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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reúne nesta sexta-feira (17) com o presidente americano Donald Trump na Casa Branca. Kiev tem pressionado os EUA para fornecer mísseis. O repórter Eliseu Caetano detalha o assunto. Acompanhe a análise de João Belucci e Henrique Krigner em Tempo Real.

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Transcrição
00:00Agora vamos falar do presidente da Ucrânia, o Volodymyr Zelensky, que se reuniu, vai se reunir daqui a pouco, na verdade, com o presidente americano Donald Trump.
00:08Isso vai acontecer na Casa Branca e tem já toda uma expectativa pra essa reunião.
00:14Quem tá acompanhando é o Eliseu Caetano, que chega agora ao vivo, em tempo real, com a gente.
00:19Oi, Eliseu, boa tarde, bem-vindo. O que que deve ser tratado nesse encontro? Conta melhor pra gente.
00:24Oi, Márcia, Bruno, muito boa tarde pra vocês. Happy Friday.
00:31Aliás, hoje é o Happy Friday, é o sextou aqui, viu, dos Estados Unidos, pra quem não sabe, é o Happy Friday, viu.
00:39Agora, tô aqui de olho nas imagens ao vivo, direto lá da Casa Branca.
00:44Volodymyr Zelensky ainda não chegou, mas a expectativa é alta.
00:47Já tem muitos jornalistas lá na porta da Casa Branca nesse momento, esperando, aguardando, e a gente vai transmitir.
00:53Olha aí, pra quem nos acompanha em vídeo, no digital ou na televisão, consegue acompanhar imagens ao vivo,
00:59direto da Casa Branca, na capital americana, Washington DC,
01:02onde, daqui a pouquinho, o presidente Donald Trump vai se reunir com Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia,
01:07pela terceira vez.
01:08A pauta mais importante desse encontro, a saída para a paz.
01:13Algo que ele já conversou ontem com Vladimir Putin,
01:16disse, em um comunicado, ter encontrado o caminho, mas, pra isso, precisa da anuência de Volodymyr Zelensky,
01:23que voou da Europa pra cá, pros Estados Unidos, e pode chegar a qualquer momento na capital americana
01:28para conversar com Donald Trump.
01:31Essa é a terceira vez que eles se encontram presencialmente, pessoalmente, lá na Casa Branca,
01:36desde a retomada da comunicação entre eles, né, interrompida lá naquele fatídico dia da discussão,
01:42quem é que não se lembra, acompanhamos aqui, ao vivo, na Jovem Pan,
01:47quando eles discutiram no Salão Oval, que é um dos mais importantes lá da Casa Branca.
01:51Então, a pauta principal vai ser essa, um possível acordo de paz
01:54para, por fim, a guerra lá no leste europeu.
01:57Mas, é claro, existem outros assuntos na mesa também, viu, Márcia e Bruno,
02:01como, por exemplo, o fornecimento de armas estratégicas,
02:05com uma atenção aí especial aos mísseis de longo alcance,
02:12a Europa, a Luca Bassani sempre fala do Stomahawks, que é um míssel que ele é intercontinental, né,
02:19ele chega a uma distância ali muito grande, e que se, caso, os Estados Unidos, de fato,
02:25vendam ou deem esse armamento lá para a Ucrânia, pode virar o curso da guerra por lá,
02:32pode ampliar significativamente aí o alcance ofensivo ucraniano dentro do território russo.
02:39Zelensky, né, que está aí vindo com parte do seu gabinete,
02:44vê esse momento, de acordo com os analistas políticos por aqui,
02:46como crucial aí para renovar os compromissos militares
02:50e também garantir que os Estados Unidos aí concretizem os auxílios mais robustos.
02:56E aí a gente está falando de dinheiro mesmo, viu?
02:58Agora, eu estava dando uma fuçada aqui, Márcia e Bruno,
03:03sobre os números dessa guerra, porque certamente é algo que Donald Trump vai colocar na mesa,
03:07tendo em consideração aquilo que a gente vem falando a semana toda,
03:09o Prêmio Nobel da Paz de 2026, já que 2025 ele não ganhou, ele está de olho no do próximo ano.
