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Transcrição
00:00Este programa contém dramatizações de eventos reais e não é adequado para menores.
00:25Em meio à noite, uma família adormecida é brutalmente atacada.
00:34Este cenário é um pesadelo de qualquer pessoa.
00:37Uma única pessoa escapa com vida.
00:40Eu a observei. Ela parecia extremamente calma.
00:44Eles pareciam uma família perfeita.
00:46Às vezes, o mal aparece quando menos se espera.
00:49Como vai?
00:50Existem monstros.
00:51E não dava para dizer quando o assassino ia atacar em seguida.
00:57Melhor amigo.
00:59Inimigo mortal.
01:02Protetor.
01:04Assassino.
01:06Parceiro.
01:08Predador.
01:11Suspeito improvável.
01:1512 de maio de 2007.
01:21Lancaster, Pensilvânia.
01:25Fundada na história e na tradição.
01:27É o lar da rígida comunidade Amish.
01:30E também exemplo da vizinhança perfeita.
01:33Como Menhighton Ship.
01:35Um lugar onde as portas geralmente são deixadas destrancadas.
01:38Muita gente olha para isso como o tipo de bairro que exemplifica o sonho americano.
01:45Mas numa noite de sexta-feira, em maio, o sonho de uma família tem um fim violento.
01:54Às duas e meia da manhã, o silêncio é rompido por um grito.
02:01E sons de luta dentro de uma casa em Peach Lane.
02:04Minutos depois, Maggie Haines, de 20 anos, abandona a casa e acorda seus vizinhos, que ligam para a emergência.
02:21A polícia de Lancaster encontra uma cena violenta.
02:26Dois cadáveres ensanguentados, lado a lado, no quarto principal.
02:29E um adolescente caído sem vida no outro quarto, esfaqueado e retalhado repetidas vezes.
02:37Esse cenário é o pesadelo de qualquer pessoa.
02:39Indefesa em casa, dormindo, e alguém invade a sua casa com uma faca e esfaqueia você na sua cama.
02:47Quando nos aproximamos da casa, não sabíamos se apenas uma pessoa estava envolvida nas mortes ou se eram várias pessoas.
02:54Podia haver um vigia ou um motorista esperando por perto.
02:57Não fazíamos ideia.
02:59A polícia imediatamente chama o veterano detetive de homicídios, Alan Lied.
03:04Eles disseram, ó, temos um triplo homicídio e precisamos que você venha.
03:12As vítimas logo foram identificadas como a família Haines.
03:17Tom, 50 anos, morto por facadas no peito.
03:21Perto dele, sua esposa, Lisa, 47 anos, e também morta por várias facadas.
03:26E Kevin, 16 anos, o único filho homem.
03:33O ataque mais violento, mais brutal, foi com o Kevin.
03:38O adolescente foi esfaqueado mais de 50 vezes, nas costas, braços, rosto, e sua garganta foi cortada.
03:47Havia sangue por todo lado, nas paredes, no chão, prova de que ele lutou com o atacante.
03:52Eu fiquei vários dias pensando no que aconteceu com o Kevin.
03:58Se alguém fosse me matar, certamente eu iria preferir uma bala na cabeça, seria mais rápido.
04:02E o Kevin não morreu rápido.
04:04Toda a família foi morta.
04:07Com exceção de uma pessoa.
04:09Maggie Haines, 20 anos.
04:10Os investigadores da cena do crime verificam cada centímetro da casa.
04:25Eles não acham nenhuma impressão, sugerindo que o assassino usou luvas.
04:29Mas eles acham uma peça de evidência importante.
04:35E a coisa mais importante que achamos na cena do crime foi uma pegada de sapato, fazendo um rastro de sangue entre os corpos.
04:43Só de olhar as pegadas, sabíamos que apenas uma pessoa tinha pisado no sangue.
04:47Era tudo que eu sabia naquele momento.
04:49Seguindo essas pegadas, os investigadores determinam que, depois de matar Kevin, o intruso voltou ao quarto de Tom e Lisa.
04:58O assassino viu que Lisa ainda estava viva.
05:02Então o assassino matou Lisa com uma última facada na garganta.
05:09Em seguida, os detetives rastreiam o assassino até o banheiro do segundo andar,
05:14usando luz negra e um produto químico chamado luminol, que revela traços de sangue na pia.
05:19Um vislumbre arrepiante no estado mental do assassino.
05:24Imagina só a frieza de alguém que chacinou essas pessoas e ainda parou para lavar as mãos.
05:30Lavar a faca na casa antes de fugir.
05:35Rotineiramente, a família deixava as portas destrancadas.
05:38O atacante pode ter entrado na casa a qualquer hora.
05:41O que é incomum é que nada sumiu da casa.
05:45Isso não foi um assalto que saiu errado.
05:47Foi um massacre deliberado.
05:52À luz do dia, outra pista potencialmente importante aparece nos fundos da casa.
05:58Um boné de beisebol com fita adesiva colada nele.
06:03Quando o exame revela traços de sangue e cabelo no boné,
06:06A polícia percebe que é uma coleção valiosa de DNA e que tem uma chance de resolver rapidamente o caso.
06:13Se puderem achar alguma coisa no Banco Nacional de Criminosos Conhecidos.
