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Álvaro Machado Dias, comentarista, professor de neurociências da Unifesp e especialista em inteligência artificial, falou sobre o impacto da IA em exames, diagnósticos e consultas médicas, destacando limites atuais, riscos de autodiagnóstico e a importância do contato humano na medicina tradicional.

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Transcrição
00:00É o time dessa terça-feira, tá de volta.
00:02Ferramentas de inteligência artificial em saúde
00:05já leem exames, integram o histórico
00:09e produzem hipóteses clínicas em escala.
00:12Agora o Chat EPT e o Cloud estão incorporando
00:16módulos de saúde para um bilhão de pessoas.
00:21E a pergunta é, o que acontece com a medicina tradicional,
00:25essa que a gente conhecia,
00:27sobre essas novas circunstâncias?
00:29É sobre isso que a gente vai conversar agora
00:30com Álvaro Machado Dias,
00:32professor de Neurociências da Unifesp,
00:35especialista em inteligência artificial,
00:38um dos notáveis do nosso canal,
00:41que eu vou cumprimentar aqui.
00:43Muito prazer em tê-lo aqui no nosso estúdio, Álvaro.
00:45Obrigado, Marcelo.
00:46Privilégio, a gente que se conversa aqui,
00:48na maioria das vezes, por videochamada, né?
00:51Agora aqui, um bate-papo ao vivo.
00:54Álvaro, vamos lá.
00:55Claro que a inteligência artificial já entrou no nosso cotidiano,
00:58em maior ou menor escala,
00:59quase todo mundo usa um agente de chatbot
01:02para uma ajuda cotidiana,
01:04mas isso inserido no ambiente do exame,
01:08da análise clínica,
01:10vamos olhar o chamado copo meio cheio,
01:12qual que é a questão positiva, né?
01:15Esse robô, essa inteligência artificial,
01:17como pode ajudar um médico a fazer um exame,
01:21a fazer um diagnóstico de um paciente,
01:23ou chegar em conclusões,
01:25como a gente falava aqui, em larga escala.
01:28Perfeito.
01:28É o seguinte,
01:29a IA usada no hospital,
01:32a IA usada no consultório,
01:34sobretudo de excelência,
01:36já se tornou uma realidade.
01:37E nesses casos,
01:39o seu papel principalmente é encontrar padrões.
01:42Então, por exemplo,
01:43na leitura de exames radiológicos,
01:47a IA é muito poderosa,
01:48nos exames de sangue em geral também,
01:52ela tem o seu papel,
01:53e ela agiliza e corta custos,
01:55tudo isso.
01:56A grande questão é que agora,
01:59essas empresas que são muito consumer-centric,
02:02abrindo parênteses aqui,
02:03a OpenAI é muito mais consumer-centric do que a Antropic,
02:08mas as duas são,
02:09então essas duas empresas estão seguindo na rota
02:14de oferecer a possibilidade
02:17que o cliente final suba seus exames,
02:20dados, dados inclusive de alimentação e tudo mais,
02:23e discuta isso.
02:24Aí você tem uma diferença de paradigma,
02:27porque atualmente a figura do especialista,
02:31ela é fundamental até para esses primeiros insights,
02:35ainda que muita gente acabe adotando
02:37o uso de chat EPT,
02:38Claude Gemini,
02:39assim, de maneira tácita.
02:41Mas agora,
02:43a coisa vai mudar,
02:44porque as pessoas vão adotar essa prática no dia a dia
02:47por uma questão de comodidade,
02:49é muito mais fácil você fazer isso da sua casa,
02:51e também de custo,
02:52porque nem todo mundo,
02:54num país como o Brasil,
02:55tem acesso a planos de saúde,
02:57pode fazer exames ao seu bel prazer,
03:00e discutir isso com médicos e assim por diante.