03:16Então, eu fui buscar essas informações, um estudo recente do Centro de Estudos Estratégicos Internacionais
03:23estima que o total de soldados mortos ou feridos durante essa guerra lá no leste europeu
03:28já passa de um milhão, um milhão e quatrocentos mil, para ser exato,
03:31dos quais cerca de um milhão seriam russos e quatrocentos mil ucranianos.
03:37Outros levantamentos também apontam que a Rússia já acumulou mais de novecentas e cinquenta mil baixas,
03:43pelo menos, com até duzentos e cinquenta mil mortes só de soldados.
03:48Já a Ucrânia, o número é muito parecido com o do centro acima,
03:52quatrocentos mil baixas entre civis e também feridos.
03:57A gente vai seguir acompanhando, porque Bruno e Márcia, daqui a pouquinho,
04:01eles devem se reunir e vão fazer gol ontem.
04:04As autoridades estiveram reunidas lá na Casa Branca.
04:06Eles chegam ali na porta, dão um tchauzinho, né, só para garantir aquela imagem,
04:10e aí vão se reunir.
04:12Na volta, é claro, deve ter novidades e a gente vai contar tudo aqui em tempo real,
04:16na tarde dessa sexta-feira.
04:18Obrigada, Eliseu Caetano, pelas informações.
04:20Você volta, então, ainda hoje.
04:22Agora, vamos chamar os nossos comentaristas do dia, João Beluti e Henrique Kriegner.
04:28Começando, então, pelo João Beluti.
04:30João, boa tarde, bem-vindo.
04:32Com essa reunião, cria-se uma tensão maior e uma pressão em cima da Rússia
04:37para que aceite um acordo o mais rápido possível?
04:40Boa tarde, Márcia.
04:41Boa tarde, Bruno.
04:41Ao Kriegner, toda a audiência aqui em tempo real.
04:44Realmente, o que está me parecendo é que a questão do acordo de paz
04:47aparenta ter esfriado um pouco.
04:49É óbvio que agora o Donald Trump pode falar em uma coletiva muito em breve,
04:54provavelmente hoje, que chegamos a um acordo.
04:56Esses são os termos.
04:57Mas o que está no ar é que deu uma diminuída nesse ímpeto de paz,
05:02tanto pelo lado da Ucrânia, que não quer abrir mão com razão
05:06de parte do seu território, parte expressiva,
05:08e por parte do Putin, que também não quer abrir mão dos territórios conquistados.
05:13Então, a gente está num grande impasse.
05:14O que chama a atenção é que a Ucrânia, ao demandar mais mísseis,
05:19mais armamento, como vem fazendo,
05:21sinaliza também que, para ela, tem uma linha cruzada.
05:24A gente vai continuar guerreando, a gente luta pela nossa própria existência.
05:27O caso da Ucrânia, ainda que já tenha historicamente feito parte
05:30de um império russo a sua revelia.
05:32Vamos lembrar que a Ucrânia não tomou essa decisão,
05:34foi a Rússia que tomou pela Ucrânia.
05:36E o que pode acontecer também, uma expectativa minha especialmente,
05:39é que o Trump chame a Europa efetivamente para guerra.
05:42Porque vamos lembrar que a guerra ocorre no quintal da Europa,
05:46por mais que a Ucrânia não seja da OTAN.
05:47Então, se a Europa, por si só, onde a guerra ocorre,
05:51os países ali da Europa Ocidental discordam dessa guerra,
05:54as tropas podem efetivamente entrar em batalha para defender a Ucrânia.
05:58Porque, por ora, é muito discurso, muito dinheiro,
06:01e os próprios líderes da Europa acabam se escorando na estrutura burocrática,
06:05que é a União Europeia, para não decidir nada.
06:07Decide, ah, vou enviar dinheiro.
06:08Mas a guerra está acontecendo no seu quintal.
