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A dívida pública brasileira cresceu em relação ao PIB durante a gestão do ministro da Fazenda Fernando Haddad, alcançando cerca de 78,7% a 79% ao final do período. Além disso, as contas públicas registraram um déficit primário de R$ 55,021 bilhões em 2025, segundo dados do Banco Central do Brasil divulgados em janeiro de 2026. Alan Ghani, Lucas Mehero e Roberto Motta comentaram.

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Transcrição
00:00E olha, o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, anunciou a sua saída do Ministério da Fazenda.
00:04Então, a gente vai trazer agora com o Gani, o que que ele deixa de legado à frente da pasta
00:11da economia...
00:12Por que que você entra no...
00:12Não, não tô nada, não.
00:15É?
00:16Tô tranquilo.
00:17É mesmo?
00:18Opa!
00:19Bem-vindo, viu?
00:20Não, tô super tranquilo aqui.
00:22E aí, o que que você conta pra gente do legado de Fernando Haddad?
00:25Olha só, Fernando Haddad, Evandro, ele vai falar o seguinte,
00:27Olha, né, o país cresceu, o desemprego tá baixo, mas foi um custo muito alto.
00:34Foi um crescimento artificial e muito anabolizado.
00:37Por que ganha?
00:37Uma piora das contas públicas, o que significa que não é um crescimento sustentável.
00:41Por quê?
00:42Olha só.
00:42Isso aqui é o resultado primário do governo.
00:45Arrecadação menos o gasto, excluindo as despesas financeiras.
00:49No ano de 2023, foi um rombo de quase 250 bilhões de reais.
00:55Mas, veja, isso, eu tô excluindo aqui os juros.
00:59Se a gente colocar os juros, aí é coisa de um trilhão de reais.
01:02Caramba.
01:032024, né, aí teve uma melhora, o resultado melhorou em 80%, mas ainda continuou muito
01:10ruim, muito negativo.
01:1147,55 bilhões de reais.
01:15E 2025, 55,02 bilhões de reais.
01:20E 2026, a previsão é em torno disso, né?
01:24Então, de 2024 pra 2025, Evandro, a gente percebe uma piora de 15,70% no resultado.
01:33E, evidentemente, que isso significa uma trajetória ascendente da dívida pública.
01:38Por quê?
01:39Porque se você tá tendo déficit, você tá precisando pegar dinheiro e emprestar da sociedade.
01:45Não, à toa, a dívida subiu de 73% para quase 78%, mais de 78% do PIB.
01:52Olha aí, ó.
01:5271, corrigindo, 71%, né, 73%, na verdade, era dezembro.
01:56Em janeiro de 2023?
01:58Janeiro de 2023, né, quando o governo assumiu, 71,38%.
02:02passa para 73,80% em dezembro de 2023, dezembro de 2024, 76,30% e, finalmente, em dezembro
02:11de 2025, 78,66%.
02:15E olha só, né, aqui a evolução anual do PIB.
02:19Então, ele vai falar o seguinte, ah, mas o país cresceu 3,2% em 2023, 3,4% em
02:262024 e
02:262,3% em 2025.
02:28É verdade, mas esse crescimento, ele foi muito anabolizado pelo que a gente chama de
02:34impulso fiscal.
02:36O que é o impulso fiscal?
02:37Muito gasto público, desoneração, a possibilidade de você conseguir um crédito subsidiado, né,
02:44abaixo da taxa selic, então via BNDES, por exemplo.
02:48Então, tudo isso faz parte desse impulso fiscal para fomentar o gasto do governo, para
02:52fomentar o consumo, mas tem uma contrapartida.
02:57E qual é a contrapartida, Evandro?
02:58É, mais inflação, por isso que os juros subiram muito para fazer esse controle da
03:03inflação e também a piora nas contas públicas.
03:06Em outras palavras, não é um crescimento saudável.
03:10Ou seja, por mais que os resultados, nos números ou nos dados, alguns deles possam ser positivos,
03:15o sentimento que a população tem de que a coisa está meio...
03:19É isso aí.
