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Após reunião nesta segunda-feira (29), Trump e Netanyahu devem conceder entrevista conjunta à imprensa. A reunião acontece após uma onda de drones invadir o espaço aéreo da Dinamarca. Aliados da OTAN têm prestado assistência ao país. O correspondente internacional Luca Bassani detalha o assunto.
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NotíciasTranscrição
00:00Agora vamos mudar de assunto e ir para a política internacional, porque já já, daqui a pouquinho,
00:05começam aí a falar uma entrevista, uma coletiva, Trump e Benjamin Netanyahu.
00:12Vai acontecer agora, o Luca Bassani já tem as informações, inclusive, o nosso correspondente internacional.
00:19O que aconteceu foi o seguinte, após aquela onda de drones que você estava acompanhando aqui em tempo real com a gente desde a semana passada,
00:25que invadiram o espaço aéreo lá da Dinamarca, aliados da OTAN têm prestado assistência ao país
00:32e o Luca Bassani vai entrar agora ao vivo com a gente e trazer todas as informações.
00:38Luca, são os mesmos assuntos? Só para eu entender, Netanyahu e Trump também vão falar sobre Gaza, sobre toda essa situação por lá.
00:47E a questão dos drones também vai ser colocada, os países da OTAN estão pressionando de alguma forma? Boa tarde.
00:53Os assuntos estão, sim, interligados.
00:56Márcia, boa tarde a você, ao Bruno, a todos que nos acompanham nesta nova semana aqui em tempo real.
01:02Em instantes, haverá uma coletiva de imprensa diretamente da Casa Branca, entre Benjamin Netanyahu e Donald Trump,
01:08a quarta visita do primeiro-ministro israelense a Washington,
01:12desde que Trump assumiu a presidência em janeiro deste ano de 2025.
01:17Então, mostrando, de fato, essa aliança praticamente indestrutível entre Estados Unidos e Israel,
01:24o principal aliado dos israelenses, inevitavelmente, continua sendo os Estados Unidos da América,
01:29o presidente Donald Trump, que falou neste último final de semana que quer, sim,
01:33uma finalização para a guerra em Gaza e apresentou um plano de finalização em 21 pontos,
01:40em que os diferentes reféns seriam libertos em 48 horas, a administração de Gaza seria colocada
01:47nas mãos de civis árabes e não do Hamas ou da autoridade palestina,
01:51uma série de coisas que a gente vai, obviamente, observar ao longo deste discurso
01:56feito pelos dois mandatários em instantes.
01:59Mas, agora, falando daquilo que você trouxe sobre os drones,
02:02isso continua sendo uma grande polêmica dentro da Europa,
02:05afinal, a Dinamarca proibiu até mesmo os civis, que têm drones com câmeras,
02:12para uso pessoal, fazer vídeos, de utilizarem depois de quatro vezes o espaço aéreo do país
02:17ter sido violado pelos drones que não se sabe de onde vieram.
02:22Muitos atribuem à Rússia essa questão, muitos dizem que tem a ver com ataques híbridos,
02:28essa guerra que é feita tanto de maneira tradicional nas trincheiras da Ucrânia,
02:34mas também através das telecomunicações, ataques cibernéticos,
02:38ou invasão do espaço aéreo com caças, com drones.
02:40Então, a OTAN tem buscado reforçar o seu flanco no Báltico e nos países orientais,
02:47exatamente, para prevenir qualquer ataque que possa ser de espiões russos
02:52ou algumas dessas aeronaves não tripuladas que queiram rastrear
02:56ou roubar informações importantes através destes novos mecanismos modernos de guerra.
03:03Uma questão que na Europa tem sido polêmica, afinal,
03:06alguns países adotam essa postura de abater os drones que não são identificados
03:11e estão no seu espaço aéreo, e tantos outros países acreditam que é melhor não tentar abatê-los,
03:17porque podem conter explosivos e causar danos maiores às pessoas
03:22e também à infraestrutura crítica de cada uma dessas nações.
03:25Então, é um assunto que a gente vai monitorar a semana inteira,
03:28eu continuo aqui na Rússia, onde a gente também, algumas vezes,
03:31tem interferências dos drones ucranianos,
03:34mas essa guerra das narrativas está presente desde o primeiro dia,
03:37seja na guerra da Ucrânia, seja na guerra em gás.
03:40Então, a gente vê que os assuntos, por mais que distantes geograficamente,
03:44quando estamos falando do aspecto da análise geopolítica,
03:47que estão muito interligados, a exemplo da presença também dos Estados Unidos,
03:51seja na OTAN, com a ajuda concedida à Ucrânia e aos países europeus,
03:56como também no Oriente Médio, com a ajuda concedida a Israel.