03:02Então as pessoas provavelmente vão pegar dados
03:04desses mais simples,
03:06por exemplo,
03:07dados de batimento cardíaco,
03:08temperatura e tudo mais,
03:10que vêm desses relógios,
03:11desses sensores biométricos,
03:13e vão subir ali,
03:14vão discutir com as IAs exaustivamente,
03:17como uma espécie de hobby
03:18e também de busca de bem-estar.
03:21Alvaro,
03:21agora vamos olhar o que eu vou chamar
03:23do copo meio cheio,
03:25essa parte negativa,
03:27porque hoje as inteligências artificiais,
03:29e tem uma expressão,
03:30está se tornando cada vez mais comum,
03:32da alucinação das inteligências artificiais.
03:36Ainda nesse composto do diagnóstico,
03:39existe uma parte prejudicial
03:41daquele exame clínico clássico?
03:44Isso pode levar um risco,
03:45por exemplo,
03:45das pessoas também tentarem fazer
03:47uma espécie de autoexame,
03:49ou colocar o exame
03:51para uma interpretação
03:52de uma inteligência artificial,
03:54sem a supervisão de um médico?
03:57Com toda certeza,
03:58a gente sabe que as IAs erram,
04:01a gente chama isso de alucinação,
04:03não é um termo ideal,
04:06o termo ideal seria muito mais
04:08uma divergência de entendimento
04:11baseada na incerteza.
04:13Olha só que difícil,
04:14né Marcelo?
04:14Mas na prática quer dizer,
04:16a IA vai sair da linha lógica
04:19baseada nos dados,
04:20porque ela é estimulada
04:22durante o seu treinamento
04:23a responder alguma coisa,
04:24melhor responder alguma coisa
04:25do que nada.
04:26E ela vai responder
04:27com graus elevados de incerteza
04:29e consequentemente
04:30a chance daquilo estar errado
04:31vai ser gigante.
04:32Então, esse problema existe.
04:34Agora, olha só,
04:35se a gente acompanha
04:37as métricas de alucinação
04:39em benchmarks importantes
04:41de A, como o Mitter,
04:43a gente vê que elas estão
04:43caindo bastante.
04:45Então, eu vou ser provocador aqui,
04:48eu não acho que no médio prazo
04:50a grande questão,
04:51o grande risco
04:52do uso desse tipo de ferramenta
04:54vai ser alucinação,
04:56vai ser aquela observação
04:59feita pela máquina
05:00com graus elevados de incerteza.
05:03Não acho.
05:03Pra mim, a grande questão
05:04é que existem limites
05:07sobre o que você pode fazer
05:09usando meramente dados estáticos.
05:12Então, por exemplo,
05:13você sobe um exame,
05:14você troca textos e tudo mais.
05:17A consulta médica,
05:18ela é diferente.
05:19como ela tem um componente visual,
05:21ela tem um componente fenomenológico,
05:24há muito que é captado
05:26que transcende a evidência.
05:28Ainda que o paradigma moderno
05:30em medicina seja
05:31medicina baseada em evidências,
05:32fato é que a consulta
05:34transcende isso
05:35e tem um aspecto psicológico
05:37que permite ao médico
05:39captar coisas
05:40que eventualmente
05:41não estavam tão claras.
05:42Um exemplo,
05:42o paciente bebe,
05:44mas ele não quer dizer,
05:45ele não quer dizer nem pra máquina,
05:46porque ele não quer dizer
05:46pra si mesmo.
05:47Aquele médico com sensibilidade
05:49ao assunto entende
05:50e percebe que uma enzima
05:51que está aumentada
05:52eventualmente está aumentada
05:53por isso
05:54e não por uma questão clínica
05:56de base genética
05:56ou qualquer outra.
05:57Entende o ponto?
05:58Então, eu acho que está aí
05:59a limitação.
06:00O meio que a gente está usando
06:01pra inteligência artificial
06:02hoje em dia,
06:03ele ainda não é suficientemente
06:05robusto e multimodal
06:07pra dar conta
06:08da necessidade
06:11de um diagnóstico
06:12de uma análise clínica.
