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Uma nova pesquisa Genial/Quaest sobre a corrida presidencial mostra o presidente Lula (PT) na liderança em todos os cenários de primeiro e segundo turno. No entanto, o levantamento indica redução da vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece em crescimento nas intenções de voto. O cenário reforça a polarização e antecipa uma disputa mais apertada rumo às eleições de 2026.


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Transcrição
00:00Viva gente, vamos trazer mais detalhes de uma nova pesquisa da Genial Quest, a presidência da república, onde o presidente
00:06Lula lidera em todos os cenários do primeiro e do segundo turno, mas a vantagem para Flávio Bolsonaro diminuiu, viu?
00:12Deixa eu colocar aqui na tela pra vocês acompanharem detalhes.
00:14Então, gente, o primeiro turno é a intenção de votos para presidente e o presidente Lula aparece na liderança com
00:2035% dos votos, Flávio Bolsonaro com 29%, Ratinho Júnior candidato do PSD com 8%, Romeu Zema do Novo 4%,
00:30aqui Aldo Rebelo e também Renan Santos, tanto do DC como do Missão, apenas ali 1% indeciso, 7%
00:37branco nulo ou não vai votar, cerca de 15%.
00:41Bom, antes da gente ver outros cenários, eu quero conversar com os nossos comentaristas, eu quero conversar inclusive com o
00:46Zé Maria Trindade.
00:47Zé, a gente tá vendo agora nessa pesquisa, pelo menos, né, o presidente Lula liderando em todos os cenários desse
00:53primeiro turno contra todos os principais candidatos, mas também cada vez mais diminuindo a vantagem para Flávio Bolsonaro, mostrando que
01:01a pré-candidatura vai sim ganhando cada vez mais musculatura.
01:05O Cássio Zé era esperada esta resposta do público, né, havia ali uma avaliação muito pesada ali sobre o que
01:15se chama aqui de antecipação do segundo turno.
01:18Essa pesquisa mostra aí uma desidratação dos candidatos que se achava que poderia ser uma outra opção, né, que é
01:26o caso de Ronaldo Caiado, do Ratinho.
01:29A gente viu em pesquisas anteriores que eles eram desconhecidos e agora mesmo conhecidos não aumentou a possibilidade de votos
01:37e que o Flávio Bolsonaro cresceu e assumiu o papel do representante da direita e do grupo do ex-presidente
01:45Jair Bolsonaro.
01:46Parte importante da direita, muito importante, segundo detalhes da pesquisa, né, mostra que já está com Flávio Bolsonaro.
01:55Então, há uma polarização.
01:57Por outro lado, também desfaz a ideia, a expectativa de Gilberto Kassab, o presidente do PSD, de que poderia que
02:06há...
02:06Todo mundo diz isso aqui, mas na prática não é assim, de que há um cansaço e que a polarização
02:13acabou.
02:13Não acabou.
02:15É um retrato firme de que a polarização continua e eu digo mais isso, não é novidade no Brasil.
02:23Eu estive analisando os últimos resultados eleitorais do Brasil, desde lá de Fernando Henrique, que ganhou no primeiro turno.
02:29Nunca mais houve uma hegemonia de um lado ou de outro.
02:33O Aécio quase ganhou, a Dilma Rousseff quase ganhou, né?
02:37E foi difícil também na eleição de Jair Bolsonaro e na tentativa de reeleição, ou seja, continua assim.
02:44A gente vê essa polarização no apoio ao governo Lula, que está ali no empate técnico.
02:51Numericamente, os que rejeitam o governo são em número maior, mas tecnicamente estão no mesmo nível.
02:58E também sobre a possibilidade de cada um.
03:01É uma fotografia de que continua o que aconteceu na disputa entre Lula e Bolsonaro.
03:08Com certeza, Zé.
03:09Uma continuidade entre essa disputa agora, dessa vez com personagens diferentes, Lula e agora Flávio Bolsonaro.
