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O rapper Oruam publicou um vídeo nas redes sociais cantando um trecho de uma nova música inspirada na megaoperação policial realizada nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos, segundo as forças de segurança. Na letra, ele questiona: “Será que o crime acabou?”. Além disso, um perfil associado ao traficante Marcinho VP, do Comando Vermelho, também se pronunciou sobre a ação, afirmando que “o Rio virou cenário de luto e indignação” e pedindo paz nas comunidades.
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NotíciasTranscrição
00:00Agora, David, vamos falar do sempre polêmico Oruan agora, se me permite, podemos seguir adiante?
00:06Exatamente, até porque, né, a nossa audiência teve até um questionamento aqui agora, né?
00:11Agora eu quero ver.
00:12Vocês vão, a Mônica Costa tá colocando assim, vocês vão dar palanque pro Oruan,
00:17a gente traz a opinião dele e depois o contraponto, é assim que a gente faz aqui no Morning Show,
00:21porque é um espaço democrático.
00:23É isso, vamos falar sério, né?
00:24A culpa não é dele de existir, mas talvez a culpa é de setores, da imprensa, setores da opinião pública,
00:32setores da política que dão guarida, vazão e projeção pro que ele finge, ou pelo menos tenta representar.
00:40De qualquer forma, pessoal, é um dado objetivo da realidade, um personagem aqui que realmente tem um segmento considerável na sociedade
00:48e não pode ser simplesmente realmente descartado, muito pelo contrário.
00:52Agora, debatido é o que a gente vai fazer aqui profundamente, até porque foi nas redes sociais, pessoal,
00:56que diversas, diversas pessoas se manifestaram sobre a mega-operação Contenção,
01:02vários influenciadores, youtubers, artistas, políticos, enfim.
01:05A gente já vai estar trazendo todo o contexto aqui no entorno também do Oruan.
01:10Agora sim, também pra todo mundo nos ouvindo pela rede Jovem Pan, de rádio voltando pontualmente.
01:14Agora a gente segue repercutindo aqui, pessoal, que foi realmente os tudólogos de ocasião aí das redes sociais.
01:21Muita gente se manifestando em torno da mega-operação e estão mais que certos.
01:26Todo mundo no seu próprio direito aí de dar realmente a sua opinião sobre tudo o que aconteceu.
01:30Claro, a repercussão colossal foi um daqueles dias que a gente vai lembrar pelo resto da vida, eu imagino, né?
01:36Youtuber, artista, político, influenciador pra tudo que é lado.
01:38Porém, porém, porém, porém, contudo, todavia, o filho do Marcinho VP, um bandido narcoterrorista condenado, né?
01:46O polêmico rapper Oruan foi um deles.
01:50Vamos acompanhar exatamente o que ele disse aqui e, claro, repercutir com a bancada. Vamos lá.
01:53A mídia descobriu que matar bandido vende muito.
01:59E essa política é a que mais vende no Rio de Janeiro.
02:04No Brasil, a política que mais vende é de matar bandido.
02:07É... a sociedade, ela gosta do banho do sangue.
02:11A sociedade gosta de ver o sangue.
02:13E ela usa o bandido como o maior vilão pra esconder os verdadeiros bandidos que estão em grandes mansões,
02:23que pagam o governo todo pra não ser visto.
02:27Eu acho que tá claro aqui pra muita gente, né, pessoal?
02:30Essa tentativa de tentar, de alguma forma, mostrar que os bandidos tubarões brancos na Faria Lima,
02:36mancomunados com o crime organizado, ou também, eventualmente, os barões, o baronato do tráfico,
02:41só porque eles, de fato, enfim, na primeira oportunidade, saíram das favelas que eles se projetaram,
02:47de alguma maneira, isso exclui ou diminui o fato que a gente perdeu, simplesmente,
02:52que a gente tem 50,6 milhões dos nossos compatriotas sobreviventes, cidadãos brasileiros,
02:57vivendo sob a lei do fuzil, sob o julgo de facções criminosas.
03:01É quase 20... quase 30% da população brasileira hoje.
03:04Então, é como se uma coisa excluísse a outra, né, Mano Ferreira?
03:07E, pelo contrário, acho que a gente deveria ter uma visão completa de tudo, holística de tudo.
03:13O que você acha?
03:13Exato. A pior coisa nesse debate são as simplificações, né?
03:17E as tentativas de romantização ou de tratar como se o fato de haver bandidos de colarinho branco,
03:26e é claro que eles existem, excluísse o fato de que também há facções criminosas
03:32que exercem controle territorial, subjugando brasileiros pobres a uma ditadura, na prática.
