- há 1 dia
- #jovempan
- #ospingosnosis
O presidente Lula (PT) adotou tom eleitoral durante uma reunião ministerial do governo. Na ocasião, ele acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de buscar interferência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas eleições brasileiras. Lula também cobrou mais apoio de aliados e criticou o atual cenário político.
Assista na íntegra:
https://www.youtube.com/live/xaSWijWj5B4
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no X:
https://x.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#OsPingosnosIs
Assista na íntegra:
https://www.youtube.com/live/xaSWijWj5B4
Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S
Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/
Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews
Siga no X:
https://x.com/JovemPanNews
Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/
TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews
Kwai:
https://www.kwai.com/@jovempannews
#JovemPan
#OsPingosnosIs
Categoria
🗞
NotíciasTranscrição
00:00Outro destaque, porque nesse tom de campanha, o presidente Lula usou essa reunião para cobrar mais apoio de seus aliados
00:07na disputa pela reeleição.
00:09Disparou várias críticas a seus opositores.
00:12Nessa tentativa de retomar o discurso de defesa da soberania do Brasil, o petista acusou Flávio Bolsonaro de buscar interferência
00:21do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas eleições presidenciais.
00:25Depois, Lula reclamou da política, afirmando que virou um negócio em que cargos têm um preço muito alto e piorou
00:33muito.
00:33Por fim, ele confirmou que Geraldo Alckmin será o seu vice, mais uma vez, na chapa que disputará a reeleição.
00:42Bem, terminamos com o Beraldo. Vou agora para o Luiz Felipe Dávila.
00:45Você, Dávila, presidente Lula, então, já assume a persona de candidato, revela que Geraldo Alckmin não disputará o Senado,
00:54irá com ele nessa chapa para caminhar, para tentar a reeleição.
01:00E é esses aspectos, essa reflexão que ele faz sobre a oposição.
01:05Flávio Bolsonaro estaria atuando nos bastidores para interferir na soberania nacional, né?
01:11Buscar o apoio de Donald Trump, enfim.
01:13Essa retórica já foi usada para Eduardo, para Jair.
01:17Agora, tentando colar também nas costas do Flávio essa pecha.
01:23É, Canhato, o dicionário do populismo serve para qualquer lado, seja populismo de direita ou de esquerda.
01:30O fato é que o presidente Lula transforma qualquer evento em comício político.
01:37Eu tenho impressão que até a noite, quando ele acorda e vai pegar uma água na geladeira,
01:42quando ele abre a geladeira e acende a luz, ele começa a fazer discurso de campanha,
01:45porque é uma coisa inacreditável, é irresistível.
01:47Então, até a geladeira deve escutar os comícios do Lula à noite,
01:51quando tem que pegar alguma água para dormir à noite.
01:55Então, o segundo ponto é que ele confessa que essa república do rabo preso
02:03virou a república das barganhas.
02:05Tudo tem preço, tudo custa, tudo tem um toma lá, dá cá.
02:11É uma vergonha, é o retrato da desmoralização da gestão pública.
02:16É um retrato da desonra que esses políticos vêm exercendo os cargos públicos.
02:23O Brasil perdeu completamente.
02:26O Brasil não.
02:27Os políticos brasileiros perderam a compostura em relação ao que é a gestão pública,
02:34o que é a ética na administração pública.
02:37É uma vergonha.
02:38Então, nós temos um presidente que faz comício em qualquer lugar.
02:41Se fosse um presidente de direita, provavelmente já teria que responder processo, já estaria...
02:46Mas como é um presidente da esquerda, como é o Lula,
02:50pode-se fazer campanha em qualquer ato, até mesmo em reunião ministerial.
02:55E segundo, essa confissão pública de que a república virou um toma lá, dá cá.
03:01Que tudo tem preço.
03:02É o retrato da vergonha que chegamos nesta república do rabo preso.
03:09Pois é, deixa eu chamar o Bruno Musa para avaliar também essa situação que envolve uma reunião
03:17que acaba servindo de despedida para aqueles ministros que irão disputar cargos nas próximas eleições.
03:25Então, teremos aí ministros que geralmente atuavam nos ministérios, talvez até técnicos, né?
03:31O número dois ou até o número três do ministério.
03:33Esses assumirão as responsabilidades até o final do mandato.
03:37Mas essa gestão abraçará esse desafio, né, Musa?
