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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) defendeu uma estratégia de integração e coordenação entre os governos federal, estaduais e municipais para combater o crime organizado, que deve ser enfrentado "por terra, mar e ar".

Em discurso, Alckmin citou a recente megaoperação no Rio de Janeiro e destacou a necessidade de unir forças para atingir o alto escalão das facções criminosas.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/42WpUltth9M

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Transcrição
00:00Segurança Pública foi um dos temas mais comentados do Sétimo Fórum Paulista de Desenvolvimento em Itu, no interior de São Paulo.
00:07Quem tem todos os detalhes é o Marcelo Matos.
00:09Após a repercussão da operação no Rio de Janeiro, nas diversas pesquisas de opinião pública,
00:17pela aprovação do Estado e conduta policial, o governo adota cautela para não ficar com o desgaste junto ao tema da violência.
00:27Após a zona de conforto herdada com a soberania, com o tarifaço e também a recuperação da popularidade do presidente.
00:37Já o vice-geral do Alckmin evitou o tema da politização da segurança.
00:43A organização criminosa deve ser enfrentada por terra, mar e ar.
00:49Então, todo o empenho nesse trabalho.
00:51Queria destacar que o presidente Lula sancionou a lei estabelecendo penas mais duras para o crime organizado
01:00e encaminhou ao Poder Legislativo uma proposta de combate às facções.
01:07Então, todo o trabalho.
01:08E cooperação.
01:10Nós precisamos unir os três níveis de governo.
01:13Municipal, estaduais, nacional, no combate ao crime organizado.
01:19Já o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite,
01:24votará à Câmara para a discussão das medidas de maior rigor na legislação
01:29e considera organização terrorista a expansão dos crimes praticados hoje no Brasil pelas facções.
01:38Aliás, estou sendo chamado mais uma vez para uma missão.
01:42Vou me afastar temporariamente da secretaria, retornar para o meu mandato parlamentar
01:45para justamente relatar um dos projetos que tendem a ser o mais esperado.
01:55O debate promete ser um debate intenso no Congresso Nacional.
02:00Qualquer iniciativa que venha a encarecer o custo do crime vai ter o nosso apoio.
02:03Vai ter o meu apoio especificamente.
02:05Mas eu não li o texto do projeto.
02:07Não sei se já foi enviado.
02:08Eu vi um vídeo que o presidente da República fez.
02:10Mas o texto do projeto acho que não chegou para a Câmara ainda.
02:13Amanhã eu estou retornando para a Câmara para, de fato, retornar os trabalhos na quarta-feira.
02:17Aí eu vou poder me debruçar sobre o projeto.
02:20Vou ler sobre ele.
02:20Mas qualquer iniciativa que venha a endurecer o custo do crime.
02:25Mas temos que avançar nessas leis infraconstitucionais, com progressão do regime de comer de pena, desculpa,
02:31como auxílio-reclusão, visita íntima.
02:35Esses benefícios que o criminoso possui no Brasil, sinceramente, para mim, tem que acabar.
02:39O presidente do PSD, secretário estadual de São Paulo, Gilberto Kassab,
02:45avalia que a população deixa claro o clamor por mudanças em torno das consequências da violência no país.
02:53O tema segurança, ele se torna cada vez o tema mais relevante nessas eleições.
03:01Todos os candidatos, todos os projetos nacionais e estaduais deverão dar à questão da segurança a prioridade que ela merece.
03:08Então, vamos aí nos esforçar muito para mostrar à sociedade brasileira
03:12que aqueles que têm compromisso com a vida pública, aqueles que têm responsabilidade na vida pública,
03:17e estão efetivamente preocupados e compromissados em dar ao tema de segurança a prioridade que merece.
03:24Há menos de um ano das eleições, o tema da violência naturalmente dominou as discussões
03:31do Sétimo Fórum Paulista de Desenvolvimento, que foi realizado aqui em Itu, no interior de São Paulo.
03:38Aqui já com o Fernando Capês e com a Deise Siocari, para a gente entender como o tema segurança pública
03:45tomou conta da pauta a Deise Siocari, vice-presidente, ex-governador Geraldo Alckmin,
03:50pedindo a integração, esse é um discurso do governo federal, pedindo ali pela aprovação da PEC da Segurança,
03:56que pretende elevar o nível de competências da Polícia Federal, até das polícias municipais também,
04:02ou das guardas, civis, municipais, como queira chamar, e o secretário de Segurança Pública já na linha
04:08que a oposição defende mais, que é endurecimento de penas, redução de benefícios. E aí, Deise?
04:14Roberto, a gente tem algo que eu considero muito emblemático nessa ação do Rio de Janeiro.
04:20Pela aprovação que foi comprovada pelas pesquisas, a gente percebe que quando o Estado se faz presente,
04:26a população aprova. Foi isso que a gente viu.