03:40As duas coisas são verdade ao mesmo tempo.
03:44Há bandidos de colarinho branco que precisam ser combatidos,
03:47e há bandidos que exercem controle territorial e precisam ser combatidos.
03:53E precisam ser combatidos nos dois casos com inteligência, com eficiência.
03:58Há casos em que vai haver confronto armado, e a polícia exerce o legítimo poder de revidar,
04:07inclusive, com força.
04:09Ninguém coloca isso em questão.
04:11Policial não é peça de xadrez para ser descartado.
04:15Quando tem confronto armado, o policial tem que reagir e mata.
04:19A questão é, nós precisamos tratar disso de uma forma sem romantismo e com seriedade.
04:29Como que a gente reconquista os territórios que estão dominados por essas facções?
04:35Não é com operação isolada.
04:37É com operação, sim.
04:39É com confronto também.
04:41Mas dentro de uma estratégia que seja mais ampla e que dê sustentação para as ações da polícia.
04:49Lembrando que, enfim, os sinais que o Oruan vem emitindo, ele deve até, deve não, com certeza,
04:56ele vem, enfim, se apoderando do fato que sempre gera uma grande repercussão em todas as suas falas.
05:02Basta ver que ele já tem pretensão política para o ano que vem.
05:04Lembrando que é um sujeito que tem ninguém mais, ninguém menos que Elias Maluco,
05:08responsável por sequestrar, torturar e barbaramente assassinar o jornalista Tim Lopes.
05:12E também não passa de um verdadeiro porta-voz, um avalista, na opinião pública,
05:18do narcoterrorismo que escraviza as comunidades que ele diz defender.
05:22A verdade é essa.
05:23E a semiótica é tudo também, né?
05:24Ele com o cabelo vermelho, em reflexão também àqueles que foram detidos, muitos deles.
05:29Solidariedade, né?
05:30É, com o cabelo vermelho.
05:32Mas sabe o que mais me chama a atenção, Marinho?
05:34É, um perfil mantido na rede social, até mesmo o governo, né?
05:38Pretende regular as big techs, de um presidiário, de uma pessoa que tem uma conta oficial.
05:44Quem?
05:44O Marcinho VP, que é o pai do Oruan.
05:47A gente sabe, né?
05:49Quem que é o Márcio Nepomuceno, que é o comandante, o principal líder do Comando Vermelho,
05:55que tem no seu perfil ali no Instagram mais de 70 mil seguidores e a conta é administrada até mesmo por uma ONG.
06:02Então, da Academia Brasileira de Letras do Cárcere.
06:06Olha só que absurdo que a gente vê.
06:08Então, assim, uma pessoa que é presidiária e propagando também os discursos, né?
06:13Se colocando até contra, até tem a postagem, tá no vídeo, no retorno.
06:17Favela pede paz.
06:20É um tremendo absurdo que a gente vive.
06:22É, meu amigo, eu não duvido nada que se ele começar a fazer stories vai gerar mais engajamento
06:27que a nova série Tremembé a depender, porque é inacreditável
06:31o nível que chegou, o destemor, né?
06:34A esculhambação institucionalizada de uma vez por todas
06:37quando a gente vê um pilantra da pior espécie como esse tendo acesso a, enfim, virando criminal influencer.
06:43É isso? Não é possível.
06:45Vamos ver aqui de uma influenciadora política das boas, a Isa Piana, a opinião dela.
06:49Por favor.
06:49Sobre toda essa situação e, mais amplamente, essa encalacrada toda que a gente se meteu.
06:54Eu discordo completamente do Oruan, porque não, as pessoas não querem ver o derramamento de sangue.
07:00Elas querem ter paz.
07:02Eu moro num estado em que a gente vive a paz.
07:04A gente é exemplo pro Brasil.
07:07A gente teve aí um comentário dizendo que o Pará é exemplo e, com todo respeito,
07:10a gente tem que olhar pros estados que têm bons índices de segurança e replicar o que eles estão fazendo.
07:15E eu digo pra vocês, como é que a gente atinge essa paz?
07:18A gente tem um sistema integrado de segurança, tem uma sinergia entre polícia militar, polícia civil, polícia científica, guarda municipal.
07:26Lá, quando uma rua tá um pouco escura, a gente aperta o prefeito.
07:30Eu falo isso pras pessoas.
07:31Cobrem dos seus líderes e não adianta continuar votando em quem não resolve esse tipo de problema.
07:36Vou contar uma história rápida pra vocês do Vitor, de Jaraguá do Sul, um proprietário de uma área rural.
07:43Ele estava na sua chácara, no seu sítio, trabalhando.
07:45E ele viu que uma pessoa adentrou, né, a sua propriedade.
