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O governo de Lula (PT) recebeu um alerta vermelho com a nova pesquisa PoderData, que aponta 51% de reprovação. O índice, que indica que a maioria dos brasileiros desaprova a gestão, acende o debate sobre a capacidade do Planalto de conquistar a reeleição em 2026.

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Transcrição
00:00É importante a gente trazer esse debate e o complemento que é essa notícia que eu vou destacar,
00:07porque o governo federal permanece com alta rejeição entre os brasileiros.
00:12Segundo a pesquisa Poder Data, que foi divulgada hoje, 51% da população desaprova a atual gestão,
00:19enquanto 44% aprovam.
00:22O levantamento acende alerta dentro do Planalto, principalmente no ano anterior às eleições.
00:28Essa pesquisa ouviu 2.500 pessoas em 178 municípios entre os dias 27 e 29 de setembro.
00:36Vou começar essa com o Túlio Nassa.
00:38Túlio, o que achou desse índice? 51% reprovam a atual administração.
00:45O que acha que mais contribuiu para esse índice de rejeição?
00:50Olha, Caniato, com certeza o que contribui para esse índice de rejeição é a política econômica errada do governo federal.
00:59É aquela que leva à inflação, que leva à necessidade de juros altos.
01:04É por isso que o governo Lula tem esse índice de reprovação, além das suas promessas, né?
01:08Picanha barata e outras coisas mais.
01:11Um Brasil das maravilhas que não é o que acontece com o cidadão no dia a dia.
01:14Agora, eu estava conversando com o meu amigo Renato Dorgan, hoje, que é um cientista político, grande conhecedor dessa arte das pesquisas,
01:23e esse é um número preocupante para as eleições do ano que vem.
01:27Porque aqueles que aprovam ainda o governo Lula, que é 40 e poucos por cento,
01:31grande parte deles não é que aprovam porque votariam no Lula,
01:35é porque aprovam porque consideram um governo regular.
01:37Então, o governo Lula, ele tem hoje uma grande dificuldade de furar a sua bolha político-eleitoral.
01:44Porque para ganhar uma eleição, especialmente num segundo turno,
01:48ele precisa não só agradar o eleitor da sua bolha, mas agradar o eleitor despolarizado.
01:54Aquele eleitor que não é bolsonarista, ou não é necessariamente um eleitor de direita,
01:59mas que vai votar num candidato mais pragmático,
02:03num candidato que ele entende que seria um gestor técnico.
02:07É por isso que essa pesquisa acende um alerta muito grande ao governo federal, Taniato.
02:12Pois é, dificuldade do Planalto de melhorar o seu índice de aprovação.
02:18Você nota 51% dos brasileiros, segundo essa pesquisa,
02:23reprovam a atual administração.
02:2851%? 51%?
02:30Olha, se eu acreditasse em pesquisas, essa daí seria um prato cheio para um comentário irônico, sarcástico.
02:40Mas eu não acredito em pesquisas.
02:43O retrato que eu tenho da realidade é o da minha experiência diária.
02:48E o resultado da minha experiência diária, da minha pesquisa,
02:53é um oceano de indignação e revolta com um governo ideológico, gastador e populista,
03:03preocupado apenas em se vingar dos adversários e garantir o poder a qualquer custo.
03:10Você acha que aspectos econômicos contribuíram mais para essa taxa de reprovação, Koba?
03:17Ou há outros elementos para nós considerarmos?
03:21Os aspectos econômicos, Taniato.
03:24A questão é que eu não vejo como o governo preocupado com esse número.
03:30Em alerta, não.
03:31O governo celebra esse número de 51% de reprovação.
03:34Se a gente pega a curva em relação às últimas pesquisas, é uma curva descendente.
03:40Desde maio é que o governo Lula tem diminuído o índice de reprovação.
03:46E quando a gente pega o pico de desaprovação que foi lá em maio,
03:49segundo essa mesma pesquisa da Poder Data,
03:52foi exatamente no momento em que a gente falava o tempo todo sobre o preço das coisas.
03:57O preço do ovo caro, o preço do café caro, o preço do chocolate caro,
04:00o preço, lembra até do chocolate da Pásco que estava caro na época da Pásco, enfim.
04:05As coisas caras, quando a pessoa chega no mercado e olha para um produto e vê aquilo cara,
04:10aquele preço muito caro, inacessível, ele põe culpa automaticamente no presidente da República.
04:17Assim como a segurança é culpa do governador, o problema no posto de saúde ou no buraco da rua
04:21é culpa do prefeito automaticamente.
04:24Então, a questão econômica é o que elevou o índice de reprovação,
04:28mas alguma outra coisa tem feito com que o presidente diminua esse índice
04:33e se a curva for uma tendência a se replicar na próxima pesquisa,
04:41a gente vai ter uma diminuição ainda maior.
04:43Então, este é um número celebrado pelo presidente.
04:47E isso deve ser um alerta, sim, na oposição.
04:50E começar a identificar por que aqui nesses últimos meses
04:52houve uma diminuição da reprovação do presidente
04:54e um aumento, inclusive, da popularidade.
04:57Ah, e as pessoas façam as suas contas.
04:59Será que tem a ver com a taxação?
05:01Será que tem a ver com as ações do próprio Eduardo Bolsonaro?
