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A transação gira em torno de R$ 800 milhões. Segundo a 3Corações, essa aquisição expande a presença da marca em alimentos para além do café, e diversifica o portfólio, com produtos que vão do café da manhã até o jantar. Já no mundo dos mercados, o Grupo Mateus, uma das maiores redes de varejo alimentar do país, divulgou resultados abaixo do esperado pelo mercado. Como consequência, apenas em 2025, o grupo fechou 28 lojas.

E mais: BYD anuncia investimento de R$ 300 milhões no Rio de Janeiro. Segundo o comunicado, a montadora chinesa construirá um centro de pesquisas, desenvolvimento e testes automotivos na capital fluminense. O novo complexo será instalado próximo ao Aeroporto Internacional do Galeão e tem previsão para iniciar as obras no final de 2026.

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00:00Olá, seja muito bem-vindo ao Business. A partir de agora você vai conferir.
00:05A General Mills vende operações da Yoki e a Quitano para Três Corações.
00:12A NVIDIA prevê que até 2027 a venda de chips possa gerar um trilhão de dólares.
00:20A BYD anuncia um investimento milionário no Rio de Janeiro.
00:25E mais, confira quais serão as possíveis novidades do iPhone 18.
00:32Eu sou o Bruno Meyer e o Business, a sua revista eletrônica de negócios, está no ar.
00:41Jovem Pan Business
00:44E a americana General Mills, dona da Yoki e da Quitano, aquela empresa de temperos,
00:51anunciou que vai vender as operações no Brasil para o grupo Três Corações.
00:58A transação é avaliada em 800 milhões de reais.
01:02A Yoki é bem famosa, dona de marcas como de farinha, cereais, milho de pipoca, salgadinho, batata palha.
01:11Ela faturou cerca de 2 bilhões de reais a cada ano, se a gente pegar os últimos anos.
01:18A Yoki foi comprada pela empresa americana, pela General Mills, em 2012,
01:24por quase 2 bilhões de reais, em um momento de conflitos de sociedade
01:29e em meio à morte de Marcos Matsunaga, neto do fundador.
01:35O negócio não incluiu a marca Häagen-Dazs,
01:39porque no Brasil a marca Häagen-Dazs é importada pelos americanos, pela General Mills.
01:46Com sede, a companhia tem sede em Mineápolis, nos Estados Unidos.
01:51Vamos falar da compradora?
01:52A compradora a Três Corações é bem conhecida no Brasil por comandar marcas de café em grão,
01:59pó e solúvel, além de chás, bebidas cremosas e máquinas para cápsulas de café.
02:06Essa compra para a companhia expande a presença em alimentos para além do café
02:12e diversifica o portfólio com produtos que vão do café da manhã até o jantar.
02:19A Três Corações diz que planeja manter as marcas.
02:23Agora, se a gente pegar a General Mills,
02:26ela tem aqui no Brasil uma receita anual de 350 milhões de dólares.
02:33Quando você vê esse número de longe, você acha que é muito.
02:36Realmente, é muito dinheiro, mas ele é uma pequena fração das vendas de 19 bilhões de dólares
02:43registradas pela companhia NoMundo no ano passado.
02:47A operação com a Três Corações envolve toda a estrutura da General Mills no Brasil,
02:53incluindo as fábricas na cidade mineira de Pouso Alegre e Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso.
03:00Essa operação, importante frisar, ainda depende da aprovação de órgãos reguladores
03:07e do cumprimento de condições usuais para este tipo de transação.
03:13O Grupo Mateus, uma das maiores redes de varejo alimentar do Brasil,
03:19divulgou resultados abaixo do esperado pelo mercado.
03:23Segundo a empresa, as despesas operacionais cresceram 34,2% no quarto trimestre,
03:30somando cerca de R$ 1,7 bilhão, enquanto a receita líquida avançou 20% no período.
03:39Esse desempenho pressionou a rentabilidade da companhia
03:42e acabou impactando as ações na Bolsa de Valores.
03:46Durante o pregão, os papéis do grupo chegaram a cair cerca de 13%.
03:50Além desse resultado, abaixo das expectativas,
03:53a empresa informou que vai fechar 28 lojas ao longo deste ano,
04:00como parte de um processo de reorganização da rede.
04:04Uma correção.