07:49Ele pediu uma vez, educadamente, pro bandido sair da propriedade dele.
07:53O bandido até ameaçou ele.
07:54Ele pediu mais uma vez.
07:56O bandido ameaçou novamente.
07:58Então, ele deu um disparo de arma registrada que ele tinha.
08:01Enfim, todos os registros, treinamento pelo exército.
08:04Deu um disparo no chão.
08:05Um disparo que a gente chama de disparo de advertência.
08:08O bandido continuou adentrando.
08:10A esposa do Vitor tava grávida.
08:12Então, ele atirou na perna do bandido.
08:14E aí, o que aconteceu?
08:15A polícia militar de Santa Catarina prestou uma homenagem ao Vitor.
08:20Agradecendo ele, dizendo o seguinte.
08:21Olha, a polícia não vai conseguir estar em todos os ambientes o tempo todo.
08:25Por isso que é tão importante ter a própria população ao lado da polícia.
08:28Ele foi homenageado.
08:30Então, eu digo pra você que tá aí sofrendo.
08:32Que não consegue sair de casa pra comprar um pão.
08:35Existe um Brasil que dá certo.
08:36Mas a gente precisa escolher bons líderes que resolvam esse problema.
08:40Apesar dos seus mandatos.
08:41Que pensem no longo prazo.
08:43A gente tem que seguir bons exemplos.
08:44E esses bons exemplos existem dentro do nosso país.
08:48É esse o recado que eu quero deixar.
08:50Bom recado.
08:51Mas também pra gente não perder de vista.
08:52Apesar de Santa Catarina sempre figurar entre talvez o estado ou um dos estados mais seguros.
08:57É de total ingenuidade a gente não medir o fato que o primeiro grupo catarinense tem, enfim, realmente células importantes por lá.
09:05Tocam o terror por lá.
09:06E também disputando até o controle do tráfico com o próprio PCC, que já migrou pra Santa Catarina em grande grau.
09:12É só pra dizer que o problema é estrutural e não fica restrito apenas ao Rio de Janeiro.
09:17Muito pelo contrário, é o Brasil degringolando pra se tornar cada vez mais um narco-estado.
09:23Tá na nossa hora de tentar reverter essa tendência toda preocupante.
09:26Mas existem diversas manifestações.
09:27David, eu vou fazer um rápido brinco só pra quem tá nos ouvindo, por favor.
09:29Pra quem tá nos ouvindo agora sim.
09:31Na rede Jovem Pan de Rádio, o Morning Show volta já já.
09:35David, perdão, agora sim.
09:36Não, é que tem várias manifestações, né?
09:38E essas narrativas também acabam ganhando força de, ah, qual é a legitimidade da polícia?
09:43Sabe, questionamentos que muitas vezes não cabem.
09:45E o pior disso são os comentários.
09:47Então tem a Deolane Bezerra, tem o Igão do Podipá, que se manifestou também contra a operação.
09:53Até fazendo uma alusão aqui que na Faria Lima, na Operação Carbono Oculto, não houve derramamento de sangue.
09:59Então são situações completamente diferentes.
10:01O crime organizado está presente nos mais diferentes ambientes.
10:04Em cada situação, a polícia tem que agir também de uma forma.
10:07Vamos ouvir o Igão, então.
10:09Temos aqui a sonora do Igão, vamos conferir.
10:14Enquanto a produção já prepara, agora sim.
10:17O Brasil não fabrica fuzil.
10:18O Brasil não fabrica arma.
10:21E como essas armas sobem o morro?
10:23Sabe?
10:25A maior apreensão de armas e fuzis já feita nesse país não foi numa favela.
10:31A maior operação contra o crime organizado foi na Faria Lima, não foi numa favela.
10:39Porque quem lucra de verdade com o crime, quem lucra de verdade com o tráfico de drogas, não está no Complexo da Penha.
10:46No Complexo da Penha, enfim, segue todo o exército que é recrutado e até explorado por esses tubarões e o baronato do crime,
10:57nesses castelos, enfim, tudo que foi erguido à base de muito sangue e corpo de vítimas inocentes, de trabalhadores inocentes.
11:06Então, é para não perder de vista isso, porque, de novo, essa dicotomia, essa tentativa de forçar essa dualidade,
11:11não se sustenta a um peteleco, vamos ser sinceros.
11:13Vamos aqui com o David Itaço.
11:15Não, e acaba querendo descredibilizar a ação, né, contra o crime organizado.
11:20Então, uma coisa não tem nada a ver com a outra.
11:21Cada situação, a polícia vai agir de uma forma.
11:24Se houve enfrentamento, os policiais também vão reagir.