03:16Quero mostrar ao pessoal de casa também, que está acompanhando aqui o nosso 3 em 1,
03:19também uma outra tela em relação a essa pesquisa, que foi feita em tensão de voto da presidência,
03:24numa pesquisa, gente, espontânea.
03:26E isso chama muita atenção esse dado, porque olha só,
03:29quando perguntam em quem você votaria sem dar os nomes,
03:3265% das pessoas estão indecisas.
03:35Não sabem em qual candidato vão votar.
03:37Não sabem em qual dos candidatos vão escolher para presidente da república.
03:42Aqui Lula aparece com 19%, Flávio Bolsonaro com 10%,
03:46outros apenas 4%.
03:48E Jair Bolsonaro, 2%.
03:50Mas sim, quando as pessoas são pegas de surpresa,
03:53sem darem o nome, sem serem estimuladas a votarem em A, B, C ou D,
03:58aí sim há uma indecisão muito grande.
04:00Sobre esse cenário, Vitor Anton, eu quero te ouvir,
04:03porque mostra também que a eleição está aberta.
04:05Apesar de o presidente Lula estar liderando em diferentes cenários,
04:08tanto no primeiro como no segundo turno,
04:10a gente pode ver que a decisão em relação à eleição segue aberta
04:14e esse percentual muito grande, de mais de 60% dos eleitores indecisos,
04:20pode ser determinante.
04:23O cenário parece complicado, ironicamente, para os dois campos.
04:26O Lula vai partir, apesar de estar com máquina na mão
04:29e saber trabalhar como ninguém,
04:30muitos dizem, inclusive, que o PT,
04:34numa eleição para presidente com a máquina na mão,
04:37ganharia até de Jesus Cristo.
04:39Mas a verdade é que o Lula vem trabalhando bem,
04:41se prepara desde dezembro,
04:43já meio que desembarcou do dia a dia administrativo
04:45e agora está em campanha completa,
04:48todo dia numa cidade,
04:49conversando com o prefeito,
04:50conversando com a liderança local,
04:52para converter aquele voto nível micro mesmo.
04:55E o PT faz esse trabalho muito bem.
04:57Mas vem também da sua menor taxa de aprovação
05:01dentro de todos os seus mandatos.
05:04Isso pode complicar para ele.
05:05O Flávio, por outro lado, vem crescendo nas pesquisas
05:08e eu não acho que isso simbolize necessariamente
05:11um bom trabalho do Flávio.
05:13Já critiquei o episódio de ontem.
05:15O fato dele estar centrando a campanha dele internacionalmente,
05:18para mim, é bastante esquisito.
05:20Mas, de qualquer forma,
05:21o crescimento dele, para mim,
05:23simboliza mais uma consolidação do bloco de direita
05:26atrás do nome do Flávio.
05:28Isso era previsível em alguma medida,
05:30mas, por um tempo, a pauta, a ideia,
05:33ficou bastante dividida.
05:34Alguns estavam no dito 3 de Tarcísio,
05:37outros eram entusiastas já do Ratinho,
05:39já pensando numa alternativa viável
05:42que agradasse mais o mercado.
05:43Mas, com o tempo, foi ficando claro
05:44que a base de engajamento,
05:47o centro político, o coração político da direita
05:49estaria com o Flávio.
05:50Eu acho que, naturalmente, ele vai estar crescendo.
05:53Entretanto, o Flávio é filho de seu pai
05:55e, para fazer boa campanha,
05:56precisa bater especialmente em dois pontos.
05:59Segurança pública e pauta anticorrupção,
06:02moralização da política.
06:03No campo da segurança pública,
06:06o caminho do Flávio está um pouco complicado,
06:09justamente porque a pauta central do bolsonarismo hoje
06:12é o status prisional do Bolsonaro.
06:15Então, a defesa maior do campo
06:17é estender as garantias fundamentais,
06:19condições humanas de prisão,
06:22um regime que seja progressivo,
06:24uma justiça que não seja feita necessariamente para punir.
06:26E, nesse sentido, isso vai na contramão da expectativa do eleitor,
06:30que, muitas vezes, quer uma política dura,
06:34custa o que custar, digamos assim.