04:05Ela fechou, no ano passado, essas 28 unidades.
04:10Analistas apontam que o aumento das despesas
04:13e a perda de alavancagem operacional
04:16contribuíram para o desempenho mais fraco da companhia no período.
04:22E a montadora chinesa BYD anunciou um investimento de R$ 300 milhões
04:27para construir um centro de pesquisas, desenvolvimento e testes automotivos no Rio de Janeiro.
04:35O novo complexo será instalado no Aeroporto Internacional do Galeão
04:39e terá uma área de cerca de 183 mil metros quadrados
04:44com estrutura para testes de velocidade, resistência, desempenho e durabilidade de veículos.
04:52O espaço também contará com pistas para diferentes tipos de terreno,
04:57circuito off-road e áreas de demonstração.
05:01Segundo a empresa, o objetivo é desenvolver e adaptar tecnologias
05:04para o mercado brasileiro e latino-americano,
05:08incluindo pesquisas relacionadas à mobilidade elétrica
05:11e sistemas de direção autônoma.
05:14As obras devem começar no fim de 2026
05:18e a previsão é que o centro entre em operação em 2028,
05:24reforçando a presença da montadora no Brasil,
05:26que hoje é o maior mercado da empresa fora da China.
05:31O Nubank recebeu aprovação unânime para integrar
05:36a Federação Brasileira de Bancos, a FEBRABAN,
05:41entidade que reúne as principais instituições financeiras do país.
05:47A decisão foi tomada pelo Conselho Diretor da FEBRABAN
05:50durante a primeira reunião ordinária de 2026,
05:54autorizando a entrada da Fintech como associada da organização.
05:59A adesão acontece em um momento em que o Nubank busca obter uma licença bancária no Brasil,
06:06processo que deve avançar ao longo deste ano junto ao Banco Central.
06:11Com a filiação, o Nubank passa a participar das discussões do setor financeiro
06:16dentro da federação.
06:19Especialistas avaliam que a entrada da Fintech na entidade
06:23marca um novo momento de integração entre os bancos tradicionalíssimos,
06:29os bancões e instituições digitais em um mercado,
06:34como a gente pode acompanhar, cada vez mais competitivo.
06:39Na semana passada, nós citamos aqui no Business
06:42que a NVIDIA havia anunciado um acordo com a Nebius,
06:45uma empresa de infraestrutura de inteligência artificial.
06:48E nesta semana, nos últimos dias, a Meta, dona do Facebook e do Instagram,
06:53também entrou no jogo e fez um contrato bilionário com a mesma empresa.
06:58O acordo com a Nebius, anunciado pela Meta, pode chegar, presta atenção,
07:04a 27 bilhões de dólares ao longo de cinco anos
07:09e prevê que a companhia forneça infraestrutura
07:13dedicada para processamento de inteligência artificial em vários centros de dados.
07:18Pelo acordo, a Meta deve adquirir inicialmente
07:2112 bilhões de dólares em capacidade computacional
07:25com início previsto para 2027.
07:29Além disso, a companhia também se comprometeu
07:33a comprar até 15 bilhões de dólares adicionais em infraestrutura
07:39caso essa capacidade não seja utilizada por outros clientes da Nebius.
07:45Especialistas apontam que acordos desse tipo
07:48mostram como as gigantes de tecnologia
07:50estão buscando garantir acesso antecipado a recursos de computação,
07:56considerado hoje um dos ativos mais estratégicos
08:00nessa disputa global pela liderança em AI.
08:04E a empresa mais valiosa do mundo, a NVIDIA,
08:08realizou nesta semana a conferência anual da companhia, o GTC,
08:13considerado por muitos o Super Bowl da inteligência artificial
08:18diante do interesse do setor de tecnologia em torno desse evento.
08:23Afinal, um dos chamarizes é a presença do dono da companhia, o Jensen Hua.
08:29Este ano, o fundador e CEO da NVIDIA traçou uma projeção de receita
08:34de um trilhão de dólares com chips de inteligência artificial
08:39entre 2025 e 2027.
08:44Ele declarou ainda que a NVIDIA retomou a produção de chips
08:48destinados especificamente ao mercado chinês.
08:53Nós vamos conversar agora, direto dos Estados Unidos,
08:56com Leonardo Santos Poça d'Água, fundador e chairman da Semantics.