06:10Não sei como será resolvida essa questão toda,
06:14mas acho que o Trump vai fazer um chamamento mais uma vez para a Europa,
06:17que tende a se escorar novamente na burocracia da União Europeia,
06:19para simplesmente ficar mandando recursos para uma guerra que não acaba nunca.
06:24Henrique Krieger também.
06:25Vamos às suas análises sobre esse encontro que vai acontecer em instantes.
06:29Já temos imagens ao vivo, inclusive lá, esperando a chegada de Zelensky.
06:34A gente viu que em outro momento ele foi chamado a atenção
06:37sobre a roupa que ele estava usando, o look foi muito criticado.
06:41No segundo momento ele foi elogiado,
06:44porque estava uma roupa já muito mais apresentável,
06:48na verdade, colocou um estilo mais ligado ao social.
06:52E aí a gente viu que o relacionamento ficou um pouco melhor.
06:55Sobre essa visita, o que esperarmos?
06:59Esperarmos sobre esse clima de recepção, de assuntos e, claro,
07:04sobre essa harmonia que automaticamente é um jogo duplo.
07:08Ontem se reuniu com um lado e hoje se reunindo com o outro lado.
07:11Krieger.
07:12Exato, Bruno.
07:13Boa tarde a você, a Márcia, o João,
07:15todos que nos acompanham aqui em tempo real.
07:18Realmente a atmosfera, o clima que se pode esperar para esse encontro,
07:22ele deve ser um pouco mais amigável, justamente pelo ponto que você trouxe,
07:26que os dois lados estão interessados numa resolução rápida.
07:31É muito bom que você tenha lembrado daquele primeiro encontro,
07:34que foi bem bélico, bem complicado, fazendo piadas.
07:38Os jornalistas e próprios oficiais do governo criticando roupa,
07:42colocando ali o presidente Zelensky numa saia justa,
07:44mas aquilo tudo foi intencional.
07:46Intencional para quebrar uma aura aí que existia ao redor do presidente Zelensky
07:51de vítima da sociedade e que não deveria negociar
07:54nem um centímetro dos seus posicionamentos.
07:57Aquilo serviu, apesar da estratégia, goste ou não goste,
08:00serviu para que realmente Zelensky voltasse para a mesa de negociação
08:03e não só na mesa de demandas internacionais,
08:06como ele estava fazendo anteriormente.
08:08Agora, o outro lado, os Estados Unidos, também tem grande interesse,
08:11como o João colocou aqui também,
08:13e o próprio Eliseu trouxe na matéria,
08:15de que o presidente Trump agora,
08:17ele quer resolver seu último grande conflito
08:19que está entre ele e uma possível nomeação para o Nobel da Paz.
08:23O que fica muito evidente aqui nessa reunião,
08:26e dependendo da decisão que eles tomarem,
08:28vai ficar ainda mais feio, eu diria,
08:30para a União Europeia, para as Nações Unidas,
08:33é que toda vez que o presidente Trump
08:34ou qualquer chefe de Estado americano
08:36se posiciona de forma mais enfática num conflito,
08:39todos dizem,
08:40não, não, não,
08:40você não é a polícia do mundo,
08:42quem te deu o direito para ser o juiz das nações aqui,
08:46não, você tem que ficar no teu quadrado.
08:47O próprio presidente Lula falou isso ainda nesses dias.
08:50Mas, quando é para negociar paz,
08:53para poder intervir,
08:54para poder construir acordos e consensos,
08:56é os Estados Unidos,
08:57justamente esse que é tão criticado
08:59na hora de ser a polícia do mundo,
09:01que bota a mão na massa e faz acontecer,
09:03e a ONU, a União Europeia,
09:04e todos aí do conglomerado global,
09:07ficam de braços cruzados só assistindo,
09:09e no final batem palmas.
09:10Então, dependendo do acordo que sair hoje,
09:12nós vamos ver mais uma vez
09:14um pouco dessa diferença
09:15entre o que se diz e o que se faz
09:18no cenário internacional.
