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O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), fez duras críticas ao presidente francês Emmanuel Macron e ao presidente Lula (PT) durante entrevista a uma emissora francesa. Na viagem à Europa, ele também buscou aproximação com lideranças conservadoras, em movimento que sinaliza articulações internacionais para 2026.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/E_X8aDokebM

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Transcrição
00:00E olha só, o pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, ele participou de uma entrevista na França
00:06e fez duras críticas a Emmanuel Macron e também ao presidente Lula.
00:10Vamos conversar com o Luca Bassani, que vai trazer mais detalhes e, é claro, as falas que repercutiram bastante
00:15por parte do senador Flávio Bolsonaro. Luca, seja bem-vindo, uma boa tarde pra você.
00:21Exatamente, Cássio. Boa tarde a você e a todos que nos acompanham aqui no nosso queridinho 3 em 1.
00:26De fato, essa foi a primeira fala mais contundente do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro no exterior.
00:33Ele que fez uma viagem por outros países, também no Oriente Médio, com o seu irmão Eduardo Bolsonaro,
00:39depois foi à França e falou para uma TV francesa, além de se encontrar com a sobrinha de Marine Le Pen,
00:46Marion Maréchal, que é também do Partido Reagrupamento Nacional, um partido ultranacionalista,
00:53chamado até por muitos aqui na Europa de ultradireita, para tentar angariar o apoio dessas visões ideológicas
01:00mais conservadoras também aqui na Europa.
01:02Ele não poupou o presidente Lula e o próprio presidente Macron de críticas.
01:07Ele disse que o Brasil não vive uma plena democracia, também falou que o seu pai Jair Bolsonaro
01:12foi condenado por inimigos e que o Brasil precisa ser salvo por propostas modernas.
01:18Quando perguntado sobre o futuro político do nosso país, ele disse, e abro aspas,
01:24o Brasil não aguenta mais quatro anos de um governo de extrema esquerda,
01:27assim como a França, acredito, não aguenta mais um mandato de um governo de extrema incompetência,
01:33como o de Emmanuel Macron, que tem feito tanto mal a este país.
01:37Fecha aspas.
01:38Durante, então, essas falas, vemos que ele disse que o Brasil precisa seguir um outro rumo
01:45e elogiou também a sobrinha de Marine Le Pen, como eu disse, que o encontrou.
01:49Disse que ela é uma liderança jovem e que aponta para um futuro diferente dentro da Europa.
01:56Então, conseguimos ver essa primeira movimentação, tentando angariar o apoio dos conservadores fora do Brasil
02:03e se projetar como o nome definitivo da direita, apesar das várias indecisões sobre outros partidos
02:10deste viés ideológico dentro do Brasil.
02:13A gente vai ficar de olho, vendo, eventualmente, caso o governo francês responda.
02:18Provavelmente não, mas há sempre essa possibilidade.
02:20E também o presidente Lula e outros ministros em relação a essa fala que repercute aqui no Velho Continente.
02:26Perfeito, Luca. Obrigado pelas informações.
02:34Qualquer novidade, a gente volta a conversar com o Luca diretamente da Europa.
02:38Alangânio, eu quero te ouvir, porque inclusive a gente estava se questionando aqui
02:41enquanto o Luca estava trazendo as informações sobre essa entrevista de Flávio Bolsonaro,
02:45a mídia identificada com a direita lá na França.
02:49Justamente se essa era a melhor estratégia ou não.
02:51Porque há uma dúvida muito grande, ou pelo menos um ponto de interrogação
02:55para saber que candidato Flávio Bolsonaro é.
02:58O que ele pensa sobre a economia, sobre a educação, sobre a saúde, sobre a segurança pública,
03:03sobre os principais demandas, principais mazelas da população brasileira.
03:07Seria mais interessante Flávio Bolsonaro estar aqui conversando com setores,
03:12com o mercado financeiro, com todo mundo que demonstrou uma certa resistência,
03:16tentando fazer alianças, acordos do que está falando lá na França?
03:19É, eu acredito que sim. Não entendi bem qual foi a estratégia dele,
03:23não sei se ele deixou isso para depois, mas ele tem muito o que fazer aqui internamente.
03:31Primeiro, quebrar essas resistências, mostrar que ele, de fato, é mais habilidoso que o pai dele
03:37para a composição política, para a articulação, é um melhor ouvinte, um melhor articulador.