09:03Leonardo, sempre um prazer tê-lo aqui no Business.
09:06Quais são os destaques desses últimos dias aí em São José, não é?
09:13Em São José, Bruno, obrigado mais uma vez.
09:16Obrigado a todos os ouvintes, pela audiência.
09:19Foi uma semana muito marcante.
09:21Alguns anúncios relevantes no setor, não só de tecnologia,
09:26mas o impacto em outras indústrias.
09:29Essa fala memorável aqui para nós,
09:32que o revenue, as receitas aqui projetadas da NVIDIA
09:38podem ali ultrapassar um trilhão de dólares,
09:41tem um efeito muito relevante,
09:45porque isso trouxe ali a demonstração, não só do apetite,
09:50mas também do momento que a gente vive na inteligência artificial.
09:55O consumo aumentando, as necessidades computacionais cada vez maiores,
10:02e alguns anúncios refletem ali o ponto de inflexão que o mercado vive.
10:07Essa inflexão está correlacionada aqui nas empresas passando no momento de experimentação,
10:14indo para o momento de escala.
10:16Muitas das empresas já utilizando AI no seu dia a dia,
10:20e alguns já colocando não só como diferencial competitivo,
10:23mas também por uma questão de sobrevivência.
10:26Eu falo isso muito ligado também nos data centers.
10:29Ele anuncia ali o conceito do AI Factory.
10:34Para a gente, tecnologia, esse mundo já estava muito bem desenhado,
10:37mas ali ele posiciona a NVIDIA não só como uma empresa que vende hardware,
10:44mas também uma empresa de plataforma, de ecossistema.
10:49E isso é muito relevante,
10:51porque abre um mercado novo para a NVIDIA,
10:55não só no quesito aqui de venda de chips,
10:58vendas de processamento, venda de máquina,
11:01mas também começa a abrir uma nova linha de receita,
11:06juntamente com esses grandes data centers,
11:09juntamente com as grandes empresas.
11:11E como o próprio Jensen colocou,
11:14ele enxerga a NVIDIA como uma espinha dorsal
11:18para todo o ecossistema de inteligência artificial.
11:21Não só ali atuando na camada de hardware,
11:24mas também agora na camada de aplicação.
11:27Uma coisa que me chamou a atenção
11:29foi também ali o crescimento da NVIDIA
11:33com esses novos lançamentos.
11:35Então eles lançaram ali a nova geração
11:38de chips, desses processadores,
11:41chamado Varia Rubian Ultra.
11:44Começa a ser entregue
11:45a partir do segundo semestre de 2026.
11:49E obviamente as Big Techs aqui anunciando
11:52sendo as primeiras consumidoras dessas máquinas.
11:57O número que ele colocou é que um terço do consumo
12:01está correlacionado nessas empresas de Big Techs
12:04e também nessas empresas de modelos,
12:08como Meta, como, por exemplo, Perplexi,
12:11como Mistral,
12:12como essas empresas que vêm criando
12:14essas inteligências,
12:16esses modelos de LLN que a gente fala.
12:19Mas esse um terço, Leonardo, é do quê?
12:22É de consumo?
12:24De compra dessas máquinas.
12:26Essas empresas correspondem a um terço
12:30dessas receitas que vêm,
12:32desses próximos pedidos que estão vindo
12:35na linha de receita da NVIDIA.
12:38É impressionante realmente esse dado que você traz
12:41desses últimos dias aí nos Estados Unidos,
12:44porque a gente traz para a nossa audiência
12:46já há algum tempo e explica o que é essa companhia
12:50e a evolução dessa companhia,
12:52que simplesmente é a companhia mais valiosa do mundo.
12:55Começou fabricando os chips para games
12:58e aí, nos últimos tempos, ainda hoje,
13:02esses chips são usados também
13:05para treinar os modelos de inteligência artificial
13:08e o mais famoso é o ChatGPT da OpenAI.
13:12Como você bem falou, os clientes da companhia,
13:17praticamente todas as gigantes de tecnologia,
13:21você falou do Google, você falou da Meta,
13:24tem o Google, tem a Amazon.
13:27Essa projeção de receita de um trilhão de dólares
13:31leva em conta o quê, Leonardo?
13:35E vem aí, com esses anúncios nesses últimos dias,
13:39vem aí chips de AI muito mais poderosos?
