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No julgamento do núcleo 1 que envolve Jair Bolsonaro e outros sete réus da suposta tentativa de golpe de Estado, o ministro Luiz Fux surpreende ao sinalizar que pode se posicionar contra a condenação. Jess Peixoto e Mano Ferreira comentam os desdobramentos do voto do magistrado.
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NotíciasTranscrição
00:00E assim, dando sequência, enquanto a gente aguarda a retomada dos trabalhos e da conclusão do voto extenso, denso, enfim, material farto aqui pra gente dissecar,
00:10mas o fato é que, pra muitos, eu acho que, Jess Peixoto, já vou te acionando, né?
00:15Talvez esse seja o habeas corpus do futuro para Jair Bolsonaro e os outros sete réus.
00:21Muita gente dizendo que pode ser um voto vencido, mas pode acabar sendo o placar de 4 a 1 ali quando realmente a contagem final for determinada,
00:30mas foi aquele gol de honra com muita relevância simbólica e aplicação até no futuro, né? O que você acha?
00:37Acho que sim, André. O voto do ministro Fux, ele pegou muita gente desprevenida e de surpresa.
00:44E por que eu coloco isso? Era óbvio que existiria alguma divergência,
00:48mas quando você olha até pelos corredores ali do Congresso Nacional, do Supremo,
00:53o teor do voto, a dureza do voto, as críticas implícitas no voto foram, de fato, mais duras que em outras situações
01:02aonde ele também divergiu. E aqui ele prega, ele vota pela nulidade, ele vê a nulidade de formas variadas.
01:10Desde o ponto da competência que ele retoma, que ele reforça, até mesmo a outras situações dentro do processo.
01:18E é muito importante que a gente note que este voto, ele é mais do que um voto histórico
01:23e mais do que um efeito no futuro, que pode até vir a levar à anulação do julgamento.
01:28Não agora, porque provavelmente vai ficar mesmo 4 a 1, sendo ele voto vencido.
01:33O que nós precisamos ver é que abre margem para as defesas pedirem alguns recursos,
01:38como o caso dos embargos infringentes.
01:41E até mesmo outras situações ali que eles provavelmente vão falar.
01:46Os advogados das defesas estão realmente muito contentes com o teor do voto do ministro Fux.
01:53E aqui ele faz várias lógicas do direito e várias lógicas da defesa democrática do Estado de Direito
02:01ligadas a direitos da defesa.
02:03Ele reconhece que a defesa lá, o que ele chama de data dump,
02:08teve uma grande dificuldade de ver todas as provas.
02:10Então ele memora isso, ele ponto a ponto vai mostrando e até coloca as frases duras.
02:17Se você me permite, só ele usou a expressão aqui que...
02:20Tsunami de dados, né?
02:21Exatamente. Tsunami de dados, pessoal.
02:24E aqui eu abro até aspas para o ministro Fux, onde ele disse,
02:26em razão da disponibilização tardia de um tsunami de dados,
02:30acolho a preliminar de violação constitucional de ampla defesa
02:33e declaro cerceamento de defesa.
02:36Talvez esse foi, sem dúvida alguma, né, mano?
02:38É um dos pontos principais que a defesa foi alegando, reivindicando,
02:42reclamando ao longo de todo o processo
02:44e vindo da forma que veio, tão taxativa, tão contundente,
02:47sem dúvida alguma dá uma sustentação até improvável para a defesa
02:50no momento onde parecia já um apagar das luzes, por assim dizer, né?
02:54Pois é, Marinho.
02:55Havia muita expectativa a respeito do voto do ministro Fux
02:58e, de fato, ele tem demonstrado um voto extremamente técnico,
03:03atinente à técnica jurídica e demonstrando...
03:09Ele praticamente dissecou com muita contundência
03:13todos os vícios processuais que têm sido levantados
03:18amplamente pela comunidade jurídica no decorrer do processo, né?
03:22Primeiro, a questão do foro, ou seja,
03:25declarando a completa incompetência na visão do ministro Fux
03:31do Supremo Tribunal Federal para julgar esse caso,
03:35alegando que ele deveria estar na primeira instância,
03:38já que os réus não possuem foro privilegiado,
03:42alegando que caso houvesse a interpretação do foro privilegiado,
03:48como o Bolsonaro estaria enquadrado nessa condição,
03:52como presidente, o julgamento deveria estar ocorrendo no plenário
03:56e não na turma e, como terceiro elemento para o pedido de nulidade
04:02do processo, o ministro Fux apontou justamente,
04:06como você já antecipou, Marinho,
04:09a inobservância, o fato de não terem sido respeitados
04:15todos os direitos constitucionais essenciais
04:19para o exercício da ampla defesa.
