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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski (PT-DF), explicou a decisão do Governo Federal (PT-DF) de não classificar facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas. Após a megaoperação no Rio de Janeiro, o ministro rejeitou o termo "narcoterrorismo", afirmando que as facções visam o lucro e praticam crimes já tipificados no Código Penal, enquanto o terrorismo tem uma motivação ideológica ou política.
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NotíciasTranscrição
00:00O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, enfatizou que o governo Lula não planeja igualar facções criminosas a grupos terroristas.
00:09Para ele, os grupos não poderiam ser reclassificados, pois o Planalto não entende que a motivação e a atuação desses grupos sejam como o terrorismo,
00:18que normalmente envolve aspectos ideológicos, objetivos políticos e impactos sociais.
00:24No início deste ano, os Estados Unidos sugeriram que o PCC e o Comando Vermelho fossem reenquadrados,
00:30mas para o Executivo Federal, essa medida dificultaria muito o combate a esses criminosos.
00:36Já a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, se reuniu com familiares de mortos na mega-operação no Rio de Janeiro,
00:44chamando a ação policial de fracasso, tragédia, de horror inominável.
00:49Deixa eu já chamar os nossos comentaristas para analisar este fato, a rejeição do governo em reclassificar as facções criminosas como grupos terroristas.
01:00Vamos receber o Luiz Felipe Dávila para análise dessa notícia.
01:03Dávila, há um clamor por boa parte da população para que haja essa equiparação,
01:09para que os faccionados sejam enquadrados como terroristas.
01:13Mas isso tem sido rejeitado pelo governo federal.
01:16Boa noite e bem-vindo.
01:17Boa noite, Coba, boa noite, Mota, Beraldo e a nossa querida audiência.
01:23Coba, pelo menos este governo é coerente com as suas ideias.
01:27Um governo que trata criminosos como vítimas da sociedade
01:31se mobiliza sempre para rejeitar qualquer endurecimento de pena.
01:38Isto é, da natureza dos partidos de esquerda.
01:41Afinal de contas, sempre é a história de demonizar a polícia, vitimizar o criminoso
01:49e ser leniente com aqueles que cometem atrocidades no crime organizado.
01:55Daí esta atitude da ministra, do ministro e do governo.
02:00Agora, não importa o nome que nós vamos dar, se é organização terrorista ou mafiosa,
02:07o importante é que nós tenhamos a capacidade de aprovar leis de endurecimento de penas
02:14para crimes organizados.
02:17Por quê?
02:17Porque nós precisamos manter esses criminosos na cadeia para o resto da vida.
02:24Não é possível esta impunidade que reina no país, muito menos progressão de pena.
02:32Tudo isso acaba fazendo com que esses bandidos voltem à rua e continuem envolvidos nas facções.
02:38E, por último, as prisões se tornaram verdadeiras escolas do crime
02:46e o melhor lugar para recrutar novos faccionados.
02:50Daí, a medida tem que ser dura.
02:54O governo tentou dar uma resposta agora aprovando um projeto que já estava na gaveta do Senado há meses.
03:00Um projeto de lei do senador Moro, que foi agora finalmente aprovado.
03:06Que já endurece penas com pessoas que participam de facções criminosas
03:12e, pelo menos, a condenação tem que ser cumprida em regime de penitenciária de segurança máxima.
03:19Isto é um avanço, mas não é o suficiente.
03:23Precisamos caminhar rumo à criação desta lei antimáfia
03:27para que nós possamos ter os instrumentos legais, jurídicos e penais
03:31para desmantelar essas organizações que hoje dominam o país
03:37e faz com que cada vez mais caminhemos rumo a nos tornarmos um Estado
03:43que eu chamo de narco-Estado
03:45se nós não pararmos a ascensão dessas organizações criminosas.
03:50Deixa eu já receber o Cristiano Beraldo também chegando agora em Os Pingos nos Is
03:55para analisar essa resistência do governo em equiparar facções criminosas a grupos terroristas.