06:19Mas quando os resultados dos testes chegam, eles não batem.
06:23A prova é arquivada para futuros testes contra possíveis suspeitos.
06:27Em seguida, os investigadores começaram olhando no passado da família Rennes.
06:41Quero uma verificação de antecedentes.
06:45Seria possível que Tom tivesse um caso?
06:47Lisa teria um caso?
06:49A família devia dinheiro?
06:51A família estaria envolvida com drogas?
06:54Teria dívida de jogo?
06:56Estariam envolvidos em algum tipo de atividade suspeita ou ilícita?
07:01Mesmo cavando fundo, a polícia não acha nada de extraordinário nessa típica família de classe média.
07:10Eles pareciam ser a família perfeita.
07:12Pai, a mãe, o filho perfeitos, esse era o tipo de gente que eles eram.
07:16Eu não podia acreditar que alguém iria querer fazer mal a uma família tão boa.
07:20Seria como matar da felicidade.
07:22Isso não fazia sentido.
07:24Tom Haines era o gerente do setor de uma companhia de equipamentos industriais.
07:29Sua esposa, Lisa, era professora da pré-escola da igreja.
07:33Meus três filhos frequentavam o programa de pré-escola.
07:36Por isso, eu os conhecia.
07:39De vista e de nome.
07:41Maggie Haines ia se formar na faculdade.
07:45Ela era uma excelente aluna e também muito meiga e alegre.
07:50Por último, Kevin.
07:52Um cheque mate.
07:53Um adolescente de 16 anos, tímido, com apenas dois amigos.
07:57Ele era o melhor do quiz estudantil.
08:00Uma competição acadêmica de alto nível.
08:04Kevin era um garoto de fácil convivência.
08:07Nada aborrecia ele.
08:09Sabe o que vai rolar nas férias?
08:10A família Haines parecia ficar feliz só de passar o tempo juntos.
08:15A ideia deles de lazer perfeito era ficarem casalendo e cozinhando juntos.
08:21Talvez ver um filme e, pelas 10, 11 horas, ir para a cama.
08:27Então, quem poderia ter chacinado essa família adorável?
08:31E por que deixar Maggie, de 20 anos, viva?
08:34A polícia foca sua atenção na universitária.
08:38Por que não começa contando exatamente o que houve?
08:41Eu estava dormindo.
08:44Maggie frequenta a Universidade de Bucknell, 160 quilômetros ao norte de Lancaster.
08:49Ela explica aos investigadores que voltou de férias para casa na noite anterior aos assassinatos.
08:58Isso foi na noite de sexta-feira.
09:00Maggie e Kevin foram ao shopping local comprar um cartão de Dia das Mães para sua mãe Lisa.
09:06Naquela noite, depois do jantar, a família assistiu juntos um filme.
09:11E Kevin e sua mãe foram para a cama primeiro.
09:14E Tom e Maggie assistiram o final de um jogo de beisebol.
09:18Por fim, pai e filha subiram para um andar de cima.
09:21Três horas depois, Maggie alega que foi acordada por um grande barulho.
09:25Pareceu para ela que foi um grito.
09:31Ela ouviu sons de pessoas que estariam em luta corporal.
09:36Ela conta à polícia que o barulho vinha do quarto do seu irmão, Kevin.
09:39Quando ela foi para o corredor investigar, ela sentiu um forte cheiro de sangue.
09:45Em seguida, ela alega que correu para o quarto dos pais, onde uma visão aterradora a aguardava.
09:52O pai dela estava totalmente imóvel na cama.
09:55E a mãe Lisa estava levantando um invisível estado de choque e disse...
10:01Por favor, vai chamar ajuda. Vai chamar ajuda.
10:05Maggie diz que desceu as escadas e saiu da casa sem saber o que estava acontecendo com a família que ela deixou para trás.
10:16A versão dela parece bater com os fatos.
10:19Mas o que incomoda os detetives é a incomum atitude dela durante o interrogatório.
10:24Meu pai estava deitado na cama e eu não percebi que ele já estava morto.
10:30Maggie, depois de toda essa tragédia, teve uma reação sinceramente perturbadora.
10:36Eu a observei. Ela estava extremamente calma.
10:39A polícia tinha que considerar que Maggie sabia mais do que estava falando.
10:44Ela aumenta as suspeitas ainda mais quando termina seu depoimento sobre os assassinatos com cinco palavras chocantes.
10:58E vocês sabem o resto.
11:01A última frase dela no depoimento foi...
11:03E vocês sabem o resto.
11:04É um comentário muito blasé para se fazer depois de descobrir que sua família foi brutalmente assassinada.
11:14Eles precisam considerar a horrível possibilidade de que Maggie assassinou toda a sua família.
11:20Poderia ela ter feito tudo isso, fugido e criado um teatrinho em que ela dissesse...
11:24Vejam, alguém matou todo mundo.
11:28Sim, poderia.
11:29Além disso, seria um segredo obscuro o que motivou essa fúria fatal?
11:34Por que alguém seria tão perversamente revoltado?
11:38Porque tinha que ser alguém que os odiasse.
11:41No tranquilo condado de Pensilvânia, Dutch, a família Haines foi brutalmente assassinada enquanto dormia em suas camas.
