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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta quarta-feira (1º de abril) que o governo federal está finalizando um novo plano de renegociação de dívidas voltado especificamente para famílias de baixa renda.

O programa, que funciona como uma evolução do "Desenrola Brasil", prevê descontos significativos em débitos de consumo, como contas de luz, água e varejo, além de dívidas bancárias. Segundo Durigan, o foco serão os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) com renda de até dois salários mínimos.

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Transcrição
00:00Você acompanha o Jornal Jovem Pan para todo o Brasil, muito obrigado sempre pela sua audiência, continue conosco.
00:05De acordo com o novo ministro da Fazenda, Dário Durigan, o governo prepara um programa com desconto amplo
00:12para ajudar famílias de baixa renda a reduzirem as dívidas.
00:16Repórter Matheus Dias traz as últimas informações, como é que esse programa vai funcionar, o objetivo do governo,
00:22claro, que a questão é econômica. Boa noite, bem-vindo, Matheus.
00:27Tiago, uma ótima noite para você, ótima noite a quem nos acompanha.
00:30Segundo, então, o novo ministro da Fazenda, Dário Durigan, ele diz que essa é uma forma de tentar criar
00:36uma nova plataforma de renegociação das dívidas, claro, fazendo acordos com os bancos, com as instituições financeiras,
00:43mas contando também com o suporte dos cofres da União.
00:47A entrevista de Durigan aconteceu no programa da jornalista Miriam Leitão, da Globo News,
00:52onde ele disse que o que o governo vai fazer é incentivar um desconto amplo com garantias do governo
00:59para o caso da pessoa vir a inadimplir novamente com o banco mais à frente, mesmo depois das renegociações.
01:05O governo avalia, então, a criação de um fundo de crédito, seja feito direto com as famílias,
01:11como uma forma de financiamento, ou um fundo garantidor, ou, numa terceira opção, uma combinação dessas duas medidas.
01:18Esses recursos, claro, provenientes da União, para garantir a proteção depois do refinanciamento pelo banco,
01:25caso a pessoa volte a se endividar.
01:28Uma outra possibilidade, segundo Dário Durigan, são os valores resgatados por cidadão,
01:33os valores não resgatados por cidadão, aliás, naquele chamado dinheiro esquecido,
01:36que hoje, nos cofres do Banco Central, somam 10 bilhões de reais e 500 milhões de reais.
01:43Só que tem também, Tiago, uma série de questões jurídicas e também práticas que acabam dificultando o saque desse valor,
01:51e por isso o governo ainda teria que fazer uma série de negociações, inclusive fazendo também uma medida provisória.
01:56Isso acontece num momento em que o país está consideravelmente endividado pelas famílias.
02:01As contas do Banco Central apontam que as famílias brasileiras têm batido, então, recordes históricos do endividamento.
02:08Uma pesquisa recente também feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Turismo e Serviços
02:15aponta que mais de 80% das famílias do Brasil estão endividadas, e esse é um recorde histórico.
02:22Por isso, então, o governo pensa nessa nova medida de suporte, claro,
02:25levando em conta e negociando junto com o Banco do Brasil e também a Caixa Econômica Federal, viu, Tiago?
02:32Pois é, então, o governo, nesse momento, preocupado com esse endividamento, que não é de hoje, só vai aumentando.
02:39Até daqui a pouquinho, Matheus, Denise e Campos de Toledo, é claro que uma solução precisa ser adotada.
02:44Mas será que são medidas pontuais ou isso pode, lá na frente, amenizar e ajudar a reduzir o problema?
02:52Olha, Tiago, a gente tem visto vários feirões limpa-nome, negociações das próprias instituições financeiras,
02:59porque há uma preocupação, sim, com relação à disparada de inadimplência, não só por parte das pessoas físicas,
03:05mas também de empresas, só que nós estamos num ano eleitoral e há uma renovação das preocupações
03:11com relação ao ambiente econômico.
03:13Na campanha anterior, o então candidato Lula também demonstrou preocupação com a inadimplência,
03:19tanto que depois, cumprindo a promessa de campanha, ele lançou o programa Desenrola.
03:24Agora ele gostaria de usar, inclusive, outro nome, porque aquele programa, ele livrou muita gente da inadimplência,
03:31houve renegociação, teve novos empréstimos, na época houve também um aporte de recursos do governo
03:37para conseguir viabilizar essa negociação junto às instituições financeiras,
03:42só que agora o governo quer incluir também uma parte de educação financeira,
03:46além dessa possibilidade de renegociação de uma forma mais ampla, com juros menores,
03:51com parcelas que caibam no orçamento, que não inviabilizem novamente a capacidade
03:56de as famílias conseguirem continuar bancando as despesas básicas.
04:00Então há uma preocupação geral.
04:02Agora, para dar resultado rápido, teria de vir através de uma medida provisória,
04:06talvez até com o uso mesmo dos recursos que estão parados, que foram esquecidos dos bancos,
04:11estão com o Banco Central, ainda está lá aberto.
04:13Se entrar no site do Banco Central, quem esqueceu dinheiro em instituições financeiras ainda pode ter acesso.
04:19Então essa é uma dificuldade, porque esse dinheiro teria que passar pela conta do Tesouro Nacional,
04:24há uma questão de como seria registrado da forma contábil a liberação desse dinheiro,
04:29mas o Congresso já aprovou lá atrás essa utilização.
04:33Isso seria usado como uma espécie de fundo garantidor.
04:36Então a instituição financeira, o banco, a Fintech, renegociaria o empréstimo em condições bem favoráveis.
04:42Agora, no caso de a pessoa não conseguir bancar, esse fundo é que bancaria a despesa.
04:48É ver como será a implementação, mas alguma novidade deve sair,
04:51porque o governo, o presidente Lula em particular, está muito preocupado com essa situação.
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