Motivo dessa mudança organizacional da empresa é uma resposta a uma queda generalizada na demanda por cerveja, provocada pelo aumento dos preços e pela moderação do consumo de álcool por parte dos consumidores, especialmente os mais jovens.
Já no mundo automobilístico, a marca de carros sueca, Volvo, anuncia um investimento bilionário no Brasil. Este é o maior investimento que a empresa fez em território nacional. E mais: A Mattel, dona da boneca Barbie e o carrinho Hot Wheels, tem queda brusca nas vendas e as ações da fabricante de brinquedos despencaram quase 30% após resultados decepcionantes no último trimestre de 2025.
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Já no mundo automobilístico, a marca de carros sueca, Volvo, anuncia um investimento bilionário no Brasil. Este é o maior investimento que a empresa fez em território nacional. E mais: A Mattel, dona da boneca Barbie e o carrinho Hot Wheels, tem queda brusca nas vendas e as ações da fabricante de brinquedos despencaram quase 30% após resultados decepcionantes no último trimestre de 2025.
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NotíciasTranscrição
00:00Olá, seja muito bem-vindo ao Business. A partir de agora você vai conferir.
00:05A Heineken anuncia demissão de até seis mil funcionários causado pela queda no consumo de cerveja.
00:14A Microsoft começa a colocar em operação parte dos seus novos data centers no Brasil.
00:22A Volvo anuncia um investimento bilionário por aqui, no Brasil.
00:27E mais, a Mattel, dona da boneca Barbie e dos carrinhos Hot Wheels, tem queda brusca nas vendas.
00:37Eu sou o Bruno Meier e seja muito bem-vindo ao Business, a sua revista eletrônica de negócios que está
00:43no ar.
00:47Jovem Pan Business
00:50E uma verdadeira crise no mercado de cerveja no mundo,
00:54porque a Heineken, que é a segunda maior produtora de cervejas no planeta,
01:00vai eliminar até seis mil postos de trabalho,
01:04o que representa cerca de sete por cento de um total global de oitenta e sete mil funcionários.
01:12Qual é o motivo de estudo?
01:14O motivo é uma resposta da companhia a uma queda generalizada na demanda por cerveja,
01:21provocada pelo aumento dos preços, mas, sobretudo, pela moderação do consumo de álcool por parte dos consumidores,
01:31especialmente os mais jovens.
01:33Ou seja, também tem uma parte que deixou de beber cerveja
01:37e tem gente que está bebendo cerveja ou sem álcool ou com menor quantidade.
01:43Se a gente vir para a realidade brasileira, aqui no Brasil, a Heineken registrou uma queda do volume de cerveja
01:49vendido em dois mil e vinte e cinco,
01:51se a gente comparar com o ano anterior, dois mil e vinte e quatro,
01:54devido à queda na renda real disponível segundo a empresa.
01:59A Heineken, ela não detalha os números referentes ao mercado brasileiro,
02:03divulga apenas dados das Américas.
02:06Na região, o volume recuou dois vírgula oito por cento na comparação anual para noventa e dois milhões de hectolitros
02:14no ano.
02:15No quarto trimestre, a queda foi de três vírgula nove por cento.
02:20Considerando todas as geografias, o volume total da Heineken caiu um vírgula dois por cento no ano passado.
02:28O diretor-presidente da cervejeira, Adolf van den Brink,
02:31que deixará o cargo em maio, após seis anos à frente da empresa, citou o Brasil e o novo momento
02:38do setor cervejeiro no país e no mundo,
02:41em teleconferência sobre os resultados de dois mil e vinte e cinco.
02:45Segundo ele, são necessárias inovações maiores e mais ousadas da empresa em mercados desenvolvidos como a América do Norte e
02:55a Europa,
02:56acrescentando que as cervejas, olha lá, com baixo teor alcoólico e também cerveja sem álcool, tem forte potencial de crescimento.
03:06O executivo apontou cautela com as projeções de curto prazo para o segmento de cerveja no Brasil,
03:13que é um importantíssimo mercado para a cervejaria holandesa, apesar, né, se ele falou isso claramente,
03:21da previsão de um clima mais quente aqui no país e da Copa do Mundo de futebol.
03:28Copa do Mundo, as pessoas bebem ou costumam beber mais cerveja.
