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Em entrevista exclusiva ao Tempo Real nesta quarta-feira (25), o governador do Rio Grande do Sul e pré-candidato à Presidência, Eduardo Leite (PSDB-RS), defendeu uma reforma profunda na estrutura do Supremo Tribunal Federal (STF) e outras instituições.
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NotíciasTranscrição
00:00Agora a gente volta pro Brasil pra falar da disputa pelo Palácio do Planalto, eleições 2026.
00:06A gente vai receber no nosso estúdio agora, em tempo real, o governador do Rio Grande do Sul,
00:11pré-candidato à presidência pelo PSD, Eduardo Leite.
00:14Governador, boa tarde. Bem-vindo aqui na Jovem Pan News.
00:18A primeira pergunta é, com a saída de Ratinho Júnior, abriu mais espaço pra sua pré-candidatura
00:23ou ainda tá faltando alguém do PSD bater o martelo?
00:27Olha, obrigado pelo espaço aqui. Não é segredo pra ninguém.
00:32Eu me apresento vivamente engajado aqui pra liderar uma candidatura presidencial
00:38que acho muito importante deva existir nesse processo eleitoral no centro.
00:44O governador Ratinho apresentou sua manifestação de desistência dessa pré-candidatura,
00:49que deve ser respeitada e apoiada.
00:51Tem as suas razões, só ele saberá falar sobre as razões que o motivam nessa direção.
00:57Do meu lado, a minha motivação é justamente a de buscar oferecer pro Brasil
01:01um caminho que ajude a despolarizar o país.
01:04Eu não aguento mais ver essa situação de lançar culpados pelos problemas
01:11sem apresentar soluções para os problemas.
01:13Os problemas reais da vida da população brasileira não estão sendo debatidos.
01:17basicamente um campo político tenta jogar sobre o outro ataques que aumentem a sua rejeição
01:24pra fazer com que os eleitores venham a votar e decidir o destino do país com base no medo.
01:29O medo de Lula continuar, o medo de Bolsonaro voltar, é o que ditaria a decisão dos brasileiros.
01:36E a eleição numa democracia é muito importante pra gente desperdiçar.
01:39votando contra um ou contra o outro, a gente tem que votar a favor do Brasil.
01:43Então, tô dentro do PSD, vivamente engajado aqui em mostrar ao presidente Kassab,
01:47às nossas lideranças, de que essa eleição é importante pro Brasil e é importante pro PSD.
01:52Afinal, vai ser nos 15 anos que o partido tem a primeira vez que a gente tem um candidato a
01:58presidente.
01:58Nós temos hoje o maior número de governadores, o maior número de prefeitos no Brasil,
02:01uma expressiva bancada federal, tanto no Senado quanto na Câmara Federal.
02:05Mas vai ser a primeira vez que a gente apresenta uma candidatura presidencial.
02:10E ela vai ser definidora da identidade do partido, daquilo que a gente busca representar pro futuro do Brasil.
02:16Numa eleição que tem Lula, né, monopolizando lá o lado da esquerda.
02:20Que tem Flávio Bolsonaro, que tem o Zema, que tem outras candidaturas que gravitam em torno da direita,
02:27enfim, de uma direita mais radical, tá faltando uma candidatura no centro.
02:32Uma candidatura que tem a capacidade de discutir o país olhando para estes polos,
02:37entendendo que existe um tema de segurança pública importante a ser endereçado, com firmeza, sem dúvida nenhuma.
02:43Mas em um país com abismos sociais como o Brasil, há um olhar fundamental também sobre as pessoas mais vulneráveis
02:48que precisam de atenção, de proteção e de oportunidade de ascensão também nas suas vidas.
02:53Eu quero muito liderar esse projeto.
02:56O senhor já declarou apoio, em uma outra oportunidade, no segundo turno, ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
03:03Agora, nessas eleições, como o senhor se coloca como uma versão, ou uma alternativa contra ali,
03:09uma ala do bolsonarismo, contra o senador Flávio Bolsonaro, que também é candidato?
03:14Como o senhor faz esse discurso para convencer esse eleitor a entender que o senhor já esteve declarando um apoio
03:21e agora o senhor se declara como uma alternativa ao bolsonarismo?