03:20Engastalhada, como a gente costuma dizer, é um sentimento correto.
03:24É um sentimento absolutamente correto.
03:27Não à toa, Evandro, a gente percebe uma alta inadimplência, tanto nas empresas e também
03:34nas pessoas.
03:35E bastante pedidos de recuperação judicial também, né?
03:37Muito, por conta de um endividamento muito grande, não só do país, mas também das
03:43pessoas, das empresas, porque houve um favorecimento.
03:45Aqui, crédito facilitado, só que a taxa de juros subiu muito e aí veio o resultado.
03:51Por isso que 2027 vai ser um ano de ajuste.
03:54Quem quer que ganhe vai ter uma bomba para resolver.
03:57Valeu, Gani.
03:57Obrigado por enquanto.
03:58Eu quero conversar também com os nossos comentaristas sobre esse tema aqui.
04:01Eu quero saber de você, Lucas Merreiro, o quanto o Haddad e também o governo federal
04:06precisam fazer um esforço para provar que esses números, de fato, refletem aquilo que
04:11a população sente, como a gente comentava aqui com o nosso Alan Gani.
04:15É um esforço gigantesco que o PT sempre tenta fazer para tentar maquiar a realidade,
04:22para dizer para o brasileiro, olha, a situação não está ruim, não.
04:25Então, porque o Fernando Haddad é especialista em fazer isso, é até interessante, você
04:29escuta uma entrevista do Fernando Haddad, você acha que você mora na Suíça, está
04:33tudo lindo e maravilhoso, a economia está crescendo, as pessoas estão felizes, estão
04:37empregadas, os preços estão caindo, só que aí basta uma ida ao mercado, basta ir até
04:42o posto de gasolina abastecer o carro, basta fazer qualquer coisa, sair de casa, que você
04:48vai ver que não é bem assim.
04:49O Fernando Haddad agora, ele deixa o Ministério da Fazenda com um legado péssimo, sejamos
04:56sinceros aqui.
04:57A gestão do Fernando Haddad, ela se resumiu a quê?
05:00Aumentar impostos, foi basicamente o que ele fez, chegou prometendo que ia taxar os
05:06super ricos e tudo mais.
05:08Não, nada, ele taxou rico, taxou pobre, taxou classe média, proporcionalmente muito mais
05:12à classe média, que é sempre quem paga a conta, a gente sabe muito bem disso, né?
05:15E aumentou consideravelmente os gastos também, então foi uma gestão muito irresponsável
05:21que conseguiu o pior dos dois mundos, que foi o quê?
05:24Ao mesmo tempo que aumentou os impostos, também aumentou o déficit e hoje a gente tem um déficit
05:30recorde de 55 bilhões de reais.
05:33Essa é a gestão do Fernando Haddad no Ministério da Fazenda.
05:36Roberto Motta, eu confesso pra você que eu não era a melhor aluna de matemática na
05:40escola não, mas acho que qualquer um consegue avaliar aqui alguns números, quando a gente
05:44fala do governo federal batendo recorde de arrecadação, segundo aqui os levantamentos
05:49em 325 bilhões.
05:52Nós também temos o governo 3 de Lula aumentando em quase 30 vezes os impostos no período de
05:58três anos, foram 27 altas de tributação e ao mesmo tempo as contas públicas não
06:04indo bem.
06:04Não é preciso ser nenhum expert em matemática pra ver que tem alguma coisa errada nesse
06:10cálculo.
06:11O erro central da gestão Haddad, Bia, é a visão petista do mundo.
06:19Eles acham que tudo deve girar em torno do governo.
06:23Eles acreditam que o Estado é o motor da economia.
06:27O Estado precisa interferir em tudo.
06:29Eles acham que gasto é dívida.
06:33Nunca tanta riqueza foi tirada do bolso do trabalhador para financiar o Estado na forma
06:40de impostos e na forma de inflação.
06:44Até as estatísticas eles tentaram manipular, colocando na presidência do IBGE um ideólogo
06:53cuja melhor ideia até agora foi um mapa mundo de cabeça pra baixo.
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