03:44E aí, quebrar resistência, conquistar o empresariado, conquistar também o mercado financeiro,
03:50os votos ali dos bolsonaristas, isso ele já tem, né?
03:53O que, o placar da eleição passada, ele já vai herdar.
03:59Agora, de qualquer maneira, Flávio Bolsonaro também terá, ele deverá explorar outros temas que são cruciais.
04:11Por exemplo, né, e aí está quicando a bola para ele, ele pode explorar a corrupção do INSS, né?
04:19Ele pode explorar o caso do Banco Master e ele pode explorar também a crise de segurança pública.
04:27Tem uma avenida política aí para explorar.
04:30Vamos lembrar que Jair Bolsonaro foi eleito naquele sentimento, naquela onda anticorrupção
04:38e também por mais segurança pública.
04:41Ele pode trilhar o mesmo caminho do pai dele em 2018.
04:44Piperno, eu quero te ouvir também em relação, porque muitos, pelo menos, né, dos senadores,
04:50deputados que a gente conversa, que é mais próximo ao ex-presidente,
04:53dizem que o Flávio não repetiria os mesmos erros que o pai.
04:56Isso, inclusive, ficou muito claro aqui no Direto ao Ponto,
04:59onde o senador Ayrton Fagundes foi muito claro dizendo que Flávio seria diferente
05:02e que viria, né, com essa raiz, com esse DNA um pouco mais moderado.
05:07Você acredita que essa estratégia de Flávio pode ser um tiro no pé futuramente para ele
05:11ficar criticando o país e outros aliados de forma EAD à distância,
05:16em vez de se preocupar com a situação aqui local?
05:18Veja, de moderação não tem nada.
05:19E essa viagem, visitando lá alguém com o sobrenome Le Pen, mostra isso.
05:26Marine Le Pen, né, que é o grande nome da direita radical francesa,
05:31Há algum tempo atrás, e veja, Flávio Bolsonaro deixa a bola pingando
05:35para os seus adversários políticos.
05:38Ela disse que o Bolsonaro, o pai, era radical demais.
05:41Ela, ela, veja, a líder da direita radical francesa,
05:47dizendo que Bolsonaro era radical.
05:48Por que ela é direita radical? Ela é direita.
05:51A Le Pen é direita.
05:52O que é direita radical?
05:54Ela até criticou o Trump na invasão da Venezuela.
05:57Direita radical.
05:58Ela é uma política de extrema-direita.
06:01Não, nada de extrema-direita.
06:03Ela é uma política de direita.
06:05Ela é uma extremista.
06:06Ela é uma política de direita.
06:07Ponto final.
06:08Se puder, joga imigrantes no mar.
06:09Política de direita.
06:11Aliás, os banners da campanha dela, a última agora,
06:14pelo amor de Deus, tipo...
06:16Ah, extrema, extrema.
06:18É, o que eles chamavam, uns anos atrás, de neofascista,
06:23mas ela teve a sua, digamos, os seus posicionamentos abrandados.
06:28Ela teve.
06:28Justiça seja feita.
06:30A direita francesa tradicional, em momento algum, se alia a ela.
06:35Não quer nem ouvir falar, como aconteceu em Portugal.
06:38A direita tradicional portuguesa se aliou ao candidato socialista
06:43contra a extremíssima direita.
06:45Você bota o quê de direita? O Macron, lá na França, se considera direita?
06:49O Macron é um político centrista.
06:50Ele é um liberal que vem de mercado e tal, né?
06:53Já que lá é o centro-esquerda.
06:55Não entendi.
06:55Mas então, veja, na França, é algo que acontece muito parecido
06:59com algumas regiões do Brasil, especialmente São Paulo e Rio.
07:03Na França, a direita e a esquerda, tradicionais,
07:07partidos socialistas de um lado, e os partidos golistas do outro e tal,
07:11eles foram atropelados à esquerda pelo francês submissa,
07:17Jean-Luc Mélenchon, um político que seria mais um pessoal francês,
07:22ele engoliu o PT francês.
07:24A direita, a mesma coisa, o bolsonarismo francês,
07:28a direita radical engoliu a direita tradicional.
07:33Com quem o Flávio Bolsonaro vai conversar?
07:35Com a direita radical.
07:36Ele não procurou ninguém da direita tradicional francesa.
07:40Alguém, por exemplo, ligado ao presidente Sarkozy.
07:44Enfim, não.
07:45Ele foi procurar exatamente a família Le Pen.
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