03:33Voltando ainda ao executivo, ele apontou ainda a importância da cerveja 0.0 para a estratégia da empresa no Brasil,
03:43que é hoje, detalhe, hein, o maior mercado do mundo para a marca sem álcool.
03:50A cervejaria holandesa, dona também da marca Amistel, informou nos últimos dias que as demissões serão principalmente na Europa.
03:58A empresa também informou que as vendas de cerveja caíram em 2025,
04:04embora a retração de 2,4% tenha sido ligeiramente menor do que os analistas previam.
04:11Os cortes de emprego são o mais recente movimento de um mercado que enfrenta dificuldades
04:16para superar a retração no consumo de cerveja no período pós-pandemia em mercados chaves,
04:22como Europa e Estados Unidos.
04:24Essa realidade fez com que a Heineken anunciasse essa mudança na liderança da empresa no mês passado.
04:31O sucessor do atual CEO ainda não foi encontrado e é, segundo eles, prioridade máxima do conselho de administração da
04:41companhia.
04:42Saindo da Heineken, da Holanda, Brasil, passando pela Europa,
04:48é uma realidade global aí do mercado de cerveja, a queda no consumo de cerveja pelo mundo.
04:54Vamos para o varejo brasileiro, porque o Açaí Atacadista, uma das maiores redes varejistas do Brasil,
05:02anunciou uma freada na expansão e admite vender lojas com baixo desempenho.
05:10E o motivo, cenário de juros elevados, alto custo de capital, a informação foi confirmada pelo presidente da companhia,
05:20Belmiro Gomes, que inclusive já esteve aqui nos nossos estúdios, aqui da Jovem Pan, na Avenida Paulista,
05:26para gravar o programa Show Business.
05:29A empresa decidiu reduzir pela metade a previsão de novas lojas este ano.
05:34A expectativa era abrir 10 unidades, mas agora o plano caiu para 5.
05:39Mesmo com a cautela na expansão, o Açaí mantém previsão de 700 milhões de reais em investimentos para 2026.
05:48Além disso, a rede segue apostando em um novo projeto,
05:52que é a abertura de farmácias dentro das lojas.
05:57E a expectativa é chegar a 25 unidades neste ano.
06:03E falando ainda do Açaí, com essa freada na expansão de lojas desse importante varejista,
06:12atacarejo, muito forte no atacarejo,
06:15a rede anunciou uma parceria com o Mercado Livre,
06:21uma parceria estratégica para ampliar as vendas online de supermercado em todo o Brasil.
06:28O acordo foi anunciado nos últimos dias, marca a entrada do Açaí do Belmiro Gomes
06:35no marketplace do Mercado Livre, com uma operação direta ao consumidor.
06:40A operação será feita no modelo de Fulfillment,
06:44em que o Mercado Livre fica responsável pela logística, armazenamento e entrega dos produtos ao cliente final.
06:51A previsão é que as vendas comecem no segundo trimestre de 2026,
06:56especialmente na região sudeste, com expansão nacional até o fim do ano.
07:02A parceria começa com cerca de 400 itens não perecíveis,
07:07entre mercearia, higiene, limpeza e perfumaria.
07:12Segundo líderes das duas empresas,
07:14a combinação da estrutura logística e de marketplace do Mercado Livre
07:20com a escala do Açaí pode impulsionar o varejo online de supermercado,
07:27um segmento ainda pouco explorado no Brasil,
07:30em parte devido a desafios operacionais e de entrega.
07:35E a Microsoft começou a colocar em operação parte dos seus novos data centers no Brasil,
07:42marcando um passo importantíssimo na ampliação da infraestrutura digital do país.
07:48As novas instalações, que fazem parte de um projeto global da empresa
07:52para fortalecer os seus serviços de nuvem e computação de alto desempenho,
07:58estão sendo construídos na região metropolitana de Campinas, em São Paulo,
08:03abrangendo cidades como Hortolândia e Sumaré.
08:06A previsão é que a entrada em operação desses centros de dados
08:11melhore a capacidade de processamento e armazenamento local,
08:16reduzindo a dependência de infraestrutura em outros países
08:20e acelerando os serviços digitais oferecidos por grandes empresas
08:26e pela própria Microsoft no Brasil.
