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Transcrição
00:00E o exército israelense afirmou há pouco ter iniciado uma nova onda de ataques contra Teherã.
00:06Uma explosão foi registrada no nordeste da capital iraniana.
00:11A Força Aérea Israelense iniciou uma série de ataques em larga escala
00:15contra alvos do regime terrorista iraniano em Teherã.
00:19Mais detalhes serão divulgados em breve e a informação foi divulgada em comunicado do exército
00:25e você vai saber tudo aqui no pré-market.
00:27Porque agora a gente vai dar as boas-vindas, o bom dia para a nossa analista Mariana Almeida
00:32que está chegando conosco. Tudo bem, Mariana Almeida? Bom dia.
00:35Tudo bom, Eric Klein. Bom dia para você, bom dia para todo mundo que acompanha o pré-market.
00:38O que não está bom ainda é lá no Oriente Médio.
00:40A gente vê que esse conflito continua, a escalada do confronto é eminente.
00:47A gente vê imagens ao vivo, agora há pouco, lá de Teherã, na capital do Irã,
00:51que está sob bombardeio novamente.
00:54E isso traz muitas preocupações econômicas no campo econômico.
00:59A gente já vê, por exemplo, reflexos no preço do combustível lá nos Estados Unidos,
01:03o que coloca em xeque o corte de juros também por lá.
01:07Havia uma perspectiva, uma projeção de um corte na próxima reunião do Federal Reserve,
01:12agora 17 e 18 de março.
01:14E parece que o mercado já está revendo as apostas desse corte, não é, Mariana?
01:19Pois é, essa talvez seja uma das principais consequências econômicas.
01:23Para não falar de toda a questão dos efeitos humanos, geopolíticos da guerra,
01:27que a gente ainda vai falar bastante aqui no pré-market,
01:29mas economicamente talvez o que tem mais forte agora acontecendo
01:34é que reacendeu, apertou o botão da memória em relação ao que aconteceu, sabe quando?
01:38Com a guerra da Ucrânia.
01:39A guerra da Ucrânia, que veio logo depois também, ainda no período de pandemia,
01:44então a economia bastante desorganizada, os fluxos totais de circulação complicados,
01:49mas o cereja do Sunday naquele momento foi exatamente o corte na questão da interrupção do gás
01:56e o efeito sobre o custo energético, principalmente na Europa.
01:59Claro, ali foi mais concentrado, mas a ativação da cadeia de eventos que acontece
02:05quando você tem pressão inflacionária no combustível, essa está quente na memória,
02:09porque tem inflação, a inflação aperta do ponto de vista dos custos,
02:14os governos ficam um pouco sem espaço ali de ferramentas de como agir rapidamente
02:20e a opção muitas vezes é alta de juros.
02:23E o fantasma inflacionário volta a rondar o mundo todo,
02:27não só Estados Unidos, não só Brasil, mas também Europa e inclusive a Ásia.
02:32E esse confronto, ou Donald Trump, segue fazendo desafetos pelo mundo, viu, Mário Almeida?
02:37Porque o presidente dos Estados Unidos ameaça cortar todo o comércio com a Espanha
02:42depois que o país negou o uso de suas bases militares para a campanha de bombardeios contra o Irã.
02:48Em resposta, o governo em Madri criticou a declaração e afirmou que o Washington
02:53deve respeitar os acordos comerciais e as normas internacionais vigentes.
02:58E sobre esse assunto, eu vou falar ao vivo com o nosso correspondente na Europa,
03:02o Diego Mezzogiorno, que está chegando aqui com a gente.
03:05Diego, seja muito bem-vindo aqui ao Prémarket, sempre bom falar contigo.
03:10Diego, não é de hoje que Pedro Sanches vem incomodando, né, Mário Almeida?
03:15Donald Trump. A gente viu que no ano passado, por exemplo, ele se reuniu aqui na América do Sul
03:20com o presidente Lula, com o presidente Boric do Chile, também Gustavo Petro da Colômbia,
03:26o Orson do Uruguai, num movimento, né, contra o tarifácio de Donald Trump.
03:31Pedro Sanches também foi contra aquele aumento, né, em segurança, em defesa de 5% do PIB.
03:38Como é que está a repercussão aí e continua esse desafeto, essa briga, essas rusgas
03:43entre Pedro Sanches e Donald Trump, não é isso?
