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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), falou sobre a criação do "Consórcio da Paz", uma união de estados para combater o crime organizado, e criticou a postura do Governo Federal diante da crise no Rio de Janeiro.

O governador enfatizou a necessidade de "integração entre as forças de segurança" para "devolver o território ocupado à população do Rio". Caiado, que se uniu a outros governadores de direita para oferecer apoio a Cláudio Castro. Reportagem: Rodrigo Viga.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/EuiZmWcVkEo

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00:00Viga chega agora com as últimas informações, ele acompanhou toda essa reunião com os governadores e traz agora os detalhes.
00:07Meu caro Rodrigo Viga, boa noite pra você, bem-vindo e você segue aí na sua longa jornada por causa das consequências dessa operação no Rio,
00:16mas você é muito bem-vindo aqui no Jornal Jovem Pan.
00:22Obrigado, Tiago. Boa noite pra você, pra Dora, pros nossos ouvintes, espectadores e internautas da Jovem Pan.
00:28A gente continua aqui no Palácio Guanabara, sede do governo do estado do Rio de Janeiro,
00:32onde foi essa reunião com, vamos chamar assim, governadores do campo da direita que resolveram de alguma forma,
00:38pelo menos essa foi a minha interpretação, viu, Tiago, e criar uma espécie de frente através desse consórcio batizado da paz,
00:45que foi um nome até, inclusive, sugerido pelo Jorginho Mello, governador de Santa Catarina,
00:50para, de certa forma, fazer aquela interação, aquela integração que, muitas das vezes, é reivindicada junto ao governo federal,
00:58e aí, diante de pedidos não aceitos, de solicitações, demandas e falta de uma interlocução, uma comunicação com o governo federal,
01:08eles decidiram, nessa frente, batizada de consórcio da paz, criar esse grupo para trocar informações, dados da inteligência
01:20e, principalmente, a questão envolvendo a parte operacional.
01:24Falou-se aqui, nessa entrevista, inclusive, se houver um caso de relevância em um estado,
01:30tropas e também servidores de outros estados poderiam agir, poderiam atuar.
01:33Quem vai me explicar melhor é o governador Caiado, de Goiás.
01:39Obrigado pela oportunidade, a gente sabe que o senhor está na correria, mas adoro a nossa comentarista
01:43e várias pessoas estão perguntando, na prática, como é que vai funcionar o consórcio da paz, governador?
01:49Vai ser apenas troca de informação, é uma questão de inteligência, vai ter logística,
01:56ou vai ter, eventualmente, tropa de um estado podendo ajudar a outra?
02:00Enfim, como é que vai funcionar na prática? Boa noite e obrigado pela oportunidade.
02:05Boa noite e eu que agradeço a oportunidade de poder falar aí a todos que nos ouvem aqui na Jovem Pan.
02:10É dizer que não existe, de maneira alguma, na inteligência, ações fatiadas.
02:17Ou seja, todas elas convergem.
02:20Você precisa de ter a integração.
02:22Aqui, cada estado tem a integração entre as suas forças de segurança.
02:27O que é que nós estamos fazendo hoje?
02:28Aquilo que nós já fazemos no Centro-Oeste.
02:33Ou seja, por exemplo, existe um ataque no Mato Grosso, todos nós agimos para chegar juntos, independente da fronteira.
02:40O que nós estamos criando aqui hoje no Rio de Janeiro é exatamente o consórcio da paz,
02:46que eu complemento, se queres a paz, prepare-te para a guerra.
02:50E com isso nós estaremos colocando à disposição a inteligência, a troca de informações.
02:56Quantos do Comando Vermelho de Goiás estão sediados no Rio de Janeiro?
03:01Ao mesmo tempo, como poder ter acesso a esta área?
03:05Ora, o policial militar, o policial civil, o policial penal, eles não conhecem o detalhamento daqui.
03:13Então, não é nenhuma polícia que vai ensinar ao policial do seu estado.
03:18Pelo contrário, ela vem para dar suporte nas operações.
03:22Então, você tem a inteligência acoplada com a parte operacional e o resultado é qual?
03:28É devolver o território ocupado à população do Rio de Janeiro.
