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  • há 14 horas
Obesidade infantil preocupa especialistas.
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Transcrição
00:00Volta às aulas, quase que oficial, né?
00:02Pra maioria das crianças e dos adolescentes, voltou de vez, volta à rotina.
00:06E a gente traz um alerta importante.
00:08A alimentação das crianças e dos adolescentes, das famílias, né?
00:13Como um todo.
00:14Mas olha só, a obesidade infantil tá avançando no Brasil.
00:17Hoje, uma em cada três crianças e adolescentes tem excesso de peso.
00:23Os riscos já aparecem na infância, com maior chance de problemas cardiovasculares,
00:28como infarto e AVC e outros problemas também, né?
00:32Que a obesidade traz.
00:34Como é que tá a alimentação por aí, hein?
00:38Ultraprocessados, açúcar, bebidas adoçadas, muito tempo de tela,
00:44pouco exercício físico, pouco esporte, pouca caminhada, sedentarismo.
00:48Estão aí entre as principais causas.
00:51E a pergunta que fica, né?
00:53Como é que a gente pode ajudar as nossas crianças,
00:55as crianças grandes que dão trabalho também, os adolescentes,
01:00a terem uma vida mais saudável, né?
01:02Deixa eu sentar aqui e conversar, que minha mesa tá linda hoje.
01:06Bom dia, meninas!
01:07Eu tô aqui com a doutora Poliana Guarçoni,
01:10médica endocrinologista pediátrica.
01:12Bem-vinda, bom dia!
01:13Muito obrigada, Bruna, pela oportunidade de a gente falar de um tema tão importante, né?
01:17Levar um pouco de conhecimento e ajudar as famílias.
01:20Sem dúvidas.
01:20Obrigada a você pela presença.
01:22Estou aqui com a Núbia, que é mãe da Maria Clara.
01:25Bem-vindas!
01:26Bom dia!
01:27Bom dia pra vocês!
01:28Deixa eu começar com a Maria, gente.
01:30A gente tem um antes e depois dela.
01:32Maria, a sua infância foi marcada aí pelo sobrepeso, né?
01:37Conta pra gente.
01:38E hoje a gente vê que você tá bem diferente,
01:40certamente mudou de vida, mudou os hábitos.
01:43Mas como é que foi esse antes e depois?
01:45A gente vê ali sua fotinha.
01:48Como é que foi essa questão da alimentação na sua infância, Maria?
01:51Então, quando...
01:53Antes de eu começar o tratamento com a doutora Poliana,
01:56eu tinha uma alimentação marcada pelo descontrole.
02:02Eu comia, assim, tudo que eu tinha pra comer.
02:06E então, se eu queria...
02:09Eu tinha um vício muito grande com leite, né?
02:12Lactose em geral, assim.
02:13Então, se eu queria...
02:15Se eu estava tomando um copo de leite, eu queria dois.
02:17Se eu estava comendo um pão, eu queria...
02:21Eu comia três.
02:22Então, eu comia em grandes quantidades.
02:25Porque a questão do emagrecimento não é você acabar...
02:29Não é você parar de comer tudo aquilo que você gosta.
02:32É você comer em quantidades corretas.
02:34Controlando.
02:35Exato.
02:36Então, quando eu não tinha tratamento, quando eu não tinha essa noção,
02:41eu comia exageradamente.
02:43E isso também começa em casa.
02:45É um acordo que você faz com a família.
02:47Não adianta de nada a sua família querer que você emagreça se ela não contribui com isso.
02:53Imagina você comendo salada ali do seu lado, seu pai, sua mãe, seu irmão,
02:57todo mundo comendo uma batata frita.
02:59Não rola.
02:59Exato.
03:00Então, você está ali no fim de semana.
03:02O que você precisa é que haja ali um acordo familiar.
03:05Porque senão vai chegar em um domingo e a sua família vai querer ir comer pizza.
03:10E aí é complicado.
03:12Certamente.
03:12E o que mais, assim, você falou do leite, né?
