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Transcrição
00:00O sol nascente é tão belo
00:04Se tudo fica bala
00:07O Rabicó vive se metendo em confusão.
00:09Dessa vez, ele foi parar no caminhão da campanha contra a fome.
00:13O Pedrinho teve que correr com o pangaré para salvar o trapalhão.
00:17O Visconde e a Emília, que já viviam enfurnados no laboratório,
00:22agora levaram o polegar para lá também.
00:25Alguma coisa eles estão aprontando.
00:29Será que tem alguma coisa a ver com os insetos gigantes que andam assustando todo mundo?
00:34Aqui nos Tucanos, eu e o Pedrinho vimos uma formiga do tamanho de uma onça no sítio do Zé Candorra.
00:40Aí tem coisa.
00:49Caramba! Que formigão!
00:52Não é que seu Candorra estava certo?
00:54Calma, Pedrinho. Não atira.
00:56Não se esqueça que é só uma formiga.
00:58Mas é uma formiga gigante, Narizinho.
01:01Se ela atacar, eu vou ter que atirar.
01:07É...
01:08Fugiu.
01:09Que bom que ela foi embora.
01:11Será que foi por causa do meu bodoque?
01:13Claro que não, né, Pedrinho?
01:15Eu acho que formiga gosta mesmo de folha.
01:19Mas de onde será que veio essa formiga gigante?
01:25Narizinho, Pedrinho!
01:27O que vocês estão fazendo aqui, hein?
01:29Coronel, a gente viu uma formiga gigante!
01:31Formiga gigante?
01:32Que bobagem!
01:34Vocês acreditam nessa história?
01:36Isso é invenção do povo.
01:37Mas a gente viu, Coronel!
01:39É bobagem!
01:39Isso aí é a imaginação desse povo.
01:41Sabe o que eu vou fazer agora?
01:42Eu vou ver se vale a pena comprar as terras do sítio do Zé Kandorra.
01:49Nossa!
01:50Vocês viram que eu vi?
01:52Agora a senhora acredita na gente, né?
01:54Claro que acredito!
01:56É por isso que o Zé Kandorra quer vender as terras dele.
02:00Vem, Narizinho.
02:01Vamos avisar a vovó.
02:03Tomem cuidado, hein!
02:06Vou mandar dedetizar minha fazenda urgentemente.
02:10Mas você é muito parecido com o Pequeno Polegar.
02:16Como é o seu nome?
02:18Meu nome...
02:21Meu nome, meu nome, meu nome...
02:23Grande Mindinho!
02:25Grande Mindinho!
02:26Eu sou primo do Pequeno Polegar.
02:27E um primo muito distante, é...
02:30Eu sou primo de terceiro grau.
02:33Grande Mindinho!
02:35Primo do Pequeno Polegar!
02:38Nunca ouvi falar...
02:41Por que você está vestindo as roupas do Pequeno Polegar, né?
02:46E usando as botas do Pequeno Polegar?
02:51É que...
02:52Que ele me emprestou.
02:54Ah, te emprestou?
02:55Aham!
02:56Mas como?
02:57Se você tamanho é muito maior do que ele?
02:58É que...
02:59Não!
03:00Quer dizer, sim!
03:01É, quer dizer...
03:02É que...
03:03Pequeno Polegar!
03:06Fechou que me enganava, hein, Fujão?
03:09Mas o que fizeram com você?
03:11Bom, não interessa.
03:13Você tem que voltar agora.
03:15Já.
03:16E imediatamente para o livro, anda.
03:18Não!
03:18Não!
03:19Não!
03:19O que, garoto?
03:20Pai, esse livro eu não volto.
03:21Eu estou enjoado dessa história.
03:22Que é isso, moleque?
03:23Deixa de ser malcriado.
03:25Polegar, volta aqui.
03:26Polegar, eu te pego, seu malcriado.
03:31Olha, novas notícias da pulga gigante.
03:36Emília, subia.
03:38Olha aqui.
03:40Ó, nossa pulguinha operada.
03:43Como é que é, Emília?
03:46Nada, não.
03:47É que eu estava pensando cá com os meus botões.
03:50Que isso bem que podia acontecer com os alimentos.
03:53Já pensou?
03:54Se aparecesse um pão gigante, uma banana gigante,
03:57como punha contra a fome, ia ser um sucesso maior ainda.
04:00A senhora não acha?
04:02Mas que ideia, Emília.
04:06Vó, a gente viu uma formiga e uma pulga gigante.
04:10Lá perto do sítio do seu candor.
04:13Não é alucinação dele, não, vó.
04:15Existem mesmo esses bichos gigantes.
04:18Meu Deus.
04:20E agora?
04:20O que a gente vai fazer?
04:22Eu acho que eu vou ligar para o teu Dorito.
04:25Não precisa, vó.
