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O Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, cobrou coerência das autoridades sobre o PL da Dosimetria, já aprovado na CCJ do Senado Federal. Ele afirmou que o discurso deve ter coerência com as ações práticas. Reportagem: Misael Mainetti.

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Transcrição
00:00Vamos trazer então agora um pouco mais de repercussão sobre esse tema pra gente depois enriquecer o nosso debate.
00:05O diretor-geral da Polícia Federal se manifestou sobre a redução de penas.
00:10Andrei Rodrigues cobrou coerência das autoridades, como vai contar pra gente agora o Misael Mainete.
00:14Bem-vindo, meu amigo.
00:18É, o Andrei Rodrigues tem falado bastante sobre esse tema.
00:22Muito boa tarde pra você, Evandro, e pra todo mundo que acompanha o 3 em 1.
00:26Dessa vez ele falou de novo, criticou a redução em relação às penas, reduções essas discutidas pela dosimetria que está em tramitação pelo Congresso.
00:37E a fala dele teve a ver com a linearidade entre os três poderes, no que ele chama de discurso e prática.
00:46Ou seja, os três poderes têm que ter discurso e prática aliados, especialmente no tratamento do crime organizado.
00:54Palavras essas, então, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
00:59Ele voltou a criticar o projeto de lei que altera a dosimetria penal e aí ele disse o seguinte, abre aspas.
01:07Nós precisamos ter coerência.
01:09Nós, autoridades públicas dos três poderes, temos de ter coerência entre o discurso e a prática.
01:15Não vale pregar mais o recrudescimento de pena, proibir benefícios constitucionalmente previstos e, na hora da prática, fazer outra coisa, como, por exemplo, propor anistia ou propor afrouxamento de penas para quem comete crime organizado, fecha aspas.
01:33referência ao que aconteceu ao presidente da Alerja, Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
01:40Lembrando que, na segunda-feira, a gente falou que, para Andrei Rodrigues, ele, em um evento, ele havia dito de...
01:47Ele havia falado sobre condescendência, também havia falado que esvaziaram o tema do crime organizado e feito uma crítica direta, inclusive, aproveito a oportunidade para falar aqui,
01:58feito uma crítica direta à Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, porque ele falou da ação que aconteceu no Rio e deixou mais de cem pessoas mortas, cem criminosos mortos, de acordo com a pasta,
02:10e falou que não pode matar dez, vinte ou cem no dia e no outro, esses postos estarem ocupados.
02:17Inclusive, sobre esse tema, conversei com o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor Santos, ontem, e ele disse que, para ele, para Victor dos Santos,
02:27Andrei Rodrigues, que é o diretor da PF, desconhece a política pública de segurança pública do Rio de Janeiro.
02:34Evandro, volto com você, inclusive, na segunda-feira, aí agora indo mais para um lado, Sônia Abrão, estava conversando com o Evandro,
02:41sobre coisas pessoais, problemas meus pessoais, e ele usou a palavra condescendência, eu lembro disso.
02:48Você falou assim, isso chama condescendência.
02:50Palavra bonita, né? Condescendência.
02:53Você não...
02:54Momento, Sônia Abrão.
02:56Vai com esse cara fofoqueiro, né?
02:58Fica contando...
02:59Mas volta o assunto...
03:00Fica contando as histórias de bastidor aqui.
03:02Mas você vê, agora você tem uma palavra nova aí para o seu repertório, para você aproveitar enquanto participa do nosso 3 em 1, meu amigo,
03:09para enriquecer ainda mais as informações de qualidade que você já traz aqui para a gente todos os dias, Misaer.
03:15Ô, Bruno Musa, quero falar contigo sobre essa manifestação do diretor-geral da Polícia Federal.
03:19Você acha que estaria havendo incoerência das autoridades em relação ao PL da dosimetria?
03:25Veja, eu fiquei pensando aqui por que realmente ele se posicionar nesse ponto como diretor-geral da Polícia Federal, né?
03:35Onde estavam todas as autoridades cobrando coerência dessas instituições quando a coisa foi degringolando nos últimos anos e quando, por exemplo, advogados pediam acesso a determinados autos para terem acesso às provas ou do que seus clientes estavam sendo acusados e eles não eram ouvidos?
03:58Onde estavam todos eles quando cresceu o debate maior a respeito de uma fuga do que é a Constituição, respeita a própria Constituição?
04:09Então, eu acho o Evandro Osseno muito direto aqui com tudo isso, que está faltando coerência, mas não é agora, está faltando coerência há muito tempo.
04:17E aí me estranha justamente pedirem a tal da coerência agora, quando simplesmente nenhum dos processos ou muito poucos dos processos legais, dos ritos legais foram seguidos.
04:30Agora, enquanto diretor da Polícia Federal também, ao menos não é a minha área como um todo, mas me causa estranheza esse tipo de cobrança dessa autoridade como um todo.
04:42Afinal de contas, me parece que muitas das autoridades e das instituições estão ultrapassando aquilo que lhes é permitido pela própria Constituição em si.
04:55Onde um deveria ser técnico, passam a legislar, o que deveria legislar tem que ficar quieto porque o outro poder, em trono dele, não permite que ele mesmo faça o seu trabalho.
05:10Enfim, a coisa está muito bagunçada e o resultado é essa falta de previsibilidade e de segurança jurídica que vivemos hoje.
05:17Como é que você avalia, hein, Piperno?
05:19Olha, veja, cobrar a coerência de autoridades aqui no Brasil é algo muito simples, né?
05:31Porque, vejam, aqui no Brasil as autoridades cometem barbaridades.
05:37Então, de fato, eu entendo até a reação de uma corporação que trabalhou muito nesse processo e, de repente, todo o trabalho pode ser rasgado, dependendo do nível de liberalidade que for aprovado em relação a esse projeto de dosimetria ou, como até queriam alguns, de anistia.
06:02Então, não faz nenhum sentido você gastar tanto tempo, tantas investigações e tantos investimentos, inclusive, para depois alguém chegar e falar, ó, isso não vale nada, agora vamos anistiar todo mundo.
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