11:52A única sobrevivente, Maggie Haines, de 20 anos, não sofreu qualquer ferimento.
11:58Os investigadores agora devem determinar se Maggie teve apenas sorte de escapar da tragédia ou teve participação ativa no crime.
12:07Preciso de paramédicos.
12:08Não foi roubo. Ninguém roubou nada. A pessoa foi para matar.
12:12Claro, ela sobreviveu, mas como uma única pessoa saiu da casa.
12:17Os detetives conhecem inúmeros casos envolvendo homicídios múltiplos, onde o único sobrevivente acaba sendo o assassino.
12:24Isso é especialmente verdade com assassinos de famílias.
12:28Então a questão é, Maggie poderia ou não matar a família dela?
12:31Quando Maggie se mostrou estranhamente fria durante seu depoimento, a suspeita aumentou.
12:40Qual foi a primeira coisa que viu quando saiu do quarto?
12:42Não pude ver nada, mas senti cheiro de sangue.
12:46Era estranho o fato dela não demonstrar mais emoção.
12:49E eles chamaram a polícia depois.
12:51Mas a evidência forense não apoia a hipótese de Maggie como única assassina.
12:57Havia pegadas ensanguentadas de um homem que calçava tamanho 45.
13:02E quando Maggie bateu na porta do vizinho para pedir ajuda, não havia traços de sangue nela.
13:06Mesmo assim, ninguém estava pronto para eliminá-la como suspeita, por enquanto.
13:13Os outros detetives e policiais acreditavam firmemente que ela estava envolvida.
13:18Não fisicamente envolvida, mas talvez fosse alguém que coordenou tudo.
13:24A polícia tinha que eliminar a possibilidade de Maggie contratar alguém para cometer os crimes.
13:30Mas nenhuma movimentação estranha constava em sua conta bancária.
13:33E suas ligações telefônicas não apresentavam suspeitas.
13:38Investigamos os antecedentes dela, rastreamos seus computadores, seu laptop e não achamos nada.
13:43Em incontáveis interrogatórios, Maggie jamais se desvia de sua versão original ou revela um pingo de culpa.
13:51Os detetives eventualmente determinam que sua estranha calma durante o interrogatório
13:55simplesmente é sua maneira de lidar com o estresse extremo.
13:59As pessoas lidam com a perda de maneiras diferentes.
14:02Mas como reagir se sua família é chacinada?
14:04Ela saiu daquela noite carregando as cicatrizes e a perda com ela pelo resto da vida.
14:11Mas um fato perturbador permanece.
14:14Por alguma razão, o assassino não foi atrás de Maggie,
14:18que dormia a alguns metros das outras vítimas.
14:23Entre a hora que você chamou a polícia e a chegada deles, viu alguém deixando a casa?
14:26Não vi ninguém.
14:27Poderia isso significar que o assassino conhecia Maggie e intencionalmente poupou sua vida,
14:34enquanto seu objetivo eram os parentes dela?
14:37Para aprofundar a investigação, os detetives vão até a Universidade de Bucknell, no centro da Pensilvânia.
14:43Talvez houvesse um namorado atuando nas sombras, ou talvez um professor maluco que talvez fosse o responsável.
14:54Os detetives interrogam o namorado e os professores de Maggie, incluindo um professor com quem ela trabalha diretamente.
15:01Vocês se encontravam fora do campus?
15:05Nada formal, talvez um olá, como vai?
15:08Mas depois de horas de interrogatórios e dias de investigação, os detetives acabam não encontrando nada.
15:15Entre 50 e 70 pessoas foram interrogadas.
15:19Nada surgiu disso.
15:21Nada que sugerisse, olha, essa é a razão e essa pode ser a pessoa.
15:25Os detetives se voltam para a vida privada e profissional dos pais de Maggie, Tom e Lisa.
15:33Checamos os registros financeiros, arquivos de computador, fichas de trabalho, fichas pessoais,
15:40para ver se alguém queria se vingar do Sr. Haynes, se alguém queria se vingar da Sra. Haynes.
15:46Parecia que tinha que ser alguém que os odiasse e não conseguíamos imaginar quem poderia ser.
15:54Diane Garber era uma colega e amiga de longa data do pai de Maggie, Tom.
16:00Tom Haynes era uma pessoa muito bacana, compreensiva, encorajadora, autoastral e positiva.
16:08Ele era respeitado por todos que conhecia.
16:11Mas os interrogatórios revelam que havia ao menos uma pessoa que não era tão fã de Tom.
16:16Havia uma pessoa no setor de vendas que não se esforçava o suficiente.
16:22Ele era o tipo de pessoa que tirava vantagem de tudo a fim de não fazer seu trabalho.
16:30Tenho um minuto, Bill?
16:31Tenho.
16:32O que foi, Tom?
16:33Sente-se.
16:34Duas semanas antes de ser assassinado, Tom Haynes confrontou o colega em seu escritório.
16:41Isso é ridículo.
16:42A conversa degringolou para uma espécie de bate-boca.
16:46Só tínhamos essa pessoa que discutiu com o Sr. Haynes.
16:52Quando fomos falar com ele, não o achamos.
16:55Isso aconteceu por dois ou três dias.
16:57Esse cara desapareceu.
17:00Eventualmente, o funcionário voltou.
