- há 19 horas
- #jovempan
- #ospingosnosis
A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) emitiu um alerta contundente sobre os impactos econômicos da proposta que visa extinguir a escala 6x1. Segundo o vice-presidente da entidade, Antônio Carlos Vilela, a mudança pode gerar um custo adicional de R$ 180 bilhões por ano para a economia brasileira.
Assista na íntegra: https://youtube.com/live/u2UCBDBinag
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no X:
https://x.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#OsPingosnosIs
Assista na íntegra: https://youtube.com/live/u2UCBDBinag
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no X:
https://x.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#OsPingosnosIs
Categoria
🗞
NotíciasTranscrição
00:00Com o vice-presidente da Firjan, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro,
00:03Antônio Carlos Vilela, a mudança pode resultar em um custo estimado de
00:08180 bilhões de reais anuais para a economia brasileira.
00:13Agora, Kobayashi, eu queria, aproveitando não só esse dado da Firjan,
00:18mas também te perguntar o seguinte, de que forma o Brasil poderia começar uma discussão,
00:23menos açodada talvez, para justamente seguir o caminho de outros países,
00:29ter uma redução da própria jornada de trabalho, dias a mais de descanso talvez,
00:34de que forma o Brasil pode fazer um debate sobre esse, mas não daria talvez para se fazer um debate
00:40sobre esse,
00:41porque é um país, como o próprio Dávila fala, com a baixa produtividade, não cabe isso ao Brasil?
00:48Olha, Tiago, não tem uma solução única, isso precisa ser pensado de maneira complexa e com múltiplas frentes.
00:57Primeiro, investindo em ensino técnico, qualificado, qualificando a mão de obra.
01:05Por consequência, se a gente tiver uma mão de obra qualificada, a gente vai ter melhores salários,
01:10a gente vai ter pessoas recebendo mais, colocando mais condições para o trabalho,
01:15inclusive, fogando, inclusive condições de folga duas vezes por semana, ou três, que seja.
01:22Então, ensino técnico, que no Brasil ficou defasado, principalmente depois do boom dos anos 2000,
01:29nos primeiros anos do governo Lula, com a banalização do ensino superior.
01:33Isso é um primeiro ponto, qualificando a mão de obra, principalmente a mão de obra técnica.
01:40Segundo ponto, Tiago, aumentando a produtividade.
01:43A gente tem no Brasil, não tenho aqui de cabeça os números, mas a gente tem números alarmantes
01:48de baixa produtividade, de pessoas que não produzem.
01:53Inclusive, isso tem impactado positivamente o índice de desemprego.
01:57A gente tem um baixo índice de desemprego, porque a gente tem poucas pessoas procurando emprego.
02:03Mesmo pessoas que não trabalham e não estudam.
02:05Então, a gente tem os chamados nenéns, aqueles que nem trabalham, nem estudam,
02:11aos milhões no Brasil.
02:13E isso gera baixa produtividade.
02:17Então, talvez, caminhando por esse lado, de aumentar a produtividade,
02:21dando condições a essas pessoas se interessarem, seja pelo empreendedorismo,
02:25seja pela qualificação técnica para prestarem serviços numa relação de trabalho,
02:31seja incentivando essas pessoas a prestarem serviços, serem terceirizadas,
02:35que sejam, enfim, colocando elas na cadeia de produção nacional,
02:40talvez a gente pudesse melhorar as condições dos trabalhadores.
02:45Modernizando, por exemplo, numa outra frente, as nossas leis trabalhistas.
02:50Dando condições à Justiça do Trabalho, ao Ministério Público do Trabalho,
02:53de exercerem, com exatidão, leis mais modernas, do ponto de vista das relações de emprego.
03:01A gente tem hoje, no Brasil, uma carga de responsabilidade trabalhista gigantesca,
03:07com o ônus da prova, que é do empregador, e às vezes a gente não está falando de mega indústrias,
03:12a gente está falando de uma micro empresa, pequena empresa,
03:15e que precisa lidar com essas condenações trabalhistas exorbitantes,
03:20que desestimulam as pessoas a empreenderem,
03:23e a gente poderia ter uma modernização também nessa frente.
03:28São várias as frentes, mas eu sei que não é assodadamente,
03:32rotando o fim da escala 6x1, que a gente vai ter isso acontecendo.
03:35Lembrando que a gente, aqui no Brasil, estamos em um país emergente,
03:41um país emergente com baixa produtividade,
03:44ele deixa de ser emergente e talvez mude os rumos,
03:49e vai ser ultrapassado por outros países que estão lidando mais seriamente com esta questão.
03:54O Dávila, você que conhece bem o setor produtivo,
03:57e dentro disso que o COBA está falando,
03:59e da pergunta que eu fiz para o COBA,
04:01não tem alguma alternativa para o Brasil,
04:05por mais que haja tanta dificuldade?
