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Raphael Henrique, gerente regional Latam do Top Employers Institute, comenta as cinco principais tendências do mercado de trabalho em 2026: propósito, inteligência artificial, produtividade, flexibilidade e estabilidade. Ele detalha como as empresas podem se adaptar a essas mudanças e engajar os colaboradores.

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Transcrição
00:00O relatório Road of Work Trends 2026 aponta quais serão as principais tendências que devem nortear o mercado de trabalho esse ano.
00:10Sobre esse estudo, eu converso agora com o Rafael Henrique, ele é gerente regional LATAM do Top Employers Institute.
00:18Rafael, boa noite para você. Obrigada por ter aceitado estar aqui com a gente.
00:23Quais são as principais tendências que foram apontadas pelo estudo? O que você destaca aqui para a gente?
00:28Bom, acho que é importante dizer e explicar o que a gente considera tendências.
00:34O Top Employers atua em 131 países, são mais de 2.500 empresas certificadas.
00:40E anualmente a gente realiza esse estudo para explicar o que vem por aí.
00:44Quais são as tendências de recursos humanos globalmente, o que impacta no nosso país.
00:48E tudo que a gente considera tendência não significa que as empresas já possuem e todo mundo já faz.
00:54E sim, é um comportamento do mercado que a gente identificou ao longo de alguns anos ou de um ano para o outro com um impacto maior.
01:02Para esse ano a gente destaca cinco principais.
01:05A primeira é relacionada a propósito.
01:08Então, como que as empresas deixaram de vir a primeira onda de narrativas e de discursos para a segunda onda de agir na prática.
01:18Como conectar o propósito das companhias, os valores das companhias com competências, habilidades e conexão da liderança com os principais funcionários na companhia.
01:31Quando a gente pensa, a gente já fala dos outros, mas é que eu queria pegar aqui esse tópico do propósito.
01:37O que muda na prática quando o propósito deixa de ser apenas discurso e de fato passa a orientar as decisões do dia a dia das empresas?
01:46Primeiro, conexão. Conexão com a empresa e os funcionários.
01:51Os funcionários estão lá no dia a dia.
01:52Eles sabem o que as empresas falam para fora e o que acontece no dia a dia.
01:57Quando esses dois discursos caminham para o mesmo lado, isso é perceptível.
02:01Isso gera engajamento, isso gera uma menor taxa de rotatividade e produtividade.
02:08Você quer trazer as outras tendências aqui?
02:10Vamos lá.
02:10Então, vamos lá.
02:11A segunda delas, não é novidade para ninguém, inteligência artificial.
02:15Sim.
02:16Mas não no formato de adoção e como que as empresas estão adotando inteligência artificial para ajudar no dia a dia.
02:23Mas como conectar isso com impacto, verdadeiramente falando.
02:28Aqui, quando a gente fala de inteligência artificial, é gerar eficiência operacional, evitar trabalhos repetitivos ou duplicados, dar uma maior personalização para os colaboradores, facilidade no acesso à informação.
02:44Aumentar a produtividade.
02:45Também.
02:46Eu já vou me adiantar, mas uma das tendências é a produtividade.
02:49Mas que tem a ver com o IA.
02:51Com certeza.
02:52Tem tanto com o IA, quanto o alocar o recurso certo no local certo.
02:58E aí, tanto tecnologicamente falando, quanto recurso de pessoas, com habilidades, conceitos e competências diferentes.
03:06Então, vamos lá.
03:07Propósito, inteligência artificial, produtividade.
03:11Produtividade.
03:12E os outros dois, as outras duas tendências.
03:14Flexibilidade.
03:15E aí, a flexibilidade...
03:16E foi muito em função da pandemia?
03:19Também.
03:19Mas a gente não fala só de trabalho remoto, de ir ou não para o escritório, voltar ou não para o presencial, que também engloba.
03:27Sim.
03:27Mas é o mais amplo cenário de flexibilização.
03:31E a gente tem vários exemplos, se a gente tiver tempo para compartilhar, mas...
03:35Me dá um exemplo.
03:36Um exemplo real de uma empresa de manufatura global, que identificou um perfil específico de uma área,
03:43uma mão de obra muito específica que não encontra no mercado, identificou que era um perfil de idade de 48 anos e que um terço dessa população se caracterizava ou se entendia como cuidador.