03:59Dentro de poucos minutos, voltaremos para trazer a tradução
04:02e as informações mais importantes desta coletiva concedida por Trump e Netanyahu,
04:08duas das lideranças mais importantes e talvez polêmicas da atualidade.
04:13Agora, Luca, não foi descoberto ainda a origem dos drones, né?
04:16Só confirma para mim essa informação.
04:20Ainda não. No caso da Dinamarca, não se cravou que foi da Rússia.
04:24A Rússia, por sua vez, também nega todas as acusações,
04:27diz que esse ataque talvez seria da própria Ucrânia
04:30para tentar arrastar a OTAN para uma guerra direta com os russos.
04:34Mas, no caso polonês e romeno, aí sim as inteligências de cada um dos países
04:39cravaram que são drones de utilização dos russos, né?
04:43Os russos que usam drones de fabricação própria e também drones iranianos.
04:48No caso, o dinamarquês ainda não é muito claro, ainda é nebulosa essa questão,
04:53mas os suspeitos usuais acabam sempre sendo a Rússia,
04:56porque observando todo o perímetro em volta da Dinamarca,
05:00os países que fazem fronteira são aliados e são países da OTAN.
05:03Então, não faria sentido enviarem drones para fazer qualquer tipo de vistoria
05:08ou espionagem sem a consulta prévia, sem autorização prévia do governo dinamarquês.
05:14Portanto, a Rússia, a Bielorrússia, esses países que estão alinhados com Moscou
05:18acabam sendo, obviamente, os suspeitos usuais,
05:21mas sem a confirmação oficial por enquanto.
05:24Outra pergunta, Luca.
05:26Você disse que no final de semana o Trump já colocou ali
05:30que tem um plano para a região de Gaza.
05:34Você acredita que durante a coletiva de hoje
05:36ele vai, junto com o Netanyahu, falar sobre os próximos passos?
05:40De como essa ocupação vai ser feita por lá?
05:44Eu acredito que sim, afinal, essa deve ser uma das principais perguntas dos jornalistas.
05:50Eu não sei se nessa coletiva eles abrirão espaços para qualquer um dos jornalistas
05:55fazerem perguntas, que com certeza essa estará dentro delas,
06:00mas o Donald Trump na internet é uma persona e quando faz discursos públicos é outra.
06:06Ele nos seus tweets, nas suas mensagens no True Social, em letras garrafais,
06:10acaba sempre sendo uma pessoa bastante imponente, altiva,
06:15que faz declarações já assertivas.
06:17Enquanto quando está numa coletiva ou indagado por repórteres
06:21ele acaba sempre deixando aquela ambiguidade estratégica que faz parte da geopolítica.
06:26Eu acredito que com a presença de Netanyahu
06:29eles talvez tragam informações mais contundentes
06:32que ele talvez não pudesse dar sozinho,
06:34mas com certeza essa resposta será dada.
06:38Acredito que o presidente Donald Trump não se esquiva quando a questão é importante.
06:42A grande questão é saber quando isso será implementado.
06:46que há um plano para a Gaza, isso nós sabemos.
06:48Muitas postagens polêmicas foram feitas em transformar a Gaza em um resort,
06:52tantas outras feitas com inteligência artificial que caíram muito mal também dentro da ONU,
06:58mas o fato é que os palestinos, o mundo todo,
07:01quer a solução dessa guerra pelo sofrimento mostrado diariamente
07:05e por ser uma região extremamente estratégica.
07:08Quando a gente fala do Oriente Médio a gente se compadece da situação das pessoas,
07:12mas a gente não pode esquecer que as rotas comerciais, a produção de gás, de petróleo,
07:17tudo que movimenta a economia mundial passa pelo Oriente Médio em algum momento ou outro.
07:22Então ter essa região pacificada é de interesse para todas as nações,
07:26até para nós no Brasil, mais de 10 mil quilômetros de distância.
07:30Também uma boa notícia caso isso seja resolvido.
07:32Não sabemos qual será a opção, mas temos algumas dicas.
07:36O que quer Donald Trump se posso resumir brevemente?
07:38Ele lista 21 pontos, dentre os quais os mais importantes envolvem
07:43a finalização do conflito com a retirada dos soldados israelenses.
07:48O Hamas não terá mais nenhum poder militar ou político dentro da faixa de Gaza,
07:52ou seja, o grupo terrorista deixa de ser o governo da faixa de Gaza,
07:56que é passado para uma administração árabe que, por enquanto, segue de forma anônima.