03:25Vamos diferenciar bem as coisas, né? Foi na eleição de 2018 que Lula estava preso, né?
03:30O candidato que o representava buscava conselhos na prisão com ele e, mesmo naquela eleição,
03:36eu declarei o meu voto, mas não fiz um apoio.
03:39Apoiar é pedir votos para o candidato, apoiar é fazer campanha junto.
03:43Eu não fiz campanha junto com o presidente Bolsonaro, eu não fiz pedido de votos para eles.
03:48Declarei como cidadão, como eleitor, que naquele contexto, daquela eleição,
03:53que nós tínhamos um ex-presidente que estava preso e o seu candidato buscando conselhos na prisão,
03:58a volta do PT ao poder não interessava ao Brasil lá naquele momento.
04:03E num segundo turno, naquelas condições, eu daria o meu voto ao presidente Bolsonaro,
04:08mas marquei muito forte a minha declaração, as diferenças, né?
04:13Especialmente do ponto de vista civilizatório, com alguém que ofendeu e atacou pessoas
04:19pela sua orientação sexual, por exemplo.
04:22Divirjo frontalmente, mantive essas divergências.
04:25Tive, durante o meu governo como governador, muitos enfrentamentos com o presidente Bolsonaro
04:29nas suas posições.
04:31E na eleição de 2022, quando novamente o Brasil foi levado nessa polarização radicalizada
04:37a ter um segundo turno entre os dois, Lula e Bolsonaro,
04:40eu reservei o meu direito como cidadão de não declarar meu voto,
04:43não abracei e não aderi nenhum dos dois, porque não traduzem a minha forma de ver o mundo.
04:48E olha, a minha vida foi mais difícil politicamente por essa decisão,
04:51porque nesse mundo polarizado da política nacional,
04:54há um grupo que abraça um, que adere a outro,
04:57e eu ousei fazer a minha campanha de reeleição num Estado
05:01que é historicamente polarizado, que é difícil,
05:03que nunca reelegeu um governador sem aderir a nenhum deles.
05:08E mantive a minha posição defendendo o que eu acredito, o que é certo.
05:12É uma posição que é diferente dessas duas candidaturas, dessas duas lideranças aí,
05:18uma mais à esquerda e a outra mais à direita.
05:20Eu mantive a minha posição diferente, porque eu entendo que é fundamental
05:23que a gente reduza o tamanho da máquina pública,
05:25que a gente modernize o Estado,
05:27que a gente possa privatizar e conceder à iniciativa privada
05:30uma série de funções que hoje estão nas mãos do poder público
05:34e a gente pode fazer isso em parceria com a iniciativa privada,
05:36que tem que ser firme no enfrentamento ao crime organizado,
05:40para dizer aqui as bandeiras que foram naturalmente apropriadas pela direita,
05:43mas que, de outro lado, é fundamental que haja respeito às pessoas,
05:46que se respeite a diversidade, que se inclua,
05:49que se tenha proteção à população mais vulnerável
05:52e que se ajude a promover a igualdade,
05:56trazendo oportunidades para essas pessoas,
05:58a partir de educação de qualidade, de tempo integral nas escolas,
06:02enfim, tem uma série de temas que parecem ser apropriados por um campo,
06:06outros que são apropriados por outro.
06:07Eu entendo que o Brasil precisa de uma candidatura
06:09que represente efetivamente a possibilidade de convergência
06:12e de conciliação de visões de mundo diferentes.
06:16Não é ausência de posição, é uma posição diferente.
06:18É um campo político diferente destes,
06:22que é esse que eu busco representar ao centro na discussão política nacional.
06:26Caso o PSD, governador, escolha por Caiado, o senhor aceita ser vice?
06:31Não, não trabalho com essa perspectiva.
06:33Respeito muito o governador Caiado.
06:34Tem a sua trajetória, a sua jornada,
06:36no parlamento, no governo, em Goiás,
06:39mas eu declarei claramente,
06:41eu estou dedicado a liderar um projeto nacional.
