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Mais de 46 mil presos deixaram unidades prisionais durante a saidinha de fim de ano, mas cerca de 2 mil não retornaram aos presídios, segundo dados de 15 estados e do Distrito Federal; Rio de Janeiro e São Paulo concentram os maiores números absolutos de detentos que não voltaram, enquanto o Tocantins registrou retorno total, em um cenário que reacende o debate após o fim do benefício aprovado pelo Congresso e a manutenção das saídas para presos detidos antes da mudança na lei.
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NotíciasTranscrição
00:00Vamos dar sequência aqui na nossa programação, trazer um novo destaque, porque mais de 46 mil criminosos deixaram as unidades prisionais brasileiras durante a saidinha do fim de ano.
00:12E mesmo com o Congresso acabando com o benefício, muitos deles ainda desfrutam da saída e não retornaram aos presídios.
00:21Cerca de duas mil pessoas aí, portanto, nosso repórter Matheus Dias está conosco para trazer todos os detalhes dos foragidos.
00:28Seja bem-vindo. Muito boa noite, Matheus.
00:34Marcelo, boa noite pra você, boa noite a quem nos acompanha.
00:36Você muito bem adiantou, então, 46 mil presos que tiveram o benefício do indulto temporário, a saidinha de fim de ano.
00:43No Natal foram 46 mil presos, só que mais de 2 mil não retornaram aos presídios.
00:50Isso porque foram dados coletados de 15 estados diferentes, mais do Distrito Federal, no qual contabilizou várias saidinhas em estados do país.
01:01Alguns estados, inclusive, não têm este benefício para os presidiários, mas em muitos outros esse benefício é concedido.
01:08É o caso também do Rio de Janeiro e de São Paulo, por exemplo, que foram os estados mais atuantes nesses números de, então, presos que não retornaram ao sistema prisional.
01:18No caso do Rio de Janeiro, eles têm ali, eles têm agora o maior número de presos fora das cadeias, mas por conta de porcentagem.
01:28Então, no caso do Rio de Janeiro, foram 1.868 presos liberados na saidinha e 269 não voltaram.
01:37É 14% ali, então, de pessoas que deixaram de voltar ao sistema prisional.
01:43Agora, falando em números absolutos mesmo, presos na rua, aí São Paulo detém, então, desse número maior,
01:50porque liberou muito mais presos nas saídinhas de fim de ano.
01:54São Paulo liberou mais de 29 mil beneficiados.
01:57Então, a gente fala de 46 mil.
01:5929 mil saíram só aqui de São Paulo e, no caso, mais de 1.100 não retornaram ao sistema prisional.
02:07O único estado do país, então, que teve 100% de retorno dos criminosos às cadeias foi o estado do Tocantins,
02:15que liberou 177 presos e todos eles voltaram ao sistema prisional na data pré-estabelecida, então.
02:21O fato, Marcelo, é que, como você bem disse, em 2024 o Congresso votou ali pela eliminação, então, desses indultos temporários, das saidinhas.
02:30O presidente Lula havia derrubado essa votação, só que o veto presidencial foi derrubado pelo Congresso e entrou em vigor.
02:40O problema é que, desde então, advogados de defesa de vários tipos de criminosos diferentes têm adotado um recurso
02:47para dizer que, como isso foi votado em 2024, detentos que estariam no sistema prisional antes disso
02:53não poderiam, então, receber essa punição retroativa e apenas pessoas que fossem presas a partir de 2024.
02:59Esse recurso tem sido aceito pelo Supremo Tribunal Federal dependendo ali do teor do crime,
03:04se não for aquele crime considerado hediondo, crime de ódio ou de homicídio, no caso, crimes nesse patamar, por exemplo.
03:12E aí, muitos deles têm saído e muitos deles têm deixado de retornar ao sistema prisional,
03:19fazendo com que o assunto se tornasse pauta novamente, agora, não só no noticiário, mas também no Congresso.