04:22Depois o ministro adentrou nos aspectos técnicos
04:26dos crimes que estão sendo imputados,
04:30então ele está fazendo uma explanação teórica
04:32sobre os tipos penais,
04:33e aí tem pontos muito importantes, já que a gente pode adiantar,
04:37como, por exemplo, a absorção de crimes.
04:40Então, o ministro Fux argumenta que
04:42a abolição violenta do Estado democrático de direito
04:47e a tentativa de golpe de Estado
04:50teriam que estar conjugados como um único crime,
04:54como um crime como meio para o outro
04:57e, portanto, na prática, o efeito disso
04:59seria uma redução expressiva das penas, por um lado,
05:04e também a impossibilidade de enquadramento dos réus
05:07no crime de organização criminosa,
05:10que teria como um dos critérios
05:12a necessidade de cometimento de múltiplos crimes
05:18com mais de quatro anos de punição máxima.
05:21O que, se a gente considerar a absorção
05:24desses dois crimes, que são os mais graves,
05:26que têm até 12 anos de punição como se fossem um só,
05:30isso, por si, tecnicamente impossibilitaria
05:33o enquadramento dos réus no crime de organização criminosa.
05:38Então, o ministro Fux traz argumentos jurídicos
05:41que precisam ser considerados
05:43e teremos que ver as respostas dos ministros.
05:47Vai ser muito constrangedor
05:49caso os demais ministros não rebatam,
05:51não argumentem a respeito desses argumentos
05:56muito importantes trazidos pelo ministro Luiz Fux.
05:59E sempre bom lembrar aqui, pessoal,
06:00o único juiz de carreira
06:02na corte mais alta de justiça do país
06:04chama-se Luiz Fux.
06:06O Flávio Dino também.
06:07O Flávio Dino foi juiz uma época,
06:08mas envelhador pela carreira política,
06:10mas juiz de carreira, assim,
06:11até chegar ao Supremo,
06:14chama-se Luiz Fux.
06:15Mas, de fato, há muita exaltação
06:18pela tecnicidade ali do próprio voto dele,
06:21a robustez técnica.
06:23E, assim, eu estava conversando aqui
06:25com até um observador experiente
06:27com o qual eu tenho contato, do STF,
06:29ele dizendo que quando alguém realmente quer
06:32realmente punir,
06:33ele acaba saindo dos autos,
06:35recorrendo a justificativas extralegais,
06:39mas quando você quer absolver,
06:41ou pelo menos tem essa tendência à absolvição,
06:43você é ultralegalista
06:45e pelo menos é essa a abordagem
06:47que me parece que o ministro Fux tomou.
06:49Mas eu vou aqui com o David Tarso,
06:50quero muito que você também
06:51traga os seus destaques principais,
06:53até porque muito já vai sendo comentado
06:55sobre a perplexidade dos pares do Luiz Fux
06:57pela forma tão contundente
06:59que ele acabou engatando o próprio voto, né?
07:01É, e uma frase que ele falou, Marinho,
07:03que eu acho que é muito importante,
07:05ele disse assim, ó,
07:06o momento que o juiz se mostra mais severo
07:08que a lei,
07:09ele não está fazendo que a lei seja cumprida.
07:13Então, isso é fundamental
07:14pra gente avaliar todo o julgamento.
07:15Ouviu uma indireta, David?
07:17É, total, né?
07:18Pra os outros ministros da corte,
07:20até mesmo fazendo piadas
07:21e tudo como a gente viu ao longo de ontem, né?
07:24Dizendo que,
07:25até citando as intervenções dos Estados Unidos,
07:29de que retirar cartão,
07:30até mesmo não ter contato com o Mickey,
07:32e até citando o pateta
07:33como se o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse o pateta em si,
07:38fazendo essas alusões,
07:39isso nada tem de concreto
07:41e agrega no julgamento
07:43que deve ser feito de uma forma realmente
07:45com base na lei, na Constituição.
07:47Então, ele cita de que,
07:49como o Mano bem trouxe, né?
07:51O julgamento não deveria ser feito pela primeira turma,
07:54já tem um ponto.
07:55Organização criminosa
07:56não configura também
07:58nessa questão
07:59entre os réus,
08:01o ex-presidente Jair Bolsonaro,
08:02além dos sete, né?
08:03Que estão sendo julgados
08:04nesse primeiro núcleo,
08:06tido núcleo crucial.