17:02Ele estava visitando a família e ficou abalado ao saber dos assassinatos.
17:06O mais importante, ele tinha o álibi sólido.
17:08Naquela noite, ele estava com a esposa e outros amigos e saíram juntos.
17:13Ele tinha recibos, um vídeo confirmando essa versão.
17:16Por isso, o eliminamos da lista.
17:19Outro suspeito em potencial é eliminado.
17:23Os detetives agora fazem uma pergunta diferente.
17:26Alguém teria motivo para matar Lisa Haynes, a esposa de Tom?
17:30Lisa era muito meiga e muito tímida.
17:32Ela não gostava de ser o centro das atenções.
17:36Preferia ficar nos bastidores com a família.
17:39Eles não acharam nada remotamente negativo sobre a professora e mãe devotada.
17:44O que deixou os detetives com a última vítima, Kevin, o filho de 16 anos de Tom e Lisa,
17:51que morreu sofrendo mais ferimentos que seus pais.
17:55A pergunta é a mesma para os investigadores.
17:58Por quê?
17:58Kevin foi vítima de um ataque mais brutal porque ele lutou com um agressor.
18:04É um fator.
18:05Mas por que alguém teria uma raiva tão brutal de Kevin?
18:14Quando os investigadores procuram respostas na escola secundária Menheim,
18:18descobrem que, parecido com seus pais,
18:21Kevin tem uma reputação ilibada e que ninguém questiona.
18:24Ao contrário de muitos de seus colegas que começaram a experimentar drogas ilícitas,
18:31Kevin era um estudante modelo, com uma mente brilhante.
18:35Ele era o astro de sua equipe de quiz.
18:38Um menino tímido, com um limitado círculo social.
18:42Ele era da elite intelectual da escola.
18:45Se Kevin não era o mais esperto, mais brilhante e mais talentoso garoto do colégio todo,
18:51certamente estava entre os três ou quatro primeiros.
18:54As tentativas de ligar Kevin a pessoas de fora de sua escola foram inúteis.
19:01Ele passava todo o seu tempo livre com seus dois amigos,
19:05Benjamin Opp e Alec Crider.
19:08Acha que alguém na escola tem algum problema com o Kevin?
19:11Algum tipo de conflito?
19:12Não.
19:13Ele era bem legal.
19:15Os detetives interrogam Benjamin e Alec
19:17atrás de segredos na vida de Kevin ou potenciais inimigos.
19:22Acha que por alguma razão alguém podia ter algo contra a família Haines que levaria a uma coisa dessas?
19:28Não.
19:28Eles eram pessoas bem legais.
19:30Eu não sei quem seria capaz de fazer isso.
19:32Nenhum alerta vermelho é acionado.
19:35Ninguém podia pensar em nada negativo.
19:38Ninguém podia dizer que alguém tinha algum problema com o Kevin Haines.
19:43Os detetives estão num total impasse.
19:51Depois de perseguir uma série de pistas promissoras,
19:54eles ainda não conseguiram entender o terrível triplo homicídio.
19:58Se você mata três pessoas, é claro que existe um motivo por trás.
20:03É preciso haver uma razão.
20:04E não havia razão para a morte dessas pessoas.
20:06Sem suspeitos e sem perspectiva de prender alguém,
20:11o medo e o pânico tomam conta de Lancaster.
20:15Todos estavam convictos de que um lunático estava solto
20:18e ninguém podia imaginar quando esse assassino ia atacar de novo.
20:23A seguir, dois suspeitos de repente aparecem no radar da polícia.
20:27Agora saiam do carro com calma.
20:29E ninguém pode acreditar no que acontece em seguida.
20:32Placa da Pensilvânia com uma faca no porta-luvas e narcóticos também.
20:34Isso era um sinal para a polícia.
20:36Era algo tão incrível que precisávamos ver.
20:40Em algum lugar da pacífica cidade de Lancaster, Pensilvânia,
20:44um assassino brutal está à solta.
20:47Quase uma semana depois de investigações,
20:49a polícia ainda precisa encontrar um suspeito para o selvagem assassinato
20:53de Tom, Lisa e Kevin Haines.
20:58Eles não encontraram nenhuma sujeira na família Haines.
21:02A família Haines não tinha nenhuma sujeira a esconder.
21:09Sem progresso no caso, toda a comunidade está paralisada de medo.
21:14Ninguém sabia quem tinha feito.
21:17Se a pessoa estava por aí pensando em atacar de novo.
21:20Menheim Township sempre foi um lugar onde as pessoas não se preocupavam em trancar suas portas.
21:29Agora todos estavam obcecados com a segurança.
21:32Eu tinha amigos que trabalhavam em companhias de alarmes.
21:36Eles disseram que os negócios dessas companhias cresceram 700% durante esse período.
21:43Os investigadores estão começando a acreditar que estão à caça do pior dos criminosos.
21:50Um homicida de fora da cidade.
21:52Eu estava convencido de que era um assassino em série.
21:55Foi um choque.
21:57A equipe compara notas sobre outras invasões de domicílio
22:00e contata outros departamentos pelo país.
22:02Nós notificamos todos os departamentos de polícia dos Estados Unidos,
22:07usamos as comunicações da polícia, os computadores da polícia
22:10e tentamos repassar todas as informações
22:13na esperança de que alguém em outro departamento soubesse de algo similar.