06:13Porém, se um dia
06:13a gente tiver
06:14essas possibilidades
06:15todas no ambiente,
06:16isso vai acontecer
06:17e aí a gente vai ter
06:18um novo paradigma
06:19e isso vai ser um problema
06:20pra muitos médicos.
06:21Agora, vamos falar,
06:22todo mundo lembra
06:23de um rito,
06:25de um encontro
06:25com o médico,
06:27uma consulta.
06:28Vamos dividir ela
06:29em dois campos.
06:30Uma coisa informacional,
06:32aquela que o médico
06:33tem a informação,
06:34uma coisa meio ritual.
06:36O quanto que isso está
06:37dividido dentro
06:38de uma consulta,
06:40Álvaro?
06:40Quanto que é realmente
06:41a parte que o médico
06:43usa para captar
06:45uma premissa,
06:47fazer uma anamnese
06:48e o que é ali
06:50um ritual de adesão
06:51do paciente?
06:53Excelente ponto.
06:54É difícil a gente
06:55quantificar isso,
06:57mas eu diria que
06:58as duas coisas
06:59têm pesos idênticos.
07:01Mesmo que a gente
07:02não possa dizer
07:02quanto de cada consulta,
07:03porque isso varia
07:04de médico a médico.
07:05Fato é que as duas coisas
07:06são importantes.
07:07E como a gente entende
07:08a parte ritualística?
07:10Qual que é o sentido dela?
07:12O sentido é gerar
07:14adesão ao tratamento
07:15e mais profundamente
07:17é gerar adesão
07:19à própria saúde.
07:20Porque é o seguinte,
07:21o sujeito vai lá
07:22muitas vezes
07:23na busca
07:24de uma resposta
07:26mecanicista.
07:27Olha, você tem tal coisa,
07:28trata, vai assim.
07:28Só que quando as coisas
07:30são feitas dessa forma,
07:32sessões rápidas,
07:33coisas, por exemplo,
07:34muitos planos de saúde
07:35que têm uma pressão
07:36para que haja
07:37uma grande,
07:38que o médico
07:39cicle rápido
07:40os pacientes,
07:41o que acontece
07:42é que a adesão
07:42ao tratamento
07:43é muito menor
07:44e o tratamento
07:45da vida como um todo,
07:47do ponto de vista
07:47desse paciente,
07:48também ele é empobrecido.
07:50Agora, do outro lado,
07:51quando tem alguém
07:52que mostra interesse
07:53nas suas questões,
07:55que dá tempo
07:55para você
07:56refletir sobre elas
07:58e admitir
07:59os seus estados
07:59fisiológicos
08:00como eles realmente
08:01são para você,
08:02o sujeito sai dali
08:04muito mais motivado
08:06a seguir o tratamento
08:08e olhar para a sua saúde
08:09de maneira mais ampla.
08:10Então, está aí o papel
08:11desse que a gente
08:12chama de ritual.
08:14Então, um exemplo,
08:15o exame físico,
08:16muitas vezes,
08:17ele tem um papel
08:18basicamente nulo
08:19no fechamento
08:20de um diagnóstico,
08:21quando você tem
08:22exames de laboratório
08:23que estão ali
08:24determinando de fato
08:25o que está acontecendo.
08:25O médico raramente
08:26vai usar aquilo,
08:27o estetoscópio,
08:28aquilo não está servindo
08:29para nada de prático
08:30naquele momento.
08:31mas aquela ideia
08:34de que tem alguém
08:35que está examinando você
08:37e pensando você
08:38a partir dessa manifestação
08:39que você está colocando
08:41no mundo
08:41naquele momento,
08:42tem.
08:42E é isso que a gente
08:43não tem com a IA agora
08:44e eu diria que é
08:45o próximo passo.
08:46Agora, vamos voltar
08:47a falar de IA.