03:42De fazer Lula presidente mais uma vez.
03:46E isso pode ter consequências, inclusive no dia a dia da presidência da república e dos ministérios.
03:52Precisamos estar atentos ao quê?
03:56Pois é, tentarão fazer dele presidente mais uma vez, aos 80 anos de idade,
04:01cometendo diversas gafes, errando o nome de pessoas, errando inclusive a data de quando o governo dele acabaria,
04:08errando o forte, errando o nome de ministro.
04:11Isso aconteceu ao longo dos últimos anos.
04:13Então, 80 anos de idade, passando por um processo onde o gasto fiscal está cada vez mais acerbado,
04:20falaremos adiante dos rombos das estatais e dos rombos das contas públicas
04:24que vêm batendo recorde, atrás de recorde.
04:26Mesmo assim, eles farão de tudo para tentar a reeleição do presidente Lula.
04:33Ou seja, zero preocupação com, de fato, o futuro do país como um todo.
04:38Agora, me chama a atenção que ele fala que a política virou um negócio.
04:42Desde quando a política não foi um negócio?
04:45O ponto é que cada vez está mais caro.
04:48Afinal de contas, nos últimos anos, nas últimas décadas,
04:51nós nos acostumamos com o chamado teatro das tesouras.
04:55Eles se intercalavam ali entre eles.
04:57A gente acreditava que um seria um pouco mais ameno, outros menos,
05:01mas eram basicamente farinha ali do mesmo saco.
05:04Agora, quando há uma concorrência, não estou fazendo juízo de valor em nenhuma delas,
05:08mas se há mais concorrência, significa que nós, pagadores de impostos,
05:13temos que sustentar toda essa máquina.
05:15Não apenas de 38 ministérios e tudo que vem debaixo do guarda-chuva.
05:18Todas as emendas, mas 60 bilhões de reais em emendas aprovadas no orçamento.
05:24Tudo isso em meio a esquemas e escândalos de corrupção cada vez maiores,
05:29desvio de dinheiro público.
05:31E nós temos que assistir a tudo isso.
05:34Então, dizer que agora a política virou um negócio,
05:36ora, faça meu favor, é mais um atestado de que nós somos completamente ignorantes
05:42e nos atestam de burros cada vez mais.
05:45Não, nós sabemos fazer análise e temos o direito à nossa própria opinião.
05:50Portanto, a política sempre foi um negócio.
05:53Cada vez mais ela está mais cara, porque há concorrências nessa política,
05:57seja o populismo de todos os lados possíveis, onde nós somos obrigados a financiar.
06:02E cada vez mais o discurso eleitoreiro e populista do Lula toma forma,
06:07criticando quem de fato agora ele resolveu abrir a opinião contra,
06:12que é Flávio Bolsonaro, que parece que será o seu principal concorrente nas eleições.
06:16Pois é, o Musa acaba destacando uma parte dessa fala do presidente da república,
06:21foram várias, mas teve esse pensamento a respeito da política.
06:25A política hoje em dia, deixa eu passar para o Mota,
06:27quando o Lula faz essa reflexão,
06:30ah, ele está insatisfeito com a política, as coisas mudaram muito,
06:34a política virou um negócio em que os cargos têm um preço muito alto
06:39e a política piorou demais, viu, Mota?
06:42Palavras do presidente da república.
06:44Esse é o diagnóstico dele.
06:46A gente sabe disso, Caniato, e a gente concorda.
06:51Agora, essa obsessão do atual governo com os Estados Unidos continua.
07:01E esse é um fator curioso, porque ninguém sabe qual será a posição do governo americano
07:08em relação às próximas eleições aqui no Brasil.
07:12Ninguém sabe.
07:13O que nós sabemos é que inicialmente o governo Trump
07:18parecia aliado com a oposição brasileira.
07:24Subitamente, de repente, ele começou a demonstrar afeição
07:30pelo atual governo do Brasil.
07:33E isso começou naquele episódio na ONU,
07:37quando o teleprompter quebrou,
07:40e Trump resolveu fazer uma fala improvisada,
07:43dizendo que tinha encontrado com o representante no Brasil no corredor,
07:48que tinha sido um clima bom.
07:50E aí começou essa demonstração de afeto
07:54pelo atual governo do Brasil.
07:55O que contraria a estratégia eleitoral do governo do PT,
08:01que é de se mostrar inimigo do imperialismo americano.