03:32Esse é o objetivo, e não só no Rio, mas aonde estiver amanhã, São Paulo ou Minas Gerais ou qualquer lugar,
03:39nós estaremos com essa mesma disposição para que esse consórcio irradie esse nível de informação
03:45e de atuação consequente desse negócio.
03:49Ou seja, você vê que nós estamos fazendo aquilo que o governo federal deveria ter feito,
03:55que é buscar essa integração.
03:57O governo federal jamais quis tocar na segurança pública.
04:01Ele, a vida toda, conviveu muito bem com os faccionados.
04:05Então, ele jamais criou uma ação direta para devolver os territórios ocupados à população dos estados.
04:12A nossa interpretação foi que, uma vez que os estados têm demandado e a resposta não tem vindo do governo federal,
04:19vocês decidiram se unir, se aliar nessa frente que foi batizada de consórcio da paz
04:24para, de alguma forma, tentar conter esse avanço do crime organizado.
04:27Sem dúvida alguma.
04:29E o crime organizado cada vez mais se articulando, invadindo a economia formal,
04:34invadindo a parte imobiliária, invadindo a parte também,
04:39da parte de transporte, da parte de combustível,
04:43da parte financeira, nas fintechs, nem todas, mas aquelas que estão nesse processo.
04:48Ela está ocupando-se, tá certo, de todas as áreas da economia do país.
04:53Então, o empresário, ele não tem força para enfrentar.
04:59Se o estado não enfrenta o crime, tá certo, as pessoas vivem subjugadas.
05:04Por exemplo, o que que acontece?
05:06Ah, mas a operação do Rio de Janeiro, tá certo, por esse filmezinho aí que o governo federal soltou,
05:14tentando denegrir a imagem do Rio de Janeiro,
05:17menos sangue, mais inteligência.
05:19Por que que eles não aplicam isso na Bahia?
05:23É o estado mais violento.
05:25É o estado que mais se mata por 100 mil pessoas no Brasil.
05:30É, o chefe da Casa Civil é deles, o presidente foi o maior votado lá,
05:35e o governador é deles.
05:36Por que que eles não implantam lá?
05:38Por que querer criticar a operação?
05:41Quer dizer que o complexo da Maré e o complexo ali, da Penha e do Alemão,
05:45eles podem ficar sob o comando do narcotráfico.
05:48As pessoas lá, a vida das pessoas lá, tem valor ponderar o menor do que a vida do cidadão que mora no centro da cidade.
05:57Lá então ele é comandado pelo comando vermelho, ele é julgado, ele é assassinado, ele é torturado,
06:03ele é arrastado na rua, tá certo?
06:06Ali é arrastado por moto, arrastado num carro,
06:08e as pessoas simplesmente ficam ali assistindo aquilo porque o estado, tá certo?
06:14Foi penalizado pelo fato de ter aqui no Rio de Janeiro uma DPF que fez com que tivesse uma zona franca do crime.
06:23E o comando vermelho do Brasil todo migrou pra cá e dando ordem nos seus estados.
06:29Só pra fechar, governador, obrigado pela atenção desde já.
06:31Aqui nessa reunião a portas fechadas, vocês também falaram, discutiram sobre a PEC da segurança.
06:38O que foi debatido, o que foi proposto?
06:40O senhor parece que trouxe algumas propostas.
06:43Chico, mas vocês têm visto toda essa questão envolvendo a PEC da segurança,
06:48que o governo federal diz que vai ser a salvação, a solução.
06:52É verdade, olha, não precisa de PEC pra você, como presidente da república, tomar uma atitude de combate.
06:59Não tem nenhuma.
07:01A PEC, ela não dá nenhuma prerrogativa a mais para o governo federal.
07:06Ele só quer tirar uma prerrogativa dos estados.
07:09Só isso.
07:10Ela não aumenta, ela não fala o que o estado pode fazer,
07:13o que a União pode fazer a mais no combate.
07:16Me diga um artigo, um parágrafo, um inciso daquele projeto.
07:20E só faz retirar uma coisa só.
07:23O governo federal passa a mandar nas diretrizes dos governos estaduais.
07:28Tá certo?
07:29Então é isso que eles querem.
07:30Isso não altera nada.
07:32Eu pergunto a você, qual é a ação dele nas fronteiras?
07:35Ele está devolvendo a Amazônia ao Brasil?
07:38Ele está contendo esses milhares de fuzis que estão chegando aqui no Rio de Janeiro?
