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Em clima de pré-campanha para a reeleição de Lula, o PT aprovou um novo manifesto que retira as críticas diretas ao sistema financeiro e acena para o "Centrão". A bancada do Morning Show debate se a mudança é uma estratégia de governabilidade ou apenas uma peça de propaganda para atrair o mercado e evitar novos conflitos com o Judiciário. Entenda os bastidores dessa guinada política e o impacto no bolso do brasileiro.

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Transcrição
00:00no manifesto aprovado pelo Partido dos Trabalhadores nesse fim de semana, Henrique.
00:04Você viu, né, que teve lá o Partido dos Trabalhadores.
00:06Tem um documento que propõe a reestruturação do judiciário
00:10com o objetivo de promover a democratização,
00:13criar mecanismo de autocorreção,
00:15fortalecer o Estado de Direito.
00:17O PT tá de olho na campanha de reeleição do presidente Lula.
00:21Porém, quero ouvir sua opinião, Henrique.
00:23O manifesto retirou a proposta da reforma do sistema financeiro.
00:28Tem a ver com o Banco Master isso?
00:31Tem algum receio aí de falar sobre isso?
00:33Não, inclusive eu não acho que o manifesto retirou o sistema financeiro da sua concepção.
00:38Ele não tava lá.
00:39O manifesto ontem não estava citado de maneira clara nas reformas,
00:43mas o sistema financeiro é citado inúmeras vezes ao longo do relatório,
00:47inclusive colocando em vários termos dessas reformas,
00:51a justiça social ir pra cima do sistema financeiro
00:54através da reforma tributária, por exemplo,
00:56de taxar o andar de cima.
00:57A própria reforma do Judiciário,
01:00que é uma pauta histórica do Partido dos Trabalhadores em si,
01:04é colocada de uma maneira que, de certa forma, vai sim pra cima do sistema financeiro.
01:07E esse aceno pro Centrão, hein, Ana? O que você acha?
01:10Acho que o aceno pro Centrão é um clássico da política brasileira.
01:13Você não governa ali, claro,
01:15se você não pegar e abraçar o Centrão junto com você,
01:18principalmente em época de eleição.
01:19Eu acho que esse manifesto do PT aí
01:21é um grande ato de governabilidade,
01:24deixar de fora o sistema financeiro é uma forma de governabilidade,
01:29de ele perpetuar a sua governabilidade e de, claro, acenar pro Judiciário.
01:34E a gente vê aí, de certa forma, o Dino,
01:36que seria um braço, teoricamente, do PT dentro do STF,
01:39falando, olha, a gente precisa punir o Judiciário,
01:41mas eu queria saber até que ponto essa punição do Judiciário vai chegar ao STF.
01:46Porque no papel é tudo muito lindo,
01:48mas aparentemente vão ser punidos os juízes lá do interior de não sei de onde,
01:52mas enquanto isso a gente tá vendo os juízes do STF,
01:55supostamente envolvidos em casos de corrupção gigantesco,
01:58como o caso Master,
01:59que será que eles serão punidos com essa reforma?
02:01Então, eu queria ouvir de vocês o seguinte,
02:03não falar de reforma financeira
02:05é quase que falar,
02:08nas entrelinhas,
02:09de um medo de tocar nesse assunto?
02:11Mas, ó, atacar o rentismo é uma forma de ir pra cima, assim,
02:15do sistema financeiro como um todo.
02:17E atacar o rentismo, o manifesto fez, e muito.
02:20Isso é...
02:20Vai notar claro não, Henrique.
02:22Mas é aquela coisa, né?
02:23O que eu falo é uma coisa, o que eu faço é outra.
02:26O Henrique traz aqui, por exemplo,
02:27a reforma do Judiciário como uma pauta histórica
02:29do Partido dos Trabalhadores.
02:31Mas o Partido dos Trabalhadores é quem mais esteve
02:33à frente do Brasil nos últimos 20 anos.
02:35Então, não é uma pauta histórica.
02:37Por que não deram início a essa reforma do Judiciário
02:39lá nos anos 2000, 2002,
02:41quando o Lula chega ao poder?
02:43O que nós vemos com esse manifesto,
02:45na verdade, com todo respeito,
02:46é uma grande peça de propaganda.
02:47Pegaram a pesquisa,
02:49quais são as principais preocupações do brasileiro?
02:51Ah, tá lá, corrupção do sistema financeiro
02:53por causa do Banco Mastro.
02:54Ah, vamos falar um pouquinho disso aqui.
02:55Ah, o Judiciário, o STF,
02:57que vive uma crise de popularidade.
02:59Vamos falar de reformar o Judiciário.
03:00Mas essas declarações, essas manifestações,
03:03não se traduzem e nunca se traduziram
03:05em ações concretas de governos petistas.
03:08Vale lembrar que o PT,
03:09ele é apoiado pelos maiores banqueiros do Brasil.
03:12E por que isso?
03:13Porque os banqueiros ganharam dinheiro como nunca.
03:15O PT governou o Brasil na maior parte do século,
03:18no século XXI.
