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O Conselho de Administração dos Correios se reúne para analisar um pedido de empréstimo de R$ 10 bilhões em 2025 e mais R$ 10 bilhões em 2026, com aval do Tesouro Nacional. A medida visa equilibrar as contas da estatal, que registrou prejuízo de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre, mais que o triplo do valor registrado em 2024. Alan Ghani analisou.
Comentarista: Alan Ghani

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Transcrição
00:00O governo do presidente Lula articula com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e bancos privados a concessão de um empréstimo para socorrer os Correios.
00:09Alan Gani aqui com a gente nos estúdios da Jovem Pan, Gani, os Correios precisam de dinheiro e não é pouco não.
00:14Não, não é pouco não, 20 bilhões de rombo nos Correios e de alguma forma isso é pago pela sociedade brasileira porque a gente está falando de uma empresa estatal.
00:23Os Correios alegam que é um problema por conta do envio de remessas internacionais, por conta da questão tarifária, mas não cola muito não essa justificativa até porque a tarifa veio este ano e o rombo se acumula aí já há alguns anos, principalmente a partir de 2023.
00:42O que a gente observa nos Correios é um aumento muito forte com a despesa de pessoal, ou seja, salários.
00:50Então tudo indica que é uma má gestão, um loteamento aí da estatal e isso evidentemente que não está ligado à eficiência econômica, a um critério econômico, mas muito mais a um critério político.
01:05Problema de má gestão que acaba, quem paga essa conta é a sociedade brasileira.
01:10Mas não é um sistema de monopólio, Gani? E outra coisa, se fosse privado, o que aconteceria com o CEO da empresa na necessidade de 20 bilhões?
01:17Quer dizer, é velha história. E aí quando fala assim, o tesouro vai bancar, o tesouro somos nós.
01:21Exatamente.
01:22Quer dizer, o avalista somos nós.
01:23Não, exatamente, né? Então quando a gente fala o tesouro, o tesouro não é um ente abstrato que flutua pelo ar, né? Muito pelo contrário.
01:30Tesouro é a gente, é a gente lá por meio de impostos ou o tesouro captando recursos da sociedade que a gente também emprestando para o governo federal.
01:38Então é a gente que está bancando todo este prejuízo e como você bem pontuou, Matos, olha só, se fosse uma instituição privada, mas há muito, muito tempo o CEO já seria demitido.
01:50O que não acontece na esfera pública. Por quê? Porque é o objetivo político e não o objetivo econômico.
01:59No objetivo econômico, quem paga a conta são os envolvidos e não é toda a sociedade no setor privado.
02:06Quando a gente mistura o objetivo econômico com o objetivo político, aí a coisa começa a se complicar.
02:12Isso aí, até mais para você, Gani. Obrigada.
02:14Valeu, Gani.
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