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A luta contra o racismo no futebol está longe de ser um tema novo e continua a expor uma ferida histórica no esporte. Episódios recorrentes mostram que, apesar de campanhas e discursos, o preconceito ainda se manifesta dentro e fora dos gramados. Wanderley Nogueira comentou.

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Transcrição
00:00E o caso de racismo do jogador argentino Gianluca Prestiani contra o brasileiro Vinícius Júnior
00:06acendeu um debate no Brasil e no mundo.
00:09Mas não é um caso isolado.
00:12E o Vanderlei Nogueira conta agora a história de um episódio em 1920
00:17e que marcou uma das primeiras reações organizadas contra o racismo na seleção brasileira.
00:23A luta contra o racismo, você sabe, tem raízes profundas.
00:27Eis uma coincidência simbólica e irônica.
00:30O primeiro grito organizado veio de um capitão do Flamengo contra a seleção da Argentina.
00:37Em 1920, há 106 anos, faz um tempão, ao chegar em Buenos Aires,
00:44a seleção brasileira deparou com a manchete racista do jornal crítica
00:48Monos em Buenos Aires, com charge de macacos vestindo a camisa da seleção do Brasil.
00:55O capitão Sisson, ou Sisson, liderou o boicote.
01:00Algumas fontes dizem que ele confrontou o jornalista uruguaio envolvido na manchete.
01:06Uruguaio, o jornalista também que trabalhava no jornal argentino.
01:09Ele e outros jogadores se recusaram a jogar, mas o amistoso rolou, improvisado.
01:15Sete jogadores de cada lado.
01:17E o Brasil perdeu por 3 a 1.
01:19Esse episódio é visto como a semente de uma luta secular no esporte.
01:24O jornal crítica encerrou atividades em 1962.
01:28Sisson, após o futebol, formou-se médico.
01:31Ele nasceu em Niterói e morreu em Porto Alegre, aos 87 anos, em 1982.
01:38Não é correto generalizar.
01:39Nem toda a Argentina é racista.
01:41Seria injusto e um grande preconceito.
01:44A Argentina tem diversidade, campanhas antirracistas e condena esses atos.
01:49Mas episódios racistas no futebol, e inclui aí a rivalidade com o Brasil, não são isolados.
01:56Há um padrão recorrente há mais de um século.
01:59Exemplo, em 96, o jornal Olé estampou que vengam os macacos, referindo-se ao Brasil e Nigéria, que jogariam nas
02:08Olimpíadas de Atlanta.
02:09Na época do jornal crítica, jornais sérios como La Nation, La Prensa ou La Razón, não adotaram o mesmo tom
02:19explícito de racismo.
02:21Até a próxima.
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