09:20Agora, Kriegner,
09:21eu lembro que na última conversa
09:23que Trump teve com Zelensky
09:25e com Vladimir Putin,
09:27ficou ali uma tensão,
09:29depois,
09:30que Zelensky falou
09:31que não se sentia seguro
09:33com os termos do acordo.
09:34Por quê?
09:35Porque, segundo ele,
09:36Putin é um ditador
09:38e que não sabe quanto tempo
09:40que ele ia garantir
09:41que o acordo de paz
09:42continuasse a valer.
09:43Ou seja,
09:44enquanto Trump estivesse no poder,
09:46o Putin podia,
09:48claro,
09:48ceder e continuar fazendo esse acordo,
09:50mas vai que sai o governo de Trump
09:53ou que na cabeça de Putin
09:55pode mudar a partir do ano que vem
09:56ou a qualquer momento.
09:58E aí,
09:58o que que Vladimir Zelensky,
10:00Vladimir Zelensky disse?
10:02Que ele precisava
10:03de acordos seguros
10:05de que realmente
10:07seria algo duradouro
10:09e que ele não precisaria
10:10ceder territórios.
10:12Você acredita que,
10:13de alguma forma,
10:14existe agora
10:15uma conversa nesse sentido
10:17de que Trump vai dizer,
10:19olha,
10:19eu garanto pra você
10:20que nesse momento
10:21eu vou chegar com a Rússia
10:24e vou te dar todos os,
10:26né,
10:26tudo que você tá pedindo
10:27ou pelo menos parte disso.
10:29Qual que vai ser
10:29o termo principal
10:31dessa reunião
10:32quanto a essas questões?
10:33Olha,
10:34Marcia,
10:34eu diria,
10:35na minha opinião,
10:36que realmente
10:36a única segurança
10:37pra Ucrânia
10:38é um apoio massivo
10:40por parte dos Estados Unidos.
10:41Porque o que que vai garantir
10:42a posição e poder
10:44de uma nação
10:45no cenário internacional?
10:47Ou é território,
10:49ou é uma população
10:50pujante,
10:51ou mesmo é o poder bélico.
10:52E a parte econômica
10:53também entra em questão.
10:55O território da Ucrânia
10:56já foi invadido
10:57e dificilmente
10:57vai ser recuperado 100%.
10:59A população da Ucrânia
11:00não é numerosa
11:01nesse tamanho
11:02e você tem parcela
11:04do território invadido
11:05que já desejava
11:06fazer parte da Rússia,
11:07tem toda uma tradição também.
11:09Então,
11:09é uma fragilidade
11:10pro governo ucraniano.
11:11E a parte bélica,
11:12a Ucrânia
11:13está muito deteriorada
11:15justamente pelos anos
11:16aí que essa guerra
11:17tem se prolongado.
11:18Então,
11:18internamente,
11:19é muito difícil
11:20que ele consiga
11:21organizar os pilares
11:22ali necessários
11:23pra ter força
11:24no sistema internacional
11:25a tempo de se contrapor
11:27à Rússia
11:27e ter a segurança
11:28que ele está pedindo
11:29que você citou.
11:30Essa segurança
11:31só vai vir
11:31com um grande player.
11:33E no mundo,
11:34na verdade,
11:34no cenário internacional,
11:35não tem outro player
11:36que possa rivalizar
11:37com a Rússia
11:38do que os Estados Unidos.
11:39E aí,
11:40a alternância de poder
11:40nos Estados Unidos
11:41sempre vai mexer
11:42com o tabuleiro global
11:43como tem sido
11:44a história recente
11:45dos últimos anos.
11:46A gente segue
11:48com imagens ao vivo,
11:49duas horas e dezessete minutos.
11:51Os militares
11:52já vão se organizando ali,
11:54ao que tudo indica,
11:55em minutos,
11:55então,
11:56esta recepção
11:57vai acontecer.
11:58Zelensky chega
11:59para uma conversa
12:00com o governo americano
12:02e muita expectativa
12:04sobre essa recepção
12:05e sobre esse acordo também.
12:07São imagens
12:07que a gente volta já...
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