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Durante um discurso em Tóquio, Donald Trump voltou a defender tarifas como ferramenta de segurança nacional e afirmou ter encerrado oito guerras. Mariana Almeida analisou as declarações e destacou os impactos econômicos das novas alianças entre EUA, Japão e Coreia do Sul.

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Transcrição
00:00Marina, nós vamos para um Breaking News agora.
00:06E nós vamos ouvir, então, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falando em Tóquio.
00:18A gente acabou com oito guerras em oito meses.
00:22Eu acho que tem outra vindo.
00:23A gente foi muito bem no Oriente Médio, mas com a Rússia eu achei que ia ser fácil na Ucrânia e Rússia,
00:33pela relação que eu tenho com o Putin, mas, por enquanto, isso não deu certo como eu imaginei.
00:38Mas a gente vai chegar lá, vamos fazer isso também.
00:41Vai ser a número nove, e acho que vai ser isso.
00:47Então, ou a gente faz isso, senão muita gente morre e a gente não gosta disso.
00:53Obrigada.
01:05Bom, tem muita gente muito boa que está aqui.
01:10Eu vou encontrar o presidente Xi daqui, depois de amanhã.
01:14Eu vou para um lugar incrível.
01:17Nós vamos nos encontrar na Coreia do Sul, que é um lugar onde ele acha que todos deveriam ir.
01:21Temos um pequeno problema com o sinal, direto lá de Tóquio, da CNBC norte-americana,
01:28e já, já, a gente vai voltar a ouvir o presidente Donald Trump.
01:32Voltou?
01:32Vamos voltar, então, para o Japão?
01:34Trump falando.
01:35Vamos acompanhar.
01:36Eu acho que vai estar tudo muito certo.
01:44Ele está falando muito otimista.
01:49Ele está elogiando...
01:51Bom, o secretário está aluzindo a equipe que está fazendo o trabalho, levantando aí os secretários
01:59para falar da importância da construção aí também, das conversas para chegar no anúncio
02:04que ele está ensaiando aí, que vai fazer na quinta-feira.
02:07Ele era secretário da guerra, era do Departamento da Guerra.
02:26A gente ficou politicamente incorreto.
02:29A gente ganhou a Primeira Guerra, a Segunda Guerra Mundial.
02:34Ganhamos tudo no meio, no final.
02:35Então, depois que a gente ganha...
02:38E aí...
02:43Estão todos fazendo um ótimo trabalho, estão todos com as secretárias.
02:52Agora, secretário da Defesa.
02:54Obrigado, Pete.
02:59Você sabe, nós costumamos ser secretários da guerra,
03:02era o Departamento da Guerra,
03:04e depois se tornamos politicamente corretos.
03:06Ele está repetindo, falando que eles ganharam...
03:11Tinha antes o nome secretário da guerra, que depois foram politicamente incorretos.
03:16Ganhou a Primeira Guerra, acho que foi a Primeira Guerra, a Segunda Guerra,
03:20ganhamos tudo o que tinha no meio.
03:22Mas aí a gente largou.
03:27Mas aí, vamos voltar.
03:29E aí, o que que você...
03:29Volta, Pete.
03:31Ele falou, eu quero, eu quero.
03:32Ele está fazendo um ótimo trabalho agora, inclusive também nas fronteiras dos Estados Unidos.
03:40Não tem mais drogas vindo pelo mar, eles resolveram dar a volta.
03:45A gente está vendo o que está acontecendo.
03:46Mas o trabalho todo tem sido incrível no que a gente tem feito sobre as nossas fronteiras.
03:54Antes as nossas fronteiras estavam totalmente abertas, agora estão fechadas.
03:58A gente tirou pessoas que nunca deveriam ter nem entrado nos Estados Unidos,
04:00que vieram de prisões,
04:02de instituições mentais.
04:04Bom, está falando sobre pessoas que entraram, que usavam documento, usavam drogas e remédios
04:21de uso mental, e que agora a gente está conseguindo enviar embora, porque a administração anterior
04:26fez um trabalho horroroso.
04:28O que eles fizeram para o nosso país é péssimo.
04:31A gente tinha um país que estava morto.
04:34Muitos dos líderes que eu encontrei, inclusive o rei da Arábia Saudita disse,
04:40caramba, o seu país, a gente achou que o seu país estava morto.
04:42No ano passado, você achou que os Estados Unidos estavam mortos.
04:46Agora é o maior país do mundo.
04:49Você é o principal líder.
04:51Eu não quero insultar ninguém, inclusive, mas é o que disseram,
04:53que eu sou o mais quente, o que está no alto.
04:58Também quero agradecer o secretário do Tesouro, Scott Bassett.