07:42Isso tudo é crime federal.
07:45Ele é que deveria estar à frente disso.
07:46Ou seja, o artigo 144 da Constituição diz o seguinte,
07:50ao crime federal, de ação de governo federal, está lá.
07:54Artigo 144, se não me engano, inciso, terceiro.
07:57Cabe à Polícia Federal, ao governo federal, atuar em quê?
08:00Lavagem de dinheiro, narcotráfico e, ao mesmo tempo, essa parte de contrabande de arma.
08:07É isso, gente.
08:07Então, na verdade, ele quer iludir a população.
08:10Por uma coisa só, ele não tem resposta para agir.
08:13Então, ele quer simplesmente ficar discutindo esse assunto.
08:18É um governo que não tem proposta.
08:20Ele não tem capacidade de operacionalizar.
08:23Por quê?
08:24Porque ele convive com esse pessoal.
08:26É isso.
08:26Eles não querem isso.
08:28Eles querem que as pessoas humildes sejam sequestradas, escravizadas por essas facções.
08:34É o que está acontecendo no Brasil.
08:37Por que não?
08:38Por que que no mundo todo, está certo?
08:40O exército ocupa desse combate?
08:45Por que que eles nunca atuaram?
08:47Por que que eles nunca aceitaram?
08:48Qual foi a proposta número um do Lula?
08:51Não vou fazer GLO em condição nenhuma.
08:54Então, ele já disse para o bandido que, ó, fique livre, meu amigo.
08:58Pode agir como você quiser.
08:59Aqui do governo federal, você não vai ter nenhum empecilho.
09:02Olha, estrada livre para vocês.
09:05É isso que o governo transmite.
09:07Obrigado, governador.
09:08Bom voo, bom retorno.
09:09Está voltando para casa ou voltando?
09:11Voltando para o nosso Goiás.
09:13Muito obrigado e boa noite.
09:14Um abraço.
09:16É isso, Tiago.
09:17Viga, você tem como passar uma pergunta da Deise?
09:19Bom, o governador já saiu, infelizmente, né?
09:21Mas a Deise queria fazer uma pergunta.
09:24Mas, de qualquer forma, eu vou pedir para...
09:25Governador, governador.
09:26Deixa eu ver se o Viga vai conseguir trazer o governador de volta.
09:30Pode entrar, Deise, por favor.
09:31O governador Caiada é muito generoso com a gente.
09:34Eu vou repassar para ele a pergunta que a Deise quer fazer.
09:37Você me diz, é rapidinho, que eu vou passar para ele, que está com voo.
09:40Ah, está bom, Viga.
09:41Não, eu queria saber...
09:42A nossa comentarista, a Deise Ocari, está fazendo uma pergunta.
09:43Eu vou repassar para o senhor.
09:44Eu queria saber se essa formação desse grupo entre os governadores,
09:49ela é um novo modelo de cooperação federativa
09:53ou é uma resposta momentânea para o que está acontecendo no Rio de Janeiro?
09:57Como que eles pretendem atuar com essa reunião entre os governadores?
10:03Basicamente, ela quer saber, a Deise, nossa comentarista,
10:06se é uma ação emergencial esse consórcio
10:09ou é um novo modelo cooperativo que se instaura no Brasil
10:13no campo da segurança pública.
10:15Sem dúvida, é um novo modelo, muito mais extenso.
10:18Ou seja, você vai ter a integração das forças de segurança.
10:23Nós temos nos estados.
10:24Por exemplo, no estado de Goiás, eu tenho a convergência
10:28e as forças interligadas.
10:32Dentro da sede da Polícia Federal, nós temos a inteligência da Polícia Civil,
10:35a inteligência da Polícia Penal, a inteligência da Polícia Militar.
10:39E rodoviária e Polícia Federal.
10:41Então, nós temos essa integração no estado.
10:44O que é que nós vamos ter como consórcio agora?
10:46É a integração de todos esses dados, todas essas informações.
10:49Deslocamento de pessoas, de carga, de contrabando,
10:55de todos esses estados que vão alimentar um data center,
11:00ou seja, uma base de dados capaz de poder fazer a utilização
11:04como nós estamos fazendo em Goiás e desenvolvendo um dos softwares
11:08mais sofisticados que é na região do entorno hoje
11:11para poder antecipar qualquer crime
11:14ou poder antecipar qualquer, vamos dizer,
11:19assalto de celular ou assalto a uma pessoa humilde
11:24ou tentativa de sequestro.