03:25Viu, Marcelo?
03:26Muito bem, o Matheus Dias, daqui a pouco ele retorna conosco aqui na programação da Jovem Pan.
03:31Valeu, Matheus.
03:32Eu quero ouvir o Diego Tavares, que são exemplos aí que não entram na cabeça dos brasileiros, né?
03:38Quer dizer, então, nós temos aí a liberação, eles não retornam, praticam outros crimes
03:43e é claro que, então, a lei passou, só que não pode retroagir em favor, evidentemente, do condenado
03:50e ficamos praticamente na mesma, né, Diego?
03:54Exatamente, Marcelo Matos.
03:55O nosso sistema penal é demasiadamente garantista e tem essa premissa de que a lei penal,
04:01ela não retroage, ela só retroage se for em benefício do preso.
04:05Então, logo, por se tratar de uma lei penal, o fim da saídinha só atinge as prisões
04:10que ocorrem após a edição da lei e vai explicar isso para a sociedade, evidentemente.
04:15Vai explicar para a sociedade, e eu trago aqui um caso que só esse caso por si só
04:20já justificaria o final absoluto desse direito tão absurdo que só existe aqui no Brasil.
04:26Na cidade de Lorena, aqui no estado de São Paulo, um criminoso que se encontrava
04:31desfrutando da sua saídinha de fim de ano, invadiu durante a madrugada a casa
04:36de um casal de idosos e tentou estuprar uma idosa de 89 anos e, durante essa tentativa
04:42de estupro, ainda feriu com uma tesoura o marido dela, um idoso de 90 anos.
04:46Vai explicar por que se justifica a existência de um direito como esse para esse casal
04:52ou para as outras centenas, milhares de pessoas que são também vítimas desses criminosos
04:57em saídinha, que muitas vezes deixam as unidades prisionais com missões a serem cumpridas
05:03que são passadas pelos chefes de facção criminosa que comandam os estabelecimentos
05:07prisionais, porque isso também, infelizmente, é uma realidade aqui do Brasil, algo que foi
05:12normalizado, mas um absurdo normalizado.
05:14O estado, que é o mantenedor das prisões, muitas vezes não tem controle sobre as prisões,
05:19muitas vezes os agentes penitenciários sequer têm acesso à totalidade das dependências
05:24das unidades prisionais.
05:26Então, aqui nós precisamos refundar o nosso sistema de justiça do zero.
05:30Precisa acabar com audiência de custódia, com saída temporária, com progressão de regime,
05:35com todos esses benefícios penduricários que esses presos têm direito.
05:40Aqui, enquanto preso não se der conta de que, praticando um crime, ele cumprirá a integralidade
05:46da pena, passará muitos anos fechado.
05:49Infelizmente, nós continuaremos ostentando essa alcunha de país da impunidade, porque
05:54enquanto há impunidade, há estímulo para o crime.
05:57O recado que o Estado brasileiro passa àquelas pessoas que têm uma certa propensão a praticarem
06:02um crime é, pratique o crime.
06:05O crime aqui vale a pena.
06:06Você vai amargar pouco tempo preso.
06:08Muito em breve vai estar na rua novamente, desfrutando dessa maravilhosa cartilha de direitos
06:13e garantias fundamentais, que muitos juristas gostam de dourar a pílula, dizer que isso
06:18é o que nos separa da barbárie, sem perceber que a verdadeira barbárie é o que está instalada
06:22nas ruas do nosso país.
06:23E vamos permanecer falar sobre segurança pública, porque a Polícia Civil prendeu,
06:29nesta terça-feira, três integrantes do PCC que são acusados de mandar matar o ex-elegado
06:36geral da Polícia Civil aqui de São Paulo, Rui Ferraz Fontes.
06:39Quem vai trazer agora os detalhes, retorna conosco a Júlia Firmino.
06:44Seja bem-vinda mais uma vez, Júlia.
06:48Oi, Matos.