08:05Tem uma coleção de declarações absurdas
08:08a respeito disso.
08:09Aí depois, o Trump retirou as sanções magnéticas que tinham sido aplicadas,
08:16e ficou uma confusão.
08:18Ninguém sabe qual será a posição do governo americano.
08:21Agora, uma coisa é certa.
08:24Trump gosta de vencedores.
08:27Então, seja quem for o vencedor da próxima eleição no Brasil,
08:33certamente vai ter o apoio dele.
08:35Pois é, e Lula, inclusive, nessa reunião,
08:38retomou aquela reflexão à defesa da soberania no Brasil,
08:42mencionou o nome de integrantes da família Bolsonaro,
08:46especialmente Flávio,
08:47tentando conectar a família e o pré-candidato do PL à presidência
08:51a uma suposta tentativa de interferência norte-americana aqui no Brasil.
08:57Deixa eu passar para o Cristiano Beraldo,
08:59porque tem esse aspecto destacado pelo presidente da República
09:04quando ele faz essa análise.
09:06A política, hoje em dia, piorou demais.
09:08Os cargos têm um preço muito alto.
09:11Mas e anos atrás, ou décadas atrás?
09:15As coisas eram muito melhores, Beraldo?
09:18Beniatto, vamos considerar que essa manifestação
09:21vem de alguém que, no seu primeiro mandato,
09:25lá que começou em 2003, há 23 anos,
09:29já comprava apoio no Congresso,
09:31o seu governo, conforme as revelações
09:34que o caso Mensalão trouxe à sociedade brasileira,
09:38comprava apoio no Congresso com mala de dinheiro.
09:41Então, se ele vem falar agora
09:44que a política ficou muito cara,
09:46você imagina como é que estão
09:48os patamares de negociação agora,
09:51porque as malas de dinheiro já não resolvem mais.
09:54Então, o presidente é líder máximo da esquerda brasileira.
10:00Ele assumiu a presidência da República em 2003,
10:05depois de algumas tentativas de como candidato a presidente,
10:09criou o Partido dos Trabalhadores na década de 80,
10:13indicou a sua sucessora Dilma Rousseff,
10:16que era uma pessoa completamente desconhecida do grande público,
10:20sem nenhuma aptidão para o palanque,
10:25mas Lula era um líder tão forte
10:28que conseguiu fazer Dilma Rousseff
10:31presidente da República e ser reeleita.
10:34Portanto, Caniato,
10:36se a qualidade da política brasileira caiu,
10:41deve-se a essas duas décadas
10:45de gestão do Partido dos Trabalhadores
10:48na presidência da República.
10:50Graças às artimanhas aplicadas
10:55para o exercício do poder,
10:57a promiscuidade estabelecida
11:00para a relação com o Congresso Nacional,
11:03a relação com o Supremo Tribunal Federal,
11:07que foi sendo deturpada
11:08a partir da indicação dos amigos jovens,
11:14ao invés daqueles juristas
11:17com notável saber jurídico e reputação ilibada,
11:21a partir das ações concretas
11:24desse presidente que hoje se manifesta,
11:27é que a política brasileira
11:28está afundada numa lama da desonra,
11:32como nós estamos vendo há décadas no Brasil.
11:34me revolta ouvir esse tipo de manifestação
11:39sem que o interlocutor fique
11:42com as bochechas rosadas de vergonha,
11:45porque com essa manifestação
11:47demonstra que não tem absolutamente
11:49nenhuma vergonha nesta cara de pau.
11:53Pois é, e tem a manifestação dele
11:56em relação a Flávio Bolsonaro,
11:57esse é um outro aspecto
11:59que eu vou pedir para os nossos comentaristas
12:01analisarem,
12:02porque isso talvez dê o tom da campanha
12:06e qual será a estratégia adotada
12:09pelo presidente,
12:10barra, agora, né,
12:11pré-candidato à presidência da República.
12:13Deixa eu passar mais uma vez para o Dávila.
12:16Você, Dávila,
12:17a gente tem visto duas figuras
12:19se consolidarem à frente
12:22em todos os levantamentos,
12:23todas as pesquisas.
12:24Lula e Flávio Bolsonaro,
12:26alguns levantamentos colocam Lula
12:28em um eventual segundo turno
12:30na frente de Flávio
12:31e outros levantamentos
12:33já colocam Flávio à frente.