03:14Da questão do leite.
03:16Mas o que mais você se lembra, assim?
03:18Quantos anos você tinha ali, Maria?
03:20Eu tinha ali por volta de uns 10...
03:22Isso aí eu tinha 9 anos.
03:24Bem novinha.
03:25Você lembra de outra coisa também que você comia muito, assim?
03:28Gostava muito de chocolate, de sorvete?
03:30Tinha algo que você tinha muito na sua rotina?
03:33Sorvete eu comia demais.
03:35Quando você vai na praia e aí você compra aquele picolá.
03:37Eu não comia um.
03:38Eu comia três, quatro.
03:40E aí era uma coisa que eu gostava bastante.
03:43Leite condensado.
03:44Olha!
03:45Uma perdição.
03:46Eu comia puro.
03:48Eu comia puro, escondido dela.
03:50Eu ia na cozinha, eu tava trabalhando.
03:52E aí eu ia na cozinha, comer na colher.
03:54Era terrível.
03:56Complicado.
03:57Já vou te perguntar qual foi o start pra essa mudança.
04:00Mas mãe, deixa eu conversar com você depois desse depoimento da Maria.
04:06Como é que era isso, né?
04:07A gente trabalhando fora, muitas vezes, não consegue acompanhar 24 horas.
04:11Mas como é que pra vocês, como família, era tentar estabelecer essa questão da alimentação com a Maria?
04:19Bem, o problema maior da minha casa, da nossa casa, foi a minha ausência mesmo.
04:27Porque eu conseguia controlar.
04:28Na minha frente, eu conseguia controlar.
04:31Mas quando eu saia pra trabalhar, eu me ausentava muito, viajava, a família ficava com dó.
04:39A realidade é essa.
04:40A criança pede, não consegue falar nada, né?
04:42Exatamente.
04:43E aí, a quantidade, entendeu?
04:46Era assim, ela não se contentava com um copo de leite, com um prato de comida.
04:52Então, sempre em dose dupla.
04:54Sempre era assim, pedia uma coisa e na sequência queria mais.
04:58Isso aí. E a situação foi se agravando depois dos sete anos.
05:02E a pediatra não conseguia entender.
05:05A gente não conseguia entender.
05:05Falava, na minha frente, ela come normal.
05:08O que que tá acontecendo, né?
05:09O que que tá acontecendo?
05:10Ela me pedia, eu falava não e pronto.
05:14Mas na minha ausência...
05:16A coisa rolava mais solta.
05:17Rolava mais solta.
05:18E aí, ela encaminhou pra endócrino, que é a doutora Poliana, que foi um anjo na nossa vida.
05:25Eu falo, assim, que 50% foi ela e 50% a família.
05:30Ela indicou uma nutri maravilhosa.
05:33Legal.
05:34Que é pediatra, tá?
05:36É muito importante isso.
05:38Levar uma criança em alguém que cuida de criança.
05:43Isso foi fundamental.
05:45E eu levei a família também pra pediatra.
05:48Olha só.
05:49Pra pediatra não, pra endócrino.
05:51E pra doutora Poliana.
05:54Que legal.
05:54Então, eles ouviram dela.
05:56Porque as taxas dela estavam altíssimas.
05:58Estavam, assim, 500, 700.
06:00Olha só.
06:01Pra idade, né?
06:02Que perigo.
06:04E aí, começou a batalha.
06:06Não foi fácil.
06:07Foram muitas lágrimas no consultório.
06:10Imagina.
06:10Sim.
06:11É uma luta, né?
06:11Muitas lágrimas dentro do prato.
06:15Então, assim.
06:16E o segredo é não comprar.
06:18Se não tiver dentro de casa.
06:20Se não tiver, não faça.
06:22Exatamente.
06:23Doutora Poliana.
06:24Que depoimento, hein?
06:26De mãe e filha.
06:27É uma batalha que não é só delas.
06:29Muita gente que tá assistindo a gente também tá enfrentando isso.
06:32Isso.
