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O Boletim Focus divulgado hoje revelou uma revisão para baixo na expectativa do IPCA para 2026, que agora se fixa em 4%. A melhora no cenário inflacionário ocorre em uma semana decisiva: a "Super Quarta".

Na próxima quarta-feira (28), o Copom, no Brasil, e o Federal Reserve, nos Estados Unidos, anunciam suas novas taxas de juros. Enquanto analistas preveem uma manutenção ou leve queda na Selic devido à inflação controlada, a expectativa sobre o Fed é de cautela após os recentes sinais de Donald Trump sobre a política monetária americana. O movimento trilateral entre inflação, câmbio e juros dita o ritmo dos investimentos para o primeiro trimestre.

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Transcrição
00:00Política no Jornal Jovem Pan, Aguara Economia, o Banco Central divulga o boletim Focus com perspectiva do mercado para a redução da inflação aqui no país.
00:09Repórter Rodrigo Viga.
00:11Na semana em que teremos a chamada super quarta decisão sobre juros aqui no Brasil e nos Estados Unidos,
00:18o mercado financeiro reduziu mais uma vez as projeções para a inflação social do país no fechamento desse ano de 2026,
00:25mas manteve as projeções para a taxa Selic.
00:31Pela terceira semana consecutiva, os analistas e especialistas mais de cem, ouvidos pelo boletim Focus do Banco Central,
00:38reduziram a projeção para o IPCA no fechamento agora de 2026.
00:42Os analistas e especialistas estão projetando uma Selic de 4,0,0%.
00:504% contra 4,02% na semana passada.
00:56As projeções de inflação para 27 e 28 se mantiveram nos mesmos patamares.
01:04A de se lembrar que a projeção de agora 4,0,0%, 4% cravado, é abaixo do teto da meta fixada para esse ano de 2026.
01:19A meta central continua sendo de 3%, com margem de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo.
01:25Ou seja, no máximo a inflação pode atingir 4,5%.
01:29Fechou ano passado dentro desse teto, longe do centro da meta, em 4,26%.
01:36Rodrigo Romero, economista-chefe da Levante Asset, analisa aqui na Jovem Pan
01:42essa nova projeção de inflação na semana da Super Quarta e decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
01:53Apesar dessa melhora ter sido bastante marginal em 2026, ela mostra uma continuidade na esteira do que já vem acontecendo nas últimas semanas
02:02de um processo de desinflação.
02:04Ainda é tímido, mas que vem acontecendo de forma que parece ordenada no Brasil.
02:09O FONC deve optar por manter estável a taxa de juros nos Estados Unidos, podendo voltar a flexibilizar um pouco mais lá, talvez no segundo semestre do ano.
02:20A despeito dessa desaceleração inflacionária, o mercado manteve a projeção para o fechamento da CEDEC esse ano em 12,25%.
02:31A taxa básica de juros que vai ser discutida agora, essa semana, pelo Comitê de Política Monetária, está em 15%, maior patamar em quase 20 anos.
02:43Péter Sonriso, gerente de relação com os investidores da gestora Multiplique, avalia aqui na Jovem Pan essas novas projeções para o cenário macroeconômico brasileiro.
02:55Para a economia, o cenário de pouso moderado em 2026, com flexibilização monetária lenta.
03:01Na prática, a renda fixa segue atrativa no carrego, o crédito exige qualidade e a Bolsa privilegia a previsibilidade.
03:07O mercado financeiro também manteve estável as projeções para o crescimento da economia brasileira nesse ano de 26 e no ano de 2027.
03:19As estimativas para o PIB apontam para um crescimento abaixo dos 2% de 1,80%, tanto esse ano quanto no ano que vem.
03:30Do Rio, Rodrigo Viga.
03:33Bom, então temos a super quarta, nessa semana, não é, Denise?
03:38Com a definição sobre os juros e a pergunta que se faz é a seguinte, com essa projeção mais positiva, mais amena em relação à inflação,
03:48será que o Banco Central se mexe dessa vez e reduz essa taxa de juros travada nos 15%?
03:54Olha, Tiago, se ele mexer vai ser uma grande surpresa, porque o mercado está dando certo que vai ficar mantida a Selic em 15%.
04:01A gente conferiu aí na reportagem do Viga que a projeção média do mercado caiu para 4% a projeção do IPCA.
04:08Isso não altera muito o que a gente tem visto em termos de foco do Banco Central.
04:13O Banco Central quer fazer com que a inflação e as projeções convijam para a meta que é 3%, o ponto central.
04:20No ano passado, depois de muito tempo, nós tivemos a inflação de fechamento de ano abaixo do teto da meta, dos 4,5%.
04:27Agora, as projeções nessa faixa de 4%, mas o Banco Central quer ver mais próximo de 3%.
04:34E há muitas dúvidas nesse sentido.
04:36Nós podemos conferir aqui o IPCA de 2026, a projeção em 4%, 2027 em 3,8%.
04:44Só em 2028 que estaria mais próximo, estaria em 3,5%.
04:48PIB deve sofrer o reflexo da manutenção e da taxa básica de juros elevada.
04:53Então, tem um impacto represado.
04:55Por isso, se prevê um crescimento menor este ano de 1,8, 1,8% no ano que vem.
04:59O mercado mantém meio sem saber exatamente o que pode acontecer, que é um ano de eleições.
05:04Nós temos várias incertezas.
05:05Tem a questão fiscal, pode haver alteração de 2026 para 2027.
05:10Podemos ter mudança de governo, mudança dessa referência que nós temos de regras em relação às contas fiscais.
05:17Há necessidade de um ajuste, independentemente de quem vencer as eleições, havendo reeleição ou não.
05:23O dólar, o mercado, continua trabalhando com uma projeção superior.
05:26Hoje o dólar fechou em 5,28.
05:28Ele tem sido favorecido pelo ingresso mais forte de recursos aqui no Brasil, por conta das incertezas em relação aos Estados Unidos.
05:35Então, o mercado prevê que no final do ano pode ficar mais alto o câmbio.
05:39E Selic, 12,25 no final deste ano, 10,5% no final do ano que vem.
05:44É uma taxa ainda muito alta se nós considerarmos que a inflação pode cair para 13,8%.
05:50E o mercado prevê a Selic no ano seguinte, 2028, em 10% ainda.
05:55Então, uma taxa ainda com dois dígitos.
05:57O Brasil é líder no mercado mundial em termos de juros reais.
06:02Isso explica, em parte, a atratividade de recursos.
06:05E tem a questão de Bolsa de Valores também estar atraindo.
06:07Hoje a Bolsa ficou praticamente estável, mas conseguiu segurar a Ibovespa acima dos 178 mil pontos.
06:14Então, tem esse ajuste, a expectativa de quarta-feira, porque vamos ter a decisão aqui no Brasil, é aguardar o comunicado.
06:20Eu acho que a grande expectativa é o comunicado que sai junto com essa decisão
06:23para ver se finalmente sinaliza que teremos o início do corte dos juros no mês de março e lá nos Estados Unidos.
06:29A aposta também é que as taxas continuem lá.
06:32Lá eles têm uma margem de 3,63,75, mas virá o comunicado também.
06:37E lá nos Estados Unidos tem aquele temor de quem será indicado como futuro presidente do FED.
06:42Sem dúvidas, estaremos acompanhando na quarta-feira a decisão dos juros aqui no Brasil.
06:47E, claro, os juros no Brasil muito mais altos do que nos Estados Unidos.
06:51Até daqui a pouquinho, Denise.
06:52Olha, daqui a pouco...
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