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Parlamentares da oposição intensificaram a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal para tentar converter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária. A articulação envolve conversas com o ministro Gilmar Mendes e pode chegar à análise do ministro Alexandre de Moraes.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/Dipj-ancs0Q

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Transcrição
00:00Valeu Zé, já já a gente volta a conversar sobre outros destaques de Brasília, porque olha só gente, a oposição está tentando a prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que segue preso na Papudinha lá em Brasília.
00:12Aqui ao meu lado está o nosso apresentador Bruno Pinheiro.
00:15Bruno, boa tarde, seja bem-vindo aqui ao nosso 3 em 1, hein?
00:18A você, aos nossos comentaristas, ao José Maria Trindade, que estava de férias, você sabe que o José Maria é o embaixador de Arraial da Ajuda, né?
00:25É mesmo.
00:25É, ele vai pra lá, passa 50 dias lá, ele faz um síndico lá da região.
00:30Zé Maria, um forte abraço amanhã.
00:32Ele paga imposto lá também, né?
00:33Mas tudo bem.
00:34Imposto é o que mais a gente tem.
00:36Vamos lá.
00:36Vamos trazer mais detalhes, porque há uma espécie de missão, pelo menos uma tentativa da oposição, de sensibilizar o Supremo Tribunal Federal para reverter essa prisão preventiva do presidente para uma prisão domiciliar humanitária.
00:49Então, houve uma audiência do líder do Bloco Vanguarda, senador Welton Fagundes, com o ministro Gilmar Mendes, para conversar e para tentar o quê?
00:57Levar um convencimento. E assim que os parlamentares têm levado uma articulação.
01:02Conversa com o Gilmar e o Gilmar leva o recado ao ministro Alexandre de Moraes.
01:05E aí o senador Welton Fagundes teve uma audiência com o ministro Gilmar Mendes para tentar ali conseguir essa ida do ex-presidente para a sua residência, para uma domiciliar.
01:17E aí a conversa foi que o assunto será discutido. Hoje, um pouco mais cedo, cheguei a ouvir, em uma entrevista exclusiva aqui à Jovem Pan, o que disse o líder do Bloco Vanguarda.
01:26Vamos acompanhar então, Cássio.
01:28O ministro Gilmar, ele entende a situação de agravamento da saúde do presidente Bolsonaro, também sem entrar no mérito, né?
01:38Então, há necessidade de fazer essa prisão domiciliar, humanitária, que é o nome que se fala hoje.
01:46O ministro, ele se comprometeu a estar conversando com seus pares.
01:51É claro que essa decisão hoje ainda continua na mão do Alexandre, mas vai ter um momento que ou demove o ministro Alexandre,
02:00ou a turma, ou até o pleno, possa julgar esse caso.
02:04Agora, existe uma outra história que é vista com um pouco mais de dificuldade, já que estamos chegando numa campanha eleitoral,
02:10seria, é muito importante, Valdemar da Costa Neto conversar com o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro,
02:16o que nesse momento não está autorizado.
02:19Então, também foi formalizado ao ministro Gilmar Mendes para que possa ser autorizado Jair Bolsonaro receber o Valdemar da Costa Neto.
02:27Vamos ver.
02:27E hoje, o presidente Valdemar da Costa Neto está impedido de conversar com o maior líder do país.
02:36E nós entendemos que nós precisamos construir eleições democráticas,
02:41e não eleições que se isole de lideranças, que não podem, inclusive, conversar.
02:47E vocês se lembram muito bem, quando o presidente Lula estava preso,
02:50ele pôde receber quem ele queria, toda a imprensa estava lá, ele dava entrevistas.
02:56Então, por que está acontecendo agora dois pesos, duas medidas?
02:59Então, fica claro, então, Cássio, que eles estão usando o retrovisor,
03:03usando o caso da prisão domiciliar do presidente Fernando Collor de Mello.
03:07Inclusive, tem uma situação que chama a atenção, né, porque naquela audiência ele fala que não tinha nada,
03:11mas o seu advogado colocou uma lista de doenças ali, ele nega, dizendo que não tinha.
03:16Ainda assim, conseguiu uma domiciliar.
03:17E também cita quando o Lula estava lá em Curitiba e recebeu várias autoridades.
03:21Agora, conferir se o Gilmar vai conseguir convencer o ministro Alexandre de Moraes.
03:26Isso aí, Bruno. Obrigado pelas informações, bom trabalho.
03:29Bruno Pinheiro, apresentador do Tempo Real aqui da nossa Jovem Pan.
03:31Um abraço a você e a nossa audiência.