08:07E outra questão também trazida
08:09é sobre o emprego de violência
08:12com arma de fogo,
08:13porque deve,
08:14pelo menos a Constituição Federal,
08:16ampara isso.
08:17Então, todas as questões
08:19trazidas pelo ministro Luiz Fux,
08:21pelo meu entendimento,
08:24foi a mais lúcida
08:25e a mais transparente até agora
08:27em relação àquilo que está amparado na Constituição.
08:29Quantas vezes,
08:30no decorrer do processo aqui, né, Dias,
08:32que a gente foi traçando
08:34a diferença de tratamento
08:35que o ex-presidente Lula teve
08:37contra o que o ex-presidente Bolsonaro
08:39está tendo, né?
08:40A gente falou tanto
08:41de Estado de Direito à la carte,
08:43pelo menos oito habeas corpus
08:44ali da defesa
08:45comandada pelo atual ministro Zanin,
08:48acolhidos pelo Supremo.
08:49A gente reforçou quantas vezes, né,
08:51que apenas para um habeas corpo
08:52ser apreciado
08:53pelo Pleno do Supremo
08:55é tratado por comemoração,
08:58igual se fosse uma uexa
08:59para qualquer mero mortal.
09:02E, realmente,
09:02a forma açodada, acelerada
09:04e também o tempo ali
09:05mais reduzido,
09:06bem mais reduzido,
09:07que a defesa do ex-presidente Bolsonaro
09:09e dos outros sete réus
09:10tiveram em comparação
09:11com o próprio julgamento
09:13do ex-presidente Lula,
09:14que eu não cito aqui
09:15a troco só para fazer
09:16um paralelo qualquer,
09:17mas é porque o próprio ministro Fux
09:19evocou
09:20não só o julgamento do Mensalão,
09:22mas também
09:23dizendo, né,
09:24aqui eu abro aspas, né,
09:24a corte anulou um processo
09:26com mais de uma centena
09:27de recursos
09:28por simples incompetência
09:30de um juiz.
09:30Então, trazendo à tona também
09:32essa comparação.
09:33É só dizer que, nesse momento,
09:34ele ainda falou
09:35que o presidente da turma,
09:37o ministro Cristiano Zanin,
09:39conhecia muito bem
09:40a jurisprudência.
09:41Ou peribarde indireta.
09:43Exatamente.
09:44A ironia aí,
09:45porque,
09:46para lembrar a nossa audiência,
09:47Cristiano Zanin
09:48era o advogado
09:49do presidente Lula
09:50que conseguiu gerar
09:52essa reversão
09:52do entendimento.
09:53Ele basicamente disse
09:54para...
09:55relembrou a todos, né,
09:56não é novidade
09:57o STF anular
09:58um processo
09:59ou uma condenação
10:00por vício formal,
10:01por vício processual, né?
10:03Eu diria que não foi
10:04exatamente isso,
10:05porque o que ele coloca
10:05da incompetência parcial
10:07é em contraponto
10:09a uma incompetência absoluta,
10:11que é como ele escolhe
10:12iniciar o voto dele,
10:14reforçando a incompetência
10:15absoluta
10:16do Supremo Tribunal Federal
10:18em relação
10:19a este caso,
10:20porque os crimes
10:21seriam anteriores
10:22à mudança
10:23de competência.
10:25Ou seja,
10:26o crime ocorreu
10:26e nós vamos mudar
10:27a competência.
10:28Então, em tese,
10:29isso fere um princípio
10:30em relação
10:31à forma como o juiz
10:33se coloca
10:34e como ele está
10:35sendo escolhido,
10:35por assim dizer.
10:36Então, diante do fato,
10:38vamos mudar a competência.
10:39Não.
10:39A competência precisaria
10:40ter sido alterada
10:42antes a esta argumentação
10:43que ele faz
10:44em relação a isso.
10:45Rememora
10:46claramente
10:47o julgamento
10:48do presidente Lula
10:49em relação
10:50à situação
10:50de competência
10:51que por várias vezes
10:52foi revista
10:54e aprovada
10:54pelo Supremo Tribunal Federal.
10:56Então, quando a gente
10:57fala sobre competência,
10:58estamos falando
10:59sobre o local,
11:00se aquele é o foro
11:01apropriado.
11:02No caso do juiz,
11:03do caso do presidente Lula,
11:05foi depois,
11:06muito tempo depois,
11:07o STF teve muito tempo
11:08para pensar sobre isso,
11:09mudou, foi para cá,
11:10foi para lá,
11:11numa insegurança jurídica
11:12absurda,
11:13julgou que a 13ª vara,
11:14que era onde o juiz
11:15Sérgio Moro
11:16estava,
11:16a Operação Lava Jato,
11:18não teria esta competência.
