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NotíciasTranscrição
00:00Israel acusa Hamas de violar
00:02acordo de cessar fogo e lança
00:04ataque a Gaza. Para nós
00:07conversarmos sobre esse tema
00:08estamos em contato agora com
00:10José Niemeyer, professor de
00:12relações internacionais do
00:14IBMEC do Rio de Janeiro. Muito
00:16bom dia, professor. Prazer tê-lo
00:17conosco aqui mais uma vez na
00:19Jovem Pan. Professor, uma
00:21situação bastante delicada, né?
00:23Até que ponto esse cessar fogo
00:25cada vez mais frágil e que o
00:27senhor imagina daqui pra frente?
00:28Seja bem-vindo, professor.
00:30Ô Marcelo, muito obrigado pelo
00:32convite, um abraço a você, um
00:34abraço a a Patrícia, alcinante da
00:38Jovem Pan e vamos em frente. A
00:40situação é muito difícil em Gaza
00:42porque são dois milhões de
00:43habitantes e o Hamas tem várias
00:46facções, inclusive grupos que
00:49querem substituir o Hamas. Isso é
00:50muito normal em países ou em
00:53territórios onde a administração
00:54é feita por grupos radicais.
00:57Geralmente tem um grupo que tem
00:59uma outra agenda, mesmo sendo
01:01radical, mas uma agenda diferente e
01:03tenta substituir o grupo que está no
01:05poder, que é o Hamas. Pode ter
01:07infiltração também de inteligência
01:10israelense, dividindo o Hamas e
01:12fazendo com que novas facções cheguem
01:14ao poder e essas facções estão se
01:17colocando frente à antiga
01:19liderança, vamos imaginar.
01:21em Israel é a mesma coisa, por mais que
01:23lá seja um Estado organizado, o
01:25governo israelense e o Estado israelense
01:28tem muitos grupos que não
01:29necessariamente seguem a mesma
01:31opinião, tem grupos mais radicais,
01:33grupos que são mais da área da
01:35negociação. Então, você administrar o
01:38interesse político dos grupos dentro
01:41de Gaza, com o Hamas, com a Frente
01:44Popular, que é um outro grupo que está
01:45surgindo, que inclusive membros foram
01:48eliminados pelo Hamas, por grupos
01:50também ligados, por exemplo, a países
01:53ocidentais, e que o Hamas quer
01:55eliminar. E em Israel, você administrar,
01:58principalmente dentro do governo
02:00Netanyahu, todos os interesses e
02:03agendas, é muito complicado. Vai ser
02:05normal, muitas vezes, surgir algum
02:08conflito localizado, uma ação
02:11terrorista localizada, um atentado de
02:13fronteira localizada. Isso vai ser muito
02:15comum neste período do amistício, de
02:19início do amistício. Eu só espero que
02:20isso não inviabilize este acordo, que é um
02:23acordo tão importante para o Oriente
02:25Médio e para o sistema internacional.
02:28Então, o senhor acredita que não é
02:29possível uma trégua? A gente vê aí que
02:31os Estados Unidos tentou intermediar ali
02:33um cessar-fogo, que Israel disse que o
02:35Hamas quebrou. A ONU perdeu um pouco
02:38de representatividade também nesses
02:39processos, para intermediar ali a paz
02:43entre países. O que fazer, então, nessa
02:45região, para que haja realmente um
02:49cessar-fogo certo de que a paz vai
02:52retomar ali?
02:54Olha, Patrícia, boa questão, porque uma
02:56coisa é o cessar-fogo, a outra é a
02:58consolidação de um processo de paz no
03:01Oriente Médio. Isso demora, vai demorar
03:03muito, vai envolver todas as fases do
03:05amistício, vai envolver a reconstrução
03:09das cidades em Gaza, que é algo que vai
03:11levar muito tempo. Vai ter que, na minha
03:15visão, envolver no futuro a discussão
03:18muito objetiva de criação de um Estado
03:21palestino. Envolve também, dentro de
03:24Israel, os grupos mais radicais em
03:27Israel, do ponto de vista político,
03:29não ficarem distantes do poder, quer
03:33dizer, tem que haver uma mudança
03:35política em Israel, onde partidos e
03:38grupos sejam, tem um viés mais
03:41cooperativo com relação à formação do
03:44Estado palestino e mesmo a existência do
03:47povo palestino em Gaza e também na
03:50Cisjordânia. Então, envolve tanto as
03:53fases do acordo, como envolve também
03:55outras camadas das relações internacionais,
03:58tanto no Oriente Médio, quanto também no
04:01sistema internacional. Por exemplo, é
04:03importante, um armistício na guerra
04:05Rússia e Ucrânia ajudaria, a assinatura
04:08de um armistício ajudaria a você levar
04:11mais estabilidade no Oriente Médio.
