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  • há 8 meses
O MMA partiu de esporte criminalizado para uma potência bilionária nos últimos anos. Conversamos com lutadores e treinadores para entender como a modalidade evoluiu de um espetáculo marginalizado para um esporte profissionalizado e amplamente respeitado.

Reportagem: Iury Costa (Supervisão Caio Maia)
Imagem: Igor Mota
Edição: Karla Pinheiro (Supervisão Tarso Sarraf)

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Transcrição
00:00E hoje eu faço parte da equipe do Michel Atotin e com o mestre Paulão.
00:27Comecei na artificial muito novo com meu pai, eu comecei por volta de 5, 6 anos de idade, treinando.
00:33E praticava já com modalidades de jiu-jitsu e luto límite com ele.
00:37E com 15 anos de idade conheci o MMA, que era aquele que eu chamava Hollywood e fiz a minha estreia no MMA.
00:44E fiz a minha luta, com 15 anos já estava lutando no meio do válido clube e estou lá até hoje.
00:52Hoje são 34 anos no mundo do esporte, na luta.
00:55No início da carreira a gente recebia muito preconceito, achava que a gente era brigão, brigador de rua, até tratado como animal.
01:01Mas a pessoa só via o lado da luta, não via a pessoa em si, como era o dia a dia da pessoa.
01:07Só via o lado do combate, isso dava até uma visão diferente de nós mesmos.
01:12Então hoje o preconceito é bem melhor, mas a gente gera muito preconceito.
01:16Hoje a gente é tratado como atleta de autentendimento, ou até pra muitos como ídolo no MMA.
01:20Então isso pra mim é muito praticante, isso mudou muito a história do MMA.
01:23Hoje a gente consegue mudar a vida de pessoas atrás do esporte.
01:26Crianças, hoje vejo...
01:27Era muito comum aqui no Brasil a criança ver o futebol e crescer o grupo de futebol.
01:31Hoje a gente precisa ver o MMA e crescer o uso de MMA.
01:33Hoje pra mim é um privilégio fazer parte disso hoje.
01:35Pô, acho que a gente ensina muito a gente ter disciplina, doutrina, respeito ao próximo.
01:40Então a gente tem isso como o nosso dilema na arte marciária.
01:43Assim que entra no tatame, a gente mantém esse respeito.
01:45E fora, assim, a gente tem essas defesas pessoais que ajudam ao nosso favor no dia a dia.
01:49E mantém esse respeito pra que venha no mundo todo.
01:52Eu vejo como o MMA não se dá no esporte olímpico, pois a gente perdoou muito pra chegar onde chegou hoje.
01:56A gente tem inúmeros de benefícios lutando profissionalmente, mundialmente.
02:01Então a gente tem nossos valores financeiros, piados e tudo.
02:05Se a gente for no esporte olímpico, a gente vai perder muitas coisas assim.
02:08Claro.
02:09São parte de valores.
02:10Então, no meu ponto de vista, meu como um atleta caído do Leão, não vejo a favor no esporte olímpico.
02:15Hoje eu treino a galera profissional do MMA.
02:18Aqui no Michel Trator, a gente fez xau...
02:21Na verdade, eu sempre tive uma parceria com o Michel em muitos anos.
02:24A gente começou a treinar juntos desde moleque.
02:26E aí ele entrou no UFC, me chamou pra treinar ele.
02:29E daí eu venho muito tempo treinando a galera do MMA, a partir de chão do Michel.
02:33E há um tempo atrás o Caio, hoje luta lá na Rússia, o ACA.
02:36Me chamou pra treinar ele e tudo.
02:38E graças a Deus a gente está lá no trabalho bem sólido aí, né?
02:41Junto com o Michel, com a equipe do Trator Team, a galera do MMA, a galera do Jiu Jitsu.
02:45E sempre trabalhando o alto rendimento com os atletas, né?
02:49Não só eu que faço parte da equipe, mas tem nutricionista, treinador de Muay Thai, boxe.
02:53Toda uma equipe formando essa galera aí pra gente despontar no cenário mundial aí do MMA, do Jiu Jitsu, do Nubi.
03:00Tchau, tchau.
03:02Tchau, tchau.
03:04Tchau, tchau.
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