05:05Porque boa parte das pessoas atribuem a ele a popularidade do Lula.
05:08Ele acabou ressuscitando uma possibilidade de reeleição.
05:12Algumas pessoas falavam, inclusive, que o presidente Lula considerava não sair candidato no ano que vem,
05:16dado o altíssimo índice de rejeição,
05:19e que agora viu a chance ressuscitar.
05:23Por culpa de quem?
05:24Da economia? De tudo isso? Não.
05:26Por culpa, exatamente, da oposição batendo cabeça.
05:29Então, é um número de alerta.
05:31Não para o presidente, mas sim para a oposição.
05:33Pois é, muitos falam, inclusive, que o presidente estaria muito entusiasmado
05:37e animado para disputar a reeleição.
05:40Quer fechar você, Túlio, em cima disso que o Colba destaca?
05:45Muitos disseram, bom, foi um presente dado para a atual administração.
05:49Caiu no colo do presidente que estaria administrando bem essa crise com os Estados Unidos
05:55para, inclusive, catapultar o seu projeto de reeleição em 26.
06:03Perfeito, Caniato.
06:04O que o Colba falou tem o sentido, realmente, de que há uma melhora na aprovação do governo Lula
06:10e o fator é sensível.
06:13O fator é a taxação do governo dos Estados Unidos,
06:16é o discurso do presidente na ONU.
06:18São essas questões aí, político-ideológicas, que têm feito com que essa reprovação diminua um pouco.
06:24O problema é que isso pode ser um voo de galinha,
06:26porque as últimas pesquisas já mostram que já está no nível de platô.
06:30Ele já não está descendo mais a reprovação como descia há um mês atrás.
06:35Então, a grande questão do presidente Lula é chegar no número mágico de 60% de aprovação para frente.
06:41Aí, sim, ele seria considerado um candidato que realmente tem a maior chance de vencer as eleições no segundo turno.
06:48Isso de acordo com, evidentemente, analistas de ciência política.
06:53Isso não é uma ciência exata.
06:55E lembrando que nós estamos há um ano e pouco da eleição.
06:59Então, muita água vai rolar debaixo dessa ponte.
07:01Mas eu não consigo ver, Caniato, é como o governo pode melhorar a economia do Brasil até as eleições.
07:07Porque esse, sim, seria o fator que, para além da questão do tarifácio,
07:12daria um combustível para o presidente Lula superar mais um degrau de aprovação do seu governo.
07:17Então, o problema realmente está na capacidade do governo melhorar a sua economia.
07:22Eu acho que esses seriam os números finais que o governo estaria buscando.
07:26Mas é muito difícil, segundo a minha simples e mera opinião.
07:31Mas talvez o atual governo e o presidente da República
07:35alutassem uma estratégia de se apegar justamente a esse conflito com os Estados Unidos.
07:41Escolher elencar alguns inimigos e criar a sua narrativa pensando na campanha eleitoral,
07:49no processo eleitoral de 26, né, Mota?
07:52É preciso também considerar essa como uma estratégia para a reeleição.
07:59Eu tenho uma leitura diferente, né?
08:02Uma leitura pessoal, não é baseada em pesquisas, nem em nenhuma análise mais profunda.
08:08É baseado no que eu observo.
08:10Eu acho que, primeiro, eu não acredito nessas pesquisas.
08:15Acho que elas não refletem absolutamente a realidade.
08:17E eu não enxergo um aumento da popularidade ou da aprovação do governo
08:24porque as pessoas estão colocando a culpa nas sanções e Eduardo Bolsonaro na direita.
08:33Eu absolutamente não vejo isso em nenhum lugar.
08:36As pessoas estão muito conscientes, sabem o que está acontecendo,
08:41entendem o que representam essas sanções.
08:43O que eu vejo é um governo que está pensando na eleição do ano que vem,
08:49enquanto o principal líder da oposição está preso em casa,
08:54numa prisão domiciliar inexplicável,
08:57porque a PGR não apresentou uma denúncia contra ele,
09:01apresentou contra duas outras pessoas.
09:03O principal líder da oposição que foi submetido a um julgamento
09:07que foi descrito no voto do ministro Fux.
09:12É um julgamento, um foro indevido, completamente.
09:15Esse julgamento não deveria estar acontecendo aqui.
09:17Depois o ministro Fux leu lá o voto dele dizendo,
09:21olha, a conduta criminal, a conduta dos réus,
09:24não se enquadra na definição do crime.
09:27Então é um governo que tenta de tudo para demonizar as forças políticas de direita.
09:34A gente vê inúmeras iniciativas de perseguição contra parlamentares de direita.
09:40As pessoas que têm um pensamento político conservador ou liberal
09:44têm medo no Brasil de hoje de se expressar.
09:49Então, como é que num ambiente como esse
09:53a gente vai esperar qualquer outra coisa
09:56que não seja o governo dizer que está animado,
10:00está confiante, que está louco pelas eleições do ano que vem.
10:04Eu não vejo nenhuma outra possibilidade a não ser essa.
10:09Agora, restaurada a normalidade,
10:14voltando à liberdade das pessoas dizerem o que pensam,
10:17do que pensam, dos parlamentares,
10:20de poderem dar a sua opinião livremente,
10:23sem medo de serem caçados, presos, processados.
10:26Aí nós vamos ver como é que fica essa história da popularidade.
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