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O novo relatório do FMI prevê desaceleração do PIB global em 2025 e 2026, com impacto mais forte na China e na zona do euro. A Índia se destaca com crescimento de 6,4%. As previsões ainda não consideram o tarifário dos EUA, previsto para agosto. O apresentador Marcelo Favalli analisa os dados comparativos entre China, Índia, Zona do Euro e EUA, e mostra como o temor da tarifa já começa a afetar estoques, importações e a balança comercial americana.

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Transcrição
00:00Bom, como você viu aqui ao longo do jornal Times Brasil, exclusivo CNBC, o FMI apresentou hoje o relatório global com previsões para o PIB desse e do próximo ano.
00:10O apresentador do Conexão, Marcelo Favalli, já está aqui para nos mostrar como se comparam os resultados de diferentes partes do mundo.
00:18A China e a Índia aparecem com destaque. Favalli, boa noite para você.
00:22Boa noite, Cris. A manchete você já deu. O FMI apresentou um relatório, vou dar um spoiler aqui, um arrefecimento da economia global.
00:31Ok, essa notícia a gente já tem, já temos ao longo do jornal. Vamos além da notícia, as entrelinhas.
00:37Boa noite, Cris Pelacho. Boa noite a todo mundo que nos acompanha.
00:41Para a gente entender aí a fundo esse relatório do FMI, vamos pegar as comparações e fazer as nossas próprias previsões,
00:48porque o FMI deixou muito claro que essa projeção para o segundo semestre de 2025 e para 2026 ainda não levam em consideração o tarifácio de Donald Trump,
01:00que está marcado para 1º de agosto, mas tudo pode mudar, levando em consideração as alterações que a gente já viu nos últimos seis meses aí da administração de Donald Trump.
01:11Vamos olhar aqui os números. É claro que o relatório do FMI, ele é muito mais extenso.
01:17Eu pesquei alguns dados para a gente já conseguir fazer uma conexão com o tarifácio.
01:26Lembrando que o FMI diz que esses números não levam em consideração as tarifas apresentadas pela Casa Branca.
01:36Olhando o mundo, a gente vinha de 2024 com um crescimento médio global de 3,3.
01:42Agora, as provisões atualizadas, é o que diz o documento, para 2025, uma queda de 0,3 ponto percentual na média global.
01:54E para 2026, se o cenário se permanecer como está hoje.
01:59E a gente tem aí uma enorme possibilidade de não permanecer por causa do tarifácio.
02:05Aí, na melhor das hipóteses, cresce 0,1%.
02:08Ok. A zona do euro, por que é importante?
02:12Porque a União Europeia teve um acordo, foi o último grande bloco econômico a fechar um acordo com os Estados Unidos,
02:1915% de tarifação, com exceções.
02:22Também tem uma pequena evolução, 0,1 ponto percentual, e talvez cresça 0,2 pontos percentuais.
02:30Agora, os números começam a ganhar outra dimensão.
02:34A China tem uma redução bastante sensível.
02:40A gente já teve uma queda a partir de 2025 e em 2026,
02:45é uma queda de 0,8 em comparação com um número melhor de 2024.
02:50Porém, chama atenção para a gente ir um pouco além das entrelinhas.
02:54Não só uma queda contínua da China, mas já uma posição robusta da China em comparação com a zona do euro,
03:03em comparação com o resto do mundo.
03:05Na mesma escala, está aqui em amarelo porque permaneceu estável.
03:11Em vermelho são quedas, em verde subidas e em amarelo a estabilidade.
03:16A Índia talvez permaneça no mesmo patamar em 2025, 2026, segundo o Fundo Monetário Internacional,
03:25num crescimento acelerado de 6,4.
03:28A gente arredondando os números, sendo mais generoso com a matemática,
03:31é mais que o dobro da média mundial.
03:35E aqui estão os Estados Unidos, numa queda e talvez uma pequena recuperação.
03:40Agora, importante, vou pedir o próximo gráfico para a gente ver uma anomalia.
03:45que, embora o tarifácio ainda não esteja aqui, existe a percepção do tarifácio.
03:52E quem quiser pode trocar a palavra por temor.
03:56Está aqui.
03:57As importações dos Estados Unidos.
04:00Tem uma queda aqui desse fenômeno chamado pandemia, ok,
04:05só para que a gente entenda uma evolução.
04:07E aí um crescimento constante, com salvo algumas exceções das importações americanas,
04:13e um salto aqui, muito fora da média.
04:18Por quê?
04:19Tem aqui, chega Donald Trump à presidência, o dia da posse,
04:24em que a gente já sabia que ele havia vencido a eleição com promessas de tarifação.
04:30O tal dia da libertação, quando ele mostra o cartaz da tarifação para o mundo,
04:36hipoteticamente, em abril.
04:38E este salto significa o que os importadores colocaram no estoque para manter, talvez, um preço ainda.
04:54Então, a gente tem essa anomalia, que depois ela vai piorando.
04:57Eu vou pedir a próxima arte, que é o seguinte, é só um zoom daquele momento,
05:02para todo mundo veja melhor essa subida e depois ter uma caída.
05:08Esse aqui é o estoque nos Estados Unidos, que bagunça muito uma balança comercial.
05:13E vou pedir a próxima arte para a gente ver o oposto.
05:17Se essa importação está assim, houve uma bagunça na chamada balança comercial,
05:22que é a quantidade de produtos que os Estados Unidos importam contra o que eles exportam.
05:29E aí, tem uma queda, justamente, nessa desproporcionalidade,
05:34por conta dos estoques que foram feitos dos comerciantes, dos importadores.
05:44Então, essa mancha vermelha que ganha mais corpo, é justamente a distância desse gap da balança.
05:54E aí, a última arte, para a gente encerrar, é justamente o zoom ali,
05:59para a gente entender um pouco mais de como a balança comercial dos Estados Unidos ficou bagunçada.
06:05Trump na presidência, o dia da libertação, todo mundo aqui tentou se calçar,
06:09mas isso acabou levando a um efeito de um desequilíbrio de uma dinâmica da economia americana.
06:16E repito o que o FMI já havia dito, a tarifação não está aqui, ainda é uma percepção.
06:23Se só o medo já bagunçou tudo como a linha normal, imagina o que vem ainda nos próximos capítulos.
06:33Cris Pelagio, você sabe que tem gente que chora e tem gente que vende o lenço de papel.
06:38Eu ainda não escolhi que lado do muro eu vou ficar.
06:42A gente pode fazer as duas coisas chorar, vendendo lenço e usar o lenço que você vende.
06:45Te chamo já, já, já.
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