03:49Bom dia, Cláudio, bom dia, Mário, bom dia a todos.
03:52Olha, Pedro Sanches, que é um dos personagens principais aqui hoje em dia na Europa,
03:59até porque a Espanha, né, nos últimos anos, tem se tornado quase carro-chefe do crescimento europeu.
04:06Ele, por um lado, sente muito pouco esse tipo de ameaça por conta dos Estados Unidos,
04:13até porque percentualmente no seu PIB, muito diferente daqui da Itália, por exemplo,
04:17ou da Alemanha, até mesmo da França, tem um percentual de vendas de produtos, né,
04:24de comercialização com os Estados Unidos.
04:26Então esse tipo de ameaça pega muito pouco nele, efetivamente.
04:29Ele tem, digamos, uma margem para fazer esse tipo de coisa.
04:35Por um outro lado, ele é muito claro nas suas posições e ele nunca mudou sobre isso.
04:39Primeiro, que Trump está desrespeitando o direito internacional, né,
04:44ele é um dos que prega isso e também é muito respeitado por isso.
04:49E por um outro lado, ele é uma pessoa um pouco mais universalista do que muitos líderes europeus.
04:56Por um lado, ele acaba incomodando muito, a gente tem a posição, por exemplo, da França,
05:01seu logo vizinho, né, de porta, que tem uma posição muito diferente em relação ao que está acontecendo.
05:09Inclusive, a França, hoje, a gente vai falar durante o jornal,
05:13mandou agora para o Mediterrâneo, né, o porta-aviões Charles de Gaulle.
05:17Ele, por outro lado, negou as estruturas, né, as bases espanholas para utilização dos Estados Unidos.
05:24Por quê? Por não concordar com a guerra e por afirmar que isso é uma violação do direito internacional.
05:30Obviamente, cabe saber se Donald Trump vai continuar com a ameaça ou se é apenas mais uma ameaça.
05:36Isso a gente vai ver durante o dia.
05:39Mas o fato é que aqui na Europa, o Pedro Sanches, por um lado, ganha corações,
05:45mas, por outro lado, incomoda bastante.
05:49Diego Mezzogiorno, essa informação é bastante importante.
05:52Continua aqui com a gente, porque daqui a pouco eu quero saber também sobre o clima,
05:56como é que está a Itália, né, em relação a esse conflito.
05:58O Mário Almeida vai participar aqui do nosso bate-papo, porque é o seguinte,
06:02o Reino Unido também tinha resistido, no primeiro momento, a ajudar os Estados Unidos.
06:07Agora, já cedeu também bases, depois que uma base do Reino Unido também foi atacada, foi alvo de mísseis.
06:16A gente tem a resistência da Espanha, só agora a França também dá o apoio.
06:20Então, assim, os Estados Unidos vão encontrando um pouquinho de resistência dos aliados na Europa, da OTAN.
06:26Até porque há resquícios daquela questão da Groenlândia, né, Mário Almeida?
06:30É, acho que, de alguma maneira, o conflito atual e a forma como ele foi, inclusive, deflagrado,
06:35ele também coloca mais um lembrete de que essa relação na OTAN não está nada pacificada, né?
06:41Para falar assim, não foi uma guerra tradicional Ocidente contra o Oriente, né?
06:45Isso não é o sentimento, e aí Diego me complementa, mas não parece ser o sentimento que está na Europa,
06:50onde você, de fato, aciona daí um certo, uma rede aí de apoio que representa a OTAN
06:56e, nesse sentido, flui, por exemplo, o uso das bases, né?
06:59Só que a questão aqui é que tem, além da dúvida com a Groenlândia e a questão toda mais militar,
07:05o aspecto também comercial, né, o aspecto econômico, porque daí, na reação, Donald Trump fala
07:10vou cortar o comércio com a Espanha, mas dá para cortar o comércio só com a Espanha?
07:14Como é que fica a relação com a União Europeia?
07:16Então, tem esse, na verdade, essa bagunça aí, né, Diego, que só nos lembra de que, de novo,
07:22pacificação, seja econômica, seja militar, pelo Ocidente, não é exatamente o que a gente está vivendo agora, né?
07:31Olha, Mari, o que acontece aqui são dois pontos de vista, né?