11:27Tudo isso muito bem trabalhado com inteligência artificial.
11:30Então, nós trabalhamos informação,
11:32inteligência artificial acoplada a essa área
11:35e os batalhões operacionais com eficiência
11:38para cada um dos setores.
11:39O que é que nós estamos fazendo hoje?
11:41Consórcio.
11:42Esse consórcio, já que você tem uma total omissão
11:45do governo federal, ele não repassa dinheiro.
11:47É importante deles que você saiba
11:49que só no meu estado, em seis anos e meio,
11:51eu investi 17 bilhões de reais na segurança pública.
11:55O governo federal nos mandou 980 milhões,
11:58ou seja, 5%.
11:59É isso que é a maneira.
12:01Eles garroteiam, eles não apoiam os estados.
12:04Essa é a grande verdade.
12:06Então, nós, que estamos sendo asfixiados,
12:09vamos juntar forças para que a gente possa sobreviver
12:14e fazer um combate não apenas localizado no estado,
12:18mas com todos os estados hoje que desejarem entrar no consórcio,
12:22temos aí uma interligação e uma força conjunta
12:25que dá muito mais segurança para a população,
12:27muito mais capacidade para nós.
12:29Agora é para valer, governador.
12:30Boa noite, boa viagem, bom retorno para casa.
12:33Obrigado, Deus.
12:34Esse governador Caiado conversando,
12:36explicando para a gente sobre a criação desse consórcio da paz
12:39que reúne aí todas essas iniciativas ligadas,
12:43inclusive, a governadores, líderes de estados
12:47do campo da direita, meu caro Tiago.
12:49Meu caro Rodrigo Veiga,
12:51mais uma vez participando aqui ao vivo do Jornal Jovem Pan.
12:55Bom descanso para você.
12:56A gente volta a se falar,
12:56você sempre atento à questão da segurança pública,
12:59você, como ninguém,
13:00sempre acompanhou nesses últimos quase 30 anos
13:02essa situação no Rio de Janeiro,
13:04e você volta na nossa programação,
13:05bom descanso,
13:06e amanhã você volta no Jornal da Manhã, logo cedo.
13:09Vou chamar as nossas comentaristas aqui mais uma vez,
13:12a Dora Kramer e a Deise Ocari,
13:14perguntando para você primeiro,
13:14Deise, você fez a pergunta para ele,
13:16e os governadores,
13:19o caso não só ele,
13:20mas também Cláudio Castro,
13:22Jorginho Mero,
13:22eles insistem ao falar
13:25sobre essa ausência do governo federal
13:27em relação à segurança pública.
13:29É um discurso que é politizado
13:32ou tem um fundo de verdade,
13:34ou não tem?
13:35As duas coisas, né, Tiago?
13:36Obviamente ele tem essa parte politizada,
13:39a gente sabe que são governadores de direita,
13:41que tem uma visão,
13:42a direita obviamente tem uma visão muito diferente
13:44da esquerda em relação à segurança pública,
13:47mas também tem o seu fundinho de verdade aí.
13:49O fato é que o governo federal,
13:51e eu não estou nem falando só desse governo,
13:54governos anteriores também,
13:55o governo federal,
13:56num sentido geral,
13:57ele ainda não conseguiu tratar
13:59o problema da segurança pública no Brasil.
14:01Quantas vezes a gente falou aqui,
14:03eu falei aqui na Jovem Punk,
14:05o grande problema,
14:06um dos maiores problemas,
14:07a segurança pública nunca vai ser resolvida,
14:09se a gente olhar por pedaços.
14:11Você tem que olhar a segurança pública no Brasil
14:14como um todo,
14:15você tem que olhar para ela de cima,
14:16para os estados e para os municípios.
14:18Como assim,
14:19uma PEC da segurança aqui,
14:20aí solta um dinheiro ali,
14:22aí 900 milhões lá na Bahia,
14:24como foi o Caiado,
14:25falou muito da questão da segurança na Bahia,
14:27quando teve aquele problema todo
14:29no primeiro ano desse terceiro mandato
14:32de Lula 3,
14:34o governo liberou 900 milhões de reais
14:35para a segurança na Bahia,
14:37a gente viu que não resolveu nada.
