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Um incêndio foi declarado na madrugada desta terça-feira (03) na embaixada americana em Riad, capital da Arábia Saudita, causado por um ataque de dois drones, anunciou o ministro da Defesa saudita.

“A embaixada americana em Riad foi atacada por dois drones, provocando um incêndio limitado e danos materiais menores ao edifício”, declarou um porta-voz do ministério. Testemunhas relataram à AFP terem visto fumaça sobre a estrutura, e a representação diplomática solicitou aos cidadãos americanos em Riad, Jeddah e Dhahran que busquem abrigo.

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Transcrição
00:00Atualizando o conflito no Oriente Médio, a Embaixada dos Estados Unidos em Riad, na Arábia Saudita,
00:06foi atingida por dois drones na noite, de terça-feira, madrugada de segunda-feira, em Brasília.
00:13Segundo a representação americana, o prédio estava vazio e não houve mortos nem feridos.
00:18A Reuters informou que a explosão provocou um incêndio no complexo diplomático.
00:24Questionado sobre uma possível retaliação, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu
00:30Vocês vão ver.
00:33A Embaixada orientou cidadãos americanos no país a buscarem abrigo.
00:38Já no Líbano, milhares de pessoas deixaram suas casas após uma nova onda de bombardeios israelenses em diferentes regiões do
00:46país.
00:47Vários relataram à imprensa local ter acordado com explosões nos arredores de Beirute.
00:54A escalada é considerada a mais intensa desde o cessa-fogo, firmado em novembro de 2024, e aumenta a pressão
01:02sobre a população civil.
01:05E o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu durante a madrugada de hoje, na Casa Branca, o ministro alemão,
01:12Friedrich Merz.
01:13A conversa, a princípio, seria sobre as tensas relações comerciais com os Estados Unidos.
01:19Mas, diante da atual situação geopolítica, Merz manifestou apoio ao que ele chamou de alívio do povo iraniano.
01:27Foi a primeira visita de um líder estrangeiro desde que os Estados Unidos se aliaram a Israel para os ataques
01:34ao Irã.
01:35A estimativa de Trump de que os ataques aéreos contra o Irã poderiam durar semanas alterou drasticamente a agenda global,
01:43com Teheran retaliando contra bases americanas e aliados na região.
01:48Merz, um crítico ferrenho da liderança da República Islâmica, disse que Berlim compartilhava do alívio do povo iraniano com o
01:57fim do regime dos ayatollahs.
01:58No entanto, ele se recusou a dar lições aos Estados Unidos e a Israel sobre a legalidade dos ataques ao
02:06Irã, que visavam acabar com os programas nucleares e de mísseis de Teheran.
02:11Alemanha, França e Reino Unido também afirmaram que só auxiliarão seus aliados no Golfo com ações defensivas contra o Irã.
02:20Isso gerou condenação por parte de autoridades americanas, que consideraram a resposta à Operação Fúria Épica brando, o que potencialmente
02:30colocou Merz na mira da ira de Trump.
02:33O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou posteriormente que oito países europeus concordaram em aderir ao seu plano de usar o
02:42arsenal nuclear francês para reforçar a segurança no continente,
02:47sendo a Alemanha um parceiro fundamental nesse esforço.
02:52O número de mortos no Irã chegou a 787 após os ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel, segundo a
03:01Cruz Vermelha iraniana.
03:03O total representa aumento de mais de 40% em relação ao balanço anterior divulgado pela entidade.
03:10Já o Grupo de Direitos Humanos, Rengal, informou que as mortes podem ter alcançado ao menos 1.500 até o
03:18terceiro dia de confrontos,
03:20incluindo cerca de 200 civis e 1.300 integrantes das forças iranianas.
03:25De acordo com o crescente vermelho iraniano, foram contabilizados 1.039 ataques em 504 locais no país.
03:36Bom, eu vou aqui do ladinho da Mari Almeida, que segue comigo também nessa edição do Pré-Market.
03:41Mari, tudo bem? Bom dia.
03:42Bom dia, Sarai, para você e para todo mundo que acompanha a gente aqui no Pré-Market.
03:45Pois é, em meio a uma guerra não tem como falar de número de mortos.
03:50Inclusive, uma coisa é atacar núcleos militares ou onde tem a concentração de autoridades do país-alvo.
03:58Outra coisa é você atacar civis, né?
04:00Sem dúvida, Sarai. Isso sempre é um debate durante as guerras.
04:05Inclusive, por isso, se questiona tanto ter um pouco mais de transparência sobre as razões
04:11e quando que vira o momento de se fazer os ataques e de realmente ter o conflito militar acontecendo.