04:13Estados Unidos da América, Rússia e
04:15China terem uma postura mais
04:17cooperativa em todas as áreas, incluído
04:20a área comercial, cada vez mais os
04:23Estados Unidos e China buscam, tem atritos
04:26graves na área comercial, também seria
04:28uma outra camada de análise que traria
04:31mais equilíbrio lá para o Oriente Médio,
04:33em específico, na relação palestina-
04:37Israel. Então, todas essas camadas das
04:41relações internacionais, no momento,
04:43elas estão se movimentando de maneira
04:45muito friccional. O sistema internacional
04:47está muito tenso, está muito fragmentado,
04:51está muito competitivo, está muito
04:53contraído também, Patrícia, porque cada
04:55país está olhando só o seu interesse
04:57nacional. Por que isso? Crise econômica,
05:01falta de recursos, necessidade de novos
05:03recursos, problemas internos em cada um
05:06dos países deste sistema internacional,
05:08em qualquer quadrante do sistema.
05:11Então, todas essas camadas de análise
05:13fazem com que nós, às vezes, sejamos
05:16pessimistas com relação à questão
05:19palestina-Israel. Mas este cessar-fogo é
05:23apenas o primeiro passo de umas centenas
05:26de passos que nós vamos ter que percorrer
05:28nos próximos meses. Mas com muito cuidado
05:31com aquilo que você falou, que qualquer
05:33escaramuça, qualquer atividade radical de
05:37grupos radicais dentro de Gaza, ou mesmo
05:40da Cisjordânia, e qualquer atividade de
05:43grupos radicais dentro de Israel, pode
05:46também fazer com que o acordo não vá
05:48para frente.
05:49Um cenário, de fato, muito complexo e
05:52professor José Niemeyer está conosco. E agora
05:54a pergunta dos nossos comentaristas. Tem o
05:56Filipe Monteiro, Cristiano Vilello. Vou
05:58começar com você, Filipe.
06:01Bom dia, professor. A minha pergunta vai
06:04exatamente no clipe que você colocou
06:05aqui, né? Claro que o armistício é
06:07importante, esse acordo foi muito
06:09importante, o primeiro passo. Agora você
06:12vê, por exemplo, Jael acusando o Ramach de
06:14violar parte do acordo e o Netanyahu
06:17convocou a culpa de segurança para ver
06:19como é que ele vai agir, né? Então, eu tenho
06:21receio de que esse acordo possa já
06:25começar errado e não ir para frente, né? E aí
06:29tem um ponto que eu acho impressionante nas
06:30questões de conflito, de guerra em geral, é a
06:33questão da desinformação, né? A gente não
06:35sabe a informação exata nunca do que
06:38acontece nesses países, né? O que acontece na
06:40Rússia e Ucrânia, acontece em Jael em
06:43relação à faixa de Gaza, né? A gente não
06:44sabe até que ponto é verdade que o Netanyahu
06:48está falando que o Ramach violou, até
06:51que ponto o Ramach está falando a
06:53verdade, em que não tem nada a ver com
06:55isso, o quanto a desinformação é
06:58problemática nesse processo, infelizmente,
07:00de instaurar a paz, né? Aí eu queria
07:02saber de você, se você vê que esses
07:05conflitos que você colocou, os grupos
07:07radicais que não dá para segurar, né?
07:10Obviamente o Ramach tem várias facções e
07:12não consegue segurar 100% todos os
07:14integrantes, né? Até que ponto, né?