06:45Se o PSD tiver uma outra escolha,
06:48e insisto, é uma escolha que vai definir qual é a identidade do partido,
06:52respeito, naturalmente,
06:53sou muito leal e partidário aqui,
06:57mas eu prefiro cumprir o meu mandato de governador até o final.
07:01Não vou concorrer a Senado
07:02e nem almejo ser um candidato a vice-presidente.
07:05Eu quero liderar um projeto num campo político
07:07que não está até aqui se fazendo representar que é o centro.
07:11O centro não é ausência de posição.
07:13É uma outra posição política, insisto,
07:15em relação à direita e à esquerda que estão aí posicionadas.
07:19Eu quero oferecer esse caminho para o país.
07:22Mano Ferreira tem uma pergunta agora para o governador Eduardo Leite.
07:25Governador, a gente está vivendo um momento de grave crise institucional,
07:29de confiança da sociedade nas nossas principais instituições.
07:33E, ao mesmo tempo que temos uma polarização política com bastante intensidade,
07:38parece surgir uma espécie de frente ampla pela impunidade,
07:42a partir dos casos que vêm sendo escancarados pelo escândalo do Banco Master.
07:48Como o senhor se posiciona diante disso?
07:50Como é possível resgatar a confiança da população nas instituições
07:56e, ao mesmo tempo, no eventual governo,
07:59conseguir ter sustentação política para dialogar com o Congresso?
08:02Bom, primeiro, Mano, a gente precisa ter consequência para quem faz coisa errada.
08:07E eu não acho que a corrupção deva ser combatida apenas quando ela aconteça do lado oposto,
08:15da batalha política, nos campos políticos.
08:18Tem que ser combatida em todas as áreas, em todos os campos políticos.
08:22A gente já teve a eleição do Mensalão, a eleição da Lava Jato,
08:25estamos diante de uma eleição contaminada pelo escândalo do Banco Master.
08:30tem que ter consequência para quem tenha se envolvido em coisas erradas.
08:33Por isso que eu digo com muita clareza.
08:35O presidente da República, que patrocinou envolvimento de empresas,
08:41empreiteiras com a Petrobras para ter vantagens,
08:44tem que ser investigado, julgado e preso.
08:47Como foi?
08:48Deveria ser mantido preso porque tiveram, depois,
08:51uma revisão da competência do juízo que julgou.
08:54Ninguém nunca inocentou o presidente Lula em relação àquilo que foi lá julgado.
09:00Depois, um presidente que articulou movimento de ruptura institucional
09:05para dar um golpe no país, como foi demonstrado na investigação
09:09relacionada ao ex-presidente Bolsonaro, deve ser investigado, julgado e preso.
09:14Serve para todo mundo.
09:15Serve para ministros que, na Suprema Corte, se apresente,
09:19tenham envolvimento com pessoas que estão sendo investigadas por corrupção,
09:23se for comprovado, tem que fazer a investigação rigorosa sobre eles
09:27e, se for realmente comprovado, haver envolvimento,
09:30tem que ser julgado e preso também.
09:32Vale para todo mundo.
09:33Então, tem que ter consequência para as coisas.
09:35Agora, além de dar consequência para quem faz coisas erradas,
09:39a gente também tem que saber olhar no nosso arranjo institucional
09:42onde é que a gente está falhando.
09:44O país precisa revisar, por exemplo, o sistema eleitoral para voto distrital,
09:49temos que avançar em proibição de coligações nas eleições majoritárias,
09:52vamos ter que revisar a questão da proporção ou da desproporção
09:56das emendas parlamentares, no tamanho que elas tomaram no orçamento público,
10:00temos que revisar mandatos de ministros do Supremo,
10:03a gente precisa estabelecer ou mandatos definidos
10:07num período como 12 anos, como se estabelece na Alemanha,
10:10ou uma idade mínima alta, como 60 anos,
10:15para estabelecer um mandato de até 15 anos, dos 60 aos 75.
10:19Uma coisa para mim é certa, mandato de ministro do Supremo
10:22é para consolidar e consagrar e utilizar uma carreira jurídica
10:26com notório saber, que seja consagrada,
10:29e não para a partir dali se promover e promover escritórios.