06:36Uma política especialista em América do Sul,
06:39chamam de la mano dura.
06:40Existe uma expectativa para uma pauta que seja assim.
06:43E, por outro lado, no campo da anticorrupção,
06:45o campo está bastante bagunçado também.
06:47Muitas lideranças partidárias envolvidas
06:49e as questões que vão do INSS até o banco mais.
06:52Então, eu imagino que o Flávio esteja com um pé atrás,
06:55pelo menos, na hora de ser agressivo,
06:57na hora de ser agressivo ao falar sobre isso.
07:01Então, de certa forma, também,
07:02eu enxergo que os dois estão batendo ali no teto
07:05e a gente está caminhando para uma eleição bastante acirrada.
07:09Muito vivo, Vitor.
07:10Inclusive, esse número chama bastante atenção, né?
07:12Cerca de 60% dos eleitores indecisos
07:15quando são perguntados de forma espontânea
07:18em que eles votariam para a presidência da República.
07:20E a gente já começa a ver, inclusive,
07:21a percepção, tanto de Lula como também de Flávio,
07:24na tentativa de angariar,
07:26de conquistar esse eleitor ainda indeciso.
07:28Como, por exemplo, a composição das chapas.
07:31Colocar um vice na questão do Lula, do MDB,
07:34para atrair esse eleitor de centro
07:35que não quer votar em Bolsonaro,
07:37dessa vez, agora em Flávio Bolsonaro,
07:39mas também tem uma resistência à Lula,
07:41mas talvez fazendo essa chapa
07:45entre a esquerda e um partido de centro.
07:47Isso pode mudar o jogo.
07:48Como também o próprio PL já pensando
07:51numa chapa mais moderada,
07:52escolhendo uma vice-mulher,
07:54trazendo um eleitor diferente
07:55que não votaria somente no Flávio.
07:57Então, esses movimentos é capaz.
07:59Inclusive, a Langane traz um caráter
08:01de imprevisibilidade para essas eleições.
08:04Absolutamente, Cássio.
08:05Se a gente pegar ali o primeiro painel,
08:08mostra uma diferença que não é grande
08:10entre o Lula e o Flávio Bolsonaro.
08:13Seis pontos percentuais à frente,
08:14presidente Lula.
08:15Muito bem.
08:15No segundo,
08:17e aí a gente liga com o primeiro,
08:19quanto que é a líder espontânea?
08:2160% de indecisos.
08:23Ou seja,
08:24esses 60% podem migrar para qualquer lado.
08:28E aí aquela diferença de seis pontos percentuais
08:31do Flávio Bolsonaro,
08:33se ele conseguir convencer esses eleitores indecisos,
08:37e aí ele ganha.
08:39Ele chega até com uma vantagem no segundo turno
08:42e, eventualmente, poderia ganhar a eleição.
08:45É claro que a vantagem do presidente Lula,
08:48que ele tem a máquina na mão,
08:51tem alguns índices ali econômicos
08:54que contam ao seu favor taxa de desemprego,
08:57por exemplo,
08:58mas a vantagem do Flávio,
09:00se ele souber explorar muito bem esses temas,
09:04é justamente a segurança pública,
09:06e há um sentimento na população
09:09de um cansaço com Brasília,
09:11porque é como se houvesse
09:14um grande distanciamento da classe política,
09:17é verdade que isso sempre ocorreu,
09:18mas talvez hoje
09:20muito parecido com a eleição de 2018.
09:24Um cansaço da classe política
09:26diante aí de tantos escândalos que a gente vê
09:29e a população desamparada,
09:31e com problemas reais para resolver,
09:33segurança pública até custo de vida mais elevado,
09:37e aí ela ouve INSS,
09:41roubo no INSS,
09:43o Master,
09:44e penduricalhos para lá,
09:46e penduricalhos para cá.
09:48Então, se o Flávio Bolsonaro
09:49conseguir, de alguma maneira,
09:54captanear todo esse sentimento
09:56que o pessoal chama de antissistema,
09:59ele tem uma avenida aí
10:00para explorar e ganhar a eleição.