22:20Eles repassaram casos de homicídio através do país
22:23que envolvessem o mesmo modus operandi, esfaqueamento e múltiplas vítimas.
22:29Acontece que nos últimos seis meses,
22:32houve quatro casos assim apenas no estado de Nova York e um na Flórida
22:37e mais um na Califórnia.
22:40Poderia um assassino em série, foragido, ter chegado à Pensilvânia?
22:46A busca através do país se intensifica
22:49quando um policial rodoviário da Carolina do Norte
22:52para um carro para uma inspeção de rotina.
22:5421 e 25, parei uma Honda vermelha SUV.
22:57Eles tinham parado um veículo e o veículo era da Pensilvânia.
23:02E o veículo tinha dois ocupantes que estavam a caminho da Flórida.
23:06O policial suspeita quando observa vários cortes recentes na mão do motorista.
23:13Ele descobre saquinhos de maconha e, pior, uma faca de caça no carro.
23:18Olhem para frente, mãos na cabeça.
23:20É o suficiente para levar os dois para interrogatório.
23:24E durante isso, os dois fazem uma confissão que cai como uma bomba.
23:31Os dois homens dizem, nós nos safamos de um assassinato na Pensilvânia.
23:36E os dois homens também dizem, nós acabamos de invadir uma casa na Pensilvânia.
23:43De volta a Lancaster, a equipe de investigação acredita que finalmente pegou seus criminosos.
23:48Isso era um sinal para a polícia, era algo tão incrível que precisávamos ver.
23:52A primeira coisa que o detetive Alan Leade quer checar é os sapatos deles.
23:58Baseado no padrão da sola, o laboratório do FBI determinou que a pegada com sangue na cena do crime
24:04foi feita por um tipo de solado de borracha.
24:08O relatório enviado pela Carolina do Norte não é encorajador.
24:12Dizia que estavam usando tênis, que o padrão de um tênis não é o mesmo padrão do nosso sapato,
24:18mas eles podiam ter trocado de tênis.
24:22Os cortes na mão do motorista foram explicados como o resultado de um acidente de trabalho numa serra.
24:28Os dois também forneceram álibis para seu paradeiro na noite de 12 de maio,
24:34quando a família Reines foi assassinada.
24:38Alan Leade fez uma última tentativa de ligar os dois suspeitos ao caso.
24:43Um boné de beisebol, que os investigadores acreditam que foi deixado pelo assassino no quintal dos Reines
24:49e que continha DNA de fios de cabelo.
24:52Achamos DNA na cena do crime.
24:55Não sabíamos a quem pertencia, por isso tratamos de pegar amostras do DNA de dois cavalheiros.
25:01Se o DNA deles não batesse, o caso voltaria a estaca zero.
25:05Sua confissão sobre uma invasão e um assassinato não passava de uma mera invenção.
25:12A eliminação dos dois homens da Carolina do Norte foi decepcionante.
25:16A animação e a antecipação de ser capaz de resolver este crime rapidamente evaporou.
25:22No fim, apesar da caçada nacional, não há evidências ligando o massacre da família Reines em Pitch Lane
25:30a outros casos conhecidos.
25:33Cena do crime, não ultrapasse.
25:35Agora, depois de duas semanas de investigação,
25:38a polícia não está sequer perto do assassino de Tom, Lisa e Kevin Reines.
25:43Tudo que podem fazer é seguir a avalanche das chamadas de um telefone disponibilizado para a comunidade.
25:52Então, um dia, uma dessas chamadas dá aos investigadores uma pista de uma fonte inesperada.
25:59Um oficial de condicional de um centro de detenção juvenil.
26:02Conheço alguém que talvez possa nos ajudar.
26:05Ele disse, ó, eu tenho um detento.
26:08Ele tem 17 anos.
26:09Ele nos disse que um dos amigos dele
26:11entrou em uma casa em Mannheim Township há duas semanas
26:16e...
26:17deu conta de uma família
26:19como parte de uma iniciação de gangue.
26:22E o garoto disse, como assim você deu conta da família?
26:25Eu dei conta deles.
26:26É tudo que tem que saber.
26:27Os detalhes que o adolescente dá sobre o suposto crime de seu amigo Héctor
26:33são assustadoramente familiares.
26:36Ele subiu até o quarto dos pais
26:38e ele matou o pai e depois matou a mãe.
26:41Ele matou o pai primeiro e depois matou a mãe?
26:43Exatamente nessa ordem.
26:44Ele disse então que atravessou o corredor e começou a mexer nas gavetas do quarto
26:48onde um garoto estava dormindo.
26:52E acabou matando o garoto, esfaqueando-o e cortando-o várias vezes.
26:56Ele sabia de uma informação vital sobre a cena do crime
26:59que basicamente era confidencial.
27:03O garoto sabia que a gaveta da cômoda no quarto de Kevin foi achada aberta.
27:09Ele também alega que Héctor mostrou para ele a faca manchada de sangue
27:13no dia seguinte ao crime.
27:15Era uma coisa incrível.
27:16Oh meu Deus, eram fatos concretos do nosso caso.
27:20A seguir, a família perfeita encontrou o assassino perfeito?