12:35Mas e aí?
12:36Diante dessas manifestações de Lula
12:38dizendo que Flávio Bolsonaro
12:40buscaria uma intervenção
12:42dos Estados Unidos,
12:43você acha que isso já dá o tom
12:45do que a gente vai acompanhar
12:46na campanha eleitoral?
12:48Qual será a retórica do presidente?
12:51Cariato, isso na verdade
12:52é aquela caneladinha
12:55que você dá no adversário,
12:56mas ainda não é o jogo bruto
12:58que vai acontecer na eleição.
12:59Por quê?
13:01Porque no fundo,
13:02tanto Lula
13:03quanto Flávio Bolsonaro
13:06desejam que um
13:07seja o adversário do outro.
13:09Este é o ponto fundamental.
13:11Eles acreditam que no fundo
13:13vai ser essa grande guerra
13:15de quem é capaz de diminuir
13:17a sua rejeição.
13:18Flávio Bolsonaro acredita
13:20que ele vai diminuir
13:22muito mais a rejeição,
13:23ele tem muito mais potencial
13:24para diminuir a sua rejeição
13:26e conquistar os votos
13:28daqueles indecisos
13:29do que Lula.
13:30E Lula acha
13:31que ao transformar
13:33dois mil e vinte e seis
13:34numa verdadeira,
13:36num verdadeiro Natal
13:38antecipado
13:39e começar a distribuir
13:40presente, pacotes,
13:42presentes, auxílio,
13:43que ele vai conseguir
13:45conquistar este voto
13:47indeciso,
13:48o tal do swing vote, né?
13:51É esse voto
13:52que pula de um lado
13:54pro outro
13:54de acordo
13:55com a eleição.
13:56Então, Caniato,
13:58este é o cenário,
13:59portanto,
14:00todos os dois
14:01provavelmente
14:02vão tentar
14:03nessa estratégia
14:05guardar
14:05a sua munição
14:07para um eventual
14:08segundo turno.
14:10E o primeiro turno
14:11vão ter caneladinhas,
14:13mas nada
14:14que coloque
14:15em risco
14:16o cenário
14:17dado hoje
14:19pelas pesquisas,
14:20que teria um segundo turno
14:21entre Flávio
14:23e Lula.
14:24Vamos ver
14:25se o cenário
14:26continua
14:27ou se alguém
14:28pode estragar
14:29essa festa.
14:30Pois é,
14:31inclusive,
14:32é importante lembrar
14:33que o presidente
14:33também cobrou
14:34engajamento,
14:36apoio,
14:37alinhamento
14:38entre os aliados, né?
14:39Ele entende
14:40que 38 ministérios,
14:4338 ministérios, né?
14:44Figuras que
14:45estão
14:46nessas pastas,
14:48que indicaram
14:49mais uma porção
14:50de pessoas,
14:51eles precisam
14:53se engajar
14:54em uma pré-campanha
14:55e depois
14:55na campanha eleitoral.
14:56Deixa eu passar
14:57para o Bruno Musa,
14:58porque muitos,
14:59inclusive,
15:01costumam fazer
15:02essa análise.
15:03Quem está
15:03na cadeira
15:04de presidente
15:05acaba
15:05largando na frente, né?
15:07Ele tem a carta
15:09super trunfo, né?
15:10Ele está
15:11anabolizado
15:12e consegue,
15:13digamos,
15:14se utilizar
15:15de ferramentas
15:16que os demais
15:16candidatos
15:17não têm.
15:18De que maneira
15:19isso acaba
15:20pesando
15:21e fazendo
15:21toda a diferença,
15:22hein, Bruno Musa?
15:24Mas, afinal de contas,
15:25você está com a máquina
15:26a seu favor, né?
15:27Você tem todas
15:28as indicações,
15:29você tem um orçamento
15:30centralizado,
15:31principalmente na mão
15:32ali de ministros
15:34que você escolheu,
15:36as instituições
15:37atuando ao seu lado,
15:38ou grande parte
15:39delas ali.
15:40Então, obviamente,
15:41quem tem,
15:42quem controla
15:43o orçamento
15:43controla
15:44as instituições
15:45políticas
15:46e, consequentemente,
15:47controla as pessoas.