08:01A gente consegue ter a noção que talvez seja alguma liderança ligada aos países dos Emirados Árabes Unidos,
08:08ao Qatar, Arábia Saudita, alguns desses países ricos que tenham capital financeiro
08:13para reconstruir a faixa de Gaza, ao mesmo tempo que ele também exige
08:17a repatriação de todos os corpos dos reféns mortos
08:20e a libertação de todos os reféns vivos em 48 horas.
08:25Ele não quer essa troca de um refém em um dia, dois em outro,
08:28ele quer todos ao mesmo tempo, isso ele também deixou claro no seu discurso na ONU.
08:32Agora é saber se a outra parte, no caso o Hamas e os seus interlocutores,
08:37irão aceitar nessa maneira como ele apresenta.
08:40Que os Estados Unidos e Israel têm mais poder de fogo, isso nós sabemos.
08:44Mas como fazer que essa outra parte concorde e que 2,3 milhões de palestinos
08:51não sejam mais traumatizados no meio deste caminho?
08:55É uma questão extremamente complexa e que com certeza dentro de poucos minutos
09:00teremos algumas pistas, algumas dicas de como poderá se resolver.
09:05Com certeza, Lucas.
09:06Sem falar da sustentabilidade econômica também desse plano,
09:10que pode custar muito caro para reconstruir toda uma cidade por dois anos,
09:15a gente vai, claro, acompanhar essa coletiva já já.
09:19Continua por aí que eu vou chamar agora os nossos analistas também do dia,
09:23o Renato Dorgan e o Acácio Miranda, sobre essa situação.
09:27Como o Luca colocou, são 21 pontos estratégicos que já foram colocados nesse plano por Donald Trump.
09:35Só que eu vejo, Dorgan, começando por você, que o mundo inteiro estava indo em outro caminho.
09:41Todo mundo defendendo a criação de um Estado palestino, França, boa parte também da União Europeia.
09:50E aí você impor realmente um novo governo, colocar umas novas construções,
09:57retirar toda essa população de lá, viola tratados internacionais de direitos humanos.
10:04E aí, como é que vai ficar essa questão?
10:06Como é que o mundo vai ver esse plano de Donald Trump?
10:10Porque eu sei que ele pode colocar em prática mesmo se todo mundo achar muito ruim, né?
10:14Tem duas vertentes aí.
10:16Uma que pode ser uma grande costura de todos, né?
10:20Então, de um lado, França, Inglaterra, Austrália e Canadá legitimaram o Estado palestino,
10:26para depois vir ali uma conversa de consenso, que seria o correto, né?
10:32Ali, liderados pelos Estados Unidos, junto com esses países europeus.
10:36Isso se a ONU fosse um órgão muito ativo ali, muito importante, que fosse respeitado mundialmente.
10:43A questão é que essa coletiva com a presença de Israel e o posicionamento conhecido do Benjamin Netanyahu
10:49indica exatamente para algo que não deva ser isso, legitimar e, a partir daí, fazer uma transição,
10:56uma reconstrução mútua como um fim de guerra.
11:00O que indica aí é que parece que vai ter um domínio territorial, uma ocupação,
11:05que, pelo que o Luca coloca, vai ser de alguém do Golfo,
11:09que é especialista em empresas de reconstrução, né?
11:12De grandes empresas de construção civil internacionais.
11:16Talvez a parte dele seja essa, entrar ali e buscar uma reconstrução.
11:21E aí, o grande x da questão, qual é o papel de Israel nisso?
11:24Israel vai ficar com tropa ali?
11:26Os palestinos não vão aceitar isso.
11:30Vai tirar os palestinos definitivamente?
11:32Não é possível que o Trump vá trazer isso logo depois que esses principais países ali,
11:39após os Estados Unidos, Inglaterra, França, Austrália e Canadá,
11:42legitimaram o Estado palestino.
11:43Então, ali a gente tem que esperar ou um Trump do acordo,
11:48o Trump ali da surpresa,
11:50ou um Trump bélico das loucuras ali, das coisas extemporâneas.
11:56Uma questão ali, que do drone na Dinamarca,
11:59tem uma coisa mais preocupante ainda,
12:00e eu trazendo essa questão de volta,
12:02porque o Trump ficou ameaçando a Groenlândia,
12:05e a Groenlândia é protetorado da Dinamarca.
12:08Ela é de propriedade da Dinamarca.
12:10Então, a confusão, além dessa tensão Rússia-Ucrânia,
12:15drones sobrevoando a Polônia,
12:17e aquela parte toda do norte da Europa,
12:20a própria Suécia,
12:21mas também tem uma questão da Dinamarca,
12:23que ninguém sabe se realmente é da Rússia,
12:25ou se pode ser dos Estados Unidos,
12:27porque a Dinamarca tem ali todo o mapeamento real,
12:31ali dos metais raros que tem na Groenlândia.
