Estranhas desaparições de pessoas ocorrem pelo mundo, e todas estão unidas pelo inexplicável.
História Original: "Mysterious Disappearances" de Ambrose Bierce
Conteúdo de Domínio Público
Adaptação do texto original, narração e edição: Extro
Músicas:
REPULSIVE - Confusion: https://www.youtube.com/watch?v=tWLsrVs26LQ
Nocturnally - Amulets: https://www.youtube.com/watch?v=U96aTPlRcIg
Ghost Town - Myuu: https://www.youtube.com/watch?v=1JIfq4qtJUQ
Outros contos de Ambrose Bierce:
Um Habitante de Carcosa: https://www.youtube.com/watch?v=TF-3ZJOYVMY
A Janela Vedada: https://www.youtube.com/watch?v=L2qUK_ZrbLI
A Coisa Infernal: https://www.youtube.com/watch?v=coxaIJ1OGuY
#conto #sobrenatural #paranormal #fantástico #desaparecimentos #desaparecimento #Backrooms
História Original: "Mysterious Disappearances" de Ambrose Bierce
Conteúdo de Domínio Público
Adaptação do texto original, narração e edição: Extro
Músicas:
REPULSIVE - Confusion: https://www.youtube.com/watch?v=tWLsrVs26LQ
Nocturnally - Amulets: https://www.youtube.com/watch?v=U96aTPlRcIg
Ghost Town - Myuu: https://www.youtube.com/watch?v=1JIfq4qtJUQ
Outros contos de Ambrose Bierce:
Um Habitante de Carcosa: https://www.youtube.com/watch?v=TF-3ZJOYVMY
A Janela Vedada: https://www.youtube.com/watch?v=L2qUK_ZrbLI
A Coisa Infernal: https://www.youtube.com/watch?v=coxaIJ1OGuY
#conto #sobrenatural #paranormal #fantástico #desaparecimentos #desaparecimento #Backrooms
Categoria
🎈
DiversãoTranscrição
00:18Certa manhã de julho de 1854, um fazendeiro chamado Williamson, que morava a seis milhas
00:26de Selma, Alabama, e estava assentado com sua esposa e um filho na varanda de sua casa.
00:33Logo em frente à casa havia um gramado, talvez com cinquenta jardas de extensão, entre
00:40a casa e a estrada principal, ou, como era chamada, a estrada principal.
00:47Além dessa estrada, se estendia um pasto bem cuidado de cerca de uns dez acres, plano e
00:54sem uma única árvore, pedra ou qualquer objeto natural ou artificial em sua superfície.
01:00Naquele momento não havia sequer um animal doméstico no campo, e em outro campo, além
01:07do pasto, uma dúzia de escravos trabalhava sob a supervisão de um capataz.
01:13Jogando fora um toco de charuto, o fazendeiro se levantou e disse.
01:18— Esqueci de contar ao Andrew sobre aqueles cavalos.
01:22Andrew era o seu capataz.
01:26Williamson caminhava tranquilamente pela trilha de cascalho, colhendo uma flor pelo caminho.
01:32Atravessou a estrada e entrou no pasto, parando por um instante ao fechar o portão que dava
01:38acesso para cumprimentar um vizinho que passava.
01:41O senhor Arma Wren, que morava em uma fazenda próxima.
01:46O senhor Wren estava em uma carruagem aberta, com seu filho James, um rapaz de treze anos.
01:53Quando já havia percorrido uns duzentos metros do ponto de encontro, o senhor Wren disse
01:59ao filho.
02:00— Oh, esqueci de falar com o senhor Williamson sobre aqueles cavalos.
02:04O senhor Wren havia vendido alguns cavalos ao senhor Williamson, que deveriam ter sido
02:10entregues naquele mesmo dia.
02:12Mas, por algum motivo que agora não me recordo, seria mais conveniente entregá-los somente
02:18no dia seguinte.
02:19O cocheiro foi instruído a retornar, e quando o veículo se virou, Williamson foi visto pelos
02:27três caminhando tranquilamente pelo pasto.
02:30Nesse instante, um dos cavalos da carruagem tropeçou e quase caiu.
02:36Mal havia se recuperado quando James Wren exclamou.