04:25Ele também viu a pulga gigante.
04:28Quase teve um troço.
04:30Você não tem nada a ver com isso, não, Emília?
04:33E eu?
04:34Imagina.
04:35Claro que não.
04:36O oposto é que essa pulga e essa formiga gigante
04:39são seres de outro planeta
04:42que vieram invadir a Terra.
04:44E lá no país dele não tinha comida, sabe?
04:47E eles vieram para cá procurar alimento.
04:51É que lá não teve essa taú campanha contra a fome?
04:55Ai, ai, chega, Emília.
04:57Ai, você está me deixando tonta.
05:00Por favor, dona Benta.
05:01A senhora tem uma visita.
05:03Muito prazer, dona Benta.
05:05Doutor Strauss-Noff.
05:07Sou assistente do doutor Zamenhof,
05:09que recomendou que a procurasse.
05:11Muito prazer, doutor Strauss-Noff.
05:14O doutor Zamenhof é um brilhante cientista.
05:18Mas a que o senhor veio?
05:20A senhora certamente já ouviu falar
05:22sobre as estranhas aparições de insetos gigantes.
05:26O doutor Zamenhof está inteiramente dedicado
05:28à pesquisa e captura desses estranhos animais.
05:31E foi isso que me trouxe aqui.
05:35O doutor Strogonoff,
05:37eu tenho a impressão que o senhor chegou em boa hora.
05:45O Visconde e a Emília
05:46já transformaram pulgas em pulgões,
05:48formigas em formigões,
05:49centopeias em centopezões.
05:51Calma, Coruja, calma.
05:53Eu vou dar uma lição nessa turma do sítio.
05:56A bicharada está morrendo
05:57de medo dessas operações malucas.
05:59Fala para os bichos para eles se acalmarem.
06:01E diga para o saci que eu quero falar com ele.
06:03E ó, e fica de olho, hein, Coruja.
06:06É, pode deixar.
06:07Eu vou ficar de olhos bem abertos.
06:11Aquela bruxa coroca nunca vai me pegar.
06:14Agora que eu sou grande, então,
06:16nunca mais eu volto
06:17para aquele livro embolorado.
06:19Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai.
06:24Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai.
06:24Ainda não me acostumei com esse tamanho.
06:26Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai,
06:42ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai,
06:43ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai,
06:44ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai,
06:44ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai,
06:44ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai
06:53O caramujo me deu esse frasco com pílulas de encolhimento.
06:56Eu sabia que um dia ia precisar delas.
06:59Anda, pega uma aí.
07:00Não.
07:01Pega a polegar.
07:02Não.
07:02Pega a mulher que anda.
07:05Malcriado.
07:16Agora vamos entrar logo para esse livro.
07:18Não.
07:20Primeiro, eu quero me despedir do Visconde.
07:25Tudo bem, tudo bem, tudo bem, tudo bem.
07:27Só para você não dizer que eu sou ruim.
07:32Obrigado pelo café.
07:33Estava ótimo.
07:35Mas, doutor Strauss-Noff, então, como o senhor ia dizendo...
07:40Eu ia dizendo que a Comissão de Investigadores Internacionais,
07:44depois de muitas averiguações,
07:46chegou à conclusão de que o foco desses animais gigantes
07:49é aqui, nos arredores do Sítio do Pica-Pau Amarelo.
07:53Aqui no meu sítio?
07:56Ah, Dona Benta.
07:57Se aparecer um desses bichos aqui, eu...
08:00Eu me mudo desse mundo.
08:02E qual mundo a senhora vai, hein, Anastácia?
08:05Eu?
08:05Eu vou para o mundo da lua.
08:07Vou ficar lá com o meu São Jorge.
08:08O que você acha disso, hein, Emília?
08:11Eu?
08:12É, você mesmo, Emília.
08:14É.
08:14Eu acho que é natural esses bichos virem pra cá.
08:18Aqui já não tem um burro falante, um rinoceronte, um porco marquês.
08:25Estão parecendo mais um jardim geológico.
08:28E além do mais, tem aquela hipótese deles serem de outro planeta.
08:32Oh, Emília, vamos fechar essa torneirinha de asneiras?
08:36Bom, Dona Benta, eu também vim aqui com o intuito de convidar o excelentíssimo senhor Visconde de Sabugosa,
08:42que já trabalhou em pesquisa junto com o doutor Zamenhof, para capturar esses animais junto comigo.
08:48Eu também posso ajudar, doutor Estraufnoy?
08:50É claro, Pedrinho.
08:52Onde será que está o Visconde, Anastácia?
08:56Deve estar lá naquele laboratório fazendo não sei o quê.
09:01Emília, você sabe onde é que está o Visconde?
09:04Vem comigo, doutor Estraufnoy.
09:07Eleva o senhor até o Visconde.