07:34A gente tem, obviamente, muita gente, e eu falo de um país onde tem Georgia Meloni,
07:39a primeira-ministra extremamente aliada a Donald Trump, às vezes de modo exagerado, né?
07:46E bastante criticada por isso.
07:47Só que a visão geral é, Donald Trump, né, a gestão de Donald Trump não é confiável, né?
07:55Até semana passada ele queria atacar a Europa, queria atacar a Groenlândia.
07:59Existe também um cenário aqui que é muito difuso, do qual a sensação de que os Estados Unidos,
08:08no caso da própria Ucrânia, fez com que, criou toda a condição para que essa ideia da invasão da Rússia
08:18acontecesse, né, financiando, inclusive, Zelensky, né, fazendo apoio, fazendo convite para entrar na OTAN,
08:24então criando toda a condição para que isso acontecesse, e no final quem paga a conta é a Europa.
08:29Daí, quando a gente fala de paga a conta, é porque agora a gente está exatamente no inverno europeu,
08:34eu estou falando aqui, está bastante frio, né, pelo look que vocês veem, e aí o que acontece?
08:38Agora você não tem gás natural, que tornava, inclusive, a indústria, especialmente da Alemanha,
08:43da França, até da Itália, bastante competitiva.
08:45Eles tiveram que se adequar a outras possibilidades, inclusive comprando o liquefeito,
08:50que custa cinco vezes mais do que se pagava para a Rússia, dos Estados Unidos,
08:54e muito dependente do Catar.
08:56Agora, fechando a torneira do Catar, significa que Donald Trump e Estados Unidos
09:01colocam a Europa, novamente, como sócio minoritário de um problema que depois quem vai pagar é a Europa.
09:07Essa é a visão atual generalista, se a gente vai falar desde os palácios de governo até o bar da
09:16esquina.
09:17Isso não interessa a ninguém no mundo e também ao Brasil.
09:19Vamos puxar a sardinha para cá, porque uma Europa com problemas econômicos,
09:25isso pode afetar aqui o Brasil, o comércio com o Brasil,
09:28que recentemente o Mercosul assinou um acordo com a União Europeia,
09:33um acordo comercial, por quê?
09:34Para tentar vender mais para a União Europeia.
09:37Se ela fica enfraquecida economicamente,
09:39isso pode ter reflexos também econômicos e comerciais aqui com o Brasil.
09:43Diego Mendes Odierno, obrigado por enquanto.
09:45Já, já a gente volta a conversar.
09:47E agora a gente vai para um destaque, viu, Mari?
09:49No site da CNBC.
09:51Vamos colocar aqui na tela?
09:52Olha só, hein?
09:53Bancos centrais, Maria Almeida.
09:55Pois é, o conflito no Oriente Médio também traz um novo teste aí para os bancos centrais,
10:00porque na medida em que a inflação acaba sendo de novo arrecheada aí pelo choque do preço do petróleo.
10:08É verdade, porque a escalada no conflito no Oriente Médio eleva o risco de um choque,
10:12como a Mari estava falando, no petróleo e reacende temores de inflação global,
10:16colocando bancos centrais diante do dilema entre conter preços e sustentar o crescimento.
10:22Após ataques de Estados Unidos e Israel, que mataram o líder supremo do Irã, Ali Hossein Khamenei,
10:28o petróleo disparou e o tráfego no Estreito de Hormuz quase parou.
10:32O Brent avança para, agora, neste momento, quase 84 dólares, hein?
10:37E o WTI supera 75 dólares.
10:41A Nomura avalia que o choque pode levar países como Malásia, Austrália e Singapura a elevar juros.
10:47Já o Banco Central Europeu enfrenta o dilema de lidar com a inflação mais alta em meio a uma economia
10:54enfraquecida,
10:55especialmente porque a Europa depende fortemente de energia importada, como estava dizendo Diego Mezzogiorno.
11:02Você confere o conteúdo completo em www.cnbc.com, como aparece no rodapé da sua tela.
11:09Mário Almeida, a gente está vendo agora um petróleo subindo mais de 3%.
11:14Continua essa linha ascendente, já batendo quase 84 dólares o barril.
11:20A gente tem informação, por exemplo, das maiores gestoras de ativos alternativos no Brasil,
11:27que diz o seguinte, há um estresse exagerado em relação ao preço do petróleo.