04:01Por que, Cristiano Beraldo? Boa noite, bem-vindo.
04:05Essa é a pergunta que não quer calar, Kobayashi.
04:08Boa noite a você, Aldávio Lomota.
04:09Boa noite à audiência que prestigia diariamente Os Pingos nos Is.
04:12Kobayashi, não há resposta para essa pergunta, porque, na verdade há, né?
04:17Mas a resposta é muito inconveniente.
04:21Essas pessoas que defendem a ação desses grupos terroristas,
04:26essas facções criminosas que tocam o terror no Brasil,
04:31elas são defendidas por pessoas que têm interesses muito mesquinhos.
04:34E na hora de revelar esses interesses, aí fica todo mundo querendo
04:38dar uma roupagem legítima para algo absolutamente ilegítimo.
04:43As cenas que assistimos hoje de membros do governo federal
04:48indo se solidarizar com bandidos que morreram
04:53demonstra que não há mais nenhum tipo de vergonha.
04:58Todas as barreiras foram ultrapassadas.
05:00E aí eles estão à vontade para militar no sentido de não querer classificar
05:06essas organizações criminosas como grupos terroristas.
05:10A alegação que eles fazem é muito curiosa, Kobayashi,
05:14porque eles dizem que, ao fazer isso,
05:17ao classificar facções criminosas como grupos terroristas,
05:20o Brasil corre o risco de permitir que outros países,
05:25que forças policiais ou militares estrangeiras,
05:29possam entrar no Brasil para fazer algum tipo de operação contra esses grupos.
05:34Ora, eles estão muito preocupados com a soberania nacional
05:37e o não envolvimento de forças estrangeiras para combater o crime.
05:41Mas eles não se incomodam nem um pouco de termos no Brasil,
05:47não apenas partidos políticos, mas, sobretudo,
05:49as ONGs que recebem dinheiro de organismos internacionais,
05:55da Ford Foundation, da Open Society, do Jorge de Soros,
05:59e essas organizações não governamentais militam contra a polícia
06:04de forma absolutamente declarada.
06:06Elas estão agindo de forma permanente,
06:09sempre para defender o interesse do bandido.
06:12É incrível que não tenha comparecido ao velório
06:16daqueles quatro heróis policiais que morreram na operação de terça-feira,
06:23representantes do governo federal,
06:26demonstrando que estão do lado da lei.
06:28Não.
06:28O governo federal se esforça em demonstrar
06:32que não está do lado da lei,
06:34sequer está do lado da população,
06:36porque houve uma manifestação maciça,
06:39sobretudo de pessoas do Rio de Janeiro,
06:41em apoio à operação policial.
06:44E o governo vai chorar a morte de criminosos
06:48que não foram mortos na biblioteca,
06:51não foram mortos na sala de aula,
06:53eles foram mortos de fuzil na mão,
06:56foram mortos enfrentando a polícia,
06:58foram mortos porque não respeitam a lei.
07:02E é preciso que o Brasil se torne um país
07:05onde apontar uma arma para a polícia,
07:08portar um fuzil,
07:10é, sim, uma sentença de suicídio,
07:14porque quem enfrenta a polícia
07:16tem que pagar com a própria vida.
07:18É só assim que a gente coloca a ordem na casa.
07:21Deixa eu já receber também, diretamente do Rio de Janeiro,
07:24o Roberto Mota,
07:24para analisar essa resistência.
07:26E, Mota, eu quero já passar a bola para você
07:28na linha do que falava o Cristiano Beraldo.
07:30Será que é mesmo uma resistência
07:33para que não haja interesse de outros países
07:36participarem dessa ofensiva
07:39contra as facções criminosas, hein?
07:41Roberto Mota, boa noite, bem-vindo.
07:44A resistência é ideológica
07:47e existe em toda a esquerda.