13:45Sem dúvida nenhuma.
13:46Esse foi o grande anúncio
13:47e também o posicionamento da NVIDIA
13:50como uma plataforma, como eu comentei.
13:52Uma coisa muito relevante é,
13:54nós tínhamos em 2023,
13:56que foi o ano do ChatGPT,
13:58a gente coloca em 2024,
13:59que foi o ano dos modelos de raciocínio,
14:022025, o Cloud Code,
14:04quer dizer, os modelos entendendo com o texto,
14:06e o que a gente vê em 2026 é uma era de agentes autônomos.
14:10E com isso, a NVIDIA lança,
14:13juntamente com a comunidade,
14:16como ela se coloca,
14:17uma empresa que está ligada na comunidade
14:19como uma plataforma,
14:20em cima da OpenClaw,
14:22eles lançam o NemoClaw,
14:23que é uma plataforma de agentes autônomos,
14:27para você criar esses agentes autônomos.
14:29Olha como isso é relevante para eles
14:31e está ligado no ecossistema, Bruno.
14:34Uma interação,
14:36eu diria que um consumo de token
14:38dentro de uma interação no ChatGPT em 2023,
14:41ela vai exponencializar
14:43a 15 vezes dentro dos agentes autônomos
14:47que estão sendo criados
14:48dentro dessa plataforma lançada por eles.
14:51Então, você vê aqui
14:52um ecossistema funcionando muito claro,
14:55e obviamente isso é o reflexo
14:57do que a gente viu desses pedidos,
15:00e estão vindo para esse,
15:02eu diria,
15:03atingimento de um trilhão
15:05de receita projetada
15:06para os próximos 12 meses
15:08ali na NVIDIA.
15:10A gente está vendo na tela,
15:12para quem está nos acompanhando
15:13pela televisão,
15:14para quem está nos acompanhando
15:15pelo YouTube,
15:16o James Enruan,
15:17o astro dessa semana,
15:20o fundador da NVIDIA.
15:22Agora, deixa eu trazer para o Brasil
15:24e deixa eu também
15:25falar sobre o nosso convidado,
15:27porque o Leonardo Santos
15:28fundou, é chairman
15:30de uma das empresas brasileiras
15:33protagonistas
15:35quando o assunto
15:36é inteligência artificial,
15:38a semantics.
15:41Eu sei que nos últimos tempos
15:43você comprou outras empresas, né?
15:47Você pode falar
15:48dessas suas últimas aquisições,
15:52mas sobretudo, Leonardo,
15:53como é que o Brasil
15:54tem se posicionado atualmente
15:58e como é que a gente pode competir
16:00com os grandes?
16:05IA se tornou,
16:06o token virou uma unidade econômica,
16:09automaticamente correlacionada
16:10com uma moeda,
16:11para nós ouvintes aí
16:12que não entendem
16:14o lado do token.
16:16O que isso quer dizer, Bruno?
16:18Você tinha um setor
16:20ou empresas muito focadas
16:21na camada de hardware,
16:23de plataforma.
16:24E você tinha um outro
16:26cenário de empresas
16:27que estavam criando
16:28aplicações de IA.
16:29O que a Jensen coloca
16:31e acredito aqui
16:33muito feliz em antecipar
16:35esse movimento de mercado,
16:36que foi a estratégia
16:37que nós colocamos
16:38com o semantics,
16:39que é criar uma empresa
16:41que vai operacionalizar
16:43essa complexidade
16:45que só está aumentando
16:46nesse ecossistema de IA.
16:47E aqui eu entendo
16:49que o Brasil tem uma grande,
16:51um potencial muito grande
16:53de sair na frente
16:54dentro dessa economia,
16:56dessa unidade de negócio
16:58e nessa unidade econômica
17:00chamada inteligente oficial.
17:01Por que disso?
17:02A diversidade
17:03que nós temos
17:04entre setores,
17:06entre multicamadas,
17:08nós somos usuários
17:11atípicos aqui
17:12de digital.
17:14É só você ver
17:15a capacidade do nosso país
17:16em processar,
17:17em sair na frente
17:19em setores como financeiro,
17:21em outros setores de indústria.