10:02Ô, Fábio Piperno,
10:03você acredita que o jogo ainda está aberto?
10:06Claro que o jogo está aberto.
10:08E veja, eu disse aqui outro dia,
10:10se você somar as votações de Lula e Bolsonaro
10:14no primeiro turno, de 22,
10:16estava acho que 91,8%, 91,6%.
10:21Eu tenho a convicção de que
10:23a gente vai assistir algo muito parecido agora.
10:28A maior parte,
10:29a imensa maioria dos eleitores
10:32não mudou de lado.
10:34Então, no primeiro turno
10:35da eleição passada,
10:37o presidente Lula teve
10:385% a mais que o presidente Bolsonaro,
10:415,2%.
10:42Eu acho que a gente vai ver
10:44um cenário muito parecido com isso.
10:47Então, veja,
10:48nessa simulação em que Lula aparece com 35%
10:52e o Flávio Bolsonaro, 29%,
10:54em voto útil,
10:55dá o Lula com 44,8%.
10:57Já vai se aproximando
10:59daqueles 48,4%
11:01que ele obteve em 2022.
11:04Então,
11:06tem uma fatia no meio,
11:08mas essa fatia é pequena,
11:10é de 100%, 7%.
11:12Porque, veja,
11:13o político do centro
11:14que critica a polarização e tal,
11:17geralmente é político sem voto.
11:18O governador Ronaldo Canhado
11:21teve um dia que ele fez
11:22um diagnóstico, ao meu ver,
11:24muito correto.
11:25E é claro que naquele momento
11:27ele agiu em defesa
11:28da sua própria causa,
11:29mas o diagnóstico é correto.
11:32Porque, vejam só,
11:33ele falou o seguinte,
11:34se todo mundo for candidato agora,
11:38dificulta, por exemplo,
11:39o trabalho do Lula
11:40no primeiro turno.
11:42Então,
11:43na simulação
11:44em que o Ratinho aparece,
11:46o Ratinho tem 8%.
11:47Na simulação
11:49em que não tem o Ratinho
11:50e não tem o Canhá
11:50e tem o Canhado,
11:52de 8 os baixos pra 2,
11:543 um pouquinho,
11:54então, e o Lula sobe.
11:56Então, por quê?
11:57Porque se você pegar
11:57os 8 do Ratinho,
12:00não é que os 8 vão
12:01automaticamente pro Flávio.
12:03Talvez seja 6 a 2,
12:055,5 a 2,5 e tal.
12:07Ou seja,
12:08o Lula
12:09fica com uma fatia disso.
12:11Então,
12:11pro presidente Lula,
12:12de fato,
12:13quanto menos candidatos
12:15o desafiarem,
12:16melhor.
12:17Porque
12:18o Lula
12:19de 2026,
12:21ele não vai ter
12:22nem muito mais
12:23nem muito menos
12:24votos que o Lula
12:25de 22.
12:25A questão é saber
12:27quantos adversários
12:28ele vai ter.
12:29Perfeito, Piper.
12:29Nisso, inclusive,
12:30a gente já consegue ver,
12:31ter essa leitura
12:32pelas outras pesquisas,
12:33tanto a última
12:34que a gente trouxe,
12:35se não me engano,
12:35foi da Real Big Data,
12:36mostrava isso.
12:37Muitos eleitores
12:38de centro
12:39acabavam,
12:40de certa forma,
12:41entre uma disputa
12:41de segundo turno,
12:42indo, pelo menos,
12:43tendo uma tendência
12:44maior indo para o presidente Lula.
12:45Por isso que Lula
12:46já começa a conversar
12:47com partidos de centro
12:48na tentativa de garantir
12:49esse apoio
12:50já no primeiro turno.
12:51Bom, gente,
12:52mas agora a conversa
12:53é sobre segundo turno, viu?
12:54A gente vai trazer,
12:54inclusive,
12:55a intenção de voto
12:56para presidente
12:57num cenário de segundo turno,
12:59apenas entre Lula
13:00e Flávio Bolsonaro.
