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O Ministério Público (MP) pressionou e a Justiça Federal obrigou a concessionária da Usina de Belo Monte (Norte Energia) a revisar os impactos socioambientais e culturais nos povos indígenas, com foco na grave redução da vazão do rio Xingu, que prejudicou a pesca, a alimentação e a vida das comunidades. No quadro JP Sustentável desta quinta-feira (15), a comentarista Patrícia Costa analisou o assunto.

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Transcrição
00:00A usina de Belo Monte vai revisar os impactos causados a povos indígenas da região do Xingu.
00:06A medida ocorre após pressão de órgãos públicos e comunidades afetadas,
00:12mais de uma década depois do início da operação da hidrelétrica.
00:16Veja com a Patrícia Costa no Jovem Pan Sustentável.
00:20A novidade é que a concessionária de Belo Monte vai refazer a avaliação dos impactos
00:25sobre os povos indígenas da Volta Grande do Xingu.
00:27O objetivo é reanalisar danos ambientais e sociais que afetaram diretamente a vida, a pesca e o território dessas comunidades.
00:37Essa revisão vem após questionamentos do Ministério Público e de órgãos indigenistas
00:42que apontam que uns impactos foram subestimados na fase de licenciamento da usina.
00:49Na prática, o processo pode resultar em novas medidas de mitigação e compensação,
00:54mas não reverte os efeitos já causados no Rio Xingu e aos povos que dependem diretamente dele.
01:01O caso de Belo Monte volta a mostrar que grandes obras na Amazônia têm consequências de longo prazo
01:08e que revisar impactos depois da obra pronta não substitui um licenciamento rigoroso desde o início.
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