Na estreia do quadro Negócios em Jogo, o piloto e empresário Cacá Bueno mostrou como a Copa do Mundo 2026 já movimenta orçamentos, publicidade e investimentos, abrindo bilhões em oportunidades para as empresas.
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00:00Hoje é dia de estreia aqui no Real Time, ninguém menos que Cacá Bueno virá aqui todas as terças-feiras
00:12para o quadro Esporte e Negócios. Seja muito bem-vindo, Cacá, uma honra ter você por aqui.
00:18Uma honra toda minha.
00:19Bom, a gente vai trazer agora um pequeno resumo da carreira do Cacá antes da gente começar.
00:24Tá, ele começou no kart com 12 anos, já foi campeão da Stock Car Light, pentacampeão da Stock Car Brasil
00:31e também tricampeão da Copa Fiat. Além disso, claro, é um grande empresário aí do setor esportivo,
00:38sempre ligado também à comunicação, né, Cacá?
00:40Sempre ligado à comunicação, ligado ao esporte no geral, tem agência de marketing esportivo há muitos anos,
00:45cuido da carreira de outros atletas. Hoje eu estou aqui num papel diferente, falar de negócio mais ansioso
00:51do que na hora de uma largada. Estou aqui estreando e feliz de estar estreando, a gente vai poder contar um pouquinho
00:55dos bastidores, o que a gente faz para a bola rolar, para o carro largar, para as coisas acontecerem no mundo do esporte.
01:02É isso, ó. Eu queria começar falando com você sobre Copa do Mundo de 2026.
01:06Para o público comum parece que é um pouco cedo para falar disso, mas no mundo dos negócios o calendário deve estar apertado já, hein, Cacá?
01:12É, é um excelente assunto, porque na verdade a Copa já começou, o juiz já apitou, a bola está rolando,
01:16porque para as empresas brasileiras elas têm que definir qual é o budget, qual é o orçamento de mídia
01:21que eles vão ter para o ano que vem. Então está todo mundo já sentado com seus conselhos, com seus bodes,
01:27está todo mundo decidindo o quanto eles vão gastar no ano de Copa do Mundo e o que eles vão fazer
01:32no ano de Copa do Mundo. E não é pouca coisa, porque mesmo quem não gosta de futebol é impactado
01:38pelo ano da Copa do Mundo. Você pode não querer saber, mas você vai sentar num bar e o assunto é Copa do Mundo.
01:43É impossível evitar, né? É impossível evitar até no mundo dos negócios, o quanto vai movimentar,
01:48o que não vai movimentar, o que cada empresa vai fazer. Então você tem muitas oportunidades de negócio
01:53no ano da Copa do Mundo e as empresas precisam definir já, porque elas precisam ali já reservar esse orçamento
01:59ou negociar direitos de transmissão ou outras coisas para o ano que vem. Então a Copa, o juiz não apitou,
02:05você ainda não está vendo muito jogo, mas a Copa para as empresas ela já começou.
02:09E aqui a gente tem alguns números impressionantes, né?
02:12Esses são números que a gente trouxe da Copa no Brasil e vale lembrar que a Copa, principalmente
02:17depois das Olimpíadas, esses eventos presenciais, eventos de esporte, ganharam mais força ainda
02:22depois da pandemia, desculpa. Mas esses são números de 2014 no Brasil.
02:27Teve um impacto gigantesco e vamos lembrar que a Copa vai ser feita lá nos Estados Unidos,
02:31um lugar ainda mais turístico que o Brasil. Infelizmente, a gente tem um potencial enorme para isso.
02:35Mas foram 3,7 milhões de turistas que vieram ver a Copa no Brasil em 2014, deixaram 7 bilhões de reais no país.
02:44E principalmente um fato bem relevante é que o gasto do turista por esporte, ele é maior individualmente
02:50do que um outro tipo de turista. Foram 5 mil reais, um pouco mais de 5 mil reais, gastos em média diário
02:56por um turista que veio acompanhar uma Copa do Mundo, por exemplo.
03:00Imagina como não vai ser isso nos Estados Unidos. Não é só Estados Unidos, né? América do Norte.
03:04Gente, a Copa vai visitar México, Estados Unidos e Canadá.
03:07Mas grande parte da Copa acontecerá nos Estados Unidos e vai ter gente do mundo inteiro visitando.
03:13Agora, quando a gente fala de negócios, vocês, por exemplo, que trabalham muito com a comunicação, né?
03:19Vocês percebem que dentro do setor de comunicação, todo mundo que puder tirar uma casquinha da Copa vai tirar?
