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O ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PL-SP), a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) na ala dos militares, conhecida como "Papudinha", em Brasília.

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Transcrição
00:00Bom gente, vamos voltar a Brasília porque o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou o deputado federal
00:06Guilherme Derrite a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na papudinha na semana que vem.
00:12A Janaína Camilo está de volta conosco, vai trazer todos os detalhes dessa decisão do ministro e, é claro, a
00:16expectativa deste encontro.
00:19Oi Janaína, mais uma vez uma boa tarde pra você.
00:49Muito boa tarde, Cássio.
00:51Então, a partir do dia 18, por exemplo, Jair Bolsonaro vai receber na visita ali na papudinha o senador Carlos
00:57Portinho, que é o líder do PL lá no Senado, e o senador Bruno Bonetti, que também é do PL.
01:03Tem também a visita de Nicolás Ferreira, Nicolás Ferreira vai visitar Bolsonaro no dia 21, no próximo sábado então, ele
01:10e também o Biratã Sanderson, que é deputado federal também pelo PL.
01:14Essas visitas acontecem em meio a toda a articulação que já está acontecendo, a campanha da pré-candidatura de Flávio
01:21Bolsonaro, da construção de bases nos estados para as eleições com relação ao PL, nas eleições deste ano.
01:28É só relembrando que, dias atrás, quem visitou Jair Bolsonaro foi Rogério Marinho, líder do PL lá no Senado, e
01:34também o governador Tacísio de Freitas, conversaram justamente sobre essas articulações envolvendo a campanha.
01:43No caso de Guilherme de Rit, ex-secretário de Segurança de São Paulo, voltou a cargo dele de deputado federal,
01:50ele é pré-candidato ao Senado Federal pelo Estado de São Paulo.
01:53E na conversa com o Tarcísio de Freitas, que Jair Bolsonaro teve dias atrás, foi justamente para também tratar sobre
02:01essa questão da articulação da campanha do PL, de partidos de direita, a essas duas vagas no Senado pelo Estado
02:09de São Paulo.
02:10Ainda há uma discussão como vai ser essa estratégia para conquistar aí essas duas vagas, viu, Carlos?
02:16Perfeito, Jana. Obrigado pelas informações. Bom trabalho para você na capital federal.
02:20Inclusive, vamos voltar a conversar com o nosso querido Zé Maria Trindade.
02:24Zé, então, dia marcado, dia 25 de fevereiro, visita do deputado federal Guilherme de Rit ao ex-presidente Jair Bolsonaro
02:32na Papudinha.
02:33A gente lembrou, inclusive, a Janaína também, da visita que o próprio governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de
02:38Freitas, fez ao ex-presidente no final do mês passado,
02:42onde discutiram as vagas para o Senado e de Rit é um dos postulantes, ou pelo menos é um nome
02:47forte para assumir ou pelo menos para concorrer a uma das cadeiras.
02:50Naquela oportunidade, o Tarcísio falou de indicar um segundo candidato do Centrão.
02:55E aí, é claro que essa é a discussão também muito grande.
02:58Será que o PL vai permitir isso?
03:00Será que vai colocar pelo menos um candidato ao Senado de outro partido, seja mesmo do PP, igual o de
03:06Guilherme de Rit?
03:07Como é que o senhor vê, Zé Maria Trindade, essa visita de de Rit no momento delicado e sim em
03:13que os partidos vão fazer escolhas para quem vai concorrer à cadeira do Senado,
03:17que está muito disputada aqui em São Paulo?
03:19Mas a proposta é do PL, né, essa liberação, porque a ideia inicial é que o ex-presidente Jair Bolsonaro
03:27definisse todas as vagas.
03:30Ele, uma vez conversando com ele, ele presidente da República, ele me disse, olha, Trindade, ele me chama de Trindade,
03:37olha, Trindade, deixa eu te falar uma coisa.
03:40Eu errei ao não criar um partido, eu errei ao não definir o meu nome ligado a deputados, então em
03:48vários estados.
03:49E aí, nessa eleição, ele adotou o seguinte, dominaram o Senado.
03:53A proposta, que eu acho muito otimista, é de 41 senadores, somando os novos que vão chegar com os que
04:00já estão aqui eleitos pelo PL, pelo grupo, né?
04:04E aí, quando decorreu, o PL convenceu Jair Bolsonaro de que o ideal seria esse quadro, em vários estados.
04:13Quer dizer, um ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, muito ligado, e o outro indicado por uma coligação partidária.
04:22Que aí, pegaria os votos do ex-presidente Jair Bolsonaro e os votos de centro.
04:27E o ideal desse acerto era evitar a eleição de um senador de esquerda ou de um senador ligado ao
04:36presidente Lula, né?
04:38Então, esse é o quadro, esta é a articulação, inclusive, do PL, que convenceu Jair Bolsonaro a não indicar os
04:46dois.
04:46Porque, inicialmente, ele queria os dois ligados diretamente a ele, a cara do Bolsonaro, né?