17:23Então, o Brasil
17:23pode sim ser ali
17:26um potencial líder
17:27em algumas camadas
17:29e especificamente
17:31nisso que o Jensen coloca,
17:32que começa a surgir
17:34uma terceira camada
17:36de empresas
17:36dentro desse ecossistema,
17:38que são as camadas
17:39que vão interoperabilizar,
17:41ou quer dizer,
17:42as empresas que vão
17:42orquestrar
17:43toda essa complexidade,
17:45seja de hardware,
17:46seja de aplicação,
17:47seja de software,
17:48e a Semantix
17:50foi muito feliz
17:50em se posicionar
17:52dentro desse mercado
17:53no Brasil
17:54e na América Latina
17:54como essa empresa.
17:56E missão crítica.
17:58Nós fizemos a aquisição
17:59de uma empresa
17:59do Grupo Boticário,
18:01que ela é especializada
18:02em administrar,
18:04gerir dados,
18:05que é a matéria-prima
18:06da inteligência racial,
18:07a gente não pode esquecer.
18:08E recentemente
18:09a gente anunciou
18:10a aquisição da Atos,
18:11que é uma empresa
18:12na América Latina
18:13posicionada em administrar,
18:16suportar missão crítica
18:18dos clientes
18:19na América Latina.
18:20Obviamente mercados
18:22focados em enterprise,
18:25grandes organizações
18:26na América Latina.
18:28Então esse foco nosso
18:29e esse surgimento
18:30de uma capacidade
18:33de administrar,
18:34suportar
18:35e orquestrar
18:36essa complexidade
18:37é onde a Semantix
18:38está posicionada.
18:40E mais uma vez
18:41a gente foi pioneira
18:42e o Jansen
18:43anuncia isso
18:44e reflete
18:44e dá a certeza
18:46do caminho
18:46que nós estamos seguindo
18:47para criar
18:48o diferencial competitivo
18:50no nosso país.
18:51Muito bem,
18:51diretamente dos Estados Unidos,
18:53Leonardo Santos,
18:55poça d'água,
18:56fundador
18:57e chairman
18:58da Semantix,
19:00analisando
19:01e trazendo
19:02todas as novidades
19:03dos últimos dias
19:04desse grande evento
19:06de inteligência artificial,
19:08esse grande evento
19:09da NVID.
19:10Obrigado, Leonardo.
19:12Mais uma vez,
19:13muito obrigado, Bruno.
19:14E a gente volta
19:15com o Business
19:15para falar da meta
19:17que vai inaugurar
19:18a sua primeira loja
19:19conceito de rua.
19:21Será na 5ª Avenida
19:23em Nova Iorque.
19:24A dona do Instagram,
19:25Facebook
19:26e WhatsApp
19:27quer expandir
19:28a presença
19:29no varejo físico
19:31e com espaço
19:32em uma das avenidas
19:33comerciais
19:34mais caras
19:35do mundo,
19:36a 5ª Avenida
19:37em Nova Iorque.
19:38Será uma loja conceito,
19:39nos moldes
19:40de outras
19:41que a plataforma
19:42tem na Califórnia.
19:44A companhia
19:45de Mark Zuckerberg
19:46assinou um contrato
19:47de locação
19:48de 10 anos
19:49para ocupar
19:51um edifício
19:52inteiro
19:53de 5 andares
19:55que fica ao lado
19:56do Hotel
19:57San Regis.
19:58A meta
19:59abriu
19:59a primeira loja
20:01chamada
20:01Metalap
20:02em Los Angeles
20:03no ano passado.
20:04O espaço
20:05permite
20:06que os visitantes
20:07experimentem
20:08os óculos
20:09de inteligência
20:10artificial
20:10da meta
20:11e os headsets
20:12de realidade
20:14virtual.
20:15A meta
20:15também opera
20:16uma outra loja
20:16na Califórnia.
20:17Esse acordo
20:18amplia
20:19a já significativa
20:20presença
20:21da meta
20:22em Nova Iorque
20:23porque em 2020
20:23a empresa
20:24alugou
20:25todo o espaço
20:26de escritórios
20:27do edifício
20:28Farley
20:29que foi
20:29revitalizado.
20:31E a montadora
20:32chinesa
20:33Agaki
20:33confirmou
20:34que vai
20:34produzir
20:34veículos
20:35no Brasil
20:35utilizando
20:36a fábrica
20:37da Mitsubishi
20:38em Catalão
20:39no interior
20:40de Goiás.