27:26Quem fez isso conhecia a vizinhança e tinha uma rota de fuga planejada.
27:38Depois de quase três semanas, a polícia acha que finalmente pegou o assassino
27:43que acabou com a vida da respeitada família Reines, em Lancaster, Pensilvânia.
27:48Ele entrou na casa com uma faca.
27:51A nova pista é de um adolescente de 15 anos de um centro juvenil chamado Ângelo,
27:56que conta à polícia que seu amigo Héctor se vangloriou sobre os assassinatos com detalhes perturbadores.
28:02Os investigadores pensaram, esse garoto deve ser o invasor.
28:06Ele deve ser a pessoa que procuramos.
28:11Mas Héctor vai contar sua terrível confissão?
28:14Levanta a camisa aí.
28:15Ângelo concorda em usar um grampo escondido, na esperança de gravar a confissão do amigo.
28:22Como se sente?
28:23Nervoso.
28:23Estamos tentando fazer o outro garoto dizer algo sobre o caso do Reines,
28:29para que possamos seguir com a investigação.
28:31Você consegue.
28:32Tá bom.
28:35O que você fez depois da festa do Matt?
28:37Eu saí.
28:38Eles ouvem atentamente as gravações por quatro dias,
28:42enquanto Ângelo tenta falar de novo sobre a família Reines com Héctor.
28:46Você falou da casa do cara que você invadiu.
28:48Você sabe do que eu estou falando?
28:50Não, eu não sei do que você está falando, não.
28:52Ele não mordeu a isca.
28:54Nunca disse uma única palavra sobre o caso.
28:58E claramente, ele não sabia nada.
29:00Quando a nova pista também some, é uma nova decepção.
29:06Ângelo inventou tudo.
29:08Foi tudo fabricado pelo garoto, talvez porque ele pensou que isso ia ajudá-lo a deixar o centro juvenil.
29:14Mas, novamente, foi um falso alarme que levou a nada.
29:19Estávamos todos tão esperançosos e tivemos que cair na real de novo.
29:24Foi incrivelmente frustrante.
29:25Pela segunda vez, uma falsa confissão os fez perder um tempo precioso.
29:34Os investigadores estão desencorajados e ainda há um assassino à solta.
29:39Todos os detetives abandonaram a própria vida pessoal.
29:42Eles trabalharam de 18 a 20 horas por dia.
29:45Eles investigavam cada ângulo possível.
29:48É um nível realmente impressionante de dedicação.
29:51Havia dias em que eu acordava no meio da noite, pensando no caso, mas, sabe, tendo uma preocupação, uma preocupação genuína pela minha família.
30:04Havia muitas especulações e muitos rumores ao longo da investigação.
30:10Os vizinhos se culpando uns aos outros, às vezes.
30:13Nós não conseguíamos sequer achar uma razão do porquê.
30:18A família Reines foi morta.
30:22Por causa disso, nós não tínhamos suspeitos.
30:28As perguntas continuam a assombrar os detetives.
30:33Por que o assassino poupou a vida de Maggie durante seu massacre?
30:37Por que o assassino usou luvas, lavou a faca e deixou um rastro de pegadas de sangue?
30:45E ainda havia a natureza brutal e pessoal do ataque.
30:49Como se o assassino conhecesse as vítimas intimamente.
30:54Quem fez isso, obviamente conhecia a disposição da casa.
30:59Sabia que os Reines mantinham as portas destrancadas.
31:02Quem fez isso, conhecia a vizinhança.
31:06Tinha uma rota de fuga preparada.
31:10Logo depois da meia-noite, em 7 de junho, o foco do detetive Allen Leade no caso é subitamente desviado.
31:18Detetive Leade.
31:19Um policial informa a ele que um adolescente está ameaçando se suicidar.
31:24E não é um adolescente qualquer.
31:27Tá bem.
31:28Eu disse, quem é esse garoto?
31:30E ele disse, é Alec Ryder.
31:32O nome Alec Ryder me soa familiar porque Alec Ryder era o melhor amigo de Kevin Haynes.
31:38O detetive Leade vê um dos seus piores medos se tornando realidade.
31:43A morte violenta de Kevin pode estar ligada a um dos seus amigos mais próximos.
31:48Eu achei que isso poderia acontecer com um dos amigos de Kevin.
31:52Porque isso é uma coisa horrível.
31:55E se havia problemas de ordem emocional, isso poderia ter desencadeado tudo.
32:01É uma trágica reviravolta em um caso já terrível.
32:05Kevin Alec era um unha e carne.
32:07Porque estavam sempre juntos, sempre conversando.
32:13Depois do assassinato, Alec disse, eu não sei quem poderia fazer algo tão desumano.
32:20E ele tinha lágrimas nos olhos.
32:24Quase quatro semanas depois da morte de seu amigo, Alec está ameaçando se suicidar.
32:29Eu tenho uma arma.
32:30Quê?
32:30Ele está no telefone com Caroline, a garota com quem começou a namorar.
32:36Ele diz que tem uma pistola carregada e quer puxar o gatilho.
32:40É, se você não vier, eu vou me matar.
32:43Mantendo-o no telefone, Caroline rabisca um bilhete para a tia que alerta a polícia.
32:53Isso está lá em cima?