06:32E fazer essa virada.
06:34Muitas lágrimas, né?
06:35Muitas lágrimas.
06:36Não é tão fácil quanto parece, quanto a gente vê na internet também as pessoas falando dessa mudança.
06:43Me chama a atenção, no depoimento delas, a idade da Maria Clara.
06:47Sim.
06:48Né?
06:48Sete anos, nove anos.
06:50Sim.
06:50É muito nova pra estar com essas taxas tão altas, né?
06:53É verdade.
06:53A alimentação.
06:54É verdade.
06:55Na verdade, Bruna, assim, é um depoimento até que me emociona, né?
06:59Porque na hora que eu não vejo, eu falo assim, ah, 50% da endocrina, 50% da família.
07:03Não, não é nada disso.
07:06É uma responsabilidade muito grande ali da família, porque é uma mudança de hábito
07:11da família, né?
07:13Em si.
07:13Não é uma mudança de hábito só da criança.
07:16Não é o que eu falo ali.
07:18É o que eu falo.
07:19Eu consegui chegar até aquele problema da família, né?
07:22E consegui sensibilizá-los a mudar em prol da saúde da criança.
07:28E realmente as taxas são altas.
07:30E você vê que hoje Maria Clara tá com tudo resolvido.
07:33Ou seja, era realmente, não era um problema metabólico em si.
07:36Era um problema de erro alimentar grave.
07:39E uma vez resolvido esse erro, a gente conseguiu melhorar tudo, né?
07:43Não só a parte de perda de peso, de melhora do IMC, que é da proporção de peso, estatura e
07:51idade,
07:51como também das taxas metabólicas.
07:55Os problemas da gente estar prevenindo doenças futuras na vida adulta, né?
07:59Com certeza.
07:59São muitos problemas que podem já começar ali na infância e na adolescente por conta desse sobrepeso.
08:05Qual que seria...
08:06Tem como a gente apontar um principal, assim, que pega ali mesmo?
08:11Emocional.
08:11Olha só.
08:13Emocional.
08:13Porque a gente vai ver ali, na época quando a criança, a gente vê, às vezes, uma insulina alta,
08:19um colesterol alto, a pressão alta, mas a gente não vai ver doenças se instalando ali.
08:25Agora, a parte emocional é muito importante.
08:28Tem a parte estética, né?
08:29Querendo ou não, nessa fase da vida.
08:30Sim, sim, né? É a rejeição, é se sentir excluído do grupo, né?
08:38Então, isso daí... E aí, o que que acontece?
08:40Quando isso acontece, piora a obesidade.
08:43Porque, como ela falou, né?
08:44Ela não se contentava com pouca comida.
08:48E o que que tá por trás disso, de não se contentar por pouca comida?
08:52A ausência materna, como o Nubia falou, que trabalhava muito, viajava muito na época.
08:55Aí, chega na escola, começa a ser negligenciado, os colegas começam a não aceitar, começam a brincar,
09:02começa o bullying, a parte emocional.
09:04Então, soma nessa necessidade de comer mais, né?
09:07De tentar tapar um buraco emocional.
09:09Vira uma bola de neve.
09:11Uma bola de neve.
09:12Então, assim, na infância, o nosso grande problema é a parte emocional.
09:15Com certeza.
09:17Qual foi o gatilho, gente?
09:19Se a gente pode dizer assim, quando que vocês decidiram, Maria, junto com a mãe também,
09:23ó, não dá mais.
09:25A gente tem que mudar esse jogo, tem que virar esse cenário.
09:28Como é que foi isso pra você, Maria?
09:30A gente vê você praticando esporte, você tá praticando esporte hoje ainda?
09:33Hoje em dia eu tô correndo.
09:34Olha que legal.
09:35Assim, dei uma paradinha, mas tem que voltar.
09:37Tudo bem, carnaval, nem todo mundo deu uma pausa.
09:41Mas eu acho que o ponto foi até, eu acho que foi a aparência mesmo.