07:16Esses radicais podem municiar o
07:20Netanyahu a continuar a guerra, por
07:22exemplo, e não continuar com acordo de
07:24paz. Perfeito, Felipe, você está falando
07:28sobre a desinformação, é guerra híbrida, o
07:30nome conceitual disso, é guerra híbrida, e
07:32nós vivemos hoje basicamente dois tipos
07:35de guerra, na minha visão, uma guerra
07:37tradicional, muitas vezes de invasão, como
07:40a guerra na Ucrânia, como a invasão
07:42também, o processo de invasão da faixa
07:44de Gaza, nós temos processos quase que
07:47tradicionais, que lembram a Segunda
07:49Guerra Mundial do século passado, e ao
07:51mesmo tempo, guerra híbrida, com
07:52contra-informação, com muita
07:54utilização de comunicação e controle,
07:57misturando a internet do mundo civil com
08:01uma internet militar, então você acaba
08:04também municiando o tempo todo a sua
08:06população com informações, os governos
08:09envolvidos, que não necessariamente são
08:11as verdadeiras, então você consegue
08:12mexer com a moral da população a partir
08:15da internet, cada um recebendo em casa
08:17a sua informação, que pode ser uma
08:20informação inverídica, mas que faça com
08:22que a população se coloque de uma
08:24determinada maneira, ou de uma outra
08:26determinada maneira, então essa guerra
08:28híbrida, que envolve comunicação,
08:31controle, encontro de informação, ela está
08:33hoje misturada a esta guerra tradicional,
08:36por exemplo, de atingir objetivos
08:37militares dentro dos países, e isso
08:39necessitar de uma invasão, inclusive com
08:42tanques de guerra, com soldados, claro que
08:44também com mais tecnologia hoje, né
08:46Felipe? Muitos drones, a força aérea se
08:49modernizou muito, mas se você olhar a
08:51lógica da guerra da Ucrânia e comparar
08:53com batalhas específicas da segunda
08:55guerra mundial, são muito próximas, claro,
08:58com mais tecnologia incorporada ao
09:01processo, e mais a guerra híbrida, a guerra
09:03híbrida envolve também os países
09:05controlarem satélites, controlarem a
09:08informação entre países, e também envolve uma
09:11questão de relações públicas, relações
09:13institucionais com a mídia do ocidente, com a
09:16mídia ligada a países centrais como China,
09:19como Rússia, e você tentar mudar o
09:22jornalista, existem jornalistas treinados
09:25para isso, para participar desta guerra híbrida,
09:27são treinados para desinformar, infelizmente
09:30temos aqui na Jovem Pan excelente
09:32jornalista, mas há jornalistas também que
09:34tem esse papel estratégico dentro de um
09:36processo crítico, um processo de guerra, e
09:39são, geralmente, estão ligados aos governos
09:42envolvidos nas guerras. E com relação aos
09:44grupos, o que vai acontecer, eu sou muito
09:47pessimista, Felipe, eu tenho falado em
09:49vários locais sobre este amistício, eu
09:53acho que a possibilidade do amistício não
09:55funcionar em função de singularidades
09:58específicas dentro da administração de
10:01Gaza e dentro da administração do governo
10:03de Israel é muito grande.
10:05Cristiano Vilela, sua pergunta?
10:06Professor, bom dia, satisfação revê-lo aqui
10:11na Jovem Pan, sempre bom. Professor, nós
10:13tínhamos, talvez, há alguns meses atrás,
10:17quando se questionado sobre os dois
10:18principais conflitos que o globo vive
10:20atualmente, seja o conflito em Israel,
10:23seja o conflito na Ucrânia, talvez a
10:25perspectiva de que o conflito na Ucrânia,
10:27ele chegaria ao fim primeiro do que o
10:30conflito no Oriente Médio. Na sua visão,
10:33de fato, nós teremos o oposto, teremos o
10:37conflito no Oriente Médio chegando ao fim
10:39primeiro do que o conflito na Ucrânia e, na
10:41sua visão, o que faltou para que o
10:43conflito da Ucrânia mantivesse, talvez,
10:46aquela expectativa de sucesso que
10:48existiria num primeiro momento?
10:50Cristiano Invereiro, é um prazer falar com
10:53você, parabéns pela participação
10:55excelente de sempre. Eu, a gente
10:57esperava isso, o conflito do, entre
10:59Israel e Palestina, por mais que seja um
11:02conflito histórico de muito tempo, ele é
11:05um conflito com muita violência, 70 mil
11:07mortos quase, mas ele é um conflito por
11:10envolver espaços menores, ele é um
11:13conflito, talvez, talvez mais fácil de
11:15resolver, por mais que envolva também
11:17grupos terroristas, como Hamas, violência
11:20não legitimada pela política, que é o
11:22terrorismo, ações terroristas, o conflito
11:25entre Rússia e Ucrânia é um conflito
11:27enorme, é uma guerra total, envolve as
11:30três armas russas, as três armas
11:32ucranianas, Marinha, Exército,
11:34Aeronáutica, envolve também muita
11:36tecnologia, ao mesmo tempo envolve
