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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), anunciaram uma parceria formal para atuar em conjunto na segurança pública do estado, após a megaoperação que deixou mais de 60 mortos.
A cooperação resultou na criação de um Escritório Emergencial de Combate ao Crime Organizado, que visa integrar as ações de inteligência e investigação entre os governos estadual e federal. O acordo sela uma trégua na troca de farpas entre os dois líderes. Reportagem: Rodrigo Viga.
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A cooperação resultou na criação de um Escritório Emergencial de Combate ao Crime Organizado, que visa integrar as ações de inteligência e investigação entre os governos estadual e federal. O acordo sela uma trégua na troca de farpas entre os dois líderes. Reportagem: Rodrigo Viga.
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NotíciasTranscrição
00:00O dia foi marcado pelas consequências e os balanços da mega-operação no Rio de Janeiro,
00:06direto para o Rio, com o repórter Rodrigo Viga, que desde cedo acompanha os desdobramentos.
00:12Tudo bem, Viga? Boa noite pra você, bem-vindo, como sempre, bom trabalho.
00:15Quais os balanços, explicações de autoridades, criado uma espécie de escritório com o governo federal,
00:22governo estadual, pra discutir o tema da segurança pública, não é, Viga?
00:26Bem-vindo mais uma vez.
00:30Tudo bem, Tiago? Boa noite pra você, pro nosso ouvinte, espectador e internauta da Jovem Pan.
00:36Nós falamos direto aqui do Palácio Guanabara, onde aconteceu há poucos instantes uma entrevista coletiva
00:42envolvendo representantes da Cúpula da Segurança aqui do Estado, o governador Cláudio Castro,
00:47e também representantes da segurança em nível nacional.
00:50Dentre os representantes, o ministro da Segurança Pública e também da Justiça, Ricardo Lewandowski.
00:56Meu caro Tiago, nós podemos dizer que a bandeira branca foi acheada e que, no sentido metafórico,
01:04aqui fumaram, literalmente, o cachimbo da paz, depois de muitas cobranças e críticas que foram feitas
01:11pelo governo do Estado e também por representantes das Forças de Segurança do Rio de Janeiro,
01:16que diz respeito ao apoio a operações de combate ao crime, à milícia e ao tráfico de drogas aqui no Rio de Janeiro.
01:24A partir do encontro que aconteceu na tarde desta quarta-feira aqui no Palácio Guanabara,
01:30ficou definido aquilo que a gente já mais ou menos imaginava, né, meu caro Tiago?
01:34Mais um grupo de trabalho, mais uma espécie de força-tarefa, agora com um novo nome,
01:39rebatizado de Escritório Emergencial contra o Crime Organizado.
01:45Esse escritório visa, de certa forma, ultrapassar barreiras, obstáculos e dirimir algumas dúvidas
01:55justamente em momentos como esse de crise emergenciais em que o governo do Estado do Rio de Janeiro
02:01inevitavelmente precisa do apoio e da ajuda do governo federal.
02:05Em circunstâncias anteriores, o apoio solicitado foi negado, né, meu caro Tiago?
02:11Ouvintes, espectadores internacionais da Jovem Pan, principalmente no que diz respeito ao apoio logístico de infraestrutura.
02:18No fundo, no fundo, o que quer o governo do Rio de Janeiro é essa ajuda de veículos pesados,
02:23blindados para facilitar o acesso a áreas dominadas e conflagradas,
02:28controladas por milicianos e por traficantes aqui no Rio de Janeiro.
02:31Há de se lembrar que no Rio de Janeiro, hoje, nós temos quase mil e novecentas favelas,
02:36setenta por cento delas controladas pelo Comando Vermelho,
02:41a principal facção criminosa do Rio de Janeiro,
02:43que no ano passado anunciou publicamente que iria fazer uma campanha de expansão territorial no Estado
02:48e também em nível nacional.
02:51Por enquanto, as autoridades do Rio de Janeiro, apesar de algumas críticas que vêm de moradores de comunidades,
02:56organizações não governamentais e outras instituições,
02:59consideram que essa operação, que resultou até agora em 21 óbitos, como muito bem sucedida.
03:07Entende que as únicas vítimas foram os quatro policiais, dois civis e dois militares,
03:13que morreram em combate, em conflito, em uma área de mata, uma área de floresta,
03:19no topo dessas comunidades, na zona norte do Rio de Janeiro.
03:22Os demais, segundo as autoridades do Rio de Janeiro,
03:24tinham algum tipo de ligação com o Comando Vermelho, com o crime organizado.