05:02Obrigada, Scott.
05:02Como ele é bom aí na televisão.
05:05Ele pega os mercados, conversa com os mercados.
05:09Ele acalma.
05:11Vai lá, Scott, arruma tudo lá para mim.
05:16Vai lá na TV, ele vai lá, bá, bá, bá, bá, bá.
05:19Ele é ótimo.
05:20Estou pensando em colocar ele no Fed.
05:24Agora a câmera vai falar, breaking news, breaking news.
05:28Mas ele não vai pegar esse trabalho.
05:30Então, eu não estou pensando em ele, na verdade.
05:33Mas ele é muito bom.
05:34Eu estou muito orgulhoso do trabalho dele.
05:37Também estou muito orgulhoso do trabalho de Howard Lutnick, secretário do Comércio.
05:41Eu acho que é 5 bilhões.
05:51A gente estava abaixo de 5 bilhões.
05:52Depois a gente teve mais dois que acabaram de anunciar.
05:56Inclusive a Toyota.
05:5710 bilhões que vão abrir mais plantas lá nos Estados Unidos.
06:03Então, é muito bom.
06:04Por causa das tarifas e por causa da eleição de novembro do dia 5 também.
06:11Então, em termos da segurança nacional, isso é importante.
06:18Muitas das guerras que eu consegui parar foram por causa das tarifas.
06:23E eu fiz um grande trabalho para o mundo com as tarifas.
06:26Olha a Índia, olha a Paquistão.
06:29A gente derrubou sete aviões que estavam indo para apoiar uma questão nuclear.
06:43E o primeiro-ministro falou, nossa, você é um bom homem.
06:45Eu falei para eles, olha, a gente não vai fazer nenhum acordo com vocês se vocês não baixarem essa guerra.
06:53Então, a gente derrubou essa questão nuclear.
07:00A gente não vai fazer nenhum acordo se vocês vão brigar e brigar com o uso de poder nuclear.
07:09Então, a gente fez algumas dessas negociações.
07:13Então, eu diria que o comércio foi responsável por 70% da justificativa para a gente não ter uma guerra nas nossas cabeças.
07:23Então, foi impressionante o quão rápido foi isso.
07:26Porque estão protegendo milhões de pessoas.
07:30Então, a gente está muito feliz sobre isso.
07:31Eu queria também dizer que o nosso representante de comércio,
07:37Jim C. Greene,
07:37cadê ele?
07:43Ele sempre deixa todo mundo muito feliz.
07:47Eles têm tanta confiança nele.
07:49Mesmo o outro lado.
07:49Os dois lados têm que ter confiança no negociador, principalmente quando são trocas entre países.
07:56Está fazendo um ótimo trabalho. Parabéns.
07:57Eu realmente estou muito satisfeito.
07:59E a gente teve um dia fenomenal aqui no Japão.
08:06A gente conseguiu um lindo, lindo, lindo acordo de comércio para os dois países, na verdade.
08:12Pelo que eu sei, o Japão também teve o melhor dia no mercado de ações.
08:18Então, a sua nova primeira-ministra está indo muito bem.
08:22Primeira mulher, hein? Primeira-ministra.
08:24E você já foi ao topo das ações do mercado acionário.
08:29Então, ela está muito feliz. A gente passou o dia todos juntos. Foi ótimo.
08:33A gente foi para o...
08:34Foi no espaço de George Washington. Falamos de George Washington.
08:41Falamos de George Washington.
08:45Pessoal da Marinha, muitos também outros militares. Foi muito importante.
08:49Queria dizer que ela é muito boa. Acho que ela vai ser uma excelente primeira-ministra.
09:00Eu a conheci bastante bem, num período curto.
09:03Ela foi uma ótima amiga, uma aliada.
09:06Então, o mundo de nações...
09:10O que aconteceu com o líder...
09:22Então, ele estava falando sobre o americano George Washington.
09:32Então, ele estava falando sobre o americano George Washington.
09:36O único navio que não volta para os Estados Unidos que fica aqui.
09:41É uma...
09:42É um grande...
09:44É um grande...
09:45Encontro de militares.
09:47Foram muitos, eram muitos militares.
09:50Fantástico esse dia.
09:51E foi muito entusiasmo em torno...
09:52É, como que você fala na frente de tanta gente, tantos militares?
09:57Tem tanto amor.
09:59Tem tanto amor naquele navio, que é muito fácil fazer isso.
10:04Minhas pessoas não entendem o quão fácil é todo aquele amor.
10:07Então, essa noite, eu estou muito feliz que a relação com os Estados Unidos e Japões está forte.
10:14Está crescendo, está próspera.
10:18Acho que é melhor do que sempre.