09:45Assim, porque tem até uma foto que a gente colocou aí que, nossa, tava muito.
09:50Foi no dia do meu aniversário.
09:52E aí, se você olha a foto de antes e olha a foto de hoje em dia, é realmente uma
09:56diferença
09:56muito grande.
09:57Isso é enorme.
09:58E fora os exames também, né?
10:00Que era, inclusive, uma das maiores razões por eu chorar nas consultas, que eu sempre odiei
10:05fazer exame.
10:05E aí, foi muito disso.
10:09Meus exames muito altos, eu realmente, visivelmente, estava muito acima do peso e isso pesou muito.
10:16Com certeza.
10:17Hoje, como é que a gente pode dizer que tá a sua rotina alimentar, de corrida também?
10:23Como é que é a sua vida hoje, Maria?
10:25Olha, minha vida hoje é tendo mais consciência daquilo que eu faço.
10:29Uma vez que você aprende, você aprende a se alimentar de forma saudável, só que
10:36com rotina.
10:38Então, é uma coisa gradual.
10:41Então, você tem que optar por se alimentar de coisas que realmente te fazem bem.
10:48Hoje em dia, você tem muito essa coisa de comer fast food.
10:52É muito mais fácil, né?
10:53É mais fácil.
10:54Desembalar do que descascar, né?
10:56Exato, você não precisa ir até a cozinha, cozinhar alguma coisa, você não precisa
11:01fazer ali, ter o preparo.
11:02Hoje em dia, as pessoas acham que isso gasta até muito tempo.
11:06Então, isso é algo que eu gosto de fazer, eu gosto de cozinhar, eu acho que é uma terapia.
11:12Então, eu gosto muito desse processo, então é algo que eu faço.
11:16No almoço, é ter ali realmente um acompanhamento com a nutricionista, pra ter uma rotina mesmo.
11:25lanchar, como eu disse, não comer ultraprocessados, né?
11:30Tentar sempre manter ali a alimentação dentro de casa.
11:34E é isso.
11:36Gente, que incrível.
11:37Doutora Apuliana, que paciente maravilhoso, né?
11:41É verdade, não é regra.
11:43Não é a minoria, infelizmente.
11:45A gente entende hoje, né, Bruna, que obesidade é uma doença multifatorial, crônica.
11:51A gente tem que entender a obesidade como uma doença, não é uma falta de vontade do paciente,
11:57não é preguiça, é uma doença multifatorial que depende de vários fatores, né?
12:01Fatores ambientais, fatores genéticos, estilo de vida.
12:05Então, a gente precisa olhar pra obesidade com mais empatia.
12:11Na hora que a gente fala do choro no consultório, é muito comum, né?
12:14E eu tenho muito medo do que eu falo.
12:16Porque a gente tem o poder de reconstruir uma vida, como também o poder de destruir e piorar a condição
12:23daquela criança.
12:23Então, tem muito cuidado na hora de falar e de abordar.
12:27É muito difícil.
12:28Isso que é a chave do sucesso, porque ela fala com muita propriedade e muita seriedade.
12:34Entendeu?
12:35Então, pra quem tá ali do outro lado, é muito importante ter esse acompanhamento e essa orientação.
12:41Não adianta que ele é tão bem.
12:43Exatamente.
12:44Claro, a mudança vem de dentro de casa, a família chega junto, mas se você também não tiver essa orientação
12:49profissional,
12:50você pode se perder no processo.
12:52Porque a gente começa agora, a volta às aulas, né?
12:54Você que tá aí em casa, volta com o gás todo, montando a lancheirinha, aquela coisa.
12:59Mas a vida é corrida, gente.
13:00A gente não consegue estar ali o tempo inteiro tão próximo quanto a gente gostaria.
13:05Hein, Bruna?
13:06Eu, assim, me falava...
13:09Tinha a imagem de uma mãe má.
13:11Por quê?
13:12Sanduíche, três em três meses.
13:15Às vezes, eu abri o exceção uma vez por mês.