03:29A polícia do Rio de Janeiro já pediu à Justiça a transferência de dez lideranças do Comando Vermelho
03:37para presídios federais nessa reunião aqui no Palácio Guanabara.
03:41O ministro Ricardo Lewandowski disse que já está disponibilizando essas dez vagas em presídios federais,
03:46mas, por enquanto, essas lideranças que comandaram a retaliação,
03:51a represália do crime organizado contra a operação da polícia,
03:54estão isoladas no presídio de Banguú, um único de segurança máxima aqui do Rio de Janeiro,
04:00que tem muitas fragilidades, obsoleto, nem mais para chamá-lo de segurança máxima.
04:05Eu, caro Tiago.
04:07Ô, Viga, eu vou chamar os nossos comentaristas, assim como ontem,
04:09eles querem fazer perguntas para você e também discutir essa crise da segurança.
04:14Mais uma, né? A escalada da crise, porque crise sempre existiu.
04:17Dora Kramer e Cristiano Villela.
04:20Dora, boa noite para você, bem-vinda.
04:23E a gente falava muito ontem sobre essa estrutura e agora criando uma espécie de escritório, Dora,
04:28para discutir questões da segurança pública.
04:31Se você quiser já fazer o comentário e passar para o Viga, fique à vontade.
04:34Boa noite para você.
04:36Boa noite.
04:37É sobre essa entrevista, essa criação.
04:39O nome, assim, é horrível, né?
04:41Porque tem no Rio uma coisa que todo mundo lembra,
04:45escritório do crime, aquele que participou do assassinato da Marielle Franco.
04:51Então, achei o nome, podia ser gabinete, escritório,
04:54achei que remete a essa lembrança imediatamente.
04:58Ô, Viga, eu achei, eu vi a entrevista, eu vi o pronunciamento,
05:03eu achei todo mundo ali, você falou em bandeira branca,
05:06eu acho que eu vi outra coisa.
05:08Eu vi ali esse escritório que é criado segundo o ministro e o governador
05:18para suplantar entraves burocráticos, uma série de intenções,
05:23promessas de mais recursos, mais peritos, mais policiais federais,
05:28mais inteligência na polícia federal.
05:31O Levandóvis cita a PEC da segurança, que tem divergência,
05:38tem divergência, inclusive, do governador que estava ao lado dele,
05:42e o projeto antifacção que ainda está na Casa Civil, nem foi ao Congresso.
05:48Então, eu te pergunto, está aqui de fora, Viga,
05:52deu a impressão que era meio nada, era assim,
05:56vamos fazer aqui uma reunião, porque a gente tem que fazer,
05:59é muito melhor do que estarem brigando.
06:01Contra isso, tudo bem.
06:03De dentro, qual foi a impressão que deu?
06:06Você deve ter colhido comentário, impressão,
06:10principalmente da equipe do governador,
06:13como é que bateu no governo do Estado?
06:17Olha, quando eu falo, Dória, boa noite para você,
06:19é sempre um prazer interagir contigo aqui,
06:21com o Tiago, com a nossa audiência no Jornal Jovem Pão,
06:24quando eu falo de cachimbo da paz, bandeira branca,
06:27porque aparou-se algumas arestas em torno daquele discurso
06:32que foi feito ainda na terça-feira,
06:34que era um tom de cobrança veemente ao governo federal.
06:38Mas, eu também fico com essa impressão suja,
06:41que pisaram em ovos, né?
06:42Ficaram tateando para um não avançar o território do outro,
06:46no caso das autoridades, um não melindrar o outro.
06:48Agora, o que existe, naturalmente, é uma série de divergências.
06:52Os governadores, muitos deles, como você bem disse,
06:54são contra a PEC da Segurança Pública,
06:57que foi defendida, mais uma vez, e mencionada
06:59pelo ministro Ricardo Lewandowski.
07:02Ponto número dois, a questão da garantia da lei e da ordem,
07:05porque existe um ponto dissonante com relação a isso,
07:09a um entendimento do governo federal,
07:11que para mesmo fornecer e ceder equipamentos,
07:14esses veículos blindados, pesados,
07:16que são requisitados pelo governo do Estado,
07:18teria de ser necessária a decretação da GLO,
07:20porque o operador da máquina ali, desse tanque blindado,
07:24aqueles com esteira, né?
07:25É um servidor federal, é um servidor da Marinha do Brasil.
07:30Mas nenhum dos dois lados fala em garantia da lei e da ordem.
07:35Enfim, ambos os lados tateando para um não melindrar o outro,
07:38mas é um clima mais amêndo do que aquele que foi apresentado
07:42na última terça-feira.