03:24Todo mundo vai tirar. Seja no entretenimento, falando de negócios, falando de esporte.
03:32No fundo, todas as empresas querem fazer parte de alguma maneira, né?
03:36Isso a gente vê que eles têm que definir essa estratégia.
03:39O que a gente vai falar de Copa do Mundo?
03:42A gente vai fazer out of home, quer dizer, aquela publicidade que a gente vê no elevador, no outdoor, fora de casa.
03:47Eles vão comprar direitos de televisão e vai estar no comercial?
03:50Vamos fazer campanha? Vamos contratar um embaixador de marca para falar sobre esse assunto de Copa?
03:56Vamos levar as pessoas e fazer promoção lá nos Estados Unidos?
03:59Vamos fazer uma campanha de incentivos?
04:01Ou quem comprar vai ser sorteado para ver o Brasil na Copa?
04:04Então, todas as empresas, de alguma maneira, olham uma oportunidade na Copa do Mundo.
04:09Seja aquelas tradicionais, quem nunca viu aquelas, principalmente de televisão, fazendo campanhas para você comprar uma TV nova para ver a Copa.
04:17E agora não é só a TV, né? Você pode acompanhar uma Copa por streaming, pelas redes sociais.
04:22Então, também vendendo um telefone com uma tela maior, com uma tela nova.
04:26Então, você tem desde as campanhas de venda do seu próprio produto, como experiências, relacionamentos, campanhas, mídias, direitos.
04:35Todas as empresas, de alguma maneira, vão estar lá, nem que seja, para vender uma roupinha com as cores do Brasil.
04:42Você agencia vários atletas, imagino que até alguns atletas aposentados também, né?
04:47Já está tendo procura por eles para esse engajamento aí, para a Copa do ano que vem?
04:51Na verdade, eu não estou com nenhum atleta aposentado lá na agência.
04:54Mas sim, a gente já sabe que tem procura por eles.
04:57Então, óbvio que principalmente ex-jogadores de futebol, e a gente tem um detalhe específico para essa Copa.
05:03Ela volta aos Estados Unidos, é a Copa do nosso Tetra.
05:06Tem muitos personagens ainda na lembrança emocional.
05:08É o nosso último título, né?
05:10A gente teve o Penta, né?
05:11Mas o Penta foi de madrugada e talvez menos impactante do que o Tetra.
05:15Aí puxar um pouco a sardinha lá para casa, tem aquela do Galvão clássica pulando com o Pelé, gritando é Tetra, é Tetra.
05:21E ali você tem personagens históricos, né?
05:24Você tem o Branco, o Bebeto, o Romário.
05:27Você tem vários, o Dunga, vários personagens que ainda estão muito presentes no nosso imaginário.
05:32Então, é óbvio que esses atletas ou quem fez parte daquela campanha vai ser procurado pelas empresas para falar com propriedade durante um ano de Copa.
05:41Então, tem também esse lado das campanhas internas.
05:45E mesmo quem não vai para os Estados Unidos, quem não comprou direito, vai fazer alguma coisa dentro do seu escritório, vai fazer algum evento na sua cidade, vai botar um telão, vai querer reunir o pessoal, vai fazer promoção interna com sorteio.
05:58Então, tem Endomarket, tem um pouquinho de tudo.
06:01Ano de Copa, o mundo para, mas o Brasil para ainda mais.
06:06O interesse do brasileiro por Copa do Mundo é um absurdo, tanto que a gente tem aqui outros impactos que foram feitos.
06:12Esse aqui já é mais de uma Copa no geral.
06:14Você vê o tamanho dos eventos e da responsabilidade de ter Copa.
06:18Foram 200 mil empregos que foram originados aqui no Brasil na Copa de 2014.
06:24E incríveis 2,2 bilhões em direitos de transmissão.
06:30Só que ele está ainda maior.
06:32Para 2026, o investimento da FIFA vai para casa de 13 bilhões de reais.
06:40E os direitos de transmissão por uma Copa, onde o fuso horário vai fazer um pouco do sentido para o mundo inteiro,
06:46já tem empresas americanas pagando absurdos 400 milhões de dólares para ter um direito mais global de transmissão.
06:52No Brasil, um impacto também muito grande.
06:55Falam-se em torno de 180 milhões de dólares que foram comercializados em direitos para todo mundo que vai transmitir.
07:01São várias oportunidades.
07:03A gente vai poder ver a Copa em várias oportunidades de canais, tanto de streaming, TV aberta, TV fechada.
07:08Então, é realmente muito dinheiro circulando e as empresas têm que tirar uma casquinha disso tudo.
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