02:40— Pai, o que aconteceu com o senhor Williamson?
02:44O objetivo desta narrativa não é responder a essa pergunta.
02:49Segue aqui o relato peculiar do senhor Wren sobre o assunto, prestado sob juramento no decorrer
02:56de um processo judicial relacionado ao espólio de Williamson.
03:01— A pergunta do meu filho me fez olhar para o local onde eu vi o falecido um instante
03:07antes, mas ele não estava lá, nem era visível em lugar nenhum.
03:13Não posso dizer que naquele momento eu fiquei muito assustado, ou que percebia a gravidade
03:19do ocorrido, embora tenha achado aquilo singular.
03:23Meu filho, porém, ficou muito surpreso, e continuou repetindo a pergunta até chegarmos
03:30ao portão.
03:31O meu cocheiro negro Sam ficou igualmente impressionado, talvez até mais, mas creio que se se dava
03:39mais pelo comportamento do meu filho do que algo que ele próprio tem observado.
03:45Esta frase do depoimento foi riscada.
03:49— Quando saímos da carruagem para o portão do campo, enquanto Sam prendia a aparelha
03:55de bois a cerca, a senhora Williamson, com seu filho nos braços e seguida por vários
04:01criados, desceu correndo a alameda, muito agitada e gritando.
04:06— Ele se foi!
04:08Ele se foi!
04:09Oh, Deus!
04:09Que coisa terrível!
04:11E muitas outras exclamações semelhantes, das quais eu não me recordo com clareza.
04:17Tive a impressão de que se referia a algo mais do que o mero desaparecimento de seu esposo.
04:23Mesmo que isso tivesse ocorrido diante de seus olhos, seu comportamento era descontrolado.
04:30Mas não mais natural do que agora eu compreendo, foi dadas as circunstâncias.
04:36Não tenho motivos para pensar que ela tivesse enlouquecido naquele momento.
04:41— Nunca mais vi e nem ouvi falar do senhor Williamson.
04:46Como era de se esperar, este depoimento foi corroborado em quase todos os detalhes pela
04:53única outra testemunha ocular.
04:55Se é que se pode usar esse o termo.
04:58O rapaz James.
05:00A senhora Williamson havia perdido a razão e os criados obviamente não tinham condições
05:06de depor.
05:07O menino James Wayne declarou inicialmente que viu o desaparecimento, mas nada disso conste
05:15em seu depoimento prestado em juízo.
05:18Nenhum dos trabalhadores rurais que atuavam no campo para onde Williamson estava indo ouviu.
05:25E a busca mais icorosa em toda a plantação e arredores não forneceu nenhuma pista.
05:31As histórias mais monstruosas e grotescas originadas pelos negros circunstâncias.
05:37Circularam naquela parte do estado por muitos anos.
05:40E provavelmente ainda circulam hoje.
05:43Mas o que foi relatado aqui é tudo o que se sabe com certeza sobre o assunto.
05:48Os tribunais decidiram que Williamson estava morto.
05:52E seus bens foram distribuídos de acordo com a lei.
06:00James Byrne Worson era um sapateiro que morava em Leamington, Warwickshire, Inglaterra.
06:07Ele tinha uma pequena loja em um dos caminhos que saiam da estrada para Warwick.
06:13Em seu humilde círculo social era considerado um homem honesto.
06:18Embora, como muitos de sua classe nas cidades inglesas, fosse um tanto viciado em bebida.
06:25Quando embriagado, fazia apostas imprudentes.
06:29Em uma dessas ocasiões, que eram frequentes demais, ele se gabava de sua destreza como pedestre e atleta.
06:37E o resultado foi um desafio à sua própria natureza.
06:41Por uma libra esterlina, ele propôs correr até Conventry e voltar.
06:46Uma distância de pouco mais de 40 milhas.
06:49Isso aconteceu no dia 3 de setembro de 1873.
06:55Ele partiu imediatamente, acompanhado pelo homem com o qual havia feito a aposta.
07:00E cujo nome agora não me recordo.
07:04Seguiram por Barsham Wise, com um comerciante de linho e Emerson Burns.
07:10Um fotógrafo, creio eu, que o seguiam em uma carroça ou charrete leve.
07:16Por vários quilômetros, Worson seguiu muito bem.