03:20Nós estamos no século XXI
03:21e eles governaram durante todo esse tempo.
03:23Nesse tempo, os rentistas,
03:25as pessoas que vivem apenas da exploração do dinheiro
03:29por si próprio,
03:30eles ganharam mais dinheiro do que todo mundo.
03:33Então, enquanto isso, a classe média sofre.
03:35Tem desemprego, inflação, né?
03:38Ou seja...
03:39Henrique, você vai calado assim?
03:41Deixa ele fazer uma conclusão do absurdo
03:44que ele está dizendo.
03:45Não só, você trouxe aí os bancos,
03:47ganharam dinheiro,
03:48mas não só os bancos,
03:49a sociedade brasileira como um todo.
03:51Os governos Lula 1 e Lula 2,
03:52a gente teve um boom econômico dentro do Brasil
03:54para todo mundo.
03:55E o ataque ao rendimento...
03:56Mas isso não chega na população.
03:58Chega na população.
03:59Não chega na população.
03:59Nós tivemos...
04:00Por exemplo...
04:01Olha, a gente vai falar hoje ainda
04:02de um sentimento de angústia
04:05com relação a dívidas
04:06que envolve também as mulheres.
04:08Tem uma pesquisa muito interessante
04:09que a gente ainda vai falar.
04:10A sensação é de desolação econômica, Henrique.
04:15O manifesto trata isso.
04:15Essa história do Henrique
04:16de que chega na população
04:18é totalmente mentira.
04:19Todo mundo sabe que você chega no mercado
04:20para comprar,
04:21sua comida está mais cara,
04:22o seu serviço está mais caro,
04:23o seu combustível está mais caro,
04:24está tudo mais caro.
04:25Então, a verdade é que
04:25os bancos enriqueceram
04:27e a população está empobrecendo.
04:29Está cada vez mais difícil
04:30sobreviver nesse país.
04:31O PT não quis atacar
04:33o setor financeiro nesse manifesto
04:35justamente porque ele sabia
04:37que isso iria atrapalhar ele
04:38e que ele precisa do apoio
04:39do empresariado,
04:40do grande empresariado aqui,
04:42vale ressaltar,
04:43durante a sua eleição
04:44no ano de 2026.
04:45O grande empresariado,
04:47esses super ricos,
04:49vamos dizer assim,
04:50é o que o PT sempre quis
04:51e está fazendo agora,
04:53que é taxar aí para cima,
04:54ir para cima desse andar de cima
04:55que viveu sempre as custas
04:57que o PT só taxou a população,
04:58Henrique.
04:59O PT só taxou a população.
05:01Eu convido,
05:02eu convido que o dono do BTG
05:04está comprando na Xen,
05:06na Xopi,
05:07que a taxa das blusinhas
05:08do Haddad
05:09só prejudicou a população.
05:11Os milionários
05:12não estão comprando na Xopi,
05:13na Xen.
05:14A taxa das blusinhas
05:14que contou com apoio massivo
05:16do Congresso Nacional
05:16foi aprovada lá.
05:17Isso foi uma iniciativa,
05:18mas não foi uma iniciativa
05:20do governo?
05:21Inclusive trouxe,
05:22mas trouxe até,
05:25dadas proporções,
05:26trouxe um benefício
05:27à indústria nacional.
05:28Não trouxe nem um benefício
05:29porque a indústria nacional,
05:30inclusive recentemente,
05:31aumentou seus preços.
05:32Peraí,
05:33só um ponto a respeito disso.
05:34O que a gente observa
05:35nesse fenômeno,
05:36ah, vamos taxar a importação
05:38para proteger a indústria nacional.
05:39Nós não tivemos isso,
05:40nós só tivemos exclusão
05:41do consumidor do mercado.
05:42Mas a gente debateu isso
05:43nas semanas anteriores
05:45a respeito da taxa das blusinhas.
05:46Eu acho que assim,
05:47o Congresso errou
05:47até aprovado isso.
05:48O presidente Lula
05:49já se posicionou contrário,
05:50inclusive, a essa taxa.
05:51Já disse que a ideia
05:52nem foi dele, né?
05:53Eu acho que deveria se manter
05:54aquela ideia de você deixar
05:56um volume de dinheiro
05:58máximo, né?
05:59De importação.
06:00Eu acho que era
06:0050 dólares a época, né?
06:03E acho que era um valor
06:03razoável.
06:0450, talvez 100 dólares.
06:06Mas até o momento
06:06a gente não viu isso acontecer.
06:07Isso eu sou favorável.
06:08Mas é o posicionamento
06:09do governo.
06:10As coisas também não acontecem.
06:11Você levanta de manhã
06:12e fala, nossa, vou executar.
06:14Para aumentar,
06:15a coisa para você,
06:16trabalhadora,
06:17acontece do dia
06:17para noite a meia.
06:18Agora, para diminuir,
06:19precisa do governo.
06:21O governo precisa pensar,
06:22precisa ver a aplicabilidade.
06:23O combustível aumenta sim.
06:25Pois é, mas sabe o que...
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