11:26Lembrando que na Operação Carbono Oculto, né, citou, ah, não houve derramamento de sangue,
11:30como o Igão se pronunciou nas redes sociais.
11:33Só que não houve enfrentamento.
11:35Os policiais vão armados, sim.
11:36Eu acompanhei já diversas operações nos mais diferentes ambientes.
11:40E, seja ele em qual for, tem, sim, os policiais fortemente armados,
11:45porque, se tiver enfrentamento, eles vão reagir.
11:47A gente viu em Campinas, por exemplo, infelizmente, um policial, nessa quinta-feira,
11:51acabou sendo baleado numa operação, até mesmo, que prendeu o padrasto do MC Rian.
11:56Trouxe os detalhes lá na minha coluna, no site da Jovem Pan, né,
12:00se você quiser ter mais informações sobre isso, você pode ter lá no site também.
12:03Mas, assim, o enfrentamento, ele só é reativo.
12:06A polícia está preparada para agir.
12:09É, lembrando, né, que todos esses territórios, só para citar, enfim,
12:13Alemão, Penha, Morro do Juramento, Favela da Maré,
12:16o terreno todo ali é fortificado, com olheiros, tem barricadas,
12:20drones teleguiados com bombas acopladas,
12:22e, claro, a lei do fuzil imperando.
12:24E a gente tratar isso como normal, naturalizar essa rendição,
12:29é entregar os pontos.
12:29É melhor fechar para balanço e entregar de vez essa parcela que pode ser resgatada
12:35e participar do processo de tornar o Brasil uma potência,
12:38de destravar essas regiões que vão viver para sempre,
12:41se a gente só der de ombros e torcer o nariz
12:44e fingir que não é realmente uma parcela importante da nossa sociedade.
12:48Mano Ferreira.
12:49A cobrança por ações mais amplas e que consigam pegar também os bandidos de colarinho branco
12:56é correta, na minha visão.
12:57Uma coisa é a gente...
13:00Eu acho que a gente não pode reduzir o debate sobre o combate ao crime organizado
13:05a uma ou outra operação.
13:08A gente precisa entender que só venceremos o crime organizado
13:13se o Estado for mais organizado que o crime,
13:15e se for capaz de asfixiar as fontes de financiamento do crime organizado.
13:21E isso passa não apenas pelas operações de controle territorial,
13:26mas também pelas operações que punem aqueles que lavam dinheiro
13:30e que controlam os exércitos que acabam morrendo como soldados do crime.
13:36É isso aí, pessoal.
13:37Claro que a gente comemorou aqui, foi uma revelação bombástica.
13:40Estamos de volta também para quem está nos ouvindo, tá?
13:42A gente segue repercutindo aqui toda a situação do combate ao narcoterrorismo,
13:46todos os bandidos faccionados, facínoras Brasil afora, tudo que está envolvido,
13:50e bandido facínoras do colarinho branco nos salões do Olimpo, da Faria Lima.
13:55A gente comemorou a importância disso, mas de fato a gente só descobriu isso
13:58porque houve uma mega-operação contra eles também.
14:00Uma mega-operação não exclui a outra,
14:02são esforços complementares nessa guerra que tem que ser declarada em todos os sentidos.
14:07Agora, é importante a gente sempre reforçar, Mano Ferreira,
14:11que quem banca a máquina do Comando Vermelho efetivamente na ponta
14:16é sempre, em grande parte, o dinheiro do território, da droga, do gás, do gato net,
14:22de toda a extorsão institucionalizada por eles ali dentro.
14:26Então é para não perder de vista que talvez a fonte primária de receita
14:28para a manutenção da máquina criminosa
14:30venha exatamente do domínio desses territórios.
14:33Por isso que é tão fundamental a gente não perder isso de vista.
14:36Assinando embaixo aí, David, e a gente segue adiante.
14:39Não, teve até um condomínio que o síndico colocou em ata na reunião
14:42porque houve ali um comunicado do traficante oferecendo segurança para eles.
14:48E aí, como forma de medo, o síndico colocou na ata da reunião
14:52R$ 1.800 é mensalidade para o traficante aqui fazer a nossa segurança.
14:56Então, a que ponto nós chegamos? De que forma que a gente vai enfrentar isso?
14:59Só com ações como essa.
15:01E muita coragem política, muita paciência.
15:03Serão longas, duras, trágicas noites e dias de enfrentamento.
15:09Mas também, enfim, só apenas passar o serol e dar de ombros
15:13não é definitivamente a solução.
15:15A gente tem que ver as autoridades firmadas nesse sentido.
15:18Oi, senão.
15:19Oi, senão.
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