07:51Boa noite, Cobo,
07:53boa noite, meus colegas de bancada,
07:54boa noite à nossa audiência.
07:57No episódio da operação policial
08:00contra o narcotráfico no Rio,
08:03a desmoralização do governo federal
08:05foi grande, antes, durante e depois.
08:08Antes da operação,
08:11a polícia evitou o vazamento,
08:15que já tinha acontecido algumas vezes antes
08:17e causado o adiamento da operação.
08:21A operação, que lembre-se,
08:24foi para cumprir mandados
08:26de busca e apreensão e de prisão
08:28emitidos pela justiça,
08:31foi conduzida com um desempenho profissional.
08:36Os policiais prenderam
08:39ou neutralizaram
08:41boa parte da facção
08:44depois de uma operação
08:47que só poderia ter sido descrita
08:49como uma batalha
08:51na qual policiais
08:53enfrentaram centenas de criminosos
08:56uniformizados
08:58e armados com armas de guerra.
09:01depois da operação,
09:05em um momento histórico,
09:06a polícia e o governo do Rio de Janeiro
09:09conquistaram a opinião pública
09:12e deram uma lição
09:14ao governo federal
09:16na mídia.
09:18O governador Cláudio Castro
09:21disse
09:21as únicas vítimas foram os policiais.
09:25Essa é uma das declarações
09:28mais corajosas
09:30que eu já vi
09:31vindas
09:32de autoridades
09:33ligadas à segurança pública.
09:36Imaginem
09:37o sentimento do governo
09:38ao constatar
09:40que perderam
09:41o controle
09:42da narrativa.
09:44Imaginem o sentimento
09:45do governo federal
09:47quando viu
09:48outros governadores
09:50oferecendo ajuda
09:52ao Rio de Janeiro.
09:54O estrago
09:55foi tão grande
09:56que o governo
09:58deu quase
09:59uma volta
10:00completa
10:01e mudou
10:01o discurso.
10:03O governo
10:03esqueceu
10:04que já disse
10:05que traficante
10:06é apenas
10:08uma vítima
10:09do usuário.
10:10O governo
10:11pode ter mudado
10:12o discurso,
10:13mas o estrago
10:14já foi feito.
10:16Imaginem
10:17o que vai acontecer
10:19agora
10:19se resolverem
10:22caçar
10:22o mandato
10:24do governador
10:25Cláudio Castro.
10:26A aposta
10:27de muita gente
10:29é que o impacto
10:31dessa operação,
10:33a repercussão
10:34positiva
10:35da operação
10:36policial
10:37foi tão
10:38grande
10:39que nem
10:40a disputa
10:41pelo governo
10:42no estado
10:43no ano que vem
10:44será a mesma
10:45depois disso.
10:47Certamente
10:48todas as consequências
10:49políticas também
10:50dessa mega operação,
10:51né, Davi?
10:51Eu quero a sua opinião
10:52a respeito disso
10:53porque para além
10:55de toda apuração
10:57que haverá
10:57sobre essa
10:58operação
10:59policial, né,
11:01a possibilidade
11:02de
11:02dessa operação
11:05ser considerada
11:05uma ofensa
11:06ao que havia
11:06decidido o STF
11:08na DPF
11:09635,
11:10há também
11:11agora
11:11a situação
11:12eleitoral
11:13do governador
11:14Cláudio Castro
11:15que já respondia
11:16a um processo
11:17na justiça eleitoral
11:17que vai ver
11:18mais uma vez
11:19ali um julgamento
11:20acontecendo
11:21a respeito
11:21da sua
11:22condição
11:23eleitoral.
11:24Os impactos
11:25políticos
11:25disso tudo,
11:26hein, Dávila?