10:19Bom, então, a gente acompanhou a fala de Donald Trump, que segue num pronunciamento lá no Japão.
10:30Mariana Almeida, que trouxe brilhantemente a tradução desta fala do presidente norte-americano.
10:38Além de analista econômico, ainda faz uma tradução impecável.
10:42Mariana Almeida, eu anotei alguns pontos aqui desta fala do republicano.
10:49Ele diz o seguinte, mais uma vez, ele fala sobre investimentos de empresas japonesas nos Estados Unidos.
10:56Diz que a Toyota anunciou investimentos lá.
10:58Só que é uma situação engraçada, porque ele anuncia sem ter um outro lado.
11:02E a gente fica meio sem saber, porque geralmente, depois, vem um...
11:08Erramos, não por parte de Donald Trump, mas é que vem, por exemplo, as empresas ou o próprio governo japonês.
11:14Então, não é bem assim, né?
11:15Então, o Donald Trump tem esse modo desoperante de sair na frente e alardear investimentos maiores, talvez, ou acordos maiores do que realmente são.
11:25Ele segue nessa estratégia para ver se sensibiliza, talvez, é isso?
11:28Pois é.
11:29Inclusive, há um mês atrás, mais ou menos, ele fez um grande anúncio com o Keir Starmer lá no Reino Unido, de trilhões de dólares e libras que seriam investidos.
11:40E depois, tem uma arrefecida, ninguém mais falou de boa parte disso.
11:43Agora, de novo, no caso do Japão...
11:45O Coreia do Sul também é 550 bilhões de dólares, aí o governo do Coreia, então, não é bem 550 bilhões.
11:51Na Coreia, eles estão tentando entender, agora, colocar no papel que é o movimento mais sólido de tentativa de, de fato, deixar nítido ou qualquer investimento.
11:59Vamos ver esse caso do Japão, o que vem na sequência da visita.
12:02Mas uma das saídas que algumas empresas têm usado, que alguns países têm usado, caso o Japão e Coreia acontecer a proposta,
12:08é falar que é usar dólares que já estão investidos nos Estados Unidos para dizer que isso aqui está disponível para as indústrias americanas.
12:15Então, essa é uma saidinha pela direita, porque é um recurso que já está, de fato, disponível, mas tentando contabilizar.
12:20Vamos ver o que sai de concreto, se existem realmente várias plantas de produção de Toyotas nos Estados Unidos que vão brotar a partir dessa visita.
12:28Exatamente. E outra coisa que eu anotei aqui, que eu destaco, ele falou assim, a gente fez um acordo interessante, acordo bom para os dois lados, para o Japão também.
12:36Até onde eu observei e vi, a melhor parte ficou para os Estados Unidos, que é justamente sobre terras raras e minerais críticos.
12:45Por quê? Porque há esse impasse, esse entrave dos Estados Unidos e China, a China que tem a maior reserva de terras raras do mundo,
12:51e os Estados Unidos são dos maiores compradores desse produto.
12:58E aí, como tem aí uma espécie de contenção na exportação para os Estados Unidos, eles precisam tirar de algum lugar.
13:06Então, já buscaram, por exemplo, falaram com o Milley para pegar na Argentina, na Austrália também teve ali um acordo,
13:13fecharam até de 8 bilhões de dólares em relação a terras raras, agora no Japão, porque os Estados Unidos precisam de minerais críticos
13:22para o setor de defesa, para o setor automobilístico também.
13:25Por isso que ele, de novo, usou aqui a relação ao falar de comércio.
13:28Você vê que durante toda a fala dele, ele trouxe algumas vezes a relação comércio e segurança nacional.
13:32Ele conecta muito esses dois aspectos, dizendo, olha, a economia norte-americana está ligada à segurança norte-americana.
13:38E aí, o aspecto das terras raras, talvez seja um dos aspectos mais centrais nesse debate.
13:44Agora, a questão, Klein, é que mesmo negociando com tantos países, em termos de volume,
13:48o que ele está acessando, pelo menos para o curto prazo, ainda é muito menor do que o que a China dispõe.
13:53A China é realmente a maior reserva do ponto de vista de capacidade também extrativa no momento, mas, enfim, mais de 70%.
14:00Então, está se desenhando uma situação curiosa.
14:03Tem que ver o detalhe dos acordos que a gente nunca conhece,
14:05mas onde ele acaba se posicionando num lugar muito central, com todos os países fornecendo a ele,
14:11mas, ainda assim, inferior à China.
14:13Isso, de alguma maneira, polariza mais esse assunto
14:15e torna outros países dependentes da relação com os Estados Unidos, menos a China.
14:20Exatamente.
14:21Inscreva-se aí
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