08:29Especialistas apontam que esse movimento também reforça o Brasil
08:33como um hub estratégico para a tecnologia em nuvem na América Latina
08:38diante da crescente demanda por serviços digitais e inteligência artificial.
08:45E a corrida pelo domínio dos streamings segue a todo vapor,
08:49isso porque a Paramount especificou a ofensiva para tentar atravessar o negócio da Netflix
08:56e apresentou uma nova proposta ali para convencer acionistas
09:01a frear as negociações pela compra da Warner Bros.
09:06E olha só que impressionante, a Paramount anunciou que está disposta
09:09a oferecer um pagamento adicional aos acionistas à Warner
09:14para cada trimestre de atraso na conclusão do acordo.
09:19Ou seja, uma estratégia que busca aumentar a atratividade da proposta
09:25e sinalizar confiança na aprovação regulatória entre as duas empresas.
09:31E não para por aí.
09:32Para tentar concretizar o acordo entre elas,
09:36a Paramount afirmou em um comunicado divulgado nos últimos dias
09:40que assumiria a multa de rescisão que a Warner teria de pagar a Netflix,
09:46caso desista do acordo já firmado com a plataforma de streaming.
09:52Sabe quanto é essa multa?
09:552 bilhões e 800 milhões de dólares, é claro.
10:00Apesar da nova ofensiva, a empresa manteve a oferta integral em dinheiro
10:05de 30 dólares por ação e não respondeu às preocupações do mercado
10:10sobre o alto nível de endividamento que a fusão pode gerar.
10:14E o mercado de escritórios em São Paulo vive um momento de forte recuperação
10:21impulsionado, em grande parte, pelo retorno mais intenso das empresas
10:27ao trabalho presencial.
10:29Segundo os dados recentes da consultoria global JLL,
10:34os espaços vagos na capital paulista voltaram a níveis próximos aos vistos
10:41antes da pandemia, especialmente em polos como a Avenida Faria Lima
10:47e a Avenida Paulista, onde fica a Jovem Pan e onde a gente está gravando este programa
10:52neste momento.
10:54E para conversar sobre esses desafios e oportunidades,
10:59nós estamos com a Iara Matsuyama, diretora de locações da JLL,
11:05que traz a sua visão aí sobre como as empresas estão ocupando e buscando
11:09espaços físicos na cidade.
11:12Iara, seja muito bem-vinda ao Business.
11:14Como é que você avalia o impacto desse retorno ao trabalho presencial
11:21na contratação?
11:23Especificamente, a gente está falando na contratação de escritórios na capital paulista.
11:31O impacto é muito forte, né?
11:34A necessidade de mais área, ela vem juntamente com a intensificação do trabalho presencial.
11:42Então, a partir do momento que as empresas passam a aumentar o trabalho presencial,
11:48então, quando a política era de ir dois dias na semana,
11:53passa a ser três, era de três, passa a ser quatro,
11:56ou até mesmo volta ao trabalho presencial 100%,
12:00nesse exato momento surge uma necessidade dos escritórios, das empresas, né?
12:05De modo geral, a necessidade por mais área de escritório.
12:09E isso traz um impacto direto no nosso mercado de locação de escritórios corporativos.
12:16Os segmentos, vocês conseguem mapear os segmentos que estão liderando essa retomada?
12:22A intensificação do trabalho presencial tem ocorrido de maneira geral,
12:27nos segmentos de modo geral,
12:29mas há um destaque forte para as empresas do segmento financeiro
12:34e do segmento de tecnologia também, serviços digitais.
12:39Financeiro, então, e de tecnologia.
12:41Agora, os dados que tem nesse estudo de vocês,
12:46eles mostram, esses dados, uma taxa de vacância,
12:51ou seja, os espaços vagos muito baixos,
12:54tanto na Faria Lima quanto na Avenida Paulista.
12:58A gente está citando basicamente esses dois,
13:00mas todo o entorno também envolvido, outras regiões também.
13:05Na sua avaliação, o que explica a disputa, especialmente dessas áreas, né?
13:11Aqui a Avenida Faria Lima, tradicionalíssima,
13:14a Avenida, desculpa, a Avenida Paulista, aqui pertinho,
13:18e também a Avenida Faria Lima, conhecida aí como Coração Financeiro de São Paulo.