15:48Então,
15:49se torna mais,
15:50digamos,
15:51uma probabilidade
15:52maior de você
15:53conseguir conduzir
15:54esse processo
15:55para si.
15:55Mas, claramente,
15:56você precisa ter
15:57os resultados
15:58que amparam
15:59nisso tudo.
15:59Afinal de contas,
16:00como o próprio Lula
16:01disse e nós comentamos
16:03há pouco,
16:03ele falou que a política
16:04virou um negócio.
16:05Eu só discordei
16:06que a política
16:07virou um negócio.
16:07Ela sempre foi um negócio.
16:09Sempre.
16:10Está cada vez mais explícito,
16:11mas sempre foi um negócio
16:13e nós somos
16:14as marionetes
16:15financiadoras
16:16de absolutamente
16:16tudo isso.
16:17Então,
16:17fica claro
16:18que ele precisa ter
16:19algum tipo de resultado.
16:20Caso contrário,
16:21acontece o que estamos
16:22vendo agora.
16:23Muitos partidos
16:24que antes eram aliados
16:25acabam deixando de lado
16:27o partido
16:28que ele apoiava.
16:29No caso aqui,
16:30o partido
16:31do Lula.
16:32Afinal de contas,
16:33se você não tem
16:33o resultado,
16:34não entrega
16:35as mínimas demandas
16:36da população,
16:37aquilo que ele disse
16:38que virou um negócio
16:38que sempre foi um negócio
16:39se torna explícito.
16:40As pessoas que o apoiavam
16:42mudam não por ideologia,
16:43mas porque agora parece
16:44que o barco mudará de lado
16:46e aí o orçamento
16:47não estará mais controlado
16:48na mão de hoje
16:50quem conduz o executivo.
16:51E aí,
16:52não muda a ideologia.
16:53Para eles,
16:53pouco importa.
16:54Pula de lado
16:55e vai para quem
16:56comandará
16:57o orçamento
16:58para que eles possam
16:59continuar
16:59conduzindo a máquina pública
17:01de maneira direta
17:02e de maneira indireta.
17:04Então,
17:04isso sempre foi
17:05uma probabilidade maior,
17:07mas eu já não vejo
17:08como sendo algo
17:09tão óbvio.
17:10E na minha opinião,
17:11eu lembro que há alguns meses
17:12eu venho comentando aqui
17:13em ambientes privados.
17:14O que antes era
17:16inimaginável e impossível,
17:17agora se torna,
17:19na minha opinião,
17:19e eu sigo acreditando,
17:20que não é alta
17:22a probabilidade
17:24de Lula
17:25ser oficialmente
17:26candidato à reeleição.
17:28Há uma probabilidade
17:29razoável
17:30de, inclusive,
17:30ele não estar
17:31nesse pleito.
17:32Veremos,
17:33o tempo dirá.
17:34Pois é,
17:34essa é uma pergunta
17:35que muitos fazem,
17:36né?
17:37Será que Lula
17:38toparia não disputar
17:40o pleito?
17:41Passaria a responsabilidade
17:43para
17:44Fernanda Haddad
17:45e
17:47Alckmin
17:47nessa história?
17:48São boas perguntas
17:50a serem feitas.
17:51Deixa eu passar
17:52mais uma vez
17:52para o Roberto Mota
17:53para a gente avaliar
17:54esse cenário
17:56pré-eleitoral
17:57nesse momento,
17:57a questão
17:58de estar
17:59na cadeira
17:59da presidência
18:00da república,
18:01o quanto isso
18:01acaba potencializando
18:03a figura
18:04de um candidato
18:06ou de um pré-candidato
18:07e, naturalmente,
18:09Lula tem
18:10ferramentas
18:11a serem utilizadas,
18:12principalmente
18:13para boa parte
18:14da população
18:15que vê nele
18:16uma figura
18:18incrível
18:19que pode,
18:19inclusive,
18:20ajudar no futuro
18:21a conseguir algo melhor.
18:23E isso acontece
18:24há muitos e muitos
18:25e muitos anos.
18:27Eu vou usar
18:28mais uma vez,
18:30Caniato,
18:31para descrever
18:31a nossa situação
18:32atual,
18:33a analogia
18:34de um jogo
18:34de futebol.
18:35O governo
18:36é o time
18:38que vai ter
18:39um jogo importante
18:40na época
18:41das eleições,
18:43só que
18:44o governo
18:44é o time
18:45que joga
18:46em casa,
18:47dentro do
18:48seu estádio.