04:19Que é o tema, inclusive, que tem sido debatido bastante nos Estados Unidos
04:22e que os líderes europeus, conforme você vinha comentando anteriormente,
04:26também estão colocando aí um pouco na mesa.
04:29Sempre cautela, né?
04:31É, tem uma... na prática, assim, é claro que existe um problema,
04:34esse problema é conhecido sobre a questão do programa nuclear iraniano.
04:39Isso está posto, só que a gente vinha num processo aí de negociação.
04:42A negociação estava avançando no ritmo que se desejava?
04:47Aparentemente não, mas teve uma... já existiu um movimento no ano passado
04:52que já tinha feito uma destruição de parte aí do arsenal iraniano.
04:57Então, a pergunta que fica ainda é, era agora o momento de fazer essa ofensiva?
05:02Os Estados Unidos têm colocado que sim, aliás, Estados Unidos e Israel,
05:06ambos dizendo que essa foi a chance para se acabar com isso de uma maneira rápida.
05:11e aí, agora surgindo aí os dados sobre tempo, né?
05:14Quatro ou cinco semanas.
05:16Mas a pergunta é, de onde vem esse cálculo de quatro, cinco semanas?
05:21Quer dizer, ele diz, inclusive, que pode e tem capacidade para avançar em tempos, né?
05:27Dessas quatro ou cinco semanas que ele ontem, inclusive, vem apontando e sinalizando, né?
05:33Diz que está adiantado no cronograma aqui, né?
05:35Mas, enfim, tem uma... a grande questão é que é, certamente tem uma frente
05:40que é a questão sobre o tratado nuclear.
05:42Isso é um problema e é um problema porque isso já saiu do horizonte
05:47as métricas, digamos assim, mais diplomáticas de fazer esse acordo.
05:51Do outro lado, é o próprio regime.
05:53E aí, a questão da transição de regime, embora você tenha uma ação militar
05:57que, de fato, possa destruir o regime tal como ele está posto hoje,
06:01como que o país... e aí volta para a pergunta sobre os civis.
06:04Como que o país vai se reconstruir do ponto de vista da sua organização política
06:08e social para um novo regime?
06:12Em quanto tempo, né?
06:13A gente viu diversas vezes quando...
06:15de que essas ações, elas, de fato, não necessariamente já plantam
06:19o nascimento de um outro regime mais justo ou mais democrático
06:23ou mais estrutural.
06:24Ou até, possivelmente, um aliado aos Estados Unidos, né?
06:29Não, isso não é certo.
06:30A gente pegar os históricos que temos aí.
06:32Inclusive, desde a primavera árabe, para falar aí um pouquinho
06:35dessa região do país, do mundo em particular.
06:39Então, parece que a gente aprende pouco com esses processos
06:42e acaba que essa tentativa militar vem posta aí como uma pseudo-solução total
06:49e não necessariamente isso alcança.
06:51E como você estava falando no começo, que é o tema aí,
06:53talvez, desde o comentário inicial, tem custo de vidas, né?
06:56Em vidas de civis.
06:58Mesmo numa guerra, deveria-se ter ética ou, né, de alguma forma...
07:03A moralidade da guerra, isso...
07:06A estrutura de guerras, historicamente, tem uma moralidade.
07:09Tem uma estrutura de como é que você faz o que vale...
07:12Não é um vale-tudo, né, guerra.
07:13Só que, em tempos de alta capacidade de destruição,
07:17esse tipo de moralidade fica cada vez mais difícil, né?
07:21A gente está no que se chama, muitas vezes, de a possibilidade da guerra total.
07:24E esse é o risco, esse é o medo.
07:26E isso é o que, às vezes, reduz parte da possibilidade
07:31da gente ver que, de fato, está sendo guiado por alguma moralidade.
07:34E legalidade, né?
07:35Inclusive, lá nos Estados Unidos, tem também o questionamento
07:37sobre se Donald Trump poderia ou não poderia ter feito esse movimento
07:41sem ter feito a consulta ao legislativo, né?
07:44Então, esse é um outro tema.
07:45Se nem internamente as regras estão prevalecendo,
07:49como imaginar, dar um direito internacional, né?
07:52Ele está muito escanteado.
07:53Isso é um problema mesmo, bem significativo.
07:56Infelizmente, parte dos nossos comentários
07:57ao longo dos últimos vários meses, viu, Soraya?
08:01Aliás, Maria, a gente vai falar com a nossa reportagem agora ao vivo
08:04de um tema que a gente abordou agora há pouco,
08:06que é dessa relação, justamente, dos outros países dentro desse conflito.
08:10Daqui a pouquinho a gente volta a conversar.
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