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A liquidação extrajudicial da Reag Investimentos, decretada pelo Banco Central, acendeu o alerta no mercado financeiro. Ainda assim, especialistas afirmam que não há risco para investidores com recursos aplicados em fundos administrados pela instituição ou já transferidos para outras gestoras, desde que não exista envolvimento em atividades ilícitas.

Direto de Brasília, a repórter Fernanda Sette explicou como funciona a segregação patrimonial, detalhou os próximos passos do processo de liquidação e analisou os possíveis impactos para o mercado financeiro.

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Transcrição
00:00A inequidação da REAG pelo Banco Central nesta quinta-feira acendeu um alerta para investidores que aplicam em fundos administrados ou já transferidos para outras gestoras.
00:10Porém, especialistas avaliam que a situação não apresenta riscos para esse grupo, desde que os recursos, claro, não tenham sido envolvidos em atividades ilícitas.
00:19Também é considerada baixa a possibilidade de efeitos negativos para o mercado financeiro.
00:24E quem chega ao vivo com os detalhes e previsão para os próximos passos é a repórter Fernanda Sete, direto de Brasília.
00:30Fernanda, essa história do REAG ainda vai dar muito assunto para a gente aqui, mas eu queria que você falasse as suas últimas apurações.
00:37Bom dia mais uma vez.
00:40Muito obrigada, Felipe. Bom dia para você e a todos que nos acompanham.
00:43Realmente, vale dar uma explicação para os investidores o que acontece após essa liquidação decretada ontem pelo Banco Central na REAG Investimentos.
00:53Então, é o seguinte, para quem tem fundos geridos pela instituição ou transferidos para outro administrador,
01:00isso não vai apresentar risco para o investidor, a menos que o dinheiro tenha sido usado ali em atividades ilícitas, né, Felipe?
01:09Porém, é o seguinte, lembrando, ontem o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da REAG Investimentos,
01:15agora chamada de distribuidora de títulos e valores mobiliários, com sede no estado de São Paulo.
01:21Então, a empresa listada agora na Bolsa se chama Arandu, que é a nova holding controladora.
01:29Ou seja, os cotistas de fundo da REAG têm garantia de segregação patrimonial.
01:35E isso vale para toda a indústria de fundos aqui no Brasil.
01:39Ou seja, o dinheiro da gestora, da administradora ou de outros prestadores de serviços ficam em um lugar.
01:47Já o dinheiro dos investidores fica em outro lugar, ou seja, nada se mistura, até o CNPJ é, sim, diferente.
01:56Então, o que acontece agora, de fato, é um congelamento operacional.
02:01Ou seja, o liquidante nomeado pelo Banco Central vai convocar ali uma assembleia para transferir esses fundos para uma outra gestora ou outra administradora.
02:12Até lá, resgates e aplicações ficam congelados.
02:16Isso para manter a saúde e o funcionamento do fundo, evitando resgates em massa.
02:24Além disso, vale lembrar que os fundos da REAG já haviam sido transferidos para outras administradoras no passado,
02:32quando esses problemas já começaram a vir à tona.
02:36Então, vale a gente ressaltar que esses fundos estavam ali, que quem estava nesses fundos operacionais e auditados está fora das investigações.
02:48Porém, há vários fundos sendo investigados neste momento.
02:52Então, se houver comprovação de que isso, de fato, aconteceu, inclusive no caso dos transferidos,
02:59o dinheiro pode, sim, ser bloqueado judicialmente.
03:02O objetivo disso aí é rastrear a origem do dinheiro, quem foi, de fato, beneficiado por esse dinheiro, por essa quantia.
03:11Sendo assim, o investidor só vai saber se é o seu caso ou não quando a administradora for alvo das investigações,
03:19já que ela terá que prestar contas.
03:22Além disso, fora isso, os ativos dos investidores estão preservados.
03:27Vale a gente lembrar que os acionistas da Arandu, que é a nova holding controladora, pode ter outros problemas.
03:36Não problemas judiciais, vale a gente lembrar, mas sim problemas de mercado.
03:41Isso porque o Banco Central retirou a licença da operação da principal fonte de receita da holding
03:47e, com isso, com a liquidação, os bens dos controladores e também dos ex-administradores ficam bloqueados, ficam indisponíveis.
03:56Então, as ações da Arandu quase não têm liquidez, é importante a gente lembrar isso daqui e nem chegam a mostrar o preço na tela durante o dia,
04:07como se ficassem o tempo inteiro em leilão.
04:11Além disso, os investidores já podem negociar aí os papéis, mas de um jeito diferente.
04:16É o seguinte, segundo a B3, as ordens de compra e venda são reunidas ao longo de todo o dia.
04:25E, no fim do pregão, as que forem compatíveis serão fechadas.
04:29Mas é importante, Felipe, a gente ressaltar isso para os nossos telespectadores, para os investidores aqui do Brasil,
04:37como será, como vai funcionar após isso aí, após essa decretação do Banco Central,
04:42de liquidar de forma extrajudicial a REAG Investimentos.
04:46Então, vale a gente ressaltar que não tem um impacto direto na vida do investidor.
04:52Não há um risco na vida do investidor e a gente segue aqui acompanhando esses desdobramentos
04:58após a decisão de ontem do Banco Central.
05:00Volto com você, Felipe.
05:01Muito bem, Fernanda Sete, direto de Brasília.
05:04Obrigado pelas informações.
05:05Mais tarde a gente fala porque tem muitos assuntos.
05:07Brasília está quente nesta sexta-feira.
05:09Obrigado.
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