04:08A reforma trabalhista foi feita há algum tempo, já aqui no Brasil.
04:13Então, é só cumprir a reforma trabalhista,
04:15ela dá essa flexibilidade, porque o problema,
04:18Tiago, a gente só pode mexer em horas trabalhadas
04:22quando aumentar a produtividade.
04:23Você fazer isso antes de aumentar a produtividade é um desastre.
04:26Eu vou dar um exemplo aqui, em 1980,
04:27a produtividade média dos trabalhadores equivaleriam 20% dos americanos.
04:331980, dos países emergentes, Coreia do Sul, Brasil, países do leste europeu.
04:39Bom, o que aconteceu?
04:41Hoje, a produtividade de um trabalhador da Coreia do Sul, por exemplo,
04:46é de 60% dos americanos.
04:49Saltou de 20% para 60%.
04:52E o do Brasil, que era 40% da produtividade americana,
04:56caiu para 25%.
04:58Ou seja, a gente vem caindo na questão da produtividade.
05:02E isso não é uma questão técnica,
05:04é uma questão que afeta imediatamente o bolso.
05:08Vou dar um exemplo aqui.
05:10A renda per capita média,
05:12a renda média per capita,
05:14hoje, do Brasil, é 50% do Chile,
05:17porque o Chile ganhou produtividade.
05:19É duas vezes menor que a dos poloneses,
05:22porque ganharam muito mais produtividade que o Brasil.
05:24E é três vezes menor do que o sul-coreano,
05:28que ganhou esse salto de 20% a 60% de produtividade.
05:32Então, gente, ou o Brasil tem um projeto para aumentar produtividade,
05:38ou não dá para mexer em hora do trabalhista.
05:41Esta correlação, ela é mortal,
05:44se nós reduzirmos a hora de trabalho,
05:47e sem aumento de produtividade.
05:49E aí, o COBA tocou num dos pontos importantes
05:51para aumentar a produtividade,
05:52que é investimento não só em informação técnica,
05:55mas educação formal mesmo.
05:57Nós temos uma péssima educação.
05:59O Brasil, em todos os indicadores internacionais,
06:01como o Exame PISA,
06:02está no último quartil,
06:04o que é um absurdo.
06:05Mas também tem que investir na questão tecnológica.
06:08O Brasil vem perdendo produtividade
06:12por um atraso tecnológico gigantesco.
06:15A gente tem tarifa de importação,
06:17custa caro trazer coisa para aumentar a competitividade e produtividade das empresas.
06:22E o terceiro ponto é a infraestrutura.
06:24A péssima qualidade da infraestrutura brasileira.
06:27Portos, aeroportos, energia, telecomunicações,
06:31é tudo muito aquém.
06:33Então, assim, tudo isso tem enorme impacto em produtividade.
06:36Então, o Brasil precisa ter um projeto sério,
06:40um projeto de nação, não é de governo,
06:42para aumentar a produtividade.
06:45Sem aumento de produtividade,
06:46o Brasil vai continuar rastejando
06:50em crescimento econômico baixo.
06:52E crescimento econômico baixo significa
06:55não aumentar a renda média do brasileiro.
06:58E aí, essa enorme frustração com o governo,
07:02com a economia que hoje o brasileiro vive.
07:04Ô, Kobayashi, voltando ao Congresso Nacional,
07:07o que será que passa pela cabeça de um parlamentar?
07:10Porque o parlamentar pode ficar marcado
07:12por ter votado contra um projeto como esse.
07:15Isso rende voto, é uma questão eleitoral,
07:18por mais que toda essa discussão de infraestrutura,
07:21como o próprio Dávila traz aqui,
07:23também é uma discussão importante,
07:25mas na hora do voto,
07:27na hora do parlamentar apontar lá o que ele prefere ou não,
07:31ele pode ficar marcado se votar contra?
07:33Como é que se dá isso lá na ponta,
07:36na linha de frente?
07:38É por isso que é estratégico do governo
07:40colocar isso em um ano eleitoral, Tiago.
07:44Porque se isso é colocado em pauta de votação,
07:49o parlamentar vota contra,
07:50ele já é cobrado nos meses seguintes,
07:53nas eleições, para a sua reeleição.
07:56Então, é uma maneira que o governo tem
07:58de colocar os parlamentares numa síndrome de bico,
08:00uma saia justa, porque vai parlamentar,
08:04que tem a sua responsabilidade com a economia brasileira,
08:08votar não, num projeto como esse,
08:10como é que ele vai explicar?
08:11Não dá para ele dar uma palestrinha a cada vez que ele
08:15for ser cobrado pela população trabalhadora,
08:18porque é que ele impediu aquele trabalhador,
08:21ou aquela trabalhadora em específico,
08:22de folgar dois dias na semana, ou três,
08:25como que era o governo.