13:25Primeiro, é importante a gente pontuar que a redução da taxa de vacância
13:29ela está acontecendo de uma maneira geral nos mercados corporativos primários.
13:34Então, de modo geral, as regiões mais importantes,
13:39onde tem ali os prédios corporativos,
13:41elas têm se deparado com essa redução da taxa de vacância.
13:45A Paulista e a Faria Lima são grandes destaques.
13:49A Faria Lima, por ser o coração financeiro da cidade,
13:53onde a maior parte das empresas do segmento financeiro
13:57e do segmento de tecnologia estão sediados.
14:01E esses foram segmentos que, de fato, cresceram muito nos últimos anos.
14:05E, ao passo que foram crescendo, foram necessitando de mais área.
14:10Já na Paulista, a gente vê esse movimento também de taxa de vacância reduzindo,
14:15ou seja, as empresas expandindo, necessitando de mais área.
14:20E aí, o que faz essas duas regiões estarem nessa posição neste momento?
14:26Eu diria que é a redução da quantidade de novo estoque previsto para essas regiões.
14:34Então, tanto a Faria Lima quanto a Paulista,
14:37elas têm essa característica de já não ter mais tantos novos empreendimentos,
14:42grandes empreendimentos, sendo lançados aí nos próximos anos,
14:46nos próximos trimestres.
14:48E isso faz com que tenha que ter absorvido a área que está disponível já hoje,
14:53a área que já existe.
14:55Então, essa seria aí, acho que o principal ponto mais importante
15:03do porquê essa disputa começa a acontecer.
15:06As áreas que estão disponíveis vão sendo absorvidas
15:11e sem a previsão de um novo estoque robusto,
15:15isso faz com que tenha que ser ocupado o que já existe.
15:20Yara, eu perguntei para você há pouco os setores que mais têm demandado.
15:24E você respondeu, sem grandes surpresas, o setor financeiro e também o setor de tecnologia.
15:31Agora, tem setores que preferem regiões tradicionais alternativas em bairros emergentes?
15:40Tem, tem setores.
15:43Na verdade, a gente se depara com todo tipo de necessidade, né?
15:47E sim, algumas empresas acabam optando por regiões mais distantes,
15:54por regiões onde os custos são mais atrativos também, né?
15:59Então, existem, sim, regiões que têm demandado necessidade de grandes corporações, por exemplo,
16:09onde o custo de locação é mais atrativo.
16:13E aí, para quem é grande tomador de área,
16:15a gente está falando aí de empresas que ocupam 20, 30 mil metros quadrados,
16:21nessas outras regiões você vai encontrar prédios com essa disponibilidade,
16:25com uma maior quantidade de estoque e ali os valores também são mais atrativos.
16:33Bom, com esse reaquecimento aí no valor do aluguel de escritórios,
16:39a gente está falando de São Paulo, mas a gente já pode falar no Brasil todo,
16:43como é que as empresas, elas têm reequilibrado aí os custos
16:48com o aumento do aluguel dos escritórios nas cidades?
16:55Nesse momento, as empresas estão buscando a melhor eficiência.
17:01A palavra da vez, eu diria que é a eficiência.
17:04E quando a gente fala de eficiência, a gente está falando de eficiência de custos,
17:09de eficiência de espaço, de eficiência operacional.
17:13Então, nesse momento em que a gente começa a se deparar com os custos mais elevados,
17:18a busca por eficiência, ela é fundamental.
17:20E geralmente essa busca, ela pode considerar ou uma ocupação mais eficiente em um imóvel
17:29onde você possa aproveitar melhor o espaço,
17:31como também ela pode significar a mudança para um edifício onde o custo de locação
17:37seja mais atrativo, seja mais baixo.
17:40Então, esse é um movimento importante do mercado.
17:42E a gente tem percebido, não só vocês fizeram esse estudo em relação ao escritório,
17:48mas a gente tem percebido isso no trânsito das cidades, que voltou com tudo,
17:54a explicação, mesmo não sei se vocês têm dados em relação a isso,
18:00mas tudo basicamente se explica por conta do retorno do trabalho presencial.
18:06É isso, né, Yara?
18:08É, a intensificação do trabalho presencial, ela tem sido uma grande chave aí
18:15e tem trazido impactos diversos, né?