20:41A produção
20:42está prevista
20:43para começar
20:43a partir
20:44de 2027
20:45como parte
20:46da estratégia
20:47da empresa
20:48de ampliar
20:49a presença
20:49no mercado
20:50latino-americano.
20:51Esse projeto
20:52faz parte
20:53de um plano
20:53de investimentos
20:54estimado
20:55em cerca
20:56de 6 bilhões
20:57de reais
20:57que inclui
20:58produção local
20:59desenvolvimento
21:01e a criação
21:01de uma rede
21:02de fornecedores
21:04nacionais.
21:04A expectativa
21:05da montadora
21:06é atingir
21:06a produção
21:07de até
21:07100 mil
21:08veículos
21:09por ano
21:09no Brasil
21:10em 5 anos.
21:11A instalação
21:12da Agaki
21:13em Goiás
21:13faz parte
21:14de um movimento
21:15mais amplo
21:16de expansão
21:16das montadoras
21:17chinesas
21:18no Brasil
21:18que buscam
21:19ampliar a produção
21:20local
21:21e disputar
21:22espaço
21:22no mercado
21:23automotivo
21:24nacional.
21:25E a Sabesp
21:27e companhia
21:27de saneamento
21:28do estado
21:28de São Paulo
21:29lucrou
21:30registrou
21:31um lucro
21:31líquido
21:32de 2 bilhões
21:34e 680 milhões
21:35de reais
21:35no quarto
21:36trimestre
21:37de 2025.
21:38O resultado
21:39representa
21:40uma alta
21:40de 87,1%
21:42em relação
21:43ao mesmo
21:44período
21:44de 2024
21:45quando a empresa
21:46havia lucrado
21:471 bilhão
21:48e 430 milhões
21:50de reais.
21:51No mesmo
21:51trimestre
21:52a companhia
21:53também registrou
21:54receita líquida
21:55de 6 bilhões
21:56e 340 milhões
21:58de reais
21:58um crescimento
21:59de quase 2%
22:01se a gente
22:01comparar
22:02anualmente.
22:03Já no acumulado
22:04de 2025
22:05o lucro líquido
22:06da empresa
22:07foi de
22:088 bilhões
22:09e 460 milhões
22:10de reais
22:10queda
22:11de 11,7%
22:13em relação
22:14ao lucro
22:14de 9 bilhões
22:16e 580 milhões
22:17de reais
22:17registrado
22:18no ano anterior.
22:19Segundo a Sabesp
22:21o desempenho
22:21do trimestre
22:22foi impulsionado
22:24principalmente
22:24pelo aumento
22:26no número
22:26de ligações
22:27reajustes
22:29tarifários
22:29e melhora
22:30na arrecadação
22:32embora parte
22:33do ganho
22:33tenha sido
22:34compensada
22:35pela ampliação
22:36de clientes
22:37com tarifas
22:38subsidiadas.
22:39A Tesla
22:40de Elon Musk
22:41firmou um acordo
22:42com a sul-coreana
22:44LG
22:44Solution
22:45para a produção
22:46de baterias
22:48nos Estados Unidos
22:49em um projeto
22:50avaliado
22:51em 4 bilhões
22:52e 300 milhões
22:53de dólares.
22:54O acordo
22:55prevê a fabricação
22:56de baterias
22:56de fosfato
22:57de ferro
22:58lítio
22:59em uma unidade
23:00localizada
23:01no estado
23:02de Michigan.
23:04Segundo o comunicado
23:05o início da produção
23:06está previsto
23:07para 2027.
23:09Especialistas
23:10apontam
23:10que o acordo
23:11reforça
23:12a tendência
23:12de localização
23:14da cadeia
23:15de produção
23:15de baterias
23:16na América do Norte
23:17considerada
23:19estratégica
23:20para o crescimento
23:21do mercado
23:21de veículos
23:22elétricos
23:23e de armazenamento
23:24de energia.
23:25E a Honda
23:27montadora japonesa
23:28registrou prejuízos
23:29bilionários
23:30relacionados
23:31ao desenvolvimento
23:32de carros elétricos
23:33o que levou
23:34a empresa
23:35a rever
23:36a sua estratégia
23:37no setor.