11:28Os impactos
11:28políticos,
11:29Cobo,
11:29depende muito
11:30da capacidade
11:31da oposição
11:32fazer esta
11:34narrativa
11:34espelhando os fatos
11:36que acontecem
11:37há muito tempo,
11:37como bem lembra
11:38o moto aqui
11:39desde a DPF
11:40635,
11:41tem que ir mostrando
11:42como essas atitudes
11:44de tratar o crime
11:45com leniência,
11:46com irresponsabilidade,
11:47permitindo que medidas
11:49façam que esses
11:50criminosos
11:51voltem rapidamente
11:52às ruas,
11:53colaborou
11:54para o crescimento
11:56dessas organizações
11:57criminosas.
11:58Como nós já falamos
11:59aqui,
12:00o PCC foi fundado
12:01em 1996
12:02no presídio
12:02de Itaubaté,
12:03hoje é uma das maiores
12:04organizações criminosas
12:05do mundo.
12:06Então é preciso
12:07entender
12:08esta falta
12:10de coragem
12:10de enfrentar
12:11o crime organizado,
12:13como isso foi
12:14na verdade
12:14uma espécie
12:16de incentivo
12:17para o crescimento
12:18do crime organizado
12:19no Brasil.
12:20Então,
12:20se nós não entendemos
12:22as causas,
12:23o Mota sempre gosta
12:24de lembrar das ideias,
12:26então tem que mudar
12:27as ideias
12:27e compreender
12:28as causas
12:29para poder enfrentar
12:30o problema.
12:31Agora,
12:32é preciso
12:33não só fazer
12:34um bom diagnóstico
12:35do passado
12:35para melhorar
12:37todo esse arcabouço
12:38jurídico,
12:39legal,
12:39de enfrentamento
12:40ao crime,
12:41mas ter uma estratégia
12:43para desmantelar
12:45o crime organizado
12:45no país.
12:47Porque,
12:47se nós tivermos
12:48uma atitude dessa
12:49como ocorreu
12:50no Rio de Janeiro
12:51e nós não tivermos
12:52um plano concreto
12:54para retomar
12:55território
12:56que vem sendo
12:57controlado
12:58há um tempão
12:58pelo crime organizado,
13:00nós não vamos sair
13:00dessa sinuca de bico.
13:02Porque se amanhã
13:03o Comando Vermelho
13:05volta a tomar
13:06conta
13:07do lado
13:09do Morro da Penha,
13:10o que acontece?
13:11Mostra o fracasso
13:12da operação.
13:12apesar do sucesso
13:14ter acabado
13:16com vários criminosos.
13:17Mas sucesso
13:18neste caso
13:19significa
13:20ocupação
13:21de território
13:22de maneira permanente.
13:24Para que as pessoas
13:24que moram lá
13:25possam entender
13:26que há um Estado,
13:27a lei do Brasil
13:28e não a lei do crime,
13:30a justiça do Brasil,
13:31há o serviço público
13:32de qualidade.
13:33Então,
13:34é preciso
13:35entender
13:36os efeitos
13:37desta
13:38péssima atitude
13:40dos governos passados
13:41em relação ao combate
13:43ao crime organizado,
13:44o que nós precisamos
13:45fazer para atacar
13:46o problema
13:47e principalmente
13:48que soluções
13:49terão de ser adotadas
13:50para desmantelar
13:51o crime
13:52e recuperar
13:53territórios ocupados
13:54pelo crime organizado
13:55há tanto tempo.
13:57O Cristiano Uberaldo,
13:59e a gente vê também aí,
14:00também nessa linha
14:01da política,
14:02enfim,
14:02a participação da ministra
14:03dos Direitos Humanos,
14:04a Macaé Evaristo,
14:06que classifica
14:06com termos fortes
14:07a operação policial,
14:09ela chama
14:09tudo isso
14:10de uma tragédia,
14:11de um fracasso,
14:13e diz que tudo isso
14:14foi um horror
14:15inominável,
14:17ela que foi designada
14:18pelo presidente
14:18para acompanhar
14:19as famílias
14:21daqueles que foram
14:22mortos nessa operação.