07:20Em um passo tranquilo, sem demonstrar cansaço.
07:24Pois possuía uma resistência realmente excepcional.
07:29E não estava suficientemente embriagado para que isso o debilitasse.
07:33Os três homens, na carroça, se mantiveram a uma curta distância atrás dele.
07:40E oferecendo, ocasionalmente, palavras de incentivo ou brincadeiras amigáveis.
07:46Conforme a vontade os inspirava.
07:48De repente, bem no meio da estrada, e a menos de uma dúzia de metro deles.
07:54E sob seus atentos olhares, o homem pareceu tropeçar.
07:59Caiu de cabeça para a frente, soltou um grito terrível e desapareceu.
08:04Ele não caiu no chão.
08:07Desapareceu antes mesmo de tocá-lo.
08:10Nenhum vestígio dele jamais foi encontrado.
08:13Após permanecerem no local por algum tempo, mas sem nenhuma resolução e sem rumo,
08:19os três homens retornaram a Leamington.
08:22Contaram sua história surpreendente e foram presos.
08:25Mas eles eram pessoas de boa reputação.
08:29Sempre haviam sido considerados homens honestos.
08:33Estavam sóbrios no momento do ocorrido.
08:36E nada jamais aconteceu para desacreditar seu relato juramentado da sua extraordinária aventura.
08:44Cuja veracidade, no entanto, dividia a opinião pública em todo o Reino Unido.
08:50Se eles tinham algo a esconder, a escolha dos meios certamente seria uma das mais surpreendentes
08:57já feitas por seres humanos em sã consciência.
09:05A família de Christian Ashmore era composta por sua esposa, sua mãe, duas filhas adultas e um filho de 16
09:14anos.
09:15Moravam em Croy, New York.
09:18Eram pessoas abastadas e respeitáveis.
09:21E tinham muitos amigos, alguns dos quais, ao lerem estas linhas, sem dúvida,
09:28tomarão conhecimento pela primeira vez do extraordinário destino do jovem.
09:34De Troy, os Ashmore se mudaram em 1871 ou 1872 para Richmond, Indiana.
09:44E, um ou dois anos depois, para a proximidade de Quincy e Linóis,
09:50onde o Sr. Ashmore comprou uma fazenda e passou a morar nela.
09:55A uma pequena distância da casa da fazenda, havia uma nascente com um fluxo constante de água limpa e fria,
10:02de onde a família obtinha o seu abastecimento para uso doméstico em todas as estações do ano.
10:09Na noite de 9 de novembro de 1878, por volta das 9 horas,
10:15o jovem Charles Ashmore saiu do círculo familiar ao redor da lareira,
10:21pegou um balde de lata e partiu em direção à nascente.
10:25Como ele demorou a retornar, a família ficou inquieta.
10:29E se dirigiram à porta por onde ele havia saído.
10:33Seu pai chamou sem obter resposta.
10:36Então acendeu uma lanterna, e com a filha mais velha, Marta, que insistiu em acompanhá-lo,
10:43saiu em busca dele.
10:44Uma leve nevasca havia caído apagando a trilha,
10:48mas tornando o rastro do jovem bem visível.
10:52Cada pegada estava claramente definida.
10:55Depois de percorrer um pouco mais da metade do caminho,
10:59talvez 75 metros, o pai que estava à frente parou.
11:04E erguendo a lanterna, ficou olhando atentamente para a escuridão à frente.
11:09O que houve, pai?
11:11Perguntou a menina.
11:13Este era o problema.
11:15O rastro do jovem terminava repentinamente.
11:19E tudo além dele era neve lisa e intocada.
11:23As últimas pegadas eram tão nítidas quanto quaisquer outras na trilha.
11:29O senhor Ashmore olhou para cima,
11:33protegendo os olhos com o chapéu que segurava entre eles e a lanterna.
11:38As estrelas brilhavam.
11:40Não havia uma nuvem no céu.
11:42A explicação que lhe ocorrera, por mais duvidosa que fosse,
11:48era de que uma nova nevasca com um limite claramente definido não era possível.
11:54E foi descartada.
11:56Dando uma ampla volta ao redor das últimas pegadas
12:00para não as afetarem e poder examiná-las melhor,
12:03o homem seguiu em direção à nascente,
12:06seguido pela franzina garota aterrorizada.