08:26Então, é uma estratégia do governo mesmo
08:29colocar isso em um ano eleitoral.
08:32Mas aí, isso passa naturalmente, claro,
08:35por uma certa falta de educação,
08:39que o Davila falou há pouco,
08:40da nossa população em geral.
08:42Porque o problema não está no parlamentar,
08:44de votar não em um projeto sem o devido estudo,
08:47com os impactos econômicos,
08:49e com uma grande probabilidade de gerar problemas
08:52para a nossa economia.
08:53O problema está na população,
08:54que não consegue enxergar
08:56o que está nas páginas seguintes desse projeto.
09:00No primeiro dia, é muito legal,
09:02que ele vai afogar mais de uma vez na semana.
09:05Mas no segundo dia,
09:06quando isso virar informalidade,
09:08talvez seja ruim.
09:09No terceiro, quando isso virar desemprego,
09:11talvez seja ruim ainda.
09:13Talvez no quarto dia,
09:14quando isso virar inflação,
09:16aí não tem como voltar atrás.
09:19Então, a gente tem uma falta de educação.
09:21As pessoas deveriam enxergar esse projeto
09:23como sendo um projeto a ser amadurecido,
09:26não ser votado assim assodadamente.
09:28E utilizando as pessoas,
09:30instrumentalizando o interesse das pessoas
09:32para benefícios próprios eleitorais.
09:35Este é o grande problema.
09:38Então, o governo,
09:39se colocar isso em votação,
09:41vai estar colocando uma série de parlamentares
09:43em uma sinuca de bico,
09:44em uma saia justa,
09:45e aí eu quero ver como é que vai funcionar
09:47os presidentes da casa, né?
09:49Aí a atenção toda recai
09:50para o senhor Hugo Mota
09:53e para o senhor Davi Ocolumbre.
09:54Porque, teoricamente,
09:56foram eleitos
09:56por ampla maioria
09:59para contemplarem os interesses
10:01do parlamento.
10:02E não seus próprios interesses,
10:03seus arranjos locais,
10:05principalmente para as eleições de dois mil e vinte e seis.
10:08E aí haverá de ter responsabilidade também
10:10cada um desses presidentes
10:13no nosso Congresso Nacional.
10:14Ô Davi,
10:15fazendo com você
10:16uma reflexão política
10:17dentro de tudo isso.
10:18O COBA fala em sinuca de bico
10:20para os parlamentares.
10:22Mas,
10:23se o governo conseguir colocar
10:25essa matéria de votação
10:26e, principalmente,
10:27a oposição
10:27votar contra,
10:29isso pode ter reflexos
10:31na eleição
10:33contrários
10:33ao presidente Lula,
10:35favoráveis,
10:36no caso,
10:36a Flávio Bolsonaro,
10:37que é, até agora,
10:38o principal candidato
10:40da oposição?
10:42É uma guerra de narrativa,
10:44né, Tiago?
10:45Eu preciso explicar
10:46para as pessoas
10:47que, talvez,
10:48a medida provada
10:49no curto prazo
10:50de que você
10:51vai manter
10:53o seu emprego,
10:54trabalhar menos
10:55e continuar ganhando
10:56a mesma coisa,
10:57que isso é mentira,
10:58isso não vai acontecer.
10:59Então,
10:59é preciso aí mostrar,
11:01como bem disse o COBA,
11:03o impacto
11:03que isso vai ter
11:04no aumento da informalidade,
11:06depois no crescimento
11:06do desemprego
11:07e na inflação.
11:08só que,
11:09quando tudo isso
11:10acontecer,
11:11essa turma
11:12que aprovou o projeto,
11:13que é culpada
11:14por essa medida
11:15irresponsável,
11:16provavelmente não vai
11:17estar mais aí no poder.
11:18Só que as consequências
11:20dessa decisão
11:21irresponsável
11:22vão continuar
11:23perpetuando
11:24ao longo
11:25das próximas gerações.
11:27Então,
11:28é muito importante
11:28aproveitar
11:30este momento
11:31para a imprensa
11:32se posicionar
11:34de uma forma
11:34informativa
11:35e educativa
11:36dessa opinião
11:37pública.
11:38Segundo,
11:38essas associações
11:39de classe,
11:40como é o caso
11:41da FIES,
11:42como é o caso
11:42da FIES,
11:43e outras instituições,
11:45a FIES,
11:45aqui em São Paulo,
11:46todos têm que se posicionar
11:48no sentido
11:49de esclarecer
11:50o que está
11:52por trás
11:52de uma medida
11:53populista.
11:54E terceiro,
11:56exigir
11:57estudos
11:58sérios
11:59para embasar
12:00esse projeto.