14:23Olha, Kobayashi,
14:27ela poderia ter razão.
14:29A operação
14:30foi uma tragédia,
14:32porque ela revelou
14:33uma presença estrutural
14:35desse crime organizado
14:38que vai tomando conta
14:39do Rio de Janeiro
14:40de uma forma
14:41cada vez
14:42mais impressionante.
14:44Quando nós temos
14:45jovens
14:46que, ao invés
14:48de ficarem na escola,
14:50se prepararem,
14:51buscarem um trabalho
14:52decente,
14:54levarem uma vida
14:55baseada no caráter,
14:57em valores
14:58da família,
15:00que sejam
15:01tementes a Deus,
15:03isso é uma tragédia.
15:04Quando você vê
15:05esses jovens
15:06no meio da mata
15:07com um fuzil na mão,
15:09a tal da japonesinha
15:10que tomou um tiro
15:11de fuzil na cara,
15:13que não estava ali
15:15para...
15:16pobre coitada,
15:18não sabia
15:18o que estava fazendo,
15:19não,
15:19ela estava ali,
15:20conhecida
15:21por andar armada
15:22na linha de frente
15:23da defesa
15:24do tráfico de drogas,
15:25dos traficantes,
15:26dessa organização criminosa
15:28que destruiu
15:29o Rio de Janeiro.
15:31Portanto,
15:31aquelas pessoas
15:32que foram eliminadas
15:34pela polícia
15:36são bandidos.
15:38Os mais de 100 fuzis
15:39que foram apreendidos,
15:41todas as drogas
15:42que foram apreendidas,
15:44demonstram
15:45a falência absoluta
15:47do governo federal
15:48em impedir
15:50que esses armamentos
15:51e essa droga
15:52entrem pelas fronteiras
15:54brasileiras.
15:56Então,
15:56nós estamos, sim,
15:57diante de uma tragédia,
15:59só que esta
16:00tragédia
16:01só se repara,
16:02só se combate,
16:03só se transforma
16:06a partir do enfrentamento
16:08direto
16:09e duríssimo
16:10ao crime
16:11organizado.
16:13De novo,
16:13eu repito,
16:14disse ontem aqui,
16:15é uma pena
16:16que essa operação
16:18de terça-feira
16:19não tenha acontecido
16:20de novo na quarta,
16:21não tenha acontecido
16:22hoje,
16:23quinta-feira,
16:23e não continue acontecendo
16:24semana que vem.
16:26Porque é só a partir
16:27deste enfrentamento
16:29duro e brutal
16:30é que outros jovens
16:32perceberão
16:33que o caminho do crime
16:35deixou de ser
16:36uma opção
16:37no Rio de Janeiro.
16:38Os pais,
16:40as mães
16:41e os pais,
16:42muitas vezes,
16:43quase sempre
16:44ausentes
16:45perceberão
16:47que se não
16:48derem
16:48o mínimo
16:49de orientação
16:50aos seus filhos,
16:52perderão
16:53seus filhos
16:53da mesma forma.
16:56Ninguém quer
16:56essa cena
16:57de uma mãe chorando
16:59vendo o seu filho
17:00morto a tiros.
17:02É claro
17:02que é uma cena triste.
17:04Agora,
17:05esta é uma cena
17:06produzida
17:07a partir das escolhas
17:08feitas
17:10por esses jovens.
17:12E se esses jovens
17:13estão preferindo
17:14seguir
17:14pelo caminho
17:15do crime,
17:17obviamente,
17:17houve
17:18algum problema
17:19sério
17:20nesse lar.
17:21Porque um lar
17:23onde se criam
17:23cidadãos,
17:24seres humanos,
17:26não se permite
17:27que a escolha
17:28para o crime
17:28seja a escolha
17:30feita pelos seus filhos.
17:31que o crime
17:32seja a escolha.
17:33Então,
17:33vamos lá.
17:34Vamos lá.
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