11:38muita guerra de desgaste, guerra de
11:41invasão, milhares de soldados, milhares
11:43de mortos também, quando eu falo que você
11:46tem, não é que eu desejo, é o que
11:47acontece, você tem que destruir a
11:49infraestrutura física para poder entrar
11:52no país, no caso da Rússia entrando em
11:54cidades ucranianas, você tem batalhas
11:57localizadas acontecendo ao mesmo tempo,
11:59intensidades diferentes, então quando
12:01uma batalha em uma região específica de
12:04fronteira russa-ucrana está de uma
12:05maneira, uma certa estabilidade, aí as
12:08forças recuam, mas ao mesmo tempo a
12:10100 quilômetros dali pode estar tendo uma
12:13batalha muito forte, com muita energia
12:15despendida, é um conflito que envolve
12:18inclusive o aparato nuclear
12:20ucraniano, que pode ser destruído, as
12:23usinas nucleares ucranianas, cada vez
12:25mais está envolvendo algumas escaramuças
12:28e entradas e ações diretas da Ucrânia,
12:31inclusive com ações assimétricas dentro
12:33do território russo, envolve diretamente
12:36os Estados Unidos da América, a União
12:38Europeia está muito preocupada, já criou
12:40uma estratégia de pensar a fabricação, a
12:46estruturação de um muro antidrone até
12:472030, também vai cada vez mais melhorar a
12:51comunicação e controle entre as forças
12:53aéreas dos países da União Europeia,
12:57você vê a Rússia usando guerra híbrida,
12:59usando desinformação, enviando drones e
13:02até aviões, como enviou semanas atrás no
13:06espaço aéreo dos países bálticos, você
13:08tem muito mais território para dominar ou
13:11para retirar a força inimiga, então é uma
13:14guerra também que está envolvendo
13:16praticamente trincheira, a informação que a
13:19gente tem, Cristiano, é que os cavalos,
13:22cavalos mesmo, não o tanque de guerra, o
13:24cavalo da antiga cavalaria, não da atual
13:26cavalaria que é o tanque de guerra, o
13:28cavalo está sendo utilizado com dois
13:30soldados, um levando o cavalo e o outro
13:32atirando, metralhadora potente, para tentar
13:35entrar nas fronteiras ucranianas, a
13:37motocross, a moto está sendo utilizada
13:40também, até são instrumentos, meios
13:42militares que a gente não esperava mais
13:44utilizar com tanta tecnologia, mas o
13:47cavalo e a motocross estão sendo usados
13:49para você poder ultrapassar fronteiras,
13:51basicamente os soldados são eliminados,
13:54e aí as famílias recebem uma
13:56idealização por parte do governo rússio,
13:58essas são as forças armadas russas e a
14:01sua parte mais de infantaria e de tentar
14:03afurar as trincheiras ucranianas. Então
14:05é uma guerra muito maior, uma guerra que
14:08envolve um espaço gigantesco, a
14:11tentativa da Rússia no início da guerra,
14:13quase quatro anos atrás, era tomar Kiev,
14:16era tomar o país todo, não conseguiu,
14:19imagino, para se assinar o armistício, a
14:22Rússia ficará com 20% do território
14:24ucraniano, mas é uma guerra mais difícil
14:26de se resolver se a gente for comparar do
14:29que com relação à guerra entre Hamas e
14:32Israel. Professor, para a gente
14:34finalizar, uma breve análise sobre a
14:36disputa hoje, né, lá na Bolívia, né, e a
14:40esquerda fora, portanto, aí no segundo
14:42turno. Olha, isso mostra muito uma coisa,
14:47mostra muito quando uma liderança, que
14:49foi Morales, quer centralizar muito a
14:52agenda dos partidos a centro-esquerdo ou
14:55esquerdo, ele acaba dividindo, ele acaba
14:57destruindo possíveis alianças, foi o que
14:59aconteceu, não tem nenhum candidato com
15:02perfil à esquerda no segundo turno, e
15:05tem candidatos mais de centro, centro-direita e
15:08direita, isso mostra como as lideranças, e aí
15:11independente se é de esquerda ou de direita,
15:13como as lideranças deveriam ter uma
15:16postura mais aberta, mais cooperativa, e
15:19permitir que novas lideranças surjam,
15:21permitir que alianças sejam feitas, não
15:24necessariamente a partir da figura daquela
15:27liderança. Eu não tenho mais dúvida em
15:30dizer que dentro do processo político
15:32brasileiro, norte-americano, europeu, as
15:36lideranças muitas vezes atrapalham.
15:39Muito bem, nós agradecemos o professor
15:41José Niemeyer, professor de Relações
15:43Internacionais do IBMEC do Rio de Janeiro,
15:46sempre participando conosco e trazendo
15:48essa aula, de fato, da geopolítica
15:50internacional. Muito obrigado, professor,
15:52bom dia para o senhor.
15:53Tem muito gentil comigo, Marcelo, obrigado,
15:56um abraço a você, a Patrícia, aos
15:58comentaristas, ao Felipe, ao Vilela e o
16:01assinante da Jovem Pan.
16:03Muito obrigado.
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