18:19O impacto na locação, na quantidade de novos espaços e na expansão dos escritórios,
18:27ela é visível, mas ela também é visível, como você mencionou, no trânsito,
18:32ela também é visível no movimento da rua, no shopping,
18:37na hora que o pessoal sai para almoçar e se depara com aquela fila grande nos restaurantes, né?
18:43Então, esse impacto, ele chega também no comércio e nas regiões aí de maior concentração de pessoas, sem dúvida.
18:52Nós conversamos com a Yara Matsuyama, diretora de locações da JLL.
18:59Obrigado pela presença aqui no Business.
19:01Eu te agradeço.
19:03E olha, o Business faz uma breve pausa e volta em instantes.
19:08Desde o tempo do homem primitivo, a grande civilização grega,
19:12da evolução industrial até o mundo moderno,
19:15grandes guerras aconteceram, moedas foram criadas,
19:18inovações científicas mudaram o mundo e forjaram os povos.
19:23Todas essas transformações foram costuradas pelo fio invisível da economia.
19:28Esse conhecimento é a chave para entender as relações humanas, trabalho, negócios, investimento e política.
19:34Ao longo da minha carreira, eu percebi que muitas pessoas têm dificuldade em entender esses conceitos
19:39que são essenciais para as nossas vidas, para que a gente prospere.
19:43Quero compartilhar com você os fundamentos econômicos que moldaram e continuam a moldar o mundo.
19:50Entenda os segredos e transforme a sua forma de investir com o meu novo curso,
19:55Economia Toro, os 200 conceitos que interessam.
19:58Acesse agora, newcursos.com.br e comece a sua jornada.
20:04Vai, Tori!
20:08Para me preparar para o meu programa, tem uma coisa que eu nunca deixo em off.
20:12A música.
20:13E claro, para isso, eu escuto na minha Alexa.
20:16Como? Simples.
20:18Alexa, tocar Classic Pan.
20:20Estou produzindo.
20:21Classic Pan é a minha vibe de todos os dias.
20:24Roupa errada, eu até troco.
20:26Agora, música errada, não dá, né?
20:28Porque aqui só tocam os clássicos.
20:31Aqueles que marcaram gerações, só os melhores de todos os tempos.
20:35Porque clássico é isso.
20:36Nunca sai de moda.
20:38Né, Alexa?
20:39Classic Pan, 76.7, a trilha sonora dos seus melhores momentos.
21:14E a gente volta com o Business para falar de Apple.
21:18Porque, impulsionada pelo forte desempenho das vendas do iPhone 17,
21:23a Apple anunciou um lucro líquido recorde nos últimos três meses.
21:28de 2025, segundo dados divulgados pela empresa.
21:32Afinal, ela é de capital aberto.
21:34O ganho foi de pouco mais de 42 bilhões de dólares.
21:39A gente está falando de apenas três meses.
21:42Um valor acima das estimativas do mercado e até das projeções internas da companhia.
21:47As vendas do iPhone cresceram em todo o mundo.
21:51A Apple previa um crescimento de dois dígitos.
21:53Mas o avanço foi ainda maior, uma alta de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior.
22:02O principal motor desse crescimento foi o mercado chinês.
22:05No país, as vendas do iPhone ultrapassaram 25 bilhões de dólares no quarto trimestre.
22:13Um aumento de 38% na comparação anual.
22:16Com esses números, a Apple retomou o posto de maior vendedora de smartphones do mundo,
22:24ultrapassando a Samsung.
22:26E olha, aparentemente o desejo das crianças também tem mudado com o passar dos anos.
22:31E o reflexo disso foi um Natal bem frustrante para a Mattel.
22:37A Mattel que é a empresa dona de marcas extremamente conhecidas no mundo,
22:42como a boneca Barbie e também os carrinhos Hot Wheels.
22:47Como reflexo disso, as ações da fabricante de brinquedos despencaram quase 30%
22:54após resultados decepcionantes no período de Natal
22:58e uma projeção de lucro abaixo das expectativas do mercado.
23:03O mais preocupante é que a Mattel reportou vendas fracas não só no Natal,
23:07como também no último trimestre de 2025, com o crescimento abaixo do esperado do mês de dezembro,
23:14tradicionalmente o mais importante para o setor.