12:33Então, está muito confusa a Europa,
12:36está muito quente,
12:37talvez seja um período mais em ebulição
12:41desde a Segunda Guerra,
12:42e isso é muito preocupante para todos nós.
12:44Isso daí é muito parecido
12:45com o que estava acontecendo ali nos anos 30,
12:48essas brigas ali de fronteiras,
12:51briga entre países,
12:53discussões intermináveis ali,
12:55e agora com a questão do Oriente Médio no meio.
12:57Isso é tudo muito...
12:59É um horizonte ali que tomara,
13:00que os nossos líderes tenham a harmonia
13:04e a capacidade de sair disso da melhor maneira,
13:07porque senão a gente...
13:08O indicativo é que a gente pode ter realmente conflitos,
13:12no futuro aí, até breve.
13:14Isso que é o problema.
13:16É, uma terceira guerra mundial,
13:18uma situação delicada, né?
13:20Ainda tem um outro ponto
13:21que eu quero comentar com a Cassio
13:23sobre o Hamas.
13:24O Trump coloca ali
13:26que o Hamas teria que colocar novamente,
13:29trocar os reféns, né?
13:31De forma obrigatória nesse tratado.
13:34O Hamas pode não aceitar, né?
13:36Por se tratar de uma organização terrorista,
13:38pode haver um conflito maior.
13:40E na retirada dos palestinos,
13:42tem os países ali ao redor
13:44que não estão felizes com isso.
13:45O Egito e Jordânia
13:47não estariam muito dispostos
13:49a receber essas pessoas também,
13:52a Cassio.
13:52E aí fica tudo mais complicado, né?
13:55Márcia, o Dorgã bem disse,
13:58o cenário é muito nebuloso.
14:00O Oriente Médio é um recorte
14:02dos problemas que nós temos mundo afora.
14:05Mas, em relação ao Oriente Médio,
14:07é necessário nós observarmos alguns aspectos.
14:09Primeiro, o Hamas é uma organização terrorista,
14:13mas é uma organização terrorista
14:14que tinha o controle político
14:16da faixa de Gaza.
14:18Então, eles estão enraizados
14:20não só em termos de armas
14:23e capacidade de sobrevivência,
14:26mas também estão enraizados
14:28no que restou das instituições
14:31ali na faixa de Gaza.
14:33Em segundo lugar,
14:34Israel tem feito ataques
14:37há quase três anos.
14:38E, neste contexto,
14:40ainda não conseguiu resgatar
14:42todos os reféns e, principalmente,
14:45a guerra só não acabou ali
14:47porque Israel não consegue
14:48dar uma finalidade àquele território
14:51e às pessoas que viviam naquele território.
14:55E me parece,
14:56diante desta coletiva acerdada
14:58por Donald Trump e pelo Bibi,
15:00pelo Netanyahu,
15:02que eles provavelmente apresentarão
15:04uma solução a isso.
15:06Mas é importante nós ressaltarmos.
15:08É uma solução externa
15:10que não necessariamente condiz
15:13com os interesses daqueles
15:15que vivem na faixa de Gaza
15:17e com os interesses dos vizinhos
15:19da faixa de Gaza.
15:21Se o Egito e a Cisjordânia
15:24se prontificarem a absorver
15:26um pedaço dos que lá estão,
15:29mesmo assim,
15:30essa ajuda não será suficiente.
15:33O próprio Estado de Israel
15:35precisará abrir as suas portas
15:37para uma parcela dessa população.
15:40E aí entra um outro fator.
15:41Os israelenses estão dispostos a isso
15:45ou não estão?
15:47Por isso que há toda uma complexidade
15:50a ser superada naquela região
15:52e por isso que há um ditado que diz
15:55o ótimo é inimigo do bom.
15:58A solução ou as soluções que se apresentam
16:01talvez não sejam ótimas,
16:04mas talvez sejam as únicas soluções possíveis,
16:07onde todo mundo cede um pouquinho
16:09e tenta-se,
16:11porque ainda não é uma certeza,
16:13instaurar a paz
16:15àquele território.
16:18A Cássio Miranda ao vivo
16:19com as análises
16:20sobre esse encontro importante
16:22nos Estados Unidos.
16:24Já já uma entrevista coletiva.
16:25Luca Bassani continua de olho.
16:27Toda a nossa equipe de internacional
16:29está se movimentando
16:30para acompanhar, então,
16:32o resultado desse encontro
16:33que é esperado
16:34e também essa entrevista coletiva.
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