deve acontecer
32:36com a história
32:36da Carol de Tone,
32:38do Carlos Bolsonaro,
32:40e há quem diga
32:41que a mim
32:43ficaria de fora, né?
32:45Eu já vi,
32:47já testemunhei
32:48pessoas especializadas
32:50fazendo esses cálculos,
32:52Caniato.
32:52Eu confesso
32:53que eu nunca consegui entender.
32:54eu admiro realmente
32:56quem vive disso,
32:57quem tem essa habilidade.
32:59Eu não tenho
33:00uma mínima ideia
33:01como isso funciona.
33:03O que eu arrisco dizer
33:04é o seguinte,
33:052018 está
33:07a um século
33:08de distância.
33:10O Brasil de hoje
33:11é absolutamente,
33:13completamente,
33:14radicalmente,
33:15visceralmente
33:16diferente
33:17daquele país
33:18de 2018.
33:19e o Brasil de hoje
33:21é muito diferente
33:22do Brasil
33:23daqui a
33:25seis,
33:26sete,
33:26oito meses.
33:27Há coisas
33:28em andamento
33:29no Brasil
33:30hoje
33:30que a gente não sabe
33:31como vão terminar
33:32e que vão ter
33:33um impacto
33:34significativo
33:36nas eleições.
33:37Então,
33:38eu acho que
33:38usar as eleições
33:40passadas como
33:41parâmetro
33:42para a escolha
33:43do eleitor
33:44nessas próximas eleições
33:45é muito arriscado.
33:47eu vejo cenários
33:49dependendo
33:50de certas coisas
33:51acontecerem
33:52em que a esquerda
33:54não vai ter
33:54absolutamente chance
33:56nenhuma.
33:57Nenhuma.
33:58Eu vejo
33:59uma avalanche
34:00de eleição
34:03de senadores
34:04e parlamentares
34:05de direita
34:06não porque
34:07o eleitor
34:09tenha feito
34:09uma reflexão
34:11e chegado
34:12à conclusão
34:12que as pautas
34:13da esquerda
34:14são todas
34:15equivocadas
34:15ou erradas
34:16porque a maioria
34:17dos eleitores
34:17a gente já falou
34:18sobre isso
34:19não tem tempo
34:20não tem informação
34:21não tem o estímulo
34:23para fazer
34:24essa reflexão
34:24mas esse voto
34:26vai ser expressão
34:27de uma indignação
34:28a única coisa
34:30que esta
34:31é o cidadão brasileiro
34:32é ele votar
34:34em alguém
34:34que ele sabe
34:35que é
34:36declaradamente
34:38frontalmente
34:39contra
34:41aquelas coisas
34:42que estão acontecendo
34:43hoje no Brasil.
34:44Então,
34:45eu acho que
34:45qualquer previsão
34:46que se faça
34:48hoje
34:49sobre o que vai
34:49acontecer
34:50nas eleições
34:50ela não
34:51vale mais
34:52amanhã.
34:54Pois é,
34:55delegado Palumbo
34:55o que se sabe
34:56sobre os nomes
34:57que poderão
34:59disputar
34:59o Senado Federal
35:00por São Paulo?
35:01Já divulgamos aqui
35:02várias vezes
35:02Guilherme Derrit
35:04deve disputar
35:04pelo PP
35:05e fala-se
35:06em Fernando Haddad
35:08pelo Partido
35:09dos Trabalhadores
35:10mas também
35:10a gente escutou
35:11nomes como
35:12Ricardo Salles
35:13poderia disputar
35:14pelo Novo
35:15a quem fale
35:16que o PL
35:17poderia lançar
35:18o nome
35:18para ser a segunda
35:19opção
35:20aqueles de direito
35:21de centro-direita
35:22poderiam votar
35:23em Derrit
35:24e aí um outro
35:25candidato
35:25talvez do PL
35:26a quem diga
35:27que o pastor
35:28Marcos Feliciano
35:29poderia disputar
35:30até Cezinha de Madureira
35:31pelo PSD
35:33enfim
35:33quais são os nomes
35:35que vêm sendo
35:36aventados
35:36o senhor já escutou
35:38algum nome importante
35:39que poderia disputar
35:40alguma surpresa
35:41porque eu me lembro
35:41que Major Olímpio
35:42foi o azarão
35:43ele acabou sendo
35:45a opção
35:45a segunda opção
35:46de tanta gente
35:47que ele fechou
35:48em primeiro
35:49em 2018
35:50surpreendeu
35:50muita gente
35:51é verdade
35:53e foi um bom senador
35:55agora
35:56Ricardo Salles
35:57eu acho que
35:58virá pelo Partido Novo
35:59Guilherme Derrit
36:00pelo PP
36:00acho que
36:03o
36:03Haddad
36:04pelo PT
36:05não sei se o PSOL
36:07vai lançar alguém
36:07não sei que vai
36:09se ele vai lançar
36:10alguém ou não
36:11muito provavelmente
36:12vai lançar também
36:13mas os nomes são aí
36:14depende de pesquisa também
36:15pode ser que
36:16saia aí
36:17no meio dessa aí
36:18uma pessoa aí
36:19que nunca se declarou
36:20candidata ao Senado
36:21mas que esteja
36:22pontuando
36:23nas pesquisas
36:23falta muito tempo ainda
36:25até as eleições
36:27já é este ano
36:28daqui a pouco
36:29já estamos aí
36:30mas
36:31tudo pode acontecer
36:32em política
36:32tudo muda
36:33de uma hora para outra
36:34é igual o temporal
36:35quando vê
36:35você já está debaixo
36:36de uma chuva
36:36aí você não sabe
36:37o que está acontecendo
36:38e na política
36:39é a mesma coisa
36:39passa a nuvem
36:40é o cavalo branco
36:42pulou
36:42você passa
36:43pula em cima dele
36:44e foi eleito
36:45foi assim que aconteceu
36:45com o Major Olímpico
36:46mas a gente tem que lembrar
36:48que naquela época
36:49o Bolsonaro estava
36:50fortíssimo
36:51fortíssimo
36:52e quem ele colocava
36:54a mão ali
36:54difícil não entrar
36:55foi o que aconteceu
36:56só para fechar
36:59aqui as análises
37:00nomes que vem sendo
37:01aventados pela esquerda
37:02Marina Silva
37:03poderia disputar
37:05e também
37:05fala-se na possibilidade
37:07de Erika Hilton
37:08Erika Hilton
37:09que é do PSOL
37:10disputaria pelo PSOL
37:12o cargo do Senado
37:13enfim
37:14vamos aguardar
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