07:43E tem um detalhe também, viu, Dora, Thiago,
07:46ouvintes, espectadores, internautas da Jovem Pan.
07:49Eu não guardava nenhuma expectativa com relação a esse encontro.
07:52Até tinha falado um pouco mais cedo,
07:55na programação da Jovem Pan,
07:57que tudo indicava, pelo andar da carruagem,
07:59pelas declarações que foram dadas,
08:01que seria mais um anúncio do nada,
08:03ou de muito pouco.
08:05Promessa disso, promessa daquilo,
08:07anúncio de dificuldades fiscais, orçamentárias e financeiras,
08:10o que, de certa forma, dificulta essa ajuda esperada,
08:14não para a operação de agora,
08:16mas mais para frente.
08:17Aquela operação de retomada de territórios
08:20que há muito tempo estão sendo controlados
08:22e dominados pelo crime organizado.
08:25Agora, divergência mesmo está muito clara
08:28na classificação da ação desses traficantes,
08:31desses criminosos.
08:32Porque o discurso aqui, viu, Dora,
08:33da polícia do Rio de Janeiro,
08:35é que eles têm uma atuação típica de narcoterroristas,
08:39enquanto que o Lewandowski, aí sim,
08:41deixou bem evidente que tem uma opinião
08:44diametralmente oposta.
08:46Ele disse que narcoterrorismo,
08:48na verdade, terrorismo é uma coisa,
08:51tráfico de drogas é completamente diferente.
08:54O Lewandowski chegou até a dizer que o terrorismo
08:56é motivado por questões religiosas,
08:59enquanto que o tráfico de drogas
09:00tem outras motivações.
09:03Dora e Tiago.
09:04Vou passar para o Cristiano Villela.
09:06Tudo bem, Villela? Boa noite.
09:07Outro dia a gente entrevistou...
09:09Só uma...
09:10Oi, Dora, pode complementar.
09:12O Viga, nesse relato fantástico dele,
09:15muito detalhado,
09:16não deve ter percebido o que você disse,
09:19que o Lewandowski falou,
09:20que o narcotráfico,
09:21que o terrorismo é motivado
09:23por questões religiosas.
09:25Você não percebeu que você falou isso.
09:27Questões ideológicas.
09:30Porque você está o dia inteiro...
09:31Ideológicas, perdão.
09:33Ideológicas.
09:34Perfeito, Viga.
09:35Deixa eu passar para o Villela.
09:37Sobre essa história de narco-estado,
09:39outro dia a gente estava entrevistando aqui
09:41a desembargadora Ivana Davi,
09:43e ela falou, a gente questionou a desembargadora
09:45se o Brasil já deveria ser considerado um narco-estado.
09:49E ela falou, olha, ao que tudo indica,
09:51pode ser considerado.
09:52De qualquer forma, fica essa discussão.
09:55Cristiano Villela, boa noite.
09:56As suas primeiras impressões e a sua pergunta para o Viga.
09:59Pois é, Tiago.
10:01Infelizmente, a gente está caminhando a passos largos
10:04para ser considerado um narco-estado.
10:05Uma ótima noite a você, ao Viga, à Dora
10:08e todos que acompanham o Jornal Jovem Pan.
10:10Viga, nós tivemos aí,
10:12você acabou de relatar muito bem
10:14que nós tivemos aí essa união, vamos assim dizer,
10:19governo federal, governo estadual,
10:21vão constituir esse escritório.
10:23O governo federal vai fornecer ali
10:25uma série de itens que são importantes,
10:28são necessários para essas atuações da segurança.
10:31Agora, convém a gente lembrar
10:34que, de acordo com o que foi colocado ontem
10:36pelo governador Cláudio Castro,
10:39o Rio de Janeiro já havia feito pedido,
10:42pedido de estrutura, pedido de maquinário,
10:45de blindados, estrutura física
10:47para poder promover ações ostensivas
10:50nas comunidades do Rio de Janeiro.
10:52E essa ajuda foi negada ali por um parecer jurídico
10:55que dizia que só seria viável
10:58o fornecimento desses itens
11:00caso houvesse a GLO.
11:02Agora, diante desse acordo anunciado,
11:05mudou alguma coisa?
11:07Mudou os itens que serão fornecidos?
11:10Ou, de fato, agora há o interesse político
11:13do governo federal
11:14em ajudar o Rio de Janeiro nessa empreitada?
11:17Vilhela, boa noite para você.
11:21Obrigado, Dora, pela questão ideológica e não religiosa.
11:25Você está certíssima.
11:26E, mais uma vez, para você também, Tiago,
11:29ouvinte, espectador e internauta da Jovem Pan.
