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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, negou que a aplicação da Lei Magnitsky dos Estados Unidos possa trazer risco aos sistemas financeiros no Brasil. Galípolo também questionou a motivação das sanções. A declaração do presidente do Banco Central é vista como um posicionamento do governo em meio à crise diplomática.
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NotíciasTranscrição
00:00Tem mais um assunto que está em destaque nas principais páginas, nos principais sites.
00:06O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou estar acompanhando os efeitos da lei Magnitsky,
00:13os efeitos que podem gerar nos bancos brasileiros e afirmou não ter preocupação de riscos ao sistema financeiro.
00:20Segundo ele, muitos países convivem com o fato de terem pessoas sancionadas pelos Estados Unidos,
00:25mas levantou dúvidas sobre as motivações por trás das ações, afirmando parecerem inusitadas.
00:33Galípolo disse que o Banco Central vai continuar acompanhando os desdobramentos da lei Magnitsky.
00:40Está aí o chefe do Banco Central se manifestando sobre a imposição da lei Magnitsky,
00:47recebendo agora as pessoas que nos acompanham pelas emissoras de rádio espalhadas por todo o Brasil.
00:51Muito obrigado pela audiência, pela preferência.
00:54Passar para o Luiz Felipe Dávila, que vai analisar esse posicionamento de Gabriel Galípolo,
01:00levantando dúvidas sobre as motivações das sanções e sendo talvez um pouco escorregadio
01:06sobre as consequências da Magnitsky.
01:10Deveria ter levantado dúvidas a respeito das consequências?
01:15Deveria ter dito o que pode acontecer?
01:18Ou fez bem em ter sido evasivo na posição, na resposta, hein, Dávila?
01:24Caniato, o presidente do Banco Central ocupa um corno técnico e tem que tomar muito cuidado, sim,
01:31com as suas declarações, porque, na verdade, ele tem que ter uma visão técnica do impacto da lei Magnitsky,
01:38e não que tenha uma leitura política.
01:40Aliás, ele faz exatamente o oposto que deveriam fazer os ministros do Supremo,
01:46atuar de maneira técnica e não entrar na seara da política.
01:51Agora, o grande problema do Banco Central é, de novo, projetos descabidos, imorais,
02:01tentando reduzir a independência do Banco Central, que começa a ser circulado no Congresso Nacional de novo.
02:07Outro projeto.
02:08Se não bastasse, já o governo que queria caçar a independência do Banco Central no começo do mandato do presidente Lula,
02:16agora vem o projeto no Congresso, para dizer que pode o Congresso agora destituir membros do Banco Central,
02:25o que é um absurdo total, totalmente contrário ao projeto da independência do Banco Central,
02:32aprovado no governo passado, e que é uma âncora para garantir a estabilidade e a independência da atuação do Banco Central.
02:43Então, Caneto, como eu falo, a gente fica aqui olhando só para essa coisa da anistia,
02:48e olha só os absurdos que estão sendo tratados no Congresso Nacional, como é essa matéria.
02:53Imoral, uma matéria que tem que ser enterrada rapidamente, porque não pode ferir a independência do Banco Central
03:02com mais uma ingerência política, para tentar enquadrar o Banco Central às ambições político-eleitorais.
03:11Você nota os posicionamentos de Gabriel Galípolo, levantando dúvidas sobre as motivações das sanções,
03:21disse, utilizou uma expressão, uma palavra que dizia sobre motivações inusitadas, ou um cenário inusitado,
03:31mas também ele demonstra desconhecimento sobre as consequências da imposição da Magnitsky,
03:38ou não cumprimento da Magnitsky, muitas pessoas ficaram surpresas sobre esse posicionamento,
03:44ou ele foi escorregadio propositalmente?
03:48Ele foi hábil, Caneto.
03:52Eu fui uma das pessoas que tinha expectativas baixas em relação ao atual presidente do Banco Central.
04:00Fiz vários comentários aqui a esse respeito e já confessei que me surpreendi.
04:05Eu acho que a resposta dele foi extremamente rávia.
04:10Ele está correto, a motivação é inusitada mesmo.
04:14É inusitado por um país como o Brasil sofrer as sanções da lei Magnitsky,
04:23por causa de, segundo o governo americano,
04:28perseguição política, usando a justiça contra adversários políticos.
04:33Eu acho que essa resposta era a única resposta que o presidente do Banco Central poderia dar.