06:49Muito obrigada.
06:49Boa noite mais uma vez aqui para a nossa audiência do Pingos nos Is.
06:53É isso.
06:54O que a polícia acredita agora é que os agentes chegaram mais próximo dos mandantes da morte,
07:00do assassinato do delegado Rui Ferraz Fontes, que foi de fato assassinado com mais de 20 tiros
07:06ainda no dia 15 de setembro de 2025, ou seja, do ano passado, na cidade de Praia Grande,
07:12aqui no litoral de São Paulo, do estado de São Paulo.
07:15Inclusive, a polícia não acredita que uma única pessoa seria o mandante desse crime.
07:21Isso está quase que descartado pelos agentes.
07:24E segundo a Polícia Civil de São Paulo, foram expedidos, hoje então, cinco mandados de prisão temporária
07:29e 13 de busca e apreensão em Jundiaí, Mongaguá, Praia Grande, Carapicuíba, Barueri, Mairinque
07:36e também aqui na capital paulista.
07:39Justamente uma operação aí para resolver, né, para trazer mais informações para essa investigação
07:45que apura a morte do delegado Rui Ferraz Fontes.
07:48Essa operação de hoje, como você bem disse, Matos, terminou com três presos.
07:52São eles, Manuel Alberto Ribeiro Teixeira, Fernando Alberto Teixeira, Márcio Serapião de Oliveira.
08:00Os dois primeiros que eu citei, eles são irmãos.
08:02E o Márcio é conhecido também como...
08:06Tenho aqui...
08:07Deixa eu só lembrar...
08:09Bom, trago mais ao longo do texto essa informação de como que ele é conhecido.
08:14Então, segundo a polícia, todos eles teriam participado, não só do planejamento,
08:19mas também da execução e do apoio logístico desse crime.
08:24Em coletiva de imprensa hoje, o delegado Dr. Clemente Calvo Castilhone Jr. disse que
08:31quando a polícia foi fazer a prisão desse último, que eu estava buscando, né, o apelido dele é o Velhote,
08:37ele tentou fugir, mas sem sucesso, porque a polícia já estava fazendo um monitoramento com drone
08:42e a gente tem um trecho dessa fala do delegado que explica bem como é que foi essa prisão.
08:46Vamos ouvir?
08:47Queria só complementar a pergunta que o senhor fez a respeito da prisão.
08:51Um detalhe operacional, realmente foi...
08:53Todas as prisões foram estratégicas, muito bem planejadas.
08:56E no local do vulgo Velhote, ele realmente tentou fuga e só não teve sucesso,
09:02porque as equipes do DHPP e do DEIC estavam preparados e foi utilizado um drone
09:06e foi percebido que ele tentou a fuga pelos fundos, onde também já havia um envelopamento e foi preso.
09:12Essa talvez seja, assim, uma das prisões onde a gente chegou mais próximo do nível estratégico decisório do PCC,
09:19como já foi dito, reforçado pela doutora Ibalda.
09:22São pessoas com carreiras criminosas bastante consolidadas, com passados de roubo a banco,
09:27ataques à base de valores.
09:30Então, são pessoas que já tiveram um passado operacional, mas que hoje estão mais ligadas a esse nível decisório.
09:36Quem também estava presente nessa coletiva de imprensa era a delegada diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa,
09:46a Ivalda Aleixo, que disse que além desses três presos que estão ligados ao PCC,
09:53a polícia também apreendeu documentos e celulares que serão periciados.
09:57A doutora também destacou que agora a principal linha de investigação da polícia vai de fato de encontro com a atuação do delegado Rui no combate ao crime organizado.
10:07A gente também tem um trecho dessa fala da Ivalda. Vamos acompanhar?
10:11Nós apreendemos vários documentos, apreendemos vários celulares, notebooks, que agora vão ser periciados.