11:31Por quê?
11:31A análise é que existe muito óleo, muita commodity embarcada, o petróleo está no mar,
11:37não está conseguindo chegar ao seu destino, mas que isso é uma solução mais fácil de resolver
11:42do que a falta do petróleo, uma oferta menor e que isso estaria resolvendo.
11:48Então, quando o petróleo começar a chegar no seu destino, a tendência é que o preço arrefeça.
11:53Existe esse olhar, é uma leitura do mercado.
11:56Isso realmente pode acontecer, Mário Almeida?
11:57Pode acontecer, inclusive, ontem, quando o Donald Trump chegou a publicar a menção
12:02de que ele faria a escolta justamente desse petróleo, ele falou da energia,
12:07que não pararia o mundo sem energia.
12:10Isso, inclusive, fez com que o petróleo caísse um pouquinho.
12:12A gente chegou a perder força alta, na verdade, até voltou para patamares inferiores a 80.
12:18Então, assim, teve essa possibilidade de arrefecimento da alta,
12:22que está conectada com essa situação que você mencionou.
12:25Inclusive, com o cenário mais amplo do petróleo, que há ainda uma dúvida, de fato,
12:30de o quanto essa escalada vai ser permanente.
12:33E aí tem tudo a ver com o tempo do conflito e com as reações possíveis.
12:36Agora, fazendo, inclusive, uma ponte com a notícia que a gente está vendo aqui,
12:40em relação aos bancos centrais, é importante reforçar.
12:43O que é uma escalada do petróleo para a economia como um todo?
12:46E o que isso tem a ver com o Banco Central?
12:48É porque aperta a inflação.
12:49Pode, na verdade, ter uma transmissão aí de todos os preços, nível geral de preços.
12:54E aí levanta o ponto.
12:56O que eu faço quando o preço está subindo em geral?
12:59Quando é custo, essa resposta não é nada trivial dos bancos centrais.
13:04Inclusive, lá quando teve o período da guerra da Ucrânia, quando ela começou,
13:08teve até indicação do próprio FMI que os bancos centrais respirassem fundo,
13:12segura na cadeira.
13:13Por quê?
13:13Porque alta de juros é reação pelo lado da demanda, é contenção de demanda.
13:17E não no custo, né?
13:18E não no custo.
13:19Então, assim, não vai direto no custo.
13:20É claro, se eu não tenho como reagir no custo, aí eu tenho que conter a demanda,
13:24mas a economia paga por isso.
13:25Porque agora, na verdade, é um custo.
13:26Exato.
13:26Ainda não é o problema da demanda ou o problema da oferta.
13:30É o custo porque os avisos não estão chegando.
13:32Você pode...
13:34Custa mais para você dar a volta, por exemplo, sair do Estreito de Hormuz
13:37e dar a volta pelo continente africano ou passar ali pelo canal de Suez,
13:41que é do Egito, ali que liga o Mar Vermelho ao Mar Mediterrâneo.
13:44Tá, você tem um custo maior.
13:45Então, é no custo.
13:46Não é na demanda e baixa oferta.
13:48Isso.
13:49Só que se você reagir muito rápido, se os bancos centrais já se anteciparem
13:53e se o clima daí, digamos assim, recessivo, com alta de juros e problemas,
13:58aí, do lado do custo, que impacta a decisão de oferta,
14:01porque eu posso querer produzir menos, porque a produção está mais cara.
14:03E aí, a demanda.
14:04O banco central colocando...
14:06Os bancos centrais colocando créditos mais caros,
14:08aí começa outra forma de transmissão,
14:11que é o pânico um pouco de generalidade.
14:13Xi, vai ter recessão.
14:14Se vai ter recessão, todo mundo vai ter menos liquidez.
14:16Se vai ter menos liquidez, eu vou levar meu recurso para casa.
14:19E aí, cai a liquidez, tem menos dinheiro, dinheiro mais caro.
14:22Então, é todo um ciclo recessivo que se inicia.
14:24Esse é o risco que a gente está vislumbrando por aqui.
14:27É, existe um estresse, mas, claro, há um temor até natural e técnico.
14:32Por quê?