04:52Então, esta é a linha sobre essa estratégia, que é nacional, não é só de São Paulo.
05:00Quanto à visita do deputado De Ritch, ela é pertinente, né?
05:04O ministro Alexandre de Moraes tem autorizado visitas e tal ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
05:12E o De Ritch é uma pessoa ligada a ele.
05:14Sempre foi um dos raízes ali ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
05:19Fica uma ação política muito pela metade, porque ninguém sabe exatamente o que aconteceu nesta reunião.
05:27O De Ritch vai sair falando o que aconteceu na reunião, né?
05:31E pronto, não tem testemunhas, né?
05:34Mas, de qualquer maneira, segue exatamente este propósito.
05:39Essas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro estão sendo coordenadas pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes.
05:46Eu entendo que o Supremo deveria delegar essa gestão, né?
05:52A VEP, a Vale de Execuções Penais.
05:55Deveria delegar para um juiz da Vale de Execuções Penais,
05:59definir onde ele vai, quando vai, se vai para médico ou não, né?
06:03E não ficar no Supremo Tribunal.
06:05Mas, é assim.
06:07O Fábio Pedro, é importante também te trazer essa outra questão da estratégia.
06:11José falou, né, em relação a essas estratégias que o próprio ex-presidente vai batendo o martelo em relação às
06:16vagas.
06:16Mas há uma disputa muito acirrada aqui pelo Senado do Estado de São Paulo, né?
06:20Pelo menos pelas últimas pesquisas, em primeiro lugar aparece com amplo favoritismo o ministro da Fazenda,
06:26Fernando Haddad, em segundo lugar, Marina Silva.
06:28E o Guilherme De Ritch empatado ali com a Marina Silva, ficando em terceiro, brigando pela segunda colocação.
06:33Na sua visão, corre um sério risco, dependendo do nome escolhido que vai disputar o lado de Ritch e o
06:39Senado,
06:40a direita ficar de fora do Senado, que é a grande estratégia do Bolsonaro?
06:45Honestamente, eu acho que não há a menor possibilidade da direita não ficar com pelo menos uma das duas vagas
06:51aqui em São Paulo.
06:52Porque uma coisa é pesquisa feita agora, a outra é a campanha começar.
06:56E aí um candidato à direita, como por exemplo o De Ritch, angariar apoios e tem uma máquina partidária forte
07:05e certamente ele vai crescer muito.
07:08Já em relação à Marina Silva, eu tenho todas as dúvidas do mundo se ela conseguiria manter esse nível.
07:13Aliás, não custa lembrar que na campanha de 18, ela também começou aí com mais de 10%, 13%, 14%, 15%.
07:21A campanha para o presidente terminou com 1%, o que precisa, máquina eleitoral.
07:27É bem verdade que agora provavelmente será a máquina de um partido maior, como o PT, e não da rede.
07:33Agora, vejam só, em relação à visita, eu acho o seguinte,
07:39eu entendo que o presidente Bolsonaro deva continuar cumprindo a sua pena do jeito que está,
07:46desde que os médicos acionados pela Polícia Federal, desculpa, pelo sistema penitenciário, assim atestem.
07:57Mas eu entendo que em relação a essas visitas, deva haver uma maior liberalidade,
08:06como acontecia com o presidente Lula em Curitiba.
08:09O presidente Lula, todo mundo se lembra, recebia muitas visitas, inclusive de pessoas vindas do exterior.
08:16Em relação a quadros, por exemplo, do PT, Haddad, Iglesias e tal,
08:22todo mundo usava lá meio que carteirinha da OAB, todo mundo advogado,
08:25eles podiam visitar o presidente, porque supostamente faziam parte lá do seu corpo de advogados.
08:32Da mesma forma que eu também critiquei já muitas vezes o fato de que o ministro Luiz Fux impediu o
08:41presidente de conceder entrevistas no período eleitoral.
08:44Agora, está acontecendo o contrário.
08:48O ministro Alexandre Moraes liberou a entrevista, mas em compensação, as visitas são a conta gotas.
08:56E a gente, enfim, o país vive um período eleitoral, o presidente Bolsonaro é um ator político importante,
09:03está lá cumprindo a pena dele, então, veja, eu não consigo visualizar nada que o impeça de receber alguns visitantes
09:13a mais.
09:14É evidente que se for algum outro que também responda aos mesmos processos que ele,
09:19claro que aí há um evidente conflito, mas, por exemplo, não é o caso do deputado De Ritchie.
09:27O deputado De Ritchie é um político que quer falar com a maior liderança política do campo da direita.
09:33Ô, Peperno, enquanto você falava, eu estava pesquisando aqui, encontrei, inclusive, um dado da Polícia Federal
09:38que afirma que o presidente Lula recebeu, num período de seis meses,
09:41enquanto ficou preso, né, em relação à Lava Jato, recebeu 572 visitas.
09:47Dá quase duas por dia, né?
09:49E aí isso entra também, né, de advogados, entra defesa, entra aliados.
09:53Gleici Hoffman visitou bastante ele, ministro Fernando Haddad, na época, né?