09:13Vó, a Emília está muito esquisita.
09:16Aí tem coisa.
09:26O que você quer comigo, Curupira?
09:28Ô, Sassi, os seus amigos do Picapó Amarelo já passaram dos limites.
09:32Eu vou invadir o sítio com todos os bichos da mata.
09:34Calma, Curupira.
09:36Isso deve ser coisa da Emília.
09:38Ah, fica frio, eu vou lá falar com eles.
09:41Deixa comigo, senhor.
09:42Olha lá, Sassi, eu quero todos os bichos de volta.
09:46No tamanho normal e ainda hoje.
09:53Carapuço.
09:54Curupira está bravo.
09:56O que que é minha foi inventando?
10:16Oi, Visconde.
10:18Ô, Polegar.
10:19Ué, você voltou o seu tamanho normal?
10:21Que bom, isso quer dizer que o efeito é passageiro.
10:26Foi a dona Carochinha.
10:28É, ela me deu as pílulas de encolhimento do doutor Caramusco.
10:33Voltei que voltar pro livro.
10:35Bom, então até...
10:37Até a próxima fuga.
10:38Vamos logo com isso que eu não tenho em todo o tempo do mundo, não.
10:48Então, até a próxima.
10:50Ah, mande um abraço pra Emília, pro Pedrinho, pra Narizinho.
10:55Ah, mande um abraço também pra Tia Anastácia, pra Dona Benta e pro Tio Barnabé.
10:59Não vai mandar um abraço pros pintos, não, é?
11:05Pode deixar pra ligar.
11:06Eu mando o seu abraço pra todo mundo.
11:15Até logo.
11:21Agora entra logo pro livro, anda.
11:28Esse pequeno polegar só me dá trabalho, sabe?
11:32Tá merecendo um castigo.
11:34Já sei.
11:35Vou desregular as botas dele de novo.
11:40Se você soubesse o que eu vi,
11:43não vou nem lhe contar,
11:44porque você não vai acreditar no que eu vou lhe dizer.
11:46Ah, como é que é, coronel?
11:48O que que você ouviu, vai?
11:50Não vou contar, não vou contar,
11:52porque todo mundo vai pensar que eu tô maluco,
11:54que eu tô caducando.
11:55Ah, o que que é isso, coronel?
11:57Oh, ninguém vai falar isso do senhor, não.
12:00Aqui, todo mundo sabe que o senhor é...
12:02Eu vi uma pulga enorme, gigante, na minha frente.
12:06É doido.
12:08É doido.
12:09E não vi sozinho, não.
12:11Narizinho e Pedrinho viram junto comigo.
12:14Todo mundo aqui sabe que os netos de Dona Benta
12:17são meio maluquinhos, né, coronel?
12:19Imagina, Narizinho e Pedrinho não são maluquinhos, não.
12:22São crianças com muita imaginação.
12:24Con-con-con-con-con-con cuidado.
12:27Ah, meu filho.
12:29Ah, ah, ah.
12:30Dola Formiga, eu juro que eu nunca mais fiz uma Formiga.
12:39Visconde, surpresa.
12:45Visconde, acredito.
12:47Exatamente como o doutor Zamenhofer me descreveu.
12:50Não deve haver mais de um sabugo de milho cientista.
12:54Muito prazer, doutor Strauss-Nofer.
12:57Um colega? Mas o prazer é todo meu.
13:00Ah, o que devo à sua ilustre presença, senhor?
13:03Vim lhe fazer um convite.
13:05Um convite?
13:07O mundo está em perigo. Animais gigantescos estão em toda parte.
13:13Parece ser uma mutação de pulga, mas aqui nesta região também já foi avistada uma formiga gigante.
13:21Precisamos da sua ajuda.
13:24Não mentir.
13:37O que você e o Visconde estão escondendo da gente, hein, Dona Emília?
13:42Foram vocês que aumentaram o tamanho dos bichos, não foram?
13:45Claro que não, mas jama!
13:48Isso é coisa da glândula pituitária.
13:51Glândula o quê?
13:52Isso é que dá ficar colada com o Visconde.
13:55Agora, ó, está falando difícil.
14:07Pedrinho, o Curupira está danado e mandou dizer que vai atacar o sítio com todos os bichos do capoeirão.
14:13Mas eles vão invadir o sítio?
14:15O que esse Curupira pensa que é pra mandar na gente?
14:19Não pensa não, minha filha.
14:20Ele o defensou da mata e dos bichos e mandou dizer pra vocês pararem com essas experiências.
14:28Mandou?
14:28Ele é um ditador.
14:29Isso é que ele é.
14:31Então foram vocês mesmos que fizeram a pulga e a formiga gigante, né?
14:35Fomos.
14:36O Visconde chegou da viagem mais científico do que nunca.