23:18Além disso, a empresa também registrou um lucro menor do que as estimativas dos analistas.
23:24O desempenho abaixo do previsto foi atribuído à cautela dos consumidores
23:28e à necessidade de promoções intensas para estimular as vendas,
23:33o que pressionou as margens de lucro.
23:36O impacto do fraco desempenho nos papéis da Mattel reflete um cenário de consumo mais seletivo
23:43e desafios na indústria de brinquedos,
23:45com investidores reagindo negativamente à perspectiva de recuperação mais lenta após o fim de ano.
23:53A Volvo anunciou um investimento de R$ 2,5 bilhões no Brasil entre este ano e 2028.
24:00Este é o maior volume investido pela companhia no país desde que começou a fabricar veículos comerciais em Curitiba, no
24:09Paraná, em 1979.
24:12Para onde vai esse dinheiro?
24:14Vai ser aplicado no desenvolvimento de novos produtos, aportes na fábrica,
24:19ampliação da rede de concessionárias e ofertas de novos serviços, tanto para o segmento de caminhões quanto de ônibus.
24:28O valor anunciado se soma ao já divulgado pelas demais montadoras do país,
24:34que totaliza R$ 150 bilhões em novos investimentos até 2030.
24:41Os investimentos no Brasil ocorrem num momento em que o mercado de caminhões e ônibus encolhe.
24:47Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfávia,
24:52as vendas de ônibus recuaram 33,9% e as de caminhões 31,5% em janeiro deste ano,
25:02dando prosseguimento a um movimento de queda iniciado ainda em 2025.
25:09E o Brasil segue no radar da operadora espanhola de aeroportos AENA.
25:15A empresa avalia novas oportunidades de compra de concessões no país,
25:20considerado hoje o principal mercado internacional do grupo.
25:24A informação foi confirmada pelo presidente da AENA no Brasil, Santiago Yus,
25:29que destacou o interesse da companhia em ampliar a presença no setor aeroportuário nacional.
25:36Apesar dessa ideia de expansão em território nacional,
25:40o executivo evitou confirmar a participação da empresa no leilão simplificado de reequilíbrio
25:47da concessão do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro,
25:51marcado para o dia 30 de março, com um lance inicial de 932 milhões de reais.
25:57Atualmente, a AENA administra 17 aeroportos no Brasil.
26:02Com a incorporação do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, após o leilão de 2022,
26:08os terminais operados pela empresa passaram a concentrar um fluxo anual
26:14de cerca de 45 milhões de passageiros.
26:19E a China realizou o primeiro teste de um veículo híbrido,
26:23que combina funções de carro e aeronave,
26:26em um marco para o desenvolvimento de tecnologias de mobilidade de baixa altitude.
26:32O voo inaugural aconteceu com um protótipo desenvolvido pela 9ª Academia
26:39da estatal China Aerospace Science and Technology Corporation.
26:44Esse modelo, conhecido como e-vetol híbrido,
26:48alterna entre o modo terrestre, funcionando como veículo elétrico comum,
26:54e o modo aéreo, com decolagem e pouso vertical.
26:58Durante o teste, a aeronave decolou, transportou dois passageiros
27:02e pousou de forma controlada.
27:06Agora, presta atenção nisso.
27:07Em modo de voo, o veículo pode atingir uma velocidade
27:11de cerca de 150 km por hora e operar até 3 mil metros de altitude,
27:18enquanto no solo, a autonomia como carro elétrico
27:22ultrapassa uma velocidade de 300 km.
27:27Embora o teste tenha sido bem-sucedido,
27:30o protótipo ainda depende de certificações regulatórias
27:35antes de qualquer operação comercial.
27:39Os e-vetols estão chegando.
27:42Estão chegando.
27:44A China produzindo, o Brasil produzindo,
27:46como a gente aborda aqui no Business,
27:48a IVE, a startup que começou como startup dentro da Embraer
27:53e está chegando o e-vetol brasileiro também.
27:56A gente sempre segue acompanhando.
27:58O Business vai ficando por aqui.
27:59Muito obrigado sempre pela sua audiência,
28:01pela sua companhia.
28:03E como eu sempre digo a todos, todas as semanas,
28:06bons negócios no radar.
28:08Até semana que vem.
28:09Tchau.
28:13Jovem Pan Business
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