14:38Então,
14:39tem sim os dois aspectos,
14:41óbvio que tem um componente ideológico muito forte,
14:43mas a gente não pode negar
14:44que o governo federal
14:46não conseguiu resolver esse problema
14:47e está cada dia pior,
14:49porque existe sim
14:50um isolamento
14:51e uma forma de pensar
14:52a segurança pública
14:53aqui no Brasil
14:54pegando pequenas partes
14:58e aí você tenta resolver
15:00uma partezinha aqui,
15:01outra ali
15:01e acha que isso vai resolver o todo.
15:02Não vai.
15:03Então,
15:03a crítica dos governadores,
15:04ela tem sim
15:05um fundamento
15:07que é muito forte
15:08no meio disso tudo.
15:10Para você, Dora,
15:11a fala do governador
15:12do Ronaldo Caiado
15:12para o Rodrigo Viga
15:13falando sobre
15:15essa ausência
15:15do governo federal
15:16em relação à segurança pública
15:18e lá atrás
15:18eu também tinha te cortado
15:19para entrar em entrevista.
15:21Pode continuar,
15:22pode complementar
15:22o que você estava falando.
15:23Dora?
15:25Eu ia complementar
15:26com o que eu vou falar agora,
15:27que era o governo federal.
15:29Porque o governo federal
15:29é óbvio,
15:31não lidere,
15:31precisa liderar.
15:33Quem vai coordenar
15:34esse grupo?
15:35Como é que vai ser
15:36uma integração na prática
15:38completamente
15:38quando o Viga
15:39pergunta
15:40ao governador
15:41aí ele também
15:43começa a falar
15:43e fala de Goiás
15:45e olha aqui,
15:46o discurso
15:47é puramente
15:48nós contra eles.
15:50Igualzinho
15:51o discurso
15:52do governo federal.
15:53Quer dizer,
15:54se há grupos
15:56falando em nós
15:58contra eles,
15:59porque
15:59esse discurso
16:01do governador
16:02Caiado
16:03e também
16:04a essência
16:05da reunião
16:06foi exatamente
16:07essa.
16:08É acusação,
16:10é cobrança,
16:10dá para ver
16:11União Nacional,
16:12Pacto Federativo
16:14nesse clima
16:15e ainda mais
16:16em ano pré-eleitoral
16:18em que essas
16:19forças
16:20estarão em disputa
16:21pelo poder
16:22com a mesma bandeira,
16:24segurança nacional.
16:26Portanto,
16:26essa bandeira
16:27vai ser disputada.
16:29De que maneira
16:30se faz
16:31uma união
16:31em torno disso?
16:32É óbvio
16:33que não dá certo.
16:35É óbvio
16:36que essa oportunidade,
16:37não estou sendo
16:38pessimista,
16:39não.
16:40Mas é óbvio
16:41que essa oportunidade
16:42será perdida,
16:45porque o governo federal,
16:46o presidente Lula,
16:48não tem a capacidade
16:50de promover
16:51essa união,
16:52porque a lógica
16:53do governo federal
16:54também foi essa.
16:56Chama um,
16:57pode chamar
16:58de polarização,
16:59o que for,
17:00é a lógica
17:01da divisão,
17:02é a lógica
17:03do conflito
17:04permanente.
17:05É isso
17:06que rege
17:06a política.
17:08Estar regendo
17:09na cabeça
17:10do PT
17:10sempre regeu
17:11assim,
17:12sempre foi assim,
17:13porque foi
17:14esse partido
17:14que inventou
17:15o nós contra eles.
17:17Então,
17:18não tem
17:19a menor
17:20possibilidade
17:21nessa toada
17:23de dar certo.
17:25Se alguém
17:25perceber
17:26e tiver
17:26capacidade
17:27de mudar
17:28o rumo
17:29dessa prosa,
17:30aí sim,
17:31pode ser
17:32que a gente
17:32tenha esperança
17:33que o poder
17:34público
17:35perceba
17:36o quanto
17:37precisa estar
17:38unido
17:39para dar conta
17:40dessa tragédia
17:41brasileira.
17:43Se não for assim,
17:45não vai dar.
17:45É tudo falatório.
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