04:28Esse discurso do Alckmin é um discurso que a gente defende muito, essa integração entre o governo federal,
04:34Estado e municípios. Mas você não pode ficar só nesse discurso.
04:38O governo da esquerda já teve três ou quatro oportunidades para fazer essa integração e ainda não conseguiu.
04:44E a gente tem vivido um dos piores momentos em relação à segurança pública,
04:48deve ser o grande tema do debate eleitoral do ano que vem, porque a gente cruzou aqui uma linha.
04:53Então, me parece que quando eu vejo esse discurso por parte do Alckmin agora,
04:57ah, vamos fazer essa integração, é muito mais um discurso falacioso,
05:02porque houve oportunidades para que se fizesse isso e não foi feito.
05:06O que o The Hit tem corroborado é justamente essa ação que foi feita pelo Cláudio Castro,
05:13que é uma ação mais imperativa, da presença do Estado, de olha, vamos resolver.
05:18E o resultado foi o que a gente viu nas pesquisas.
05:21Então, de um lado, a gente vê alguém que está propondo algo mais proativo,
05:24inclusive o governo federal justamente questionou o consórcio da paz proposto pelos governadores,
05:31mas não faz nada de outro lado.
05:33A gente tem que lembrar que o presidente Lula se manifestou depois da operação no Rio de Janeiro,
05:3724 horas depois, e por rede social.
05:40Ou seja, a esquerda ainda não entendeu a questão da segurança pública no Brasil.
05:45me parece muito mais reativa, muitas vezes com medo e não propõe uma solução eficiente.
05:52E a resposta do que a gente viu de toda essa operação está aí nas pesquisas.
05:58A aprovação quando o Estado se faz presente.
06:00Capês, agora quem está resistindo também a essa história de integração através do texto da PEC,
06:06da Segurança Pública, são os governadores,
06:08que se juntaram para anunciar o consórcio da paz,
06:12alguns governadores do sul, do sudeste, centro-oeste principalmente,
06:16e que eles dizem que a PEC da Segurança tira poder do Estado
06:21no combate às facções criminosas, por exemplo.
06:25Olha, Nelson, acho que a Deise tem toda razão
06:28quando ela fala de retórica e discursos falaciosos.
06:33No Brasil, a administração pública em geral não tem planejamento.
06:39A política deveria ser condutora dos grandes temas,
06:43mas na verdade ela age como caixa de ressonância.
06:46Parece que ficam consultando as pesquisas para ver o que dá voto,
06:50qual a opinião pública, e aí direcionam de maneira demagógica
06:54os assuntos casuisticamente, de maneira oportunista,
06:59de acordo com as necessidades do momento.
07:01O que o público quer consumir é assunto de segurança pública?
07:05Então vamos fazer uma PEC, vamos fazer uma lei,
07:07vamos endurecer o discurso, vamos falar aquilo que não estamos fazendo,
07:11o que já deveríamos ter feito há muito tempo.
07:14No Brasil, o crime organizado começou a florescer
07:18nos morros do Rio de Janeiro no início dos anos 80,
07:22no governo Brizola, e hoje tomaram conta completamente
07:26do Estado, quase que se tornando um narco-Estado.
07:28Em São Paulo, no início dos anos 90,
07:31o PCC eram os sete gatos pingados, jogando bola em Tremembé.
07:36Hoje é a maior organização criminosa da América do Sul.
07:40Há alguns esforços isolados do Ministério Público,
07:43do GAECO, da Polícia Civil, da Polícia Federal,
07:45mas nada que seja algo continuado, com investimento,
07:49aquilo que tem realmente que ser feito.
07:51Então o que acontece é essas discussões,
07:53e acham que, com lei, jogando tinta no papel,
07:56você consegue resolver um problema estrutural dessa magnitude.
08:00E a questão da PEC da Segurança,
08:02para encerrar, Nelson Kobayashi respondendo a sua pergunta,
08:05os governadores têm mesmo que protestar.
08:08Quem é que tem que pagar?
08:09Quem é que arca com a despesa monumental da segurança pública?
08:14São os Estados.
08:15Quem é que paga 130 mil homens da ativa,
08:18entre policiais militares e civis,
08:20fora o pessoal que são os aposentados, os licenciados,
08:24as pensionistas?
08:25Quem é que está com 43% do limite prudencial
08:28de gasto com o pessoal entupindo o seu orçamento?
08:32O Estado de São Paulo são os Estados.
08:34A União quer coordenar e não quer botar dinheiro?
08:37Ela tem que investir, dar apoio e ajudar na integração dos Estados,
08:41mas não substituir os governadores nessa tarefa.
08:44Em suma, muito discurso, muito casuísmo,
08:48papo furado e pouca ação.
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