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Gabriel Galípolo reforça que a política monetária brasileira segue calibrada. Apesar da possibilidade de redução da Selic, o Banco Central monitora inflação, emprego e câmbio antes de decidir. Expectativa é que próximos dados, incluindo IPCA e PNAD, orientem o ritmo de cortes.

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Transcrição
00:00O presidente do Banco Central disse durante um evento da Associação Brasileira de Bancos
00:04que a indicação de corte na taxa de juros não significa uma, abre aspas,
00:10volta da vitória, fecha aspas.
00:13Gabriel Galípolo ressaltou que os dados ainda mostram uma atividade econômica resiliente
00:18e que é preciso calibrar a política monetária.
00:22Com a incerteza, partindo dos Estados Unidos,
00:27há um comportamento, uma correlação um pouco nova ou inusitada
00:32em momentos de aversão a risco.
00:35A gente está assistindo um momento de aversão a risco
00:37gerar algum tipo de rebalanceamento favorável a alguns países emergentes,
00:42o que é o contraintuitivo que a gente espera historicamente.
00:46Então, isso somado à política monetária,
00:49eu acho que aquele debate sobre a eficiência da política monetária,
00:52eu acho que a gente conseguiu demonstrar que ela funciona,
00:55a política monetária funcionou.
00:57Ela vem entregando.
00:59É possível também dizer que talvez os mecanismos de funcionamento dela
01:04que perpassam a questão câmbio e expectativas
01:07tenham se apresentado de maneira mais rápida, mais evidente
01:10do que se imaginaria para a questão da atividade econômica.
01:15E é por isso que a gente está usando essa terminologia da calibragem.
01:19A gente entende que não fazer um reconhecimento
01:23de que a gente está numa situação diferente do que estávamos naquele momento
01:27onde a gente conclui a alta.
01:29Faria pouco sentido transmitir uma certa alienação dos dados,
01:33seria pouco factual por parte do Banco Central,
01:35mas também esta não é uma volta da vitória,
01:39porque justamente a gente ainda tem dados que mostram uma resiliência econômica
01:43e por isso que a gente está falando de um ajuste.
01:45Nós estamos falando de um ajuste que, e é importante eu ressaltar,
01:48para que não se fixe numa ideia eventual de que o Banco Central está perseguindo
01:53algum nível de taxa de juros real, não se trata disso.
01:57Nós vamos seguir observando os dados.
02:00Entendo que como começa um ciclo, às vezes importa muito como sinal
02:06ou até para quem está fazendo apostas no mercado,
02:09mas o ponto para a gente é menos sobre isso e mais reforçar a parcimônia,
02:15a cautela que a gente vai ter para ir colhendo os dados
02:18e podendo dosar o nível de restrição da política monetária
02:22para a gente ter segurança que a gente pode produzir uma convergência
02:26da inflação para a meta.
02:28Eu volto com Vinícius Torres Freire.
02:31Vinícius, o Galípolo reforçou o que disse a ata e o comunicado
02:35da última reunião do Copom, foi isso?
02:37Exatamente, Cris.
02:38A gente viu o comunicado que falou de parcimônia, cautela,
02:42aí veio a ata que não disse nada de novo,
02:45parcimônia e cautela e com a palavra serenidade repetida também.
02:49Hoje o Galípolo, que eu me lembro, só não repetiu a palavra serenidade.
02:53O que ele está dizendo é que existem condições para começar a cortar juros,
02:58mas, isso está implícito, a expectativa de inflação para o ano que vem,
03:03que é o horizonte relevante para o Banco Central, ainda está em 3,8%
03:07e a meta é de 3%, embora as projeções do Banco Central já indiquem inflação
03:12lá no terceiro trimestre em 3,2%.
03:14Mas as expectativas não baixam.
03:16Mas o que ele está dizendo é o seguinte, vamos esperar os dados
03:18e até a próxima reunião do Banco Central, que é no dia 18 de março,
03:22a gente vai ter pelo menos 3 dados muito importantes aqui no Brasil.
03:26A gente vai ter o IPCA de amanhã, a gente vai ter o IPCA no começo de março
03:30e a gente ainda vai ter pelo menos um dado importante de emprego e inflação de serviços,
03:35que é a PNAD do IBGE, que a gente vai ter uma até o dia da decisão.
03:40Quer dizer, tem dado muito importante para sair, tem que ver o comportamento da taxa de câmbio.
03:45A gente acabou de falar, está em 5,18%.
03:47Tudo isso é importante, inflação, as duas medidas de inflação,
03:51a medida de taxa de desemprego e ganho de renda.
03:54Mas, se a gente ainda por cima tiver taxa de câmbio caindo,
03:58além, abaixo de 5,18%, tudo isso muda a perspectiva do Banco Central.
04:03Claro que um Banco Central não pode fazer política monetária com base em taxa de câmbio.
04:07Mas vamos lembrar, em dezembro, agora há pouco, a gente chegou a ter dólar batendo em 5,6%.
04:13A gente está em 5,18% e a tendência mundial é de queda.
04:16Então, o que o Galipo está dizendo?
04:18Vamos esperar para ver, vamos esperar que ainda tenha, aliás, política monetária,
04:21taxa alta de juros desacelerando a economia brasileira.
04:24E até dia 18 de março tem muita água para rolar.
04:27Aliás, março, as águas vão rolar, gritos de carnaval e as águas de março,
04:33acabando com o verão da política, ou o inverno da política monetária arroxante,
04:37vai ter muita água para rolar e a gente vai ver se dá para baixar 0,25% ou 0,5%.
04:44Tem gente que chuta até 0,75%.
04:46Mas o que ele está dizendo é cautela e calibragem.
04:49Calibragem vai ser o quê?
04:51Ajustar a máquina de acordo com os dados que forem chegando.
04:54E esses são os dados importantes.
04:55Dois dados de inflação, um dado de emprego e taxa de câmbio.
04:58Obrigada mais uma vez, Vinícius.
05:00E o mercado financeiro...
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