08:48Então, a gente pensa
08:49o processo mecanizado,
08:51vou usar essa palavra,
08:53talvez não seja
08:53a mais correta,
08:54mas o treinamento
08:55das inteligências artificiais
08:57que vão buscar padrões.
08:58Então, ele pega
08:59uma pilha infinita
09:00de exames
09:01e acha padrões.
09:02Ok.
09:03O médico,
09:04ele tem um excesso
09:06de narrativas,
09:07talvez, né, Álvaro?
09:09Então, um tem
09:10um excesso de dados,
09:11o outro tem um excesso
09:12de narrativas,
09:13a inteligência artificial
09:14e a inteligência orgânica.
09:17Os dois são passíveis
09:18de erro.
09:19Onde que é mais fácil
09:20corrigir o erro
09:21e onde que tem esse,
09:23vou chamar aqui
09:23de um custo
09:24de um ato incorrigível?
09:28Perfeita pergunta.
09:29Concordo com a pergunta.
09:31Realmente, a gente tem
09:32aí duas linhas de erro.
09:34A gente pode dizer
09:35que a linha do médico,
09:37do ponto de vista matemático,
09:39ela é a linha
09:40do overfitting.
09:41O que quer dizer isso?
09:42O médico pega os dados
09:43e rapidamente
09:45conclui alguma coisa
09:47sem considerar
09:49todas as possibilidades
09:51que estão no ambiente.
09:51Não diria um grande médico,
09:52tá?
09:53Aquele médico mediano.
09:55Por quê?
09:56Porque a quantidade
09:56de informações disponível
09:59ultrapassa a capacidade
10:00de processamento
10:01do cérebro humano
10:02e teria que existir
10:03um conjunto de heurísticas
10:05já implementadas no cérebro
10:06de identificação
10:07de eventos raros.
10:08Então, nesse caso,
10:09esse fechamento de narrativa
10:11muitas vezes
10:12torna esse profissional
10:14míope.
10:15Há dados que poderiam
10:16gerar diagnósticos
10:17diferenciais
10:18que poderiam salvar
10:19a vida do paciente.
10:20Do outro lado,
10:21a inteligência artificial,
10:23ela é muito mais
10:24orientada
10:25a fazer
10:26esses tratamentos
10:27estatísticos
10:28hipercomplexos.
10:29Qual é a contrapartida?
10:31ela tem uma
10:32inabilidade,
10:33ela é muito inferior
10:34justamente na construção
10:37dessa narrativa
10:37que conecta
10:38sintoma,
10:40dado biológico
10:41e vida,
10:42história de vida
10:43numa única coisa.
10:45E aí,
10:46quando a gente vai ver
10:46na prática,
10:48a gente tem
10:48outro tipo de erro
10:50que é um erro
10:50de, vamos dizer assim,
10:52reducionismo,
10:53de mediocridade.
10:54Então,
10:54o médico tem muito mais
10:56a tendência
10:56de fechar uma narrativa
10:57que eventualmente
10:58ela é mirabolante
10:59e não faz nenhum sentido
11:00e do outro lado
11:01a gente tem muito mais
11:02a tendência
11:03à mediocridade.
11:04Então,
11:05qual é,
11:05quem erra pior?
11:07Olha só,
11:08eu não acho
11:09que estatisticamente
11:10a gente possa responder
11:11de maneira assim,
11:14nua e crua
11:14quem erra pior.
11:15O que eu acho
11:16que é o pior erro
11:17é ignorar
11:18que cada um
11:19desses lados
11:20traz uma abordagem
11:21complementar ao outro
11:23e quem erra pior
11:24é quem ignora
11:25e vai fazer
11:26análises complexas
11:27sem usar o algoritmo
11:28e do outro lado
11:29quem acha
11:29que o algoritmo
11:30vai substituir
11:31a medicina
11:31baseada em evidências
11:33e a sessão clínica
11:34como um todo.
11:35Esses são os verdadeiros erros.