32:54Não demora muito.
32:56O detetive Leed e outros policiais conseguem impedir a tentativa de suicídio.
33:04Leed conversa com o garoto deprimido.
33:07Eu disse, Alec, por quê?
33:10O que está acontecendo?
33:11Por que quer se ferir?
33:12E ele começa a dizer que o mundo é um lugar horrível.
33:16Que há pessoas ruins no mundo.
33:18E...
33:19Eu concordo com ele.
33:21E ele diz, veja o que aconteceu com o meu melhor amigo.
33:25E você pensa que é um garoto muito abalado pelo assassinato de seu melhor amigo e os pais de seu melhor amigo.
33:31Com o consentimento de sua mãe, Alec é levado para um centro psiquiátrico para uma avaliação.
33:37Enquanto isso, ele continua a escrever cartas apaixonadas para sua namorada.
33:41Enquanto isso, a tia de Caroline contata a mãe de Alec e diz que ela não vai permitir que Caroline possa ter uma relação com Alec.
33:55Na próxima visita que os pais fazem a Alec, eles dão a má notícia.
34:01Preocupados sobre como ele vai reagir.
34:02Você tem que parar de vê-la.
34:04Você tem que parar de vê-la.
34:06Alec suspira profundamente.
34:09Olha para os pais e diz, pai, mãe, vão ter que sair por um minuto.
34:15Ninguém quer acreditar no que Alec diz em seguida.
34:19Vou confessar uma coisa a vocês.
34:20O longo mês de investigação do terrível assassinato de Tom, Lisa e Kevin Haynes, não consegue levar a polícia a lugar algum.
34:34A tragédia também faz o melhor amigo de Kevin, Alec Crater, de 16 anos, chegar à beira do suicídio.
34:42Agora, internado no centro psiquiátrico, Alec se senta sozinho com seu conselheiro depois de pedir para os seus pais saírem.
34:49Numa voz calma, ele faz uma declaração inacreditável.
34:55Depois disso, o conselheiro imediatamente chama os pais de Alec de volta para o quarto e o faz repetir o que disse.
35:03Mãe, pai, eu matei a família Haynes.
35:10Ninguém sabe o que pensar dessa declaração chocante.
35:13Não posso imaginar o trauma ou a ansiedade e a angústia pelos quais os pais dele passaram.
35:20O Kevin era esse meu melhor amigo.
35:21Quando eu soube disso, pensei, Alec está fazendo isso para atingir os pais.
35:27E acho que eles esperavam que o que ele dizia não fosse verdade.
35:30Mas a versão de Alec é assustadoramente precisa.
35:36Ele conta aos pais que vestiu roupas pretas e cobriu o logo do seu boné de beisebol com fita isolante.
35:43Então, ele foi até a casa dos Haynes com uma lanterna e uma faca de caça.
35:50Como um visita frequente na casa, Alec sabia que a porta da garagem estava sempre aberta.
35:57Ele subiu e esfaqueou Tom Haynes enquanto ele dormia.
36:01Ele se volta para Lisa.
36:10Então cruza o corredor até o quarto de Kevin, que resiste a ele ferozmente.
36:24O grito do irmão tira Maggie do seu pacífico sono.
36:28Ela corre até o quarto dos pais e ouve sua mãe sussurrar suas últimas palavras.
36:34Peça ajuda.
36:35Enquanto Maggie foge de casa, Alec mata seu melhor amigo.
36:44Por fim, ele volta ao quarto de Tom e Lisa e descobre Lisa ainda viva.
36:50Por isso desfecha o último golpe fatal.
36:52Antes de ir embora, ele vai até o banheiro e lava o sangue de suas mãos.
37:00Ele pensou que tinha matado todos na casa.
37:04Porque num estranho golpe de sorte, Maggie foi poupada.
37:08Já que Alec não sabia que ela já havia chegado da faculdade.
37:11Se ele soubesse, também teria ido atrás dela.
37:14Não acredito que você fez isso.
37:19Os pais de Alec estão arrasados.
37:21Como eles acreditariam que seu próprio filho poderia ter feito algo assim?
37:26Mas Alec garante que sim.
37:27Ele disse, sim, eu fiz.
37:29Uma busca rápida na casa de Alec revela importantes evidências.
37:33A faca de caça manchada com sangue seco.
37:36Um par de luvas pretas, também com sangue.
37:42E o mais surpreendente de tudo, os sapatos que Alec usava quando foi internado no centro psiquiátrico.
37:48Tinha um solo emborrachada e tamanho 45.
37:52A sola do sapato e todas as suas imperfeições batem exatamente com o padrão deixado no sangue.
37:58E ainda havia sangue nas costuras e nas ranhuras.
38:01Os sapatos, a faca e as luvas achadas na casa dos Crater são enviados para o exame de DNA.
38:08A terrível verdade é confirmada.
38:12Eles conseguiram estabelecer uma ligação entre o DNA de Kevin e o DNA de Alec.
38:19E todos esses itens.
38:21Escondido na cômoda de Alec, a polícia acha a prova mais perturbadora de todas.
38:26Um diário.
38:27Aparentemente escrito logo depois dos assassinatos.
38:30Ele diz, Alexander nasceu em 12 de maio, às 3h30 de 2007.