12:01Onde é que está
12:02o estudo
12:03que dá
12:04a autora
12:04desse projeto,
12:05que é a Erika Hilton?
12:06Mostramos um único
12:07estudo.
12:08Porque se mostrar
12:09o estudo
12:10desse impacto
12:11que vai ter
12:12nas empresas
12:12e nos estados
12:13e municípios,
12:14você teria
12:15caravana
12:16de prefeitos
12:17e governadores
12:18indo a Brasília
12:18pedir para não votar
12:20isso,
12:20porque isso vai
12:20comprometer as finanças
12:22dos seus estados
12:23e municípios.
12:24Então,
12:24é preciso começar
12:25a mostrar os dados
12:26disso.
12:27Porque os dados
12:28mostram
12:29que redução
12:30de jornada
12:31de trabalho
12:31com queda
12:32de produtividade
12:33é um
12:34desastre
12:35para o trabalhador
12:36e para as empresas.
12:40...eleitorais,
12:41dependendo
12:41do caminho
12:42que essa matéria
12:43tenha no Congresso
12:44Nacional,
12:45principalmente nesse
12:45primeiro semestre.
12:49Olha,
12:50Tiago,
12:50eu acredito que tenha
12:51sido uma grande
12:52aposta do governo
12:54pensando nas eleições
12:55de dois mil e vinte e seis,
12:57depois de enxergar ali
12:58a dificuldade
12:59que terá o presidente Lula
13:00nas eleições.
13:01Se a gente pega
13:02quando esse projeto
13:04foi colocado
13:05aí na repercussão
13:07pública,
13:07no debate público
13:08pela autora
13:09Érica Hilton,
13:10o próprio governo
13:12olhou com
13:13certas ressalvas
13:15para esse projeto.
13:16O ministro do Trabalho,
13:17inclusive,
13:18fez as suas ressalvas
13:19a respeito
13:20do fim da escala
13:21seis por um
13:22como uma emenda
13:22constitucional.
13:24Mas,
13:25ao longo dos anos
13:26dessa gestão
13:27do presidente,
13:28ele vendo
13:28que não vai ter vida
13:29fácil em dois mil e vinte e
13:30seis.
13:31É claro que ele abraçou
13:32o que está na frente
13:33para tentar se reeleger.
13:35No meu ponto de vista,
13:35foi isso que aconteceu.
13:36Porque o mesmo governo
13:38que agora trata
13:39o fim da escala
13:40seis por um
13:40como uma prioridade,
13:42lá atrás fez as suas ressalvas.
13:43Fez as suas ressalvas
13:45com a gota
13:46de responsabilidade
13:47que ainda restava
13:48naquele momento.
13:49Mas agora,
13:50em ano eleitoral,
13:51o que vale
13:52é ganhar a eleição.
13:53Os resultados,
13:54os impactos,
13:55se vê depois.
13:57Vide a nossa situação fiscal.
13:59Vide a nossa situação,
14:00de economia.
14:02Seja quem for
14:03aquele que ganhar
14:04as eleições,
14:05seja quem for
14:06o presidente
14:06no ano que vem,
14:07vai ter que lidar
14:08com todos
14:10os problemas
14:12que são decorrentes
14:13desta gestão
14:14na nossa economia.
14:16E aí,
14:17o presidente
14:18e a base governista,
14:20olhando
14:20para a dificuldade
14:21que terá,
14:22principalmente
14:22quando a gente vê
14:23essas últimas pesquisas
14:24que demonstram
14:25uma certa condição
14:27de paridade
14:29com o Flávio Bolsonaro,
14:31aí eles abraçam
14:31o que está pela frente
14:32e, nesse caso,
14:34aquilo que conversa
14:35com a classe
14:36trabalhadora,
14:37que é quem define
14:38as eleições.
14:39Os milhões e milhões
14:40de brasileiros
14:40que acordam cedo
14:42todos os dias
14:42e que enxergam
14:44nessa proposta
14:46de emenda à Constituição,
14:48a esperança
14:49de folgar um dia a mais
14:50ou dois dias a mais
14:51na semana
14:53ficando com a sua família,
14:54independente
14:55se isso vai trazer
14:56um grande problema
14:58econômico
14:59posteriormente.
15:00O presidente Lula
15:01está abraçando
15:01no que dá
15:02para tentar se reeleger.
15:04No próximo bloco,
15:05o ministro Alexandre Moraes
15:06autoriza a visita
15:07de Guilherme de Rit
15:08a Jair Bolsonaro
15:09na Papudinha.
15:11Não saia daí,
15:12voltaremos em instantes,
15:13agora sete e meia
15:14e até já.
15:17Os Pingos nos diz
15:19Jovem Pan
15:20Jovem Pan
15:20Jovem Pan
15:20Jovem Pan
Comentários