18:50No estádio
18:51só tem
18:51a torcida
18:52do governo.
18:53Qualquer um
18:54que não torcer
18:55para o governo
18:56naquele estádio
18:56é retirado
18:58do estádio
18:58e sofre
18:59punições graves.
19:01E tem mais,
19:03os juízes
19:03que vão
19:04apitar a partida
19:06são muito amigos
19:07do time
19:08do governo,
19:09camaradas,
19:10tem até negócios
19:12em conjunto,
19:13imagina vocês,
19:14o juiz
19:15que vai apitar
19:16a partida,
19:17se o time
19:18do governo
19:19ganhar,
19:19o juiz
19:20vai ganhar
19:21também alguma
19:22coisa.
19:23E aí,
19:24o time
19:24adversário,
19:26o time
19:26da oposição,
19:27teve o seu
19:28craque principal
19:30expulso do jogo,
19:32mais do que isso,
19:33proibido
19:34de jogar
19:35pelas próximas
19:37décadas.
19:38Então,
19:38esse é o jogo.
19:39Você tem que fazer
19:41uma avaliação
19:42desse cenário
19:43antes de fazer
19:45qualquer estimativa
19:46sobre o resultado.
19:48Pois é,
19:49eu preciso agora
19:50me despedir
19:51de parte da rede
19:52que ficará agora
19:53com a sua
19:53programação local.
19:55Mas eu sigo aqui
19:56com os nossos
19:57comentaristas,
19:58analisando as principais
19:59notícias do dia,
20:01trazendo,
20:01claro,
20:01os detalhes
20:02dessa reunião
20:04ministerial,
20:04mas também olhando
20:05para o processo
20:06eleitoral,
20:07porque quando
20:07o presidente
20:08se despede
20:09dos seus ministros,
20:11naturalmente,
20:11há também
20:12uma conclamação
20:14para que
20:14todas essas figuras
20:16acabem
20:17abraçando o projeto
20:18da reeleição.
20:19Pede apoio,
20:21pede alinhamento,
20:22engajamento.
20:24Você,
20:24só para a gente
20:25passar a régua
20:26nessa discussão,
20:27você,
20:27Cristiano Beraldo,
20:28olhando para o processo
20:29eleitoral
20:30e a maneira
20:31como Lula
20:32trabalhará
20:33esses aliados
20:35e os palanques
20:36estaduais,
20:37é preciso considerar
20:38que esse é um jogo
20:40em que os candidatos
20:42têm as mesmas
20:44ferramentas
20:45ou as mesmas
20:46armas
20:47ou naturalmente
20:48Lula sempre
20:49largará na frente
20:50por conta da máquina,
20:51apesar de uma deficiência
20:52que a gente tem
20:53observado do PT
20:54nos últimos anos
20:55nos estados.
20:57Zé Caneto,
20:58mas quando você
20:59tem uma estrutura
21:00da dimensão
21:01do governo federal
21:02e isso
21:03combinado também
21:04com estruturas
21:04de governos estaduais,
21:05como é o caso
21:06da Bahia,
21:08nós vemos
21:09uma disputa
21:10que ela sempre
21:10começa desequilibrada,
21:12porque a utilização
21:14da máquina pública
21:15pelos candidatos,
21:17especialmente os candidatos
21:19da esquerda,
21:20que tem essa tradição
21:21de inchar a máquina
21:22pública,
21:22dando emprego
21:23para os seus aliados
21:25e apoiadores,
21:26isso obviamente
21:26os coloca
21:27numa posição
21:28de vantagem
21:30do ponto de vista
21:32da estrutura
21:33para a campanha.
21:34Agora,
21:35aí a convencer
21:37a maioria
21:37dos eleitores
21:39vai uma grande
21:41distância.
21:41Então,
21:42quando o presidente
21:43Lula
21:43vai por esse caminho
21:45querendo criar
21:46um clima
21:47de medo,
21:48que foi
21:49mais ou menos
21:50a estratégia
21:50feita
21:51em 2022,
21:52ele obviamente
21:53está tentando
21:54trazer
21:55para o lado dele
21:56aqueles eleitores
21:57de centro,
21:58aqueles eleitores
21:59pouco engajados,
22:00aqueles eleitores
22:00que,
22:01vendo esse
22:02zoom,
22:02zoom,
22:03zoom,
22:03podem ficar
22:04preocupados,
22:05dizer,
22:05puxa,
22:06os Estados Unidos
22:07vão tomar conta
22:07disso aqui,
22:08vão invadir o Brasil,
22:09não podemos deixar
22:10isso acontecer,
22:11senão realmente
22:12a gente fica
22:14aí entregue,
22:15o nosso destino
22:16ficará entregue
22:17às mãos desconhecidas.