38:38Ele agora se declara uma nova pessoa.
38:41Ele está senhor de si, fortalecido.
38:43Ele agora é Alexander.
38:44É como se ele tivesse orgulho de ter sido capaz de realizar esse fato terrível.
38:50E que estava fazendo uma declaração, uma conclusão de que estava completo.
38:55Em 16 de julho de 2007, Alec Kreider foi preso.
39:00Eles não precisavam mais se preocupar que houvesse um lunático à solta.
39:08Pensar quando esse lunático iria atacar de novo.
39:11Mas por outro lado, era muito perturbador e desconcertante para a comunidade.
39:18O assassino era um filho da cidade.
39:19Era um dos meninos de ouro do lugar.
39:21Como um menino como ele poderia ter feito isso?
39:25Quando soube que Alec era o assassino, eu disse impossível.
39:30Porque isso não faz o menor sentido.
39:31Os professores adoravam o Alec, o belo rapaz.
39:35Eles achavam que era um exemplo para os estudantes.
39:38Era o líder da ala intelectual.
39:41Os detetives do caso ficaram igualmente chocados.
39:45Ele enganou alguns investigadores muito experientes.
39:48E teria enganado qualquer pessoa que falasse com ele.
39:51Ele era esperto, era calmo.
39:53E foi capaz de dissimular e seguir com sua vida de fato.
39:56As provas finais aconteceram logo depois dos crimes.
39:58E ele se saiu muito bem.
40:00A pergunta da polícia agora não é mais se Alec matou a família Reines.
40:05Mas por quê?
40:06Gostaríamos de ter um motivo, de saber por quê.
40:09Por que alguém faz uma coisa dessas?
40:11Qual o estado mental da pessoa?
40:13Por que ele fez isso?
40:15Alec nunca apresentou um motivo para seu crime selvagem.
40:19Mas depois de ler seu diário,
40:21fica claro para os investigadores que ele estava obcecado
40:24com a ideia de um dia matar alguém.
40:27Ele escreveu,
40:28nunca acreditei que matar a sangue frio fosse errado.
40:31Em outro registro ele diz,
40:33eu odeio gente feliz.
40:36Eu adoraria matar gente feliz.
40:39Será que na visão de Alec,
40:41o fato dos Reines serem uma família feliz
40:43fazia deles o alvo perfeito?
40:47Estamos falando de um frio assassino em série,
40:50inexperiente.
40:51Estamos falando de um prodígio estudantil de 16 anos
40:54que era um assassino por natureza.
40:57O único motivo é porque ele é um assassino em série
40:59e precisa matar.
41:01E isso não é algo que as pessoas queiram aceitar.
41:04Existem monstros e Alec Ryder é um deles.
41:07Alec declarado mentalmente capaz para ir a julgamento.
41:11Com a aproximação da audiência,
41:13ele se declara culpado,
41:14esperando que o juiz leve em consideração sua idade.
41:18Mas o brilhante adolescente está totalmente errado.
41:22O juiz se nega a conceder clemência.
41:26Num depoimento em vídeo ao juiz,
41:28Maggie Haynes, a única sobrevivente da família,
41:32finalmente revela a insuportável dor de sua perda.
41:35Meu mundo foi abençado.
41:39Eu esqueço ele em todos os momentos de todos os dias.
41:42Kevin é meu amado pequeno irmão.
41:45Mesmo que as polícias me disseram
41:47que não havia nada que eu poderia ter feito para evitar isso.
41:50Eu ainda me sinto a sensação de medo
41:52de que eu fosse proteger ele.
41:55Isso é o que as irmãs e irmãs fazem.
41:57Eu não diria nada
41:59para ele ser vivo hoje em vez de mim.
42:03Alec Ryder,
42:04é um indivíduo indivíduo.
42:08Ele atrapalhou a minha família para a morte.
42:12Ele não tem visto remorso
42:13para as suas ações.
42:15Eu nunca
42:16quero ele ser livre da prisão.
42:20Eu preciso fazer certeza
42:21que ele não tem a chance
42:23de victimizar qualquer outro.
42:25que ele não tem a chance.
42:28Numa reviravolta dolorosa do destino,
42:31o irmão mais novo fez o papel de protetor
42:34de sua irmã mais velha.
42:36Kevin, de certa forma,
42:38ele salvou a sua irmã,
42:40porque ele lutou por sua vida
42:41e deu a ela uma chance de fugir.
42:43Estarrecido pelo monstruoso crime,
42:46o juiz dá a Alec
42:48a sentença máxima permitida por lei.
42:51Alec não tem a menor chance
42:53de ser beneficiado com a condicional.
42:55Nenhuma chance de ter sua sentença comutada.
42:57Nenhuma chance mesmo.
42:58Alec vai morrer e envelhecer na prisão.
43:01Esse rapaz não podia ser filho de ninguém,
43:04irmão de ninguém,
43:05melhor amigo de ninguém.
43:06Todos nós crescemos com alguém como o Alec.
43:10Mas ele
43:10dissimulou a sua maldade
43:12de forma que ninguém viu a tempo.
43:15Alec Crider está atualmente
43:16cumprindo três sentenças consecutivas
43:17de prisão perpétua
43:18e sem possibilidade de liberdade condicional.
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