11:19Então, aquilo gera
11:20a nulidade.
11:21Aqui, ele faz
11:22o mesmo paralelo.
11:23Foram três nulidades
11:24que ele evoca.
11:26A primeira nulidade
11:27em relação
11:28à competência absoluta,
11:30não parcial,
11:30como na 13ª vara
11:32do caso
11:34ser julgado no STF.
11:35A competência
11:36do plenário
11:37versus a competência
11:38da primeira turma.
11:39Ele evoca que,
11:40se o fosse,
11:41deveria ter,
11:42até falando de outro
11:43presidente que foi julgado
11:44pelo próprio Supremo,
11:46deveria ser no pleno,
11:47tendo em vista
11:47que essa é a competência
11:48que está sendo expandida.
11:50e, terceiro,
11:51o ponto
11:51da habilidade
11:53das defesas
11:54em relação
11:55ao contato
11:56com as provas
11:56de maneira apropriada.
11:57Ele ressalta também,
11:59na verdade,
11:59no fato temporal,
12:00principalmente,
12:01o julgamento
12:02do Mensalão.
12:03Até rememorando
12:04que ali foram
12:05mais de cinco anos
12:06em relação
12:07ao trabalho
12:08do ministro relator
12:09daquele caso.
12:11Então,
12:11lá nós temos
12:12um longo período
12:13de várias situações
12:16e aqui nós temos
12:17uma celeridade
12:18um tanto como distante.
12:20É isso que o ministro Fux traz.
12:22E, mas,
12:22eu também queria reforçar
12:23que, em dado momento,
12:24ele abre aspas e diz
12:25ninguém pode ser punido
12:27simplesmente
12:28por ser merecedor
12:29de pena
12:30de acordo
12:31com as nossas
12:31convicções morais
12:33ou mesmo
12:34segundo a sã consciência
12:35do povo,
12:36diz o ministro Fux.
12:37Então,
12:38são vários detalhes
12:39e vale
12:40rememorar isso.
12:41São mais de 40 anos
12:42na figura de juiz.
12:44Quando a gente olha
12:44para a carreira
12:45do ministro relator,
12:46é uma carreira também
12:47de academia,
12:48professor da Universidade
12:49de São Paulo,
12:50o Fux também tem
12:51essa carreira de academia,
12:52mas é alguém
12:53que vem da promotoria.
12:55É alguém que
12:55o papel de juiz dele
12:58se inicia
12:58no Supremo Tribunal Federal
13:00com a indicação
13:01de Michel Temer.
13:02No caso do Fux,
13:03a construção acadêmica
13:06e pessoal
13:06do trabalho dele
13:07está ligado
13:08a ser um juiz.
13:10Então,
13:10acho que isso faz
13:11uma diferença também.
13:12E a diferença de postura
13:13também a gente vê,
13:14viu, Marinho?
13:14Porque ele citou juristas
13:17e não fez piadas
13:18brincando com o Mickey
13:19e Paté.
13:20Sogras.
13:21É o que se espera
13:21realmente de um ministro.
13:22Apesar de ter dado
13:23indiretas,
13:24como a gente bem registrou.
13:25Exatamente.
13:25No caso do ministro Zaninha.
13:27Exatamente.
13:28E eu acho muito importante
13:30a menção que o ministro fez
13:31ao mensalão.
13:32Porque ao mesmo tempo
13:33que evoca
13:34a necessidade
13:36de haver tempo
13:37para o devido processo legal,
13:39ele citou
13:39não apenas
13:40que a denúncia
13:41demorou dois anos
13:43para ser formulada
13:44e que o processo
13:46em si durou cinco anos
13:48para que houvesse o direito
13:50à ampla defesa
13:52de todos os réus.
13:53Mas também
13:54acaba ajudando
13:56a recordar
13:57na memória
13:58do público,
13:59especialmente
14:00do público
14:01que nesse momento
14:02é muito crítico
14:03à atuação
14:04do Supremo Tribunal Federal,
14:06mas trazer à tona
14:07o caso do mensalão
14:08acaba ajudando
14:09a rememorar
14:10que foi este mesmo tribunal
14:12que julgou
14:13o caso do mensalão.
14:15Na época,
14:16as torcidas organizadas
14:17da política
14:18estavam invertidas.
14:19Os que hoje
14:20aplaudem
14:21antes vaiavam.
14:23E os que antes
14:23aplaudiam
14:24são hoje
14:25os que vaiam.
14:26E...
14:26o caso do mensalão
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