11:31Vamos lá.
11:32Eu acho que aqui estão tentando azeitar,
11:35tentaram construir quase que um gabinete
11:38para a melhor fluidez da comunicação
11:42entre dois entes, o estadual e o ente federal.
11:46Afinal de contas, vamos lá.
11:48O que aconteceu?
11:49Os pedidos para esses equipamentos,
11:51esses blindados da Marinha,
11:53foram endereçados no começo do ano
11:56ao Ministério da Defesa
11:57e não para o ministro da Segurança Pública
12:00da Justiça, Ricardo Lewandowski.
12:02Tanto que o Lewandowski disse que
12:03nunca recebeu esse tipo de pedido.
12:06E outros pedidos, que eram basicamente
12:08para a continuidade da Força Nacional de Segurança,
12:11tinham sido aceitos, tinham sido acatados.
12:13Então, havia aí uma espécie de descaminho
12:17da informação.
12:18O pedido saia aqui do Palácio Guanabara,
12:20ia para o Ministério da Defesa,
12:21consultava o Ministério da Justiça,
12:23que dizia que não sabia de nada,
12:25porque não houve uma interlocução
12:26entre Defesa e Ministério da Justiça.
12:28Então, a expectativa é que melhore
12:30a interface, a comunicação
12:34entre os entes federativos
12:36para que esse tipo de barreira
12:37não seja superada.
12:39Agora, as informações que vêm
12:41para que esse tipo de barreira
12:42seja superada, melhor dizendo.
12:44Agora, as informações que vêm
12:46do Governo Federal e de fontes
12:47aqui do Palácio Guanabara
12:49é que existe justamente
12:50uma divergência muito clara
12:52em aspectos que são fundamentais
12:55aqui para o Estado do Rio de Janeiro.
12:57Que divergência é essa?
12:58Porque há um entendimento
13:00do Governo Federal
13:01que para que haja a cessão
13:04desses blindados,
13:06é preciso decretar
13:06garantia da lei e da ordem.
13:08O que o ministro Lewandowski
13:09disse que não está sendo pensado,
13:12não está sendo cogitado.
13:13O governador Cláudio Castro
13:14também não quer solicitar
13:16ao Governo Federal
13:16garantia da lei e da ordem
13:18que dá poder de polícia
13:19às forças militares.
13:22E por que que haveria
13:23na interpretação de alguns
13:24de Brasília a necessidade
13:25da GLO?
13:26Porque o operador do equipamento,
13:28do instrumento desse blindado
13:30é um militar das Forças Armadas.
13:32Então, a gente espera
13:33que nesse escritório emergencial
13:36de enfrentamento,
13:37de combate ao crime organizado,
13:39essas pendências
13:40que parecem nuances,
13:41mas que para advogado,
13:42você entende muito bem disso, né?
13:43Meu caro Vilela,
13:44pode dizer se vai para a esquerda,
13:46para a direita,
13:46para cima ou para baixo.
13:47A gente espera
13:48que essas nuances,
13:49esses obstáculos,
13:51se existirem,
13:52possam ser superados
13:53prontamente,
13:54rapidamente,
13:55porque a visão
13:56aqui do Rio de Janeiro
13:57é que sem
13:58essa ajuda do Governo Federal,
14:00ajuda estrutural,
14:01com aparato,
14:02com forças armadas
14:04e principalmente dinheiro
14:05a um problema orçamentário
14:06e fiscal,
14:07nesse momento,
14:08não se conseguirá avançar
14:10no plano de retomada
14:11de territórios
14:12de muitas favelas
14:15aqui no Estado,
14:151.970%
14:18sob comando
14:19do Comando Vermelho,
14:20sob a égide
14:21do Comando Vermelho,
14:22uma economia
14:22que movimenta
14:23quase 300 bilhões de reais
14:25que hoje é capturada
14:26por traficantes
14:27e milicianos
14:28aqui do Estado,
14:29viu, Vilela?
14:30Ô, Viga,
14:31jornada longa,
14:32né?
14:32Então, a gente
14:33deseja a você
14:34um bom descanso,
14:35você volta na programação,
14:37claro,
14:37trazendo as últimas informações,
14:39acompanhando os desdobramentos
14:41dessa semana,
14:41ainda quarta-feira,
14:42uma semana interminável
14:43aí para quem está
14:45trabalhando no Rio de Janeiro.
14:47Valeu, Viga,
14:47obrigado mais uma vez
14:49e a gente vai continuar
14:49girando a nossa reportagem.
14:50A ver...
14:51É...
14:51Acho...
14:51...
14:57...
14:58...
15:00...
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