10:19A gente tendo mais alguma informação, nós conseguimos então, acredito que nas próximas semanas,
10:24determinar não, foi deles mesmo, que é o que a gente tem hoje, que foi a reunião de três, pedindo para mais dois,
10:31e aí armaram tudo isso, ou se partiu eventualmente lá atrás de alguém uma ordem que, como diz, uma pessoa só.
10:40Nós não acreditamos. E a tendência maior aqui que caminha é que seja em razão da atuação dele enquanto delegado de polícia,
10:51e tanto nas prisões dessas pessoas, de familiares, como no enfrentamento ao PCC.
10:56Uma das motivos, um dos motivos que ajuda a sustentar essa hipótese de que o crime foi motivado justamente por conta da atuação do Rui
11:07no combate ao crime organizado, é o fato de que esses três foram presos já a partir de 2005,
11:14por conta de cometerem crimes de assaltos a bancos, que era algo que de fato o Rui combatia na sua atuação frente à polícia.
11:22Outros dois suspeitos também estão foragidos ainda, a polícia ainda faz buscas, eles têm mandados, né, eu disse também,
11:30porque eles também têm mandados de busca já expedidos, de prisão, né, temporária expedidos,
11:35mas ainda estão foragidos e um deles, o que foi apresentado na coletiva de imprensa aos jornalistas,
11:41é que um deles está foragido na Bolívia, então um país aqui da América do Sul.
11:46E aí, agora, os próximos passos dessa investigação, de acordo com a delegada Ivalda Leixo,
11:51é que esses documentos e também os celulares serão periciados e que se houver necessidade,
11:57a polícia fará novas acariações, se necessário, e também vai ouvir outras pessoas que possam estar envolvidas,
12:04nesse caso, o delegado Rui Ferraz Fontes.
12:06Volto com você, Matos.
12:08Júlia Firmino, daqui a pouco ela retorna ao vivo aqui na programação da Jovem Pan.
12:12Valeu, Júlia.
12:13Eu quero ouvir agora o Henrique Kriegner.
12:15Kriegner, a gente tem a demonstração aí de um delegado-geral da polícia de São Paulo,
12:20que foi executado, dando aí o nível da violência que vivemos hoje,
12:25a articulação criminosa hoje, né, as facções que se estabeleceram e a situação,
12:31e a gente falava há pouco, estamos liberando ainda presos aí na saidinha, Kriegner.
12:35Exato, Matos.
12:38É um conjunto de coisas, de decisões, por parte do judiciário, com base nas leis também que nós temos aí,
12:45que envolve o legislativo, que mostram para o cidadão brasileiro que nós estamos numa situação extremamente ruim,
12:52delicada e que tem aí custado muito caro.
12:56No caso do delegado Rui, custou a própria vida dele.
12:59E nós estamos falando de um delegado, sim, de um ex-delegado, né, que já estava aí numa outra fase,
13:04mas nós estamos falando num pai de família, num cidadão brasileiro, num homem,
13:09alguém que estava ali pagando, que pagou com a sua própria vida o fato de ter feito o seu trabalho.
13:15A pergunta é, qual é o recado que isso passa para a sociedade?
13:18Parece que passa o recado de que não vale a pena combater o crime no Brasil,
13:22ou de que não vale a pena você fazer a coisa certa,
13:25enfrentar aqueles que estão fazendo a coisa errada e aí, então, lesando a população.
13:31Porque o crime organizado, as pessoas precisam entender cada vez mais
13:34o quanto que ele impacta negativamente em todas as áreas da nossa nação.
13:39Não é simplesmente só uma questão de pessoas que estejam isoladamente cometendo crimes, não.
13:45São pessoas que estão trazendo prejuízos para a economia, para a moral, para os princípios, com certeza,
13:51mas também prejuízos de infraestrutura no nosso país, de investimento,
13:56tantas outras coisas em todas as áreas.
13:58O crime organizado é, de fato, um tumor que precisa ser erradicado.
14:02E quando a gente tem o cenário das saidinhas, eu acho vergonhoso.