03:32É nóis, tamo junto.
03:33Bom, gente, vamos seguir repercutindo aqui com nossos comentaristas.
03:36Eu quero te ouvir, Fábio Perno. Calma, tá nervoso, calma aqui.
03:403 em 1 tem espaço pra todo mundo.
03:41Eu quero te ouvir, porque o Gilmar Mendes foi receptivo a essa ideia.
03:44Como é que você analisa essa questão da mudança da prisão preventiva pra humanitária?
03:49É uma questão de tempo?
03:50Só em relação a isso que eu falo, citando o senador Wellington Fagundes.
03:55O senador Wellington Fagundes, ele...
03:59É claro que, como isso já aconteceu há muito tempo, né?
04:01Então, talvez esteja com a memória um pouco embaralhada.
04:05O presidente Lula concedeu-se em várias entrevistas depois da eleição 18.
04:10O que, inclusive, no processo eleitoral, durante o processo eleitoral,
04:16houve uma entrevista marcada com a repórter Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo,
04:22e um certo ministro, Luiz Fux, impediu que essa entrevista fosse realizada.
04:27Então, depois que as urnas foram fechadas e tal, aí as entrevistas começaram, de fato, a ocorrer.
04:38Mas, no período eleitoral, o presidente Lula não obteve permissão pra conceder qualquer entrevista.
04:46Mas ele não falou de entrevista.
04:47Diferente do que...
04:48Não, ele falou...
04:49Não, não, não, ele não falou só de entrevista.
04:50Não, são duas coisas.
04:52Então, mas ele falou de receber o Valdemar.
04:55Mas ele falou, sim, de visitas e de entrevistas.
04:58Não, tudo bem.
04:59No caso, não, não.
05:00Não vou nem fazer qualquer menção à questão das visitas, porque nisso ele tá certo.
05:06No caso das entrevistas, ele cometeu, digamos, um lapso de memória.
05:12O Alangani, inclusive o Bruno Pinheiro trouxe aqui um detalhe importante, a questão envolvendo
05:17a prisão do ex-presidente Fernando Collor de Mello, que, querendo ou não, acabou abrindo
05:21um precedente que foi utilizado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
05:25O que aconteceu?
05:26Fernando Collor de Mello foi preso, aí ele ficou num presídio comum, cerca de 10, 15 dias,
05:31mas, por questões de saúde, ele acabou entrando na prisão domiciliar humanitária.
05:36A defesa do ex-presidente utiliza o mesmo argumento, só que, quando foi a tentativa
05:41da Michele Bolsonaro, com o Tarcísio de Freitas, conversar com o ministro Alexandre de Moraes,
05:45com o decano Gilmar Mendes, foi feita uma mudança da superintendência da PF, onde a
05:50sala tinha cerca ali de 15 metros quadrados, a defesa alegou que o barulho do ar-condicionado
05:56tava incomodando bastante o ex-presidente, teve aquele acidente que ele acabou batendo
06:00a cabeça e foi transferido pra um hospital, onde teve, né, um leve traumatismo craniano
06:04e foi transferido pra Papudinha, um espaço um pouco mais amplo e que acabou agradando
06:09a defesa. Até aí, tudo certo. Mas, a defesa tá tentando a prisão domiciliar devido
06:15a essas questões de saúde. Também é uma questão de tempo?
06:18Eu vejo que sim, é uma questão de tempo. Ou talvez, né, a Suprema Corte não queira
06:23dar de imediato, até para mostrar um certo poder, né, um endurecimento, mas eu acho que
06:28é uma questão de tempo, eu acho que há razões, é uma questão humanitária, porque
06:32veja, né, ah, mas lá, quando fazem a comparação, ah, o Fernando Collor, tal, ele tem
06:37Parkinson, que de fato é uma doença gravíssima, né, muitas vezes associada, ah, a demência.
06:42Agora, no caso de Jair Bolsonaro, tudo bem, do ponto de vista cognitivo, ele tá bem.
06:47Agora, ele sofreu uma facada, né, e uma facada muito séria, que ele quase perdeu a sua vida.
06:53E ele tem complicações desta facada até hoje. Veja, né, na idade dele, ele passou, porque
07:01ter oito, nove cirurgias é muita coisa, né? Uma cirurgia na idade dele já é um fator
07:06de risco. Quando a gente fala de oito, nove cirurgias, quer dizer, este risco é elevado
07:12à décima potência. Então, eu vejo, sim, que há razões para uma prisão domiciliar,
07:17porque ele teria ali o home care e estar próximo da sua família, da sua casa, isso também
07:24traz impactos positivos na saúde, Cassius.
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