10:33A gente precisa revisar essas questões institucionais
10:36e essa energia vai ter que ser colocada aí também em campo
10:39pelo próximo presidente da República.
10:40Tem muitas reformas que precisam ser feitas no país.
10:43A Cássio Miranda também tem uma pergunta.
10:46Governador, boa tarde.
10:48O senhor se coloca como um candidato de centro
10:51e é possível, a partir disso, nós extrairmos dois centros
10:56que existem no Brasil.
10:57Um centro mais pragmático, que é próximo ao centrão,
11:02e um centro mais ideológico, que é, no meu entendimento,
11:06aquele ao qual o senhor se filia.
11:09Olhando sob essa perspectiva, o PSD no estado de São Paulo
11:13está com o governador de direita
11:16e, no âmbito nacional, faz parte da base
11:20do presidente da República de esquerda.
11:22Sob essa perspectiva, não faria mais sentido
11:25uma candidatura ideológica de centro no PSDB?
11:30Por que essa migração ao PSDB,
11:33que é um partido que, como dito,
11:36tem um pezinho em cada canoa?
11:37Ah, Cássio, eu fiz, depois de 24 anos estando no PSDB,
11:43sim, a migração para o PSD.
11:45Infelizmente, no modelo eleitoral que nós temos brasileiros,
11:48o PSDB acabou tendo o seu espaço comprimido.
11:52Hoje ele tem 13 deputados eleitos
11:55e, infelizmente, na janela pode perder mais alguns.
11:58Espero até que consiga atrair novos
12:01e que consiga atrair pela ideologia,
12:03e não apenas com pragmatismo,
12:05torço a favor do PSDB.
12:07Mas, no meu momento de atuação política,
12:09sendo governador do Rio Grande do Sul,
12:11reeleito, e almejando, sim,
12:13liderar um projeto nacional,
12:15identifiquei no PSD,
12:16pela liderança do presidente Kassab,
12:18a reunião de muitas boas cabeças.
12:20Tem um público diverso,
12:21que pensa de forma diferente, sim,
12:23alguns mais próximos à direita,
12:26outros mais próximos à esquerda,
12:27mas com um ambiente interno do partido
12:29que permite o diálogo
12:30e essa relação interna
12:33com respeito,
12:34mas com preponderância de uma visão
12:37de centro,
12:38que é esse centro programático.
12:40Todos os partidos reúnem pessoas
12:42com quem a gente concorda e discorda.
12:43Eu sempre digo também que,
12:45mesmo na família da gente,
12:46com as pessoas que a gente mais ama,
12:48a gente não concorda em tudo.
12:49Não vai ser um partido político
12:50que a gente vai concordar
12:50com tudo, com todas as pessoas.
12:52Tem divergências, tem diferenças,
12:53tem posições diferentes,
12:55mas há espaço para o bom debate,
12:56para a discussão e para a construção
12:58de um projeto diferente para o país.
12:59Eu quero poder liderar o partido
13:01justamente nesse momento
13:02que ele vai ter pela primeira vez
13:03uma candidatura à presidência
13:04para que ele possa,
13:06além de ser o partido grande,
13:08forte que se tornou,
13:10ser um partido que ofereça
13:12efetivamente um caminho alternativo.
13:14A primeira candidatura à presidência
13:15em 15 anos que o partido tem
13:17vai ser muito definidora
13:19daquilo que ele buscará representar
13:21e oferecer para o país.
13:22Eu acho que a gente pode oferecer
13:23realmente um posicionamento diferente
13:27daquele que está aí
13:28posto nessa polarização,
13:29e começar a chamar os brasileiros
13:31à reflexão sobre a sensatez,
13:34o equilíbrio, o bom senso,
13:36fundamental para que a gente possa
13:37enfrentar e vencer os problemas.
13:38Eu acredito que o PSD reuniu as forças,
13:41as boas cabeças e a capacidade
13:42de oferecer isso ao Brasil.
13:45Já para a gente finalizar,
13:46governador, a gente vê que
13:48Ronaldo Caiado vem de um estado
13:50do agronegócio, faz um discurso
13:52muito forte sobre o agro,
13:54sobre a segurança.