12:10Nenhum dos dois disse uma palavra sobre o que haviam observado.
12:15A nascente estava coberta de gelo e intacta.
12:19Ao retornarem para casa,
12:22observaram a presença de neve em ambos os lados da trilha,
12:26em toda sua extensão.
12:28E não havia pegadas que se afastassem dela.
12:33A luz da manhã também mais nada revelou.
12:37Lisa, imaculada e intacta,
12:40a fina camada de neve cobria toda a extensão do caminho.
12:45Quatro dias depois, a mãe, inconsolável,
12:48foi até a fonte buscar água.
12:51Ao retornar, contou que,
12:54ao passar pelo local onde as pegadas terminavam,
12:57ouviu a voz do filho a chamando ansiosamente.
13:01Ela vagou pelo lugar,
13:03pois imaginava que a voz vinha hora de uma direção,
13:07hora de outra,
13:08até se sentir exausta de cansaço e emoção.
13:13Questionada sobre o que a voz havia dito,
13:15ela não soube dizer,
13:17mas afirmou que as palavras eram perfeitamente distintas.
13:21Em um instante,
13:23toda a família estava no local,
13:25mas nada mais foi ouvido.
13:28E se acreditou que a voz fosse algum tipo de alucinação auditiva,
13:33causada pela grande ansiedade da mãe e seus nervos à flor da pele.
13:37Mas, durante meses depois,
13:40em intervalos regulares de alguns dias,
13:43a voz foi ouvida por vários membros da família e por outras pessoas.
13:47Todos declararam que era inequivocadamente a voz de Charles Eschmore.
13:53Todos concordaram que parecia vir de uma grande distância,
13:58fraca, mas com total clareza de articulação.
14:01Contudo, ninguém conseguia determinar a sua direção
14:05e nem repetir as suas palavras.
14:08Os intervalos de silêncio se tornaram cada vez mais longos.
14:12A voz mais fraca e mais distante.
14:15E, em meados do verão, não foi mais ouvida.
14:19Se alguém sabe o que aconteceu com Charles Eschmore,
14:23provavelmente é a mãe dele,
14:25já que ela já está morta.
14:33A respeito deste tema de desaparecimentos misteriosos,
14:38do qual temos inúmeros exemplos,
14:42é pertinente mencionar aqui a crença do Dr. Randy Leipzig.
14:48Não há título de explicação,
14:50a menos que assim o leitor o deseje,
14:53mas devido ao seu interesse como uma especulação singular.
14:58Este distinto cientista expôs suas ideias em um livro intitulado
15:04Verschinten und Seine Theorie,
15:07traduzido como Desaparecimentos e sua teoria,
15:11que atraiu alguma atenção.
15:15Particularmente, diz um autor,
15:17entre os seguidores de Hegel e os matemáticos
15:20que defendem a existência real de um chamado espaço não euclidiano.
15:27Isto é, um espaço que possui mais dimensões
15:30do que comprimento, largura e espessura.
15:33Um espaço no qual seria possível dar um nó e uma corda infinita,
15:38ou virar uma bola de borracha do avesso sem a quebrar ou rachar.
15:45O Dr. Han acredita que no mundo visível existem lugares vazios,
15:51vácuos e algo mais.
15:53Buracos, por assim dizer,
15:55pelo quais objetos animados e inanimados
15:59podem cair no mundo invisível
16:01e deixar de serem vistos e ouvidos.
16:05A teoria é mais ou menos a seguinte.
16:07O espaço é permeado por éter luminífero,
16:11que é algo material,
16:13tão substancial quanto o ar ou a água,
16:17embora infinitamente mais rarefeito.
16:21Toda força,
16:22todas as formas de energia devem se propagar nele.
16:26Todo processo que ocorre deve ocorrer nele.
16:30Mas suponhamos que existam cavidades nesse meio universal.
16:35Como cavernas na terra ou buracos em um queijo suíço.
16:41Em tal cavidade não haveria absolutamente nada.
16:46Seria uma espécie de vácuo que não pode ser produzido artificialmente,
16:52pois se bombearmos o ar de um receptor,
16:55o éter luminífero permanecerá.