14:06Há pouco, o Diego trouxe aqui esse caso absurdo do que aconteceu,
14:10de um dos presos que recebeu benefício e cometeu crime contra esse casal de idosos.
14:15Teve também a notícia daquela pessoa que era a Japa do PCC, entre aspas, apelidada aí,
14:22que também recebeu benefício da saidinha.
14:25E você pensa que ela voltou para onde?
14:27Que ela saiu da prisão e, durante a saidinha, ela foi para um retiro da igreja
14:32ou ela foi lá para um workshop de profissional?
14:37Não, ela voltou para o mesmo lugar, o mesmo ambiente que antes ela convivia,
14:42que era o ambiente de crime.
14:43E dizer que essa pessoa não teve nenhum envolvimento,
14:46como é que você vai comprovar um negócio desse?
14:48Agora, Matos, eu sei que, às vezes, eu falo umas coisas aqui
14:51que as pessoas pensam que é um pouco inocente demais,
14:54mas eu diria que uma boa saída para esse negócio da saidinha,
14:58já que a gente não consegue erradicar, especialmente com esses que já foram
15:02aprovados, que já foram presos antes da lei entrar em vigor,
15:06seria trazer a responsabilização dos juízes.
15:09Os juízes que aprovam a saidinha de um preso que comete crime
15:14deveriam ser responsabilizados como cúmplices,
15:18porque como é que coloca na rua alguém que tem o potencial de ferir o cidadão?
15:23Se o juiz recebeu lá o pedido, a indicação do Ministério Público,
15:26ou do próprio presídio, que vai para o Ministério Público,
15:30e depois o Ministério Público pode se manifestar ou não,
15:33mas está ali dizendo, olha, esse preso aqui está apto.
15:35Se o juiz assina e essa pessoa então vai e comete esses absurdos que nós estamos vendo,
15:40estupro de idosos, ferindo idosos, tendo envolvimento com o crime organizado,
15:45por que não responsabilizá-lo?
15:47Quem é que vai pagar o preço por isso?
15:49Por que que sempre é o cidadão de bem, pagador de imposto,
15:52que está vivendo a sua vida, levando o Brasil nas costas,
15:55que tem que pagar com o preço do erro do Estado?
15:59Esses bandidos, se foram presos, nunca deveriam ser soltos,
16:03a não ser até o cumprimento da sua pena,
16:06ou quando tem esses regimes, essas progressões.
16:08Agora, benefícios, visita íntima, saidinha,
16:12graças a Deus que a lei passou, mas se não conseguimos controlar para hoje,
16:16não podemos colocar o preço na conta do cidadão.
16:19Então, que os juízes que autorizam um perigo desse,
16:22andar na rua livremente, como se fosse um cidadão comum,
16:25que nunca cometeu crime algum contra a sociedade,
16:29que ele pague como cúmplice também.
16:31E, Mota, você sempre chama atenção que nunca se fala da letalidade contra policiais.
16:36Ele era um ex-policial, foi delegado-geral e foi assassinado.
16:41Exato.
16:43Marcelo, o criminoso que assassina um policial
16:46deveria ser punido com prisão perpétua.
16:50E aí está um bom teste
16:53para testar o compromisso do Estado brasileiro
16:57com o bem-estar dos seus policiais.
17:00Agora, nesse momento que a esquerda descobriu
17:03que segurança pública é uma coisa importante,
17:06a esquerda, o governo, enviou uma PEC da segurança para o Congresso,
17:10está aí um bom teste
17:11para ver o compromisso real do Congresso
17:15com a pauta da segurança.
17:17Aprovem essa mudança
17:19na Constituição e na lei.
17:23Enfrentem esse lobby pró-bandido
17:27que domina a produção de legislação no Brasil.
17:31Aprovem essa mudança.
17:33Assassino de policial
17:35deve entrar na cadeia
17:37e não sair nunca mais.
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