13:54O presidente Lula também faz
13:56um discurso forte sobre a área social,
13:59e Flávio Bolsonaro também muito
14:01sobre a segurança.
14:02Com qual discurso o senhor planeja
14:04chegar nessa campanha,
14:06um discurso mais forte sobre segurança,
14:09vai conversar com os evangélicos,
14:11com as mulheres?
14:12Qual é o foco mais firme do senhor
14:14nessa campanha para equiparar com os seus
14:16adversários, então, até aqui,
14:18para essa disputa eleitoral?
14:20Vamos chamar os brasileiros
14:22ao senso comum, né?
14:24Não há brasileiros que pensem
14:26na segurança pública com a preocupação
14:28que deva recair sobre esse tema
14:30e ignorem os problemas sociais.
14:33Não há brasileiros que olhem apenas
14:34para os problemas sociais e ignorem
14:36que o país precisa ter um agro forte.
14:39No final das contas,
14:40cada um desses campos parece tentar vender
14:42que é ou uma coisa ou outra.
14:45e um Brasil continental
14:47que tem a maior desigualdade de renda
14:49fora da África no mundo
14:51é a do Brasil,
14:53a gente precisa ter programas sociais
14:55de promoção, de inclusão,
14:56que ajudem a corrigir essas desigualdades,
14:59não apenas corrigindo as desigualdades
15:01quando existem,
15:01mas tem que ajudar a promover
15:03a igualdade de oportunidades.
15:05Então, tem que olhar para isso, sim.
15:06Mas, de outro lado,
15:07num país que, infelizmente,
15:10viu o crime organizado
15:11entrar nas instituições, né,
15:14por grandes facções e grupos criminosos,
15:16vai ter que ter uma agenda forte
15:18da segurança pública também,
15:19só que não é uma coisa alternativa a outra.
15:21O que eu quero mostrar aos brasileiros
15:22e tenho certeza que isso
15:23está na mente de boa parte dos brasileiros
15:26é possível ser duro,
15:28firme no enfrentamento ao crime
15:29e nós mostramos no Rio Grande do Sul
15:31com a redução de 60% de homicídios,
15:34redução de 80% de roubos de pedestres,
15:37redução de 90% de roubos de veículos,
15:40é o estado mais seguro
15:41para se andar com o celular na mão, na rua,
15:43é o Rio Grande do Sul,
15:44o menor número de roubos per capita
15:45de celulares no Brasil.
15:47Não era assim quando a gente assumiu o governo,
15:49era uma realidade bem distinta,
15:50difícil na segurança pública
15:52e a gente fez um enfrentamento qualificado
15:53sem ficar vendendo um discurso
15:55de tiro, porrada e bomba,
15:56porque isso, no discurso,
15:58agrada muita gente,
15:59mas na vida real não resolve.
16:00A gente colocou estratégia, gestão,
16:03para conseguir enfrentar
16:05e vencer os problemas da segurança pública.
16:06Assim como do de outro lado,
16:08somos, pela primeira vez,
16:09o estado com o menor índice de menor
16:10de pobreza extrema no Brasil,
16:13porque fizemos ações também
16:15muito destacadas aqui
16:16para a promoção da igualdade,
16:18para a devolução de imposto
16:19para famílias de baixa renda, enfim.
16:21Então, as coisas são convergentes,
16:24não excludentes uma da outra.
16:25Essa é a mensagem que eu quero levar
16:27aos brasileiros.
16:28E, mais uma vez,
16:29parar de colocar uns contra os outros
16:32e colocar todos nós
16:33contra os problemas reais
16:34da vida da população brasileira.
16:36Governador, só sim e não.
16:37Se Lula e Flávio
16:39forem para o segundo turno,
16:40o senhor vai apoiar um dos dois?
16:41Sim ou não?
16:42Eu estarei no segundo turno.
16:44Me deixem ser candidato
16:45e eu estarei no segundo turno.
16:47Ok.
16:47Muito obrigada,
16:48Governador Eduardo Leite,
16:49aqui nessa entrevista
16:51em tempo real para a Jovem Pan.
16:52Conte com a gente, tá?
16:54Obrigada.
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