11:36Álvaro,
11:37para a gente encerrar
11:38a pergunta
11:39talvez da nossa era,
11:41a inteligência artificial
11:42já está colocada
11:43no nosso cotidiano
11:45em diversos setores.
11:47Dentro de um hospital,
11:49isso é para chegar
11:50a melhor resultados
11:52ou é para baixar custos?
11:54Qual que é a essência?
11:55Não quero fazer
11:56um termo pejorativo aqui,
11:57mas essa entrada
11:59maciça
11:59de inteligência artificial
12:00por grandes centros médicos,
12:02hospitais,
12:03clínicas,
12:03tem uma questão
12:04de acerto
12:05ou tem uma questão
12:06de custo?
12:08Eu diria que
12:09a sua pergunta
12:10está muito mais
12:12no domínio
12:12da economia
12:13do que propriamente
12:14da medicina
12:14da inteligência artificial.
12:16E no domínio
12:16da economia,
12:17a verdadeira resposta
12:19é que ela está
12:20para maximizar
12:21a utilidade esperada.
12:23Isso quer dizer o quê?
12:23quando a minha linha
12:25da minha linha
12:26de hospitais
12:27ela é uma linha
12:28que preza excelência,
12:30ela vai estar lá
12:31para maximizar
12:32eficácia.
12:34Quando a minha linha
12:35está maximizando
12:36o custo,
12:37então eu sou mais
12:37low cost,
12:39coisas mais simples,
12:41aí eu estou mais
12:42maximizando eficiência.
12:45São duas linhas
12:46distintas.
12:47Isso significa o quê?
12:48Que você pode
12:49ir em um grande hospital,
12:50sabe?
12:50Eu não gosto
12:50de ficar citando nomes,
12:51você vai no Albert Einstein,
12:52está cheio de ar.
12:54A IA está a serviço
12:55da maximização
12:57da eficácia.
13:00E você vai
13:01num hospital
13:03de mais baixo custo
13:06e tal,
13:07e aí ela está
13:07muito mais voltada
13:09a maximizar o custo
13:10e portanto
13:10o negócio
13:12como um todo,
13:12a eficiência do negócio.
13:14Então está aí
13:14a grande questão
13:16que a gente tem
13:16que entender.
13:17Não há na tecnologia
13:19algo que a defina
13:21como capaz
13:23de alimentar
13:24qualidade estritamente
13:25ou custo,
13:26eficiência financeira.
13:29O que a gente tem
13:30são usos distintos
13:32que inclusive
13:32vão impactar
13:33a empresa,
13:35não deixam de ser
13:36grandes empresas,
13:37a partir da necessidade
13:38de você trazer
13:39profissionais
13:40mais qualificados.
13:41Porque para você
13:41aumentar
13:42a precisão
13:43diagnóstica com IA,
13:44você precisa
13:44de um tipo
13:45de profissional
13:46que custa muito mais
13:47do que o profissional
13:48que vai te dar
13:48corte de custo
13:49com IA,
13:50tende a questão,
13:50então por aí
13:51está a coisa
13:53e essa é a explicação
13:55para esse mistério
13:56que a gente vê
13:57IA em todas as partes,
13:59mas em algumas
13:59parece que ela busca
14:00excelência
14:00e outras parece
14:01que ela busca
14:01simplesmente você
14:02cortar curso
14:03e fazer as coisas
14:03mais rápido.
14:04Álvaro Machado Dias,
14:06de novo,
14:06tem os meus cumprimentos,
14:07neurocientista,
14:08professor da Unifesp,
14:09notável aqui
14:10do Times Brasil,
14:11licenciado exclusivo
14:12do CNBC.
14:12Álvaro, obrigado
14:13pela presença aqui
14:14e até a próxima.
14:15Eu que agradeço,
14:15agradeço a todo mundo
14:16que nos acompanhou,
14:17até semana que vem.
14:17Até semana que vem.
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