04:41Desde que as instituições financeiras brasileiras cumpram a lei Magnitsky,
04:49que é uma lei americana, que se aplica nos Estados Unidos,
04:53desde que ela cumpram, elas poderão continuar operando no mercado financeiro americano sem qualquer problema.
05:00Esse, eu acho que é o cenário mais provável, porque o custo da desobediência é muito alto.
05:09Eu acho improvável que alguma instituição ou os seus diretores resolvam correr o risco de ter que pagar esse custo.
05:19Pois é, a análise do Cristiano Beraldo, o Gabriel Galípolo falando em razões inusitadas,
05:26mas descartando o risco para o sistema financeiro brasileiro, para as instituições brasileiras,
05:32mas diz que segue monitorando possíveis implicações,
05:37caso haja uma ampliação das medidas tomadas pelos Estados Unidos.
05:42Beraldo?
05:42Renato, são dois lados que precisam ser observados sobre esse comentário.
05:48Primeiro, como destacou aqui o Mota, de fato, se o banco, se os bancos brasileiros
05:53acatarem as determinações da lei Magnitsky em relação aos Estados Unidos,
06:03ou seja, não quer dizer, mais uma vez, para a gente reforçar aqui para a nossa audiência,
06:07não quer dizer que os Estados Unidos estão interferindo no Brasil, na soberania brasileira.
06:13Não é nada disso.
06:14É que um banco que tem atuação além do Brasil,
06:18um banco que faz transações em dólar, um banco que atende clientes norte-americanos,
06:26o banco precisa estar ali dentro do atendimento dessas regras impostas
06:32pela lei Magnitsky sobre alguém, um indivíduo.
06:36Então, é um correntista, nesse momento, hoje, no Brasil.
06:39Então, se eles cumprirem ali todas as exigências, vida normal.
06:43Então, esse é o aspecto de que, de fato, a aplicação de lei Magnitsky a um, dois, dez, cem indivíduos,
06:51não altera o funcionamento do mercado de capitais brasileiro.
06:56O que pode acontecer, que aí será um problema, é caso sanções sejam aplicadas ao Brasil como um todo,
07:04ou, de uma forma mais ampliada, a ponto de criar um problema que inviabilize a atuação
07:12de instituições financeiras brasileiras como um todo no mercado norte-americano
07:18e nas transações em dólar.
07:20Aí vamos ter um problema grave.
07:22Não é o caso agora.
07:23Porém, Caniato, tem um aspecto que eu acho bastante inadequado.
07:28E, se o presidente do Banco Central tiver um conselheiro de bom senso,
07:34o conselheiro de bom senso dirá a ele que não emita juízo de valor sobre o que está acontecendo.
07:41Não fale sobre as razões são criativas, né?
07:46Ele usou aí a expressão inusitadas e tal.
07:49Não cabe a ele dizer se é inusitado, se não é inusitado.
07:54Ele é profundo conhecedor da legislação norte-americana?
07:57Ele estudou o processo que levou à decisão do governo norte-americano?
08:00Não estudou.
08:01Então, atenha-se, porque assim, ele tem que todo dia acordar, sair da cama,
08:06ficar de joelhos na beirinha da cama e agradecer a Deus a oportunidade que está tendo,
08:12apesar de não ter o histórico compatível, mas está presidindo o Banco Central brasileiro.
08:21Sairá da presidência do Banco Central, como todos os outros, ou quase todos os outros,
08:26com um contrato enorme, multimilionário, para trabalhar para alguma instituição financeira,
08:32provavelmente até alguma instituição norte-americana.
08:35Então, agradeça e fique quieto, porque na hora que começa a falar
08:39ah, esta medida do governo norte-americano é inusitada,
08:43isso não compete ao presidente do Banco Central dizer.
08:45Quando, no máximo, analise atividades que acontecem na política brasileira
08:52e que impactam as políticas econômicas fora disso, faz de conta que não viu,
08:58porque assim, poupa o Brasil de estar despertando nos Estados Unidos
09:04mais um foco de atenção agora no Banco Central.
09:07Agora, só uma pergunta da nossa audiência, inclusive foi direcionada para o Dávila.
09:12Dávila, você acha que o presidente do Banco Central deveria se reunir com entidades
09:19ou com instituições financeiras que têm clientes sancionados por lei Magnitsky
09:26no sentido de dar alguma orientação?
09:29Isso compete ao Banco Central ou cada dirigente da respectiva instituição
09:34tem autonomia para tomar as decisões sem reportar ao Banco Central?