22:19Então,
22:19essas pessoas
22:20em tese,
22:21segundo a lógica
22:24estabelecida
22:24e praticada
22:25pelo presidente,
22:26podem ter
22:26esse tipo
22:27de pensamento.
22:28Mas aí a gente
22:29tem a vida real.
22:31Na vida real,
22:32essas pessoas
22:33que são pouco
22:33engajadas
22:34politicamente,
22:35elas estão cuidando
22:36da vida delas.
22:37Elas estão
22:38tentando ganhar
22:38algum dinheiro,
22:39pagar as suas contas,
22:40criar seus filhos,
22:41zelar pelas suas
22:42famílias.
22:43Essas pessoas,
22:44quando saem de casa,
22:45saem de casa com medo.
22:47Essas pessoas
22:48abrem as redes sociais,
22:49estão vendo ali,
22:50a partir da captura
22:51de imagens
22:52por câmeras
22:53de monitoramento
22:53no Brasil inteiro,
22:55em todas as cidades,
22:56atos de violência,
22:57assaltos,
22:58assassinatos,
22:59tentativas disso e daquilo,
23:01coisas bizarras
23:02que mostram
23:02claramente
23:03que o Brasil
23:04está entregue
23:05na mão
23:06do bandido,
23:08na mão daqueles
23:09que não têm medo
23:10da polícia,
23:11não têm medo
23:12da força
23:13do Estado brasileiro.
23:16Essas pessoas
23:17olham para a situação
23:18que elas vivem,
23:19olham
23:20para o medo
23:21que impera
23:22nas suas vidas
23:23e eu não sei
23:25se elas pensam
23:26que
23:26alguma coisa
23:27precisa ser feita,
23:28tem que ser uma
23:29coisa radical.
23:30Quem sabe
23:31os Estados Unidos
23:31podem ajudar
23:32nessa jornada
23:34porque sozinhos
23:35os brasileiros,
23:37os políticos brasileiros,
23:38os gestores públicos
23:39brasileiros
23:40claramente
23:41não estão fazendo
23:42o que precisam fazer,
23:43claramente
23:44não estão investindo
23:45na polícia
23:46da forma
23:46que precisam investir,
23:48não estão transformando
23:49a legislação brasileira
23:51da forma necessária
23:52para que bandido
23:54seja encarado
23:56e enfrentado
23:57como bandido
23:58e que o policial
23:59seja protegido
24:01e defendido
24:02como uma força
24:03que defende
24:04a sociedade brasileira.
24:06Redução
24:06da maioridade penal,
24:08pena de morte
24:09para esse monte
24:10de gente,
24:11de vagabundos
24:12irrecuperáveis
24:13que cometem
24:13barbaridades
24:14contra a sociedade
24:15brasileira,
24:16que passam
24:17uma temporada
24:18na prisão,
24:18saem e cometem
24:19crimes piores.
24:21Quantas e quantas
24:21vezes a gente vê
24:22isso todos os dias?
24:24É preciso dar um basta
24:25a essa dinâmica
24:28que está destruindo
24:29a vida
24:30e o futuro
24:31da nação brasileira.
24:32E esse discurso,
24:34essa conversa
24:35fiada
24:36que nós estamos
24:37ouvindo,
24:38vindo do Palácio
24:39do Planalto,
24:40não convence
24:41absolutamente
24:42ninguém
24:43de bom senso
24:44que esteja conectado
24:46com a vida real.
24:47Portanto,
24:48o problema
24:49da comunicação
24:50me parece
24:51não fazer referência
24:52apenas
24:53à comunicação
24:54dos feitos
24:56do governo,
24:57mas será um problema
24:58também
24:59nesta campanha
25:00para a reeleição
25:01de Lula
25:01porque ele
25:02está olhando
25:03a sociedade brasileira
25:05de uma forma
25:05muito equivocada.
Comentários