14:33Porque a gente vê paralisação, realmente, de algumas refinarias no Oriente Médio,
14:36refinarias importantes ou importantes,
14:38refinarias ali que tem um percentual grande na produção mundial de petróleo,
14:43na Arábia Saudita, por exemplo, tem refinaria que representa 5% da produção mundial
14:48que está com a sua produção suspensa.
14:50Claro, há um temor ali técnico que é esperado,
14:53mas um estresse que pode ser passageiro à medida que você comece a escoar esse petróleo.
14:59Mário Almeida, vamos agora a um destaque do nosso site, aqui na tela?
15:03Vamos colocar, então?
15:04Olha ali, o que você estava falando, né?
15:06Trump oferece escolta a petroleiros no Estreito de Hormuz,
15:09que acabou ali fazendo com que o preço, naquele momento, foi ontem ali à tarde,
15:13e naquele momento caísse um pouquinho o valor à cotação do Brent.
15:18Então, o Trump anuncia garantias contra riscos políticos ao comércio marítimo no Golfo.
15:22A Marinha dos Estados Unidos pode escoltar petroleiros no Estreito de Hormuz.
15:26O governo promete assegurar fluxo global de energia diante da escalada regional.
15:33Esse é um destaque do timesbrasil.com.br.
15:36Então, esse é um destaque do nosso site, o Times Brasil,
15:39licenciado exclusivo CNBC, líder mundial em negócios no Brasil.
15:43Acesse www.timesbrasil.com.br
15:46e você aí de casa também pode acompanhar a nossa programação completa ao vivo,
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16:02E a direção da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
16:07afirmou que vê com preocupação os possíveis impactos de um prolongamento do conflito no Irã
16:12sobre os mercados globais e sobre os investimentos em bens de capital no Brasil,
16:18especialmente no setor agrícola.
16:19E quem chega com todas as informações para a gente é o repórter Léo Valente,
16:23que já está ao vivo no pré-market.
16:26Oi, Léo! Seja muito bem-vindo.
16:28Sempre bom falar contigo.
16:29Olha, o setor de carnes já está preocupado,
16:32inclusive projetando aí impacto de 40% nas vendas para fora do país,
16:38especialmente na região do Oriente Médio e da Ásia.
16:40E agora a indústria também de máquinas e equipamentos.
16:44É isso, meu amigo?
16:47É exatamente isso, Eric.
16:49Bom dia para você, bom dia para a Mariana,
16:51para todo mundo que está acompanhando a gente no pré-market.
16:53Mas aí você pode ficar se perguntando,
16:56mas como é que a indústria de máquinas aqui está apontando nessa preocupação?
17:02Por causa da cadeia que influencia em tudo isso.
17:05Você falou sobre a carne.
17:06Por que a carne é importante?
17:08Porque o setor frigorífico aqui do país também investe na compra de máquinas.
17:12É importante esse tipo de investimento para manter a produção,
17:16para atualizar o maquinário e para atender tanto o mercado interno como externo.
17:20Então, tudo isso tem esse efeito cascata,
17:22esse efeito em cadeia e que também leva preocupação
17:26para a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas, a Abimac,
17:30que fez um balanço sobre os resultados do começo desse ano, do mês de janeiro,
17:35e aproveitou também para comentar sobre os temores que essa guerra traz para a cadeia produtiva.
17:42Existe tanto o temor de aumento nos custos,
17:45porque fica mais difícil importar insumos.
17:47A gente lembra que o Irã é um dos mercados onde o Brasil vai buscar os fertilizantes,
17:53insumos que são necessários para a produção agrícola,
17:57mas também tem o mercado asiático, no Oriente Médio,
18:01os países árabes também são importantes compradores de produtos agrícolas brasileiros.
18:07Então, existe essa preocupação no aumento dos insumos e também do frete,
18:13por esse outro motivo que a gente vem comentando aqui,
18:16o risco de tráfego marítimo naquela região.
18:20A gente sabe que o Irã diz ter fechado o Estreito de Hormuz para a passagem de navios petroleiros
18:25e aquela é uma rota em próxima.
18:30A gente volta com você, Eric.
18:32Obrigado, viu, Léo Valente, pelas suas informações.
18:35Já, já a gente volta a conversar.
18:36O Léo Valente falando ao vivo de São Paulo.
18:39O Marelmei dá essa preocupação do setor também industrial,
18:43de alguns setores da economia.
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