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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que deixará um legado duradouro na economia brasileira, com destaque para a reforma tributária.

Em seminário realizado em São Paulo, o ministro defendeu o trabalho do governo Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que a gestão está arrumando a "bagunça" deixada pelo governo anterior, especialmente no que tange ao pagamento de precatórios.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/5WZo-go9qKM

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Transcrição
00:00Agora, diante da forte pressão por ajuste fiscal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, garantiu que vai deixar um legado na economia.
00:08A reportagem é de Marcelo Matos.
00:11O ministro da Fazenda garante que prefere ficar com a pecha de ter gastado mais do que ficar com a pecha de caloteiro.
00:21Fernando Haddad participou do seminário de precatórios do Instituto dos Advogados de São Paulo.
00:27Nós repudiamos o calote que foi dado pelo governo anterior e não queremos seguir esse caminho que, na nossa opinião, só desmerece o país.
00:36Só coloca em risco a credibilidade do país.
00:43As pessoas não tiram da minha conta o que eu paguei da gestão anterior.
00:47Colocam na minha conta.
00:48Mas eu sei que eu paguei uma dívida do governo anterior que tinha que ser paga.
00:52Então eu prefiro ficar com a pecha de ter gastado mais, mas não ficar com a pecha de caloteiro.
00:56O recado é direto ao ex-ministro Paulo Guedes, na aprovação da PEC dos Precatórios, em 2021,
01:05que autorizou o adiamento da quitação de dívidas judiciais da União para 2027,
01:11e abriu espaço para outras despesas federais.
01:16Diante das críticas de estouro das contas públicas e também a cobrança por um ajuste fiscal,
01:22o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, garante que deixará um legado para a economia do país.
01:29A menor inflação em quatro anos da série histórica, a menor taxa de desemprego e também o aumento da renda real dos brasileiros.
01:38Mas ele critica que quem acompanha o noticiário fica com a impressão de que o Brasil vai acabar.
01:45O presidente, anteontem, me pediu para fazer um curto balanço de dois minutos do legado que ele pretende deixar na economia.
01:56E eu dizia coisas que surpreenderam a audiência.
02:01Eu falava, nós vamos ter a menor inflação em quatro anos da história do Brasil.
02:06Da história do Brasil.
02:09Não é de cinco anos para cá, dez anos para cá.
02:12Estou falando da nossa história.
02:13A menor taxa de desemprego.
02:16Nós vamos entregar com a menor taxa de desemprego da série histórica do IBGE.
02:20E a gente lê os jornais, parece que o país vai acabar.
02:23Mas recentemente o governo Lula foi beneficiado por outra emenda constitucional
02:29que alterou as regras dos precatórios e gerou uma lacuna de doze ponto quatro bilhões de reais em dois mil e vinte e seis.
02:38Justamente no ano das eleições presidenciais.
02:42Durante o evento do IASP, aqui em São Paulo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad,
02:48criticou o pagamento de precatórios na casa de dez bilhões de reais que subiram na ordem de pagamentos.
02:55E também reforçou que muitos advogados estão promovendo o acesso de benefícios sociais de maneira indevida.
03:03Uma má atuação classificou.
03:05E citou no INSS, que é alvo de investigações sobre desvios de aposentadorias.
03:14O assunto agora é a economia, Diego Tavares.
03:16Está aí o ministro Haddad falando que quer deixar um legado.
03:19Ele aponta para índice de desemprego, baixo índice de desemprego, menor inflação da história, enfim.
03:26Mas parece que o brasileiro não vive de índice de inflação.
03:31Como que esses números têm chegado ou não têm chegado no dia a dia, no supermercado, na vida dos brasileiros?
03:38Qual vai ser o legado na prática dessa gestão à frente do Ministério da Fazenda, do ministro Fernando Haddad?
03:45Haddad disse que vai deixar um legado, Kobayashi.
03:47Ele não disse se um legado positivo ou negativo.
03:51Enfim, é bem o que você disse.
03:53Infelizmente, nós não temos na prateleira do supermercado, na bomba do posto de combustível,
04:01não temos no acesso ao consumo, no poder de compra do salário,
04:05esse milagre econômico que Haddad sempre prega nas entrevistas.
04:09E aí, essas desculpas, querer jogar a culpa para o governo anterior,
04:14que já não está mais gerindo o país há mais de três anos,
04:17querer jogar essa culpa para o INSS, enfim,
04:22que curiosamente é alvo de um escândalo de corrupção,
04:25talvez batendo o recorde do Petrolão,
04:27o maior escândalo de corrupção da história do país,
04:31que envolve diretamente figuras como o próprio irmão do presidente da República,
04:34entre as instituições investigadas, enfim.
04:39Haddad precisava, de fato, focar naquilo que poderia resolver o problema do Brasil,
04:44porque arrecadação tem.
04:45Ano após ano, o Brasil está batendo recorde de arrecadação.
04:49Agora, em 2025, vai bater recorde de arrecadação mais uma vez.
04:53O problema é que cada recorde de arrecadação
04:55é acompanhado também de um recorde de gasto público.
04:59Então, nós temos o maior rombo das empresas estatais da história,
05:03temos o maior rombo geral nas contas públicas da história
05:06e tudo o que se fala em âmbito federal é em promover mais arrecadação,
05:11mais impostos, pesar mais ainda o Estado brasileiro
05:14nas costas do setor produtivo e, em momento algum,
05:17discute-se aquilo que deveria ser discutido,
05:19que é o corte de gasto da máquina pública,
05:22o enxugamento da máquina pública,
05:23a privatização dessas estatais deficitárias.
05:26Enquanto isso não for para a mesa,
05:28nós não estamos falando de uma gestão econômica pragmática,
05:31nós estamos falando só de ideologia
05:33e, enquanto falamos de ideologia,
05:35mais e mais o Brasil é aparelhado,
05:38mais e mais o Brasil custa caro para o contribuinte
05:40e a situação, infelizmente, só piora.
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