13:19Na escola, como ela não gosta de suco natural, que fica na garrafinha, que ela tem muito problema com o
13:27cheiro,
13:28ficava com o cheiro, assim, de azedo, levava água pra escola.
13:32Então, assim, tem que... a gente tem que ir se adequando, né?
13:36Equilibrando o tratamento.
13:38E atividade física é alguma coisa que a criança goste.
13:41É.
13:42Não fazer ali também qualquer coisa por obrigação, né?
13:45Eu vejo muitos casos de levar a criança pra academia, leva a criança pra pilates, e isso aí, com ela,
13:52não funcionou.
13:52Pois é.
13:53É mais ao ar livre.
13:54Com certeza.
13:55Então, tem que ver a necessidade de cada criança, cada adolescente.
13:58Falando dessa questão da obesidade ser multifatorial, as consequências também da obesidade infantil, são muitas, gente.
14:04Pode levar, inclusive, a problemas no coração.
14:07Isso é muito sério.
14:08A gente ouviu também pra essa conversa aqui um médico cardiologista.
14:12Vamos ver o que ele falou.
14:14Já se sabe que a aterosclerose, né, que é o processo de entupimento das artérias, né, do organismo, né,
14:21que são os depósitos de placas de colesterol e de gordura na parede dos vasos sanguíneos,
14:26ocorre já inicialmente nos períodos da infância, né?
14:29Pequenas camadas de gordura já podem ser evidenciadas já nas artérias das crianças.
14:34Quando você fala das crianças já obesas, a obesidade, ela sempre vem acompanhada de uma causa.
14:39Pode ter causa genética.
14:41Algumas doenças genéticas, sim, podem causar obesidade.
14:45Mas a questão dos hábitos, né, o ambiente influencia ainda mais.
14:48Crianças sedentárias, crianças que ficam muito tempo em telas de celular, computadores, TV,
14:54que não praticam a obesidade física regular, aquelas que se alimentam na sua rotina, né,
14:59de alimentos muito industrializados, supercalórios, alimentos mais açucarados, fast foods, dentre outros,
15:06também aumenta a chance de ter uma obesidade, que por vezes é acompanhada de elevação das taxas de colesterol,
15:12das taxas de açúcar no sangue, com tudo isso influenciando o quê?
15:17Há uma péssima, uma má saúde das artérias.
15:21Essa má saúde das artérias pode promover, sim, que elas desenvolvam o processo de aterosferose mais grave
15:28nas artérias coronárias, nas artérias cerebrais e com isso predispor a ADCs e infartos.
15:36Tá certo, obrigada, doutora Emílio, participando aqui também, e é isso, né, doutora Poliana,
15:41acho que fica aí um alerta, não é pra assustar e deixar todo mundo desesperado, mas é um alerta muito
15:46válido, né?
15:46Sim, é importante a gente entender a obesidade exatamente como uma doença crônica,
15:50que uma vez instalada, a gente vai lutar com ela para o resto da vida.
15:55Então, hoje, quando a gente fala de obesidade, o melhor tratamento é a prevenção, é a gente prevenir.
16:00Então, desde pequeno, quanto mais cedo a gente consegue identificar a obesidade,
16:04quanto mais cedo a gente começa o tratamento da obesidade, melhor é o resultado.
16:08Com certeza.
16:10Doutora Poliana, obrigada, viu, pelas dicas, pelos esclarecimentos, Núbia.
16:14Maria Clara, eu amei conhecer vocês, parabéns pela virada.
16:18Não é fácil, a gente vê o antes e depois, assim, já prontinho, né, e tem um acompanhamento com o
16:23especialista.
16:24Isso faz toda a diferença.
16:26Obrigada, viu, minhas amigas.
16:28Obrigada.
16:28Bom retorno aí das aulas, né, Maria, agora e siga firme aí no propósito de boa alimentação,
16:35de hábitos saudáveis para toda a família, isso é para toda a vida.
16:39Obrigada, gente.
16:40Vamos dar um tchau.
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