03:57Ou de criança ou de idosos, pais, avós ou filhos, enfim.
04:01E como é uma área e um conhecimento e habilidades específicas que não estão disponíveis fácil acesso no mercado e demora em torno de 4 a 5 anos para desenvolver dentro de casa,
04:15eles entenderam que uma flexibilização de escala, de horário, para que esse grupo específico possa equilibrar a vida pessoal e cuidar de quem?
04:26Dos entes mais próximos deles, quanto às obrigações corporativas e profissionais também.
04:31E a quinta tendência?
04:33A quinta tendência está relacionada...
04:36A gente falou de produtividade, de...
04:38Flexibilização, IA e propósito.
04:40E...
04:41Daqui a pouco você lembra.
04:45Por que que essas estratégias, e isso também está no relatório, as estratégias que sustentaram as organizações nos últimos anos,
04:52elas deixaram de ser suficientes agora em 2026?
04:58Lembrei da próxima, mas vamos lá.
04:59Sabia que você lembra.
05:01Fala, depois eu volto para essa pergunta.
05:02Estabilidade.
05:03Estabilidade.
05:04Ah, que curioso.
05:05Pois é, e a estabilidade não se trata de acomodação, não é de garantir emprego vitalício, não é isso.
05:12A estabilidade é porque as pessoas ficam nas empresas que se sintam estáveis suficientes para crescer, para mudar, para se desenvolver.
05:21Então é garantir toda uma estrutura por trás para que a pessoa e o colaborador entenda quais habilidades necessárias para os próximos passos
05:29e como eu preciso me capacitar para isso.
05:32E a empresa está lá para impulsionar isso a acontecer.
05:34Então agora, voltando à minha pergunta anterior, por que aquelas estratégias que sustentaram as organizações, as empresas nos últimos anos,
05:42não vão mais ser suficientes agora em 2026?
05:46É algo que saiu no relatório também.
05:49Isso não significa que elas não são mais importantes, mas o mundo do trabalho...
05:53Precisa de mais.
05:54Exatamente.
05:55O mundo do trabalho mudou.
05:56A tecnologia, a gente falou de inteligência artificial, mas não só de inteligência artificial,
06:00a tecnologia cresce em uma aceleração considerável.
06:06E isso impacta no funcionário.
06:08Impacta nas necessidades e expectativas do colaborador.
06:12Então como que as empresas têm se adaptado a esses cenários externos e internos,
06:17dando todo o suporte para que os colaboradores possam se desenvolver e se conectar com o propósito da companhia,
06:23o propósito pessoal.
06:24As incertezas econômicas e também, você já falou disso, a aceleração tecnológica,
06:29mas botando aí junto as incertezas econômicas, elas também pressionam os modelos tradicionais de trabalho,
06:37assim como essa questão tecnológica?
06:39Com certeza, porque a gente está falando de pressão para resultados.
06:42Independente do que acontece externamente, porque sempre aconteceu e continua acontecendo,
06:47os resultados precisam ser atingidos, ou a expectativa é que isso aconteça.
06:51Então, toda a estrutura oferecida para os colaboradores garantem que a produtividade impacta
06:59e todos os, a gente chama de QPIs, mas indicadores de pessoas também.
07:04A gente está falando de engajamento, baixo turnover, rotatividade de uma maneira não tão acelerada
07:11e, consequentemente, isso vai impactar o resultado do negócio.
07:14E, rapidamente, para a gente encerrar, de que forma as empresas podem estimular os funcionários
07:21a que eles tenham, que eles conectem seus próprios propósitos aos da empresa?
07:27Comunicação clara, liderança.
07:31Quando esses dois elos...
07:33Principalmente a comunicação clara da liderança.
07:35Pois é, porque quando a gente fala de tendências de recursos humanos, práticas de recursos humanos,
07:41não significa que o RH é o detentor de toda a sabedoria e responsável pela implementação
07:47e mensuração do processo.
07:49O RH, ele é o facilitador, mas a liderança empodera que isso aconteça no dia a dia.
07:56Rafael, muito obrigada.
07:57Prazer em te receber, viu?
07:58Eu que agradeço.
07:58Boa noite pra você.
07:59Boa noite.
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