09:56Enfim, e você trouxe esse lado também de equiparar isso, ou pelo menos, né, permitir essa liberação
10:02pra que, isso é permitido pela Justiça, viu, que ele consiga aí, nesse xadrez político, nessa mudança de peças,
10:09o presidente consiga ser, pelo menos, ou distribuir as cartas, já que ele tem, pelo menos, esse capital político muito
10:15grande.
10:15Você vê assim também, Alan Gani, que o presidente, mesmo preso, segue sendo consultado
10:20e segue sendo o grande distribuidor de cartas, principalmente nas eleições para o Senado,
10:25que é o grande, podemos dizer assim, o grande objetivo dele?
10:27Claro, né?
10:28A capacidade de transferência de votos do Jair Bolsonaro, mesmo preso, mesmo inelegível,
10:35ainda é muito grande.
10:37A gente tá falando do maior líder da direita atual no país e prova disso foi a eleição de 2022.
10:45Foi acachapante a sua capacidade de distribuição de votos, né?
10:51Ele conseguiu eleger governadores, ele elegeu senadores, sem contar também deputados.
10:57Muita gente pegou carona na imagem de Bolsonaro, pronto, tava eleito.
11:01Isso já havia acontecido em 2018, prova disso, até o próprio Dória, aqui em São Paulo, né?
11:08Fez aquele voto lá, Bolsodora, colou a imagem no Jair Bolsonaro e isso o ajudou a eleger.
11:14E depois, claro, em 2022 isso ficou muito mais evidente.
11:18E aí é claro que o Senado, sendo algo muito estratégico para o Jair Bolsonaro e especificamente também para o
11:27PL,
11:27é natural que haja este encontro do Guilherme de Ritchie com Jair Bolsonaro.
11:33É claro que também existe ali uma visita, né?
11:36Talvez uma amizade, uma questão pessoal, mas, obviamente, eles vão definir estratégias eleitorais.
11:43De Ritchie é um forte candidato a ganhar uma das vagas do Senado aqui em São Paulo.
11:49Só uma coisa rápida.
11:50Conta ontem, matéria de página inteira do jornal Estado de São Paulo, a principal do caderno de política, por sinal,
11:57tinha um título grandão lá.
11:59Michele diz aliados que não fará campanha para o Flávio Bolsonaro.
12:05E o que pegou, além de uma carta que o Flávio Bolsonaro teria enviado a ela,
12:10reclamando aí, né, de interferência, de falta de apoio e tal,
12:15também a montagem de palanques estaduais, como, por exemplo, a chapa para o Senado em Santa Catarina.
12:21Ela, a ex-primeira-dama, apoia Carolina de Torre, deputado federal que pretende ser candidato ao Senado,
12:27e Flávio Bolsonaro, obviamente, é defensor, enfim, candidatura do irmão dele, né?
12:35Inclusive, isso foi motivo de discussão muito grande, até mesmo de um racha do PL lá em Santa Catarina,
12:41porque o PL, de toda forma, tinha três candidatos para duas vagas, né?
12:46E, querendo ou não, era uma vaga, porque sempre foi Carlos Bolsonaro a primeira opção
12:50e ficou entre o Esperidão Amin e a Karina Detone e o próprio Valdemar Costa Neto, presidente do PL, tomou
12:55a decisão.
12:56O Detone agora está aguardando ele, pelo menos, um processo de troca de legenda,
12:59mas a gente não sabe se ela vai concorrer ou não ao Senado.
13:02Inclusive, se ela, na nova legenda, disputar, pode levar a vaga do Esperião de Amin.
13:06Então, está em Santa Catarina, está um cenário bem tumultuado.
13:09Inclusive, o próprio Flávio Bolsonaro tem como missão e como desafio, seu Fábio Piperno,
13:14ele conseguir essa união nos diretórios, não tentar emplacar sempre candidatos do PL,
13:19mas sim fazer alianças para que consiga trazer o centrão e ter mais palanques nos estados.
13:25Veja, esse é um problema que acontece à esquerda também.
13:28Foi até meio cômico o que aconteceu no desfile do Galo da Madrugada, do Recife.
13:34Estava lá o presidente Lula no palanque, de um lado o prefeito João Campos e do outro a governadora Raquel
13:40Lira,
13:41que é candidata à eleição.
13:42E aí, ainda não há uma solução para aquele imbróglio,
13:47que os dois disputam apoio lá do, enfim, do presidente Lula.
13:51Por exemplo, na Bahia.
13:53Na Bahia, há questões a resolver com o PSD.
13:57Inclusive, o senador Ângelo Coronel já se mandou do partido,
14:01porque o PT, guloso e tal, gostaria de ficar com as duas vagas.
14:05Então, montar palanques estaduais é um desafio para os dois lados.
14:12E aí, a partir de abril, a gente vai ver essas negociações, essas articulações,
14:16esse xadrez político se movendo cada vez mais.
14:19E é claro que a gente vai trazer tudo aqui, é claro, bastidores no nosso 3 em 1.
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