14:40Aí a gente foi se animando com as glândulas que regulam todos os seres vivos e decidimos fazer experiência com
14:47os animais.
14:48Ah, dessa vez você foi longe demais, Emília.
14:51Mas vamos sair daqui.
15:02O que você está me dizendo, Visconde?
15:05Eu e Emília que criamos esses monstros.
15:07Mas por que, Visconde?
15:09Onde você queria chegar?
15:11Sei, não sei.
15:12Eu me entusiasmei com a ideia.
15:14E se eles se reproduzirem?
15:16O mundo inteiro irá correr perigo com milhares de pulgas e formigas gigantes.
15:20Não, não, não.
15:21Não há a menor chance deles se reproduzirem.
15:23Eu fiz a experiência só com fêmeas.
15:25Ainda bem.
15:26O que temos que fazer agora é capturar todos esses animais antes que eles ataquem alguém.
15:31Eu cometi um erro imperdoável.
15:33Não tem como me justificar.
15:35Não é hora para isso, Visconde.
15:37Temos que fazer alguma coisa para desfazer esta confusão.
15:40Vamos?
15:41Vamos, vamos, vamos.
15:42Aranja maduna, na beira da estrada, na bichada Zé, o Té e Marimbona do Té.
15:50Ei, Anastasia, te ajuda?
15:53Não, obrigada.
15:54Não precisa não.
15:54Estou aqui só tirando um pezinho de alface para a salada.
15:58Porque pelo visto a dona Benta vai ter visita para o almoço.
16:00É aquele cientista que vem ver os bichos que cresceram.
16:03Vem você também com essa história, essa prosa aí maluca.
16:07Isso aí não cabe na minha cabeça.
16:08Ô, Anastasia, você já devia estar acostumado com as coisas que acontecem aqui no sítio, né?
16:14Até, Anastasia.
16:16Até, velho.
16:17Maranja maduna, na beira da estrada, eita bichada Zé, o Té e Marimbona do Té.
16:25Ui, que susto, Quentinho.
16:27É, é, é.
16:29Me assustou.
16:30Ah, desculpe, eu só estava de passagem.
16:34Maranja maduna, na beira da estrada.
16:41Mais um pedaço de bolo, doutor Strauss-Noff.
16:44Obrigado, dona Benta.
16:46Temos que capturar esses animais o quanto antes.
16:49O caso é gravíssimo.
16:50Que exagera, doutor Strauss-Noff.
16:53O importante é que eles não reproduzem.
16:56É só um sustinho à toa, que não conta ninguém.
16:59Ah, é?
17:00Você precisava ver a cara do coronel Todori.
17:02Ele ficou branco de fuso.
17:05Que pena que eu perdi essa.
17:07Vocês querem deixar o doutor Strauss-Noff falar?
17:10Como é que a gente vai capturar as monstras, doutor?
17:13Dá sim, tipo, como...
17:15Ah, as pílulas do doutor Caramujo.
17:16Ele tem pílulas de encolhimento.
17:18A dona Caroxinha encolheu o polegar desse jeito.
17:21Aliás, o polegar mandou um abraço pra todo mundo.
17:23Esconde.
17:23Você pode ser um sábio, mas está dizendo uma asneira muito grande.
17:27Como é que nós vamos conseguir dar pílula pra uma pulga e uma formiga tão grandes?
17:32É verdade, dona Benta.
17:34Eu não sei onde eu estou com a cabeça.
17:35Se eu e Narizinho vimos a pulga e a formiga gigantes, elas ainda devem estar por aqui.
17:42Sendo a pulga um ser pulante, deve estar muito longe daqui.
17:46E a formiga, que é um ser trabalhante, já deve estar perto daqui.
17:50A Emília agora só fala assim, na batata da ciência.
18:03Alô?
18:05Sim?
18:07Ah, pois não. Um minutinho.
18:10É pro senhor, doutor Strauss.
18:17Alô? É ele mesmo?
18:19O quê?
18:21Mas não é possível.
18:24Está bem.
18:25Claro.
18:27Obrigado.
18:29Eu volto a ligar.
18:32Era o doutor Zamenhof.
18:33A pulga gigante foi cercada pelo exército do Canadá.
18:38Meu Deus, e agora?
18:41Temos que capturar esses animais antes que eles sejam exterminados e a ciência não possa estudá-los.
18:50Onde está o que?
18:52Onde está o barulho?
18:57Caranjos de abaturas.
18:59Na beira da estrada.
19:01Oita bichada.
19:03Você aí, marimbosa.
19:05Ah, Finti.
19:05Lá vem você de novo para me assustar, é?
19:08Ah!
19:10Socorro, dona Bessa!
19:12Ah!
19:14Emília!
19:15A gente esqueceu da centopeia!
19:17Que papel operado!
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