13:01E Lula aparece ganhando
13:02com 43%
13:04contra 38%
13:05de Flávio Bolsonaro.
13:07indecisos 2%,
13:08branco nulo
13:09ou não vai votar
13:1017%,
13:11também um número
13:12bastante alto
13:12em que os dois
13:13pré-candidatos
13:14devem trabalhar
13:15na tentativa
13:16de reverter esse quadro
13:17e conseguir aumentar
13:18a vantagem
13:19ou diminuir
13:19essa distância.
13:21Zé Maria Trindade,
13:21eu quero te ouvir agora
13:22em relação ao segundo turno.
13:24Aí sim,
13:25aqui é uma guerra
13:25de titãs
13:26entre Lula
13:26e Flávio Bolsonaro.
13:28Na sua visão,
13:29também,
13:29o segundo turno
13:30se desenha
13:30dessa mesma forma,
13:31mas vai depender
13:32muito dos apoios,
13:34das alianças
13:35que os dois candidatos
13:36vão fazer
13:37a partir de agora?
13:3943% para Lula,
13:4038% para o Flávio Bolsonaro.
13:44Será uma campanha
13:45presa a detalhes.
13:48Qualquer detalhe
13:49pode, evidentemente,
13:51mudar o quadro.
13:52Se Flávio Bolsonaro
13:54mostrar que realmente
13:56ele é diferente
13:59do pai
14:00sobre rejeição,
14:01que a rejeição dele
14:02diminuiu, viu?
14:04Essa mesma pesquisa
14:05essa mesma pesquisa
14:06indicou uma queda
14:07na rejeição
14:08de Flávio Bolsonaro.
14:09Quer dizer,
14:10os indecisos antes
14:11estavam,
14:12os que não conheciam
14:14Flávio
14:14e que o rejeitavam
14:16passaram a não rejeitá-lo.
14:18A rejeição dele
14:19não é mais de 60%
14:21como era antigamente.
14:22Ainda é maior
14:23do que o presidente Lula,
14:26mas, tecnicamente,
14:27ali na margem de erro,
14:28empatados na rejeição.
14:30Isso é muito importante.
14:32Será uma campanha
14:33presa a detalhes?
14:34Qualquer detalhe pode
14:35mudar de um lado
14:36para o outro.
14:37E a noiva,
14:39nesse caso aí,
14:40a requisitada,
14:41é a parte do centro.
14:44É 10% do eleitorado.
14:47Sobre esse acordo
14:49partidário, Cássio,
14:51todos aqui já vêm
14:52com uma certa desconfiança.
14:55Antes era o que dava
14:57vitória, né?
14:57Os políticos se reuniam,
14:59o povo não decidia.
15:00As elites se reuniam
15:02aqui, os partidos,
15:04e decidiam quem seria
15:06o próximo presidente
15:08da república.
15:09E chamava o povo
15:10para referendar.
15:12Mas aí veio a internet,
15:14veio a comunicação,
15:16e uma espécie de democracia direta
15:17está sendo desenvolvida.
15:19Então, pouco importa
15:21para o eleitor,
15:22para o povo,
15:23se o PMDB está apoiando
15:25o Lula ou não apoiando,
15:27se a União Brasil
15:28está de um lado,
15:28está do outro.
15:30Isso ficou mais claro
15:31naquele latifúndio eleitoral
15:33formado por Geraldo Alckmin
15:34e que perdeu a eleição
15:36antes do Lula.
15:38Então, assim,
15:40não vale muito.
15:41O que vale aí
15:42é tempo de propaganda,
15:44eleitoral de rádio e TV,
15:46e também dinheiro,
15:48porque o partido,
15:49quando apoia,
15:50ele acaba injetando dinheiro
15:51na campanha.
15:52Mas isso não importa mais,
15:53os figurantes perderam
15:54esse controle escurrais eleitorais.
15:57Então, será uma campanha
15:58disputada e presa a detalhes.
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