16:59Através de uma dessas cavidades,
17:01a luz não poderia passar,
17:04pois não haveria nada para sustentá-la.
17:06O sono poderia vir dela.
17:09Nada poderia ser sentido nela.
17:12Não haveria nenhuma das condições necessárias
17:16para o funcionamento de qualquer um dos nossos sentidos.
17:20Em tal vazio, em suma,
17:22absolutamente nada poderia ocorrer.
17:26Nas palavras do escritor citado anteriormente,
17:30o próprio doutor nunca expressou isso de forma tão concisa.
17:35Um homem confinado em tal compartimento
17:39não poderia ver nem ser visto.
17:41Não ouvir nem ser ouvido.
17:43Não sentir nem ser sentido.
17:46Não viver nem morrer.
17:49Pois tanto a vida quanto a morte são processos
17:52que só podem ocorrer onde haja uma força.
17:55E no espaço vazio nenhuma força poderia existir.
17:59Seriam essas as terríveis condições,
18:03alguns se perguntarão,
18:05sobre as quais os amigos dos falecidos
18:08devem os estar imaginando,
18:10fadados a apenas existirem para sempre,
18:14de forma sucinta e imperfeita como aqui exposto.
18:18A teoria do doutor Heim,
18:20na medida em que se apresenta
18:22como uma explicação adequada
18:24para os misteriosos desaparecimentos,
18:27está sujeita a muitas abjeções óbvias.
18:31Na forma como é exposta pelo autor,
18:34ela não explica,
18:36e na verdade é incompatível
18:38com alguns incidentes dos eventos
18:41relatados nesses memorandos,
18:43como por exemplo,
18:45o som da voz de Charles Eschmore.
18:48Então, não me cabe aqui
18:50atribuir afinidade a fatos ou teorias.
18:57O ano era de 1913,
19:00e nesse conto,
19:01o escritor Ambrose Birsey
19:04nos descrevia,
19:05mais de 100 anos atrás,
19:07o que hoje nós chamamos de
19:09No Clipping.
19:10E, para quem conhece as Backrooms,
19:13conhece o No Clipping
19:15como o fenômeno que ocorre
19:17quando objetos ou pessoas
19:19atravessam anomalias espaciais temporárias
19:23localizadas em nosso mundo.
19:25Essas anomalias espaciais,
19:28também conhecidas como
19:29glitches ou falhas,
19:31são as que permitem
19:32que alguém entre
19:34ou que também consiga sair
19:35das Backrooms.
19:36E acredito que,
19:39se eu tivesse que abordar aqui
19:40sobre esse assunto,
19:41isso mereceria um vídeo próprio.
19:44Voltando ao Ambrose Birsey,
19:47que é menos conhecido aqui no Brasil
19:49do que o Lovecraft,
19:50mas nem por isso menos importante,
19:54vale citar que ele foi elogiado
19:56pelo próprio Lovecraft,
19:58que no seu ensaio
19:59O Horror Sobrenatural na Literatura,
20:03descrevia sua obra
20:05como sombria e selvagem,
20:08elogiando a sua capacidade
20:09de criar contos
20:11que funcionavam
20:12como grandes exemplos
20:14da word fiction.
20:16Eu achei bem interessante
20:18como essa história
20:20se conectou muito facilmente
20:22com o terror moderno
20:23das Backrooms,
20:24e por isso eu trouxe ela
20:26para o canal.
20:27Eu, no momento,
20:29não pretendo narrar
20:30outras histórias dele.
20:31Isso porque outras pessoas
20:35já fizeram boas narrações
20:37delas aqui no YouTube.
20:39Mas, se vocês gostaram
20:41e quiserem escutar agora
20:43outras histórias
20:44do Ambrose Birsey,
20:46eu deixei na descrição
20:47o link para mais
20:49três contos dele,
20:51narradas pelo Marcelo Fávaro
20:53do canal Conto um Conto,
20:55aqui mesmo no YouTube.
20:57Até a próxima!
21:01E aí
21:04Tchau!
21:05Tchau!
21:05Tchau!
21:05Tchau!
21:06Tchau!
21:06Tchau!
21:07Tchau!
21:07Tchau!
21:08Tchau!
21:08Tchau!