23:39Segundo dados
23:40divulgados
23:41pela companhia
23:42o prejuízo
23:42chegou a 3,6
23:44bilhões
23:45de dólares
23:45cerca de
23:4618 bilhões
23:47e 500 milhões
23:48de reais.
23:49Esse é o primeiro
23:50prejuízo anual
23:52em quase 70 anos
23:53como empresa
23:55listado
23:55em Bolsa.
23:56O desempenho
23:57abaixo do esperado
23:58nas vendas
23:59de modelos elétricos
24:00principalmente
24:00nos Estados Unidos
24:02também contribuiu
24:04para o impacto
24:05financeiro
24:06da montadora.
24:07Diante desse cenário
24:08a Honda
24:09decidiu
24:10reavaliar
24:11o ritmo
24:12de expansão
24:13da sua linha
24:13de veículos
24:15totalmente elétricos
24:16enquanto aumenta
24:18o foco
24:18em modelos
24:19híbridos
24:20que ainda
24:21apresentam
24:22maior demanda
24:23em alguns mercados.
24:25E mal se falou
24:27
24:27a gente está falando
24:28nos últimos tempos
24:30da ascensão
24:30do iPhone 17
24:32que realmente
24:32teve uma demanda
24:34superior
24:34do que a Apple
24:35imaginava
24:37e já
24:37vamos falar
24:38do novo
24:39iPhone 18.
24:40O novo iPhone 18
24:42ainda não foi
24:42anunciado
24:43não foi divulgado
24:44mas analistas
24:45e sites
24:46de tecnologia
24:47já começaram
24:48a revelar
24:48umas pistas
24:49sobre o que esperar
24:51do novo
24:52aparelho da Apple
24:53do carro-chefe
24:54da Apple.
24:55Um dos anúncios
24:56mais esperados
24:57para essa nova linha
24:58é o lançamento
24:59do novo chip
25:00o A20 Pro
25:02que provavelmente
25:03terá um processo
25:04de fabricação
25:04mais avançado
25:05focado em desempenho
25:07e economia
25:08de bateria.
25:09Entre os vazamentos
25:10aparece a possibilidade
25:11de uma câmera frontal
25:13de até 24 megapixels
25:15o que representaria
25:16um salto relevante
25:17para selfies
25:18e também
25:19videochamadas.
25:20Mas um dos principais
25:21rumores
25:22e que provavelmente
25:22mexeria com o mundo
25:23tecnológico
25:24é que a Apple
25:25pode lançar
25:26o seu primeiro
25:28iPhone dobrável
25:31possivelmente
25:32junto com os modelos
25:33Pro.
25:34Estão falando
25:35há muito tempo
25:35disso.
25:36Será que vai acontecer?
25:37a gente vai saber
25:38no segundo semestre
25:39deste ano.
25:41Esse dispositivo
25:42teria uma tela
25:43interna maior
25:44próxima ao formato
25:46de um tablet.
25:47Como de costume
25:48a Apple faz
25:49os seus lançamentos
25:51em setembro
25:52mas este ano
25:53pode ser um pouco
25:54diferente.
25:55Tem muita gente
25:56que tem falado
25:57que o iPhone
25:5818 Pro
26:00o Pro Max
26:01possivelmente
26:02esse dobrável
26:03seja lançado
26:05em setembro
26:06deste ano
26:07e já o modelo
26:08padrão
26:09e o iPhone
26:1018e
26:11devem ser lançados
26:13no início
26:14de
26:162027.
26:18Vamos ver
26:19o que vem
26:19aí de novidade
26:21para o produto
26:22que é o carro-chefe
26:23de uma das companhias
26:24mais valiosas
26:24do planeta
26:25a Apple.
26:26E com isso
26:27o Business
26:27vai ficando por aqui
26:28muito obrigado
26:29sempre pela sua audiência
26:30pela sua companhia
26:31e o meu desejo
26:32de todas as semanas
26:34aqui no programa.
26:36Tenham todos
26:37bons negócios
26:38no radar
26:39até semana que vem.
26:40Tchau, tchau.
26:46Jovem Pan Business
26:49A opinião
26:50dos nossos comentaristas
26:52não reflete
26:53necessariamente
26:54a opinião
26:54do grupo
26:55Jovem Pan
26:56de comunicação.
27:00Realização
27:01Jovem Pan
27:02Jovem Pan
27:03Jovem Pan
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