09:40Dávila.
09:43Dávila, dá conselhos sobre como deve agir em relação à lei Magnitsky.
09:49Por isso que os bancos estão conversando diretamente com os responsáveis do governo americano,
09:54porque isso tem a ver com as aplicações, os investimentos,
09:58as movimentações financeiras dos bancos brasileiros nos Estados Unidos.
10:02É isso que eles precisam entender.
10:04Por isso é uma conversa dos bancos brasileiros com autoridade norte-americana.
10:09O Banco Central tem o papel de olhar para a política monetária brasileira
10:15e não decidir como que o impacto da lei Magnitsky afetaria bancos no Brasil ou não.
10:21Esta é uma conversa dos bancos privados com o governo norte-americano.
10:25Pois é, claro que a gente vai seguir acompanhando essas movimentações.
10:29Qualquer novidade em relação ao posicionamento dos bancos,
10:33a possibilidade de ampliação da lei Magnitsky,
10:36a gente traz aqui e discute com os nossos comentaristas.
10:39Uma outra notícia.
10:41Após aquela mega operação contra o PCC,
10:44o Banco Central anunciou nesta sexta-feira
10:46a limitação de transações via PIX e TED
10:50para instituições de pagamento sem licença.
10:54A justificativa da autoridade monetária seria o envolvimento do crime organizado nessas fintechs.
11:00O Banco Central fixou um teto de 15 mil reais para essas transações
11:04e afirmou que os prestadores de serviço que desejarem fazer pagamentos acima desse valor
11:10terão que fazer mais de uma transação.
11:13Segundo o Gabriel Galípolo, boa parte das medidas foram apenas antecipadas.
11:19O CEMOTA, medidas tomadas pelo Banco Central
11:22para limitar transações via PIX e TED para entidades não autorizadas.
11:28O objetivo é combater o envolvimento das facções criminosas
11:32no processo de lavagem de dinheiro
11:36utilizando esses bancos digitais, essas fintechs.
11:39Mota.
11:40Bom, agora as facções vão acabar, né?
11:44Semana que vem não vai ter mais nenhuma facção no Brasil.
11:46Olha, a preocupação do Banco Central é válida,
11:50mas não são as regras que garantem a segurança do cidadão
11:57ou a segurança do mercado ou a segurança do país.
12:00Não são regulamentações que garantem isso.
12:03O que garante a segurança são as consequências
12:07para quem viola as regras, as leis, as regulamentações.
12:12Você pode ter as mais regulamentações mais detalhadas do mundo
12:18se não há consequência na violação, de nada adianta, companheiro.
12:25E no Brasil as consequências dependem de quem você é,
12:29do advogado que você consegue contratar.
12:32Nos Estados Unidos, eu me lembro do caso do financista
12:35Bernard Madoff, que desviou 65 bilhões de dólares de clientes.
12:42Madoff foi condenado a 150 anos de prisão
12:46e ele morreu na cadeia cumprindo essa sentença
12:50com 82 anos de idade.
12:54Se Madoff fosse brasileiro, se ele vivesse aqui,
12:57ele estaria agora curtindo a vida.
13:00Uma mansão de Anga dos Reis
13:02ou na sua cobertura com vista para a Baía de Guanabara
13:06fazendo vídeos para o YouTube
13:08ou quem sabe até ocupando um cargo político muito importante.
13:14Você, Dávilo, o que achou dessa decisão do Banco Central,
13:18essa medida que limita transações via Pix e TED
13:23para instituições não cadastradas?
13:27Tudo isso na esteira daquela mega operação contra o PCC
13:31que identificou que a facção se utilizava de fintechs
13:34para lavar o dinheiro do tráfico de drogas.
13:37A decisão do Banco Central é correta.
13:40Afinal de contas, o Banco Central tem que olhar
13:43para a regulação do sistema financeiro.
13:46E se existe um mecanismo do sistema financeiro
13:49que vem burlando a regulação para lavagem de dinheiro,
13:52o Banco Central está correto na decisão.
13:54O fato, Caniato, é que o Congresso Nacional
13:57precisa aprovar uma lei rapidamente
13:59para que as fintechs sejam regulamentadas pelo Banco Central.
14:03Hoje elas escapam o olhar do Banco Central
14:07porque elas têm um estatuto particular.
14:10E não pode.
14:11Qualquer instituição que está atuando no mercado financeiro
14:16precisa estar sob a guarda do Banco Central
14:19porque senão você vai criando esses atalhos
14:22nos quais são apoderados pelo crime organizado
14:26e criam todas essas distorções.
14:28Então, de fato, a atitude do Banco Central
14:31ela ajuda a regulamentar um mecanismo
14:34que hoje é muito usado pelos brasileiros
14:35mas que está sendo usado pelo crime organizado.
14:37Isso é para tentar frear um pouco da movimentação financeira.
14:41Mas, como bem disse o Motel, isso não resolve o problema.
14:44Resolve o problema é que a regulamentação
14:46e o Congresso aprove uma medida
14:49para que as fintechs passam a ser reguladas pelo Banco Central.
14:53Aí sim, tudo debaixo do guarda-chuva
14:56que qualquer instituição financeira
14:57banco ou as fintechs
15:01sejam supervisionadas
15:04controladas
15:05e mantidas sobre a regulamentação
15:08super rigorosa no Brasil
15:10de instituições financeiras.
15:12Isto é fundamental
15:14para começar a fechar
15:15uma das torneiras mais utilizadas
15:18para a lavagem de dinheiro do crime organizado.
15:21Você, Beraldo, como avalia essa decisão do Banco Central?
15:25Não resolve?
15:27Dificulta?
15:28Outras medidas precisam ser implementadas?
15:31Dois minutinhos, Beraldo.
15:33Neto, é bem curioso
15:35para não dizer assustador
15:36que um mercado tão regulado
15:39como o mercado financeiro brasileiro
15:41onde uma licença para você ter um banco
15:43ter uma corretora
15:44custa milhões e milhões
15:46extremamente complexo
15:48com inúmeras exigências
15:50tem que ter compliance
15:51diretor disso, diretor daquilo
15:53prestar conta
15:54Basilei
15:55você tem uma série de coisas
15:57que são importantes
15:59para dar transparência e segurança
16:01às atividades
16:02de uma instituição financeira normal
16:04regular
16:05e aí de repente surgem as fintechs
16:07com um volume de facilidade
16:10que é assustador
16:11e veja
16:12as fintechs não resolveram o problema
16:14do brasileiro
16:16no que diz respeito ao crédito
16:17não houve uma redução
16:19do spread bancário
16:20ou seja
16:21do adicional de juros
16:22que um banco cobra
16:24para emprestar dinheiro
16:25a qualquer pessoa
16:26hoje a taxa de juros
16:28é 15%
16:29os juros que um correntista
16:30paga no cartão de crédito
16:32ou no cheque especial
16:33é de 400%
16:34então as fintechs não resolveram
16:37o problema do correntista
16:39mas conseguiram muita facilidade
16:42para entre outras coisas
16:44e obviamente nós não podemos
16:45colocar todas no mesmo balaio
16:47mas criou-se uma facilidade
16:49para surgir esse tipo
16:50de picaretagem
16:51em que essas instituições
16:53são usadas como escudo
16:55para que pessoas que estão
16:57em atividade criminosa
16:59possam esconder o seu dinheiro
17:01guardar o seu dinheiro
17:02dentro do sistema bancário
17:03sem serem revelados
17:05isso precisa acabar
17:06e aí eu volto aqui também
17:08na fala do Mota
17:09a consequência tem que ser muito grave
17:12e o Mota
17:13mencionou o caso
17:15do Bernie Madoff
17:17que foi o maior
17:19picareta do mercado financeiro
17:22norte-americano
17:23e os Estados Unidos
17:24tem uma coisa
17:24que eu acho maravilhosa Mota
17:26que é aquela história
17:27o seguinte
17:27a pessoa ela é condenada
17:29por um crime
17:30ela é condenada
17:31a prisão perpétua
17:33mais x anos
17:34ou seja
17:34para ficar configurada
17:37que ela vai morrer
17:37na prisão
17:38e mesmo depois de morta
17:39ela ainda vai ter pena
17:40para cumprir
17:42porque é assim
17:43que um país
17:44que leva a sério
17:45o cumprimento das leis
17:46tem que se comportar
17:47com quem é criminoso
17:48mas é rápida parada
17:50daqui a pouco a gente volta
17:51com mais notícia
17:52e informação
17:53e se você puder
17:54vote na nossa enquete do dia
17:56no site da Jovem Pan
17:58ou no Youtube
17:59de Os Pingos